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Saúde

Distribuição de novas doses de vacina contra a covid-19 amplia a cobertura vacinal na Paraíba

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza a distribuição de 51.690 doses de imunizantes contra a covid-19, nesta quinta-feira (12). Deste total, 33.930 são de doses da vacina Pfizer/Comirnaty, sendo 22.230 doses distribuídas para a abertura de esquema vacinal, com a primeira dose (D1) em 221 municípios. As outras 11.700 doses do imunizante são destinadas para segunda dose (D2), para as cidades que iniciaram aplicação de Pfizer há 90 dias. A distribuição conta ainda com 17.760 doses (D2) da vacina Sinovac/ Butantan para fechamento do esquema vacinal da população que tomou a vacina há 28 dias. 

A Paraíba já chegou à marca de 2 milhões de pessoas vacinadas, o que corresponde a 69% da população acima de 18 anos do estado. A Paraíba recebe nesta semana 132.842 doses de vacinas contra a covid-19 entre dose 1 e dose 2 e distribuiu um total de 129.500. As doses referentes à D1 são encaminhadas para os municípios em até 24h após a chegada dos imunizantes, já as D2 ficam armazenadas na rede de frio da SES até o tempo oportuno de aplicação e fechamento do esquema vacinal.

Atualmente, a vacinação segue o critério por idade, com a meta de vacinar a toda a população paraibana entre 18 e 59 anos. De acordo com o secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, a proteção da vacina, aliada aos cuidados pessoais, já dá sinais de melhora da pandemia no estado, o que se reflete na menor ocupação de leitos dedicados ao tratamento do vírus, como de diminuição no número de novos casos. 

“Estamos começando a ver sinais de melhora na pandemia, mas a população não pode se descuidar, sendo preciso se vacinar e tomar a segunda dose no tempo oportuno. Temos uma nova variante em circulação no país, que ainda não chegou à Paraíba, mas que tem um potencial de alta transmissibilidade e nós precisamos ainda mais proteger os paraibanos, por meio da vacina e de todas as medidas não farmacológicas já conhecidas, como o uso de máscaras”, frisou o secretário.  

A SES reforça que a campanha de vacinação contra a covid-19 é contínua e o cidadão que faz parte de grupos já abertos e que não tenha ainda recebido o imunizante deverá ter acesso à vacinação.

Secom-PB

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Manchete

Brasil registra 37 mortes por covid-19 em 24 horas

Número de casos foi de 4.429 no mesmo período.

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Em 24 horas, foram registrados 4.429 novos casos de covid-19 no Brasil. No mesmo período, houve 37  mortes de vítimas do vírus. O Brasil soma desde o início da pandemia 681.437 mortes por covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado neste domingo (14), pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença é de 34.170.286.

Ainda segundo o boletim, 32.993.386 pessoas se recuperaram da doença e 495.463 casos estão em acompanhamento. No levantamento de hoje, não consta atualização dos dados de óbitos em Mato Grosso do Sul, do Distrito Federal, do Maranhão e de Minas Gerais. Já os estados de Mato Grosso, Rio de Janeiro, Roraima, Rio Grande do Norte e Tocantins não atualizaram nem o número de casos nem de morte.

Estados

Segundo os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 5,97 milhões, seguido por Minas Gerais (3,85 milhões) e Paraná (2,71 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (147,5 mil). Em seguida, aparecem Roraima (173,9 mil) e Amapá (177,7 mil).

Em relação às mortes, de acordo com os dados mais recentes disponíveis, São Paulo apresenta o maior número (173.652), seguido de Rio de Janeiro (75.162) e Minas Gerais (63.257). O menor total de mortes situa-se no Acre (2.025), Amapá (2.155) e Roraima (2.165).

Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 14/08/2022/Divulgação Ministério da Saúde

Vacinação

De acordo com os últimos dados divulgados, foram aplicadas 471,8 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178,7 milhões com a primeira dose e 159,8 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,9 milhões de pessoas. Outras 104,4 milhões já receberam a primeira dose de reforço, e 18,9 milhões receberam a segunda dose de reforço.

Agência Brasil

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Saúde

Anvisa analisa cinco pedidos para diagnóstico da varíola dos macacos

Todos os pedidos de registro já tiveram a análise iniciada.

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Imagem: ilustração/Pixabay

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, nesta quinta-feira (11), o balanço dos pedidos de registro de produtos para o diagnóstico de varíola dos macacos. No total, foram cinco pedidos e todos já tiveram sua análise iniciada.

Segundo a agência, os dois primeiros produtos foram Viasure Monkeypox Virus Real Time PCR Detection Kit, fabricado na Espanha pela empresa CerTest Biotec, e Monkeypox Virus Nucleic Acid Detection Kit, fabricado na China pela empresa Shanghai BioGerm Medical Technology. Ambos são ensaios moleculares, passaram pela avaliação do corpo técnico da Anvisa e aguardam complementação de informações por parte das empresas solicitantes para continuidade da análise.

O terceiro produto, que teve o pedido de registro submetido no dia 8 de agosto, também é um ensaio molecular e corresponde ao Standard M10 MPX/OPX, que tem como fabricante legal a empresa nacional Eco Diagnóstica, mas que tem parte da sua produção ocorrendo em outro país. A análise técnica da documentação está em curso.

Os pedidos mais recentes deram entrada na quarta-feira (10). Um deles, o Monkeypox Virus Antigen Rapid Test, o primeiro pedido relacionado a teste rápido para detecção de antígeno, fabricado pela empresa chinesa Shanghai BioGerm Medical Technology, e o produto Kit Molecular Monkeypox (MPXV) Bio-Manguinhos, fabricado no Brasil pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos.

Em nota, a Anvisa destacou que a prioridade é “a avaliação de todos os pedidos de registro de produtos para diagnóstico in vitro que possam ser utilizados como recurso para o enfrentamento da monkeypox [varíola dos macacos, em inglês]”.

Agência Brasil

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Alerta

Saúde eleva para nível máximo risco da varíola dos macacos

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Pixabay

O Ministério da Saúde elevou para o nível máximo de emergência, o alerta para o risco da varíola dos macacos, também conhecida como monkeypox.

A classificação é para todo o território nacional e significa que a doença é considerada grave.

De acordo com o ministério da saúde, a decisão veio após o aumento da capacidade de transmissão da doença, do agravamento dos casos confirmados, da vulnerabilidade da população e da indisponibilidade de medidas preventivas como vacinas e possíveis tratamentos.

Os níveis de emergência variam de 1 ao 3 e estão detalhados no Plano de Contingência Nacional para MONKEYPOX publicado pelo Ministério da Saúde. O documento traz orientações para prevenção e tratamento tanto para a população quanto para as secretarias de saúde dos estados. Também padroniza os procedimentos a serem adotados diante da doença, como um protocolo de classificação para definir casos suspeitos, prováveis confirmados e descartados.

A transmissão da doença entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados, tais como toalhas e roupas de cama.

De acordo com o Plano de contingência do governo, o tratamento dos casos é por meio de suporte clínico como medicamentos para dor e cuidados de higiene na área afetada. A maioria dos casos apresenta sintomas leves e moderados. Em casos graves, com comprometimento pulmonar, a pessoa pode precisar de oxigênio.

No Brasil, até 5 de agosto já haviam sido confirmados mais de dois mil casos, 1.962 suspeitos e um óbito. São Paulo lidera o número de casos no país, com mais de 1,5 mil registros confirmados.

Rádio Agência Nacional

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