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Saúde

Fiocruz alerta que SRAG pode voltar a crescer

Pesquisa identificou interrupção na tendência de queda dos casos

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Fiocruz

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificaram uma interrupção na tendência de queda dos casos e óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o Boletim InfoGripe divulgado hoje (12). O estudo alerta que é possível uma retomada no crescimento de casos frequentemente relacionados à covid-19. Segundo o boletim, desde 2020 71% dos casos de SRAG foram causados por vírus respiratórios no país e, entre eles, o SARS-CoV-2 responde por 96,6%.

O estado do Rio de Janeiro é o único a apresentar uma forte probabilidade (95%) no crescimento de casos de SRAG quando são analisadas as últimas seis semanas. Essa é a primeira vez em que essa tendência é detectada no estado, que concentra o maior número de casos confirmados da variante Delta no Brasil.

Os estados de Mato Grosso do Sul e Acre também apresentam tendência de crescimento nesse tipo de análise, porém com probabilidade de 75%. Na análise de curto prazo (últimas três semanas), Mato Grosso do Sul apresenta forte probabilidade de crescimento, e também tendem a crescer a Bahia, Sergipe, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

A análise de seis semanas é usada pelos pesquisadores para uma avaliação da tendência de casos de SRAG com menor peso de oscilações semanais. Já a de três semanas, apesar de conter mais oscilações, indica possíveis alterações no comportamento de longo prazo.

Modificações de tendência foram percebidas no Paraná, Rio Grande do Sul e em São Paulo, onde foi observado sinal de estabilidade na tendência de longo prazo e sinal moderado de crescimento na tendência de curto prazo. Já na Bahia e em Sergipe, observa-se sinal de queda no longo prazo, com sinal moderado de crescimento na tendência de curto prazo.

Sinais de estabilidade nas tendências de curto e longo prazo foram registrados no Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rondônia e Santa Catarina. Já Pará, Roraima, Maranhão, Tocantins e Alagoas apresentam tendência de queda nas duas análises.

Quando se concentra nas capitais, a pesquisa mostra que há nove com tendência de queda no longo prazo. Florianópolis registra sinal forte de crescimento na tendência de longo prazo e moderado na de curto prazo. Já Porto Alegre e Rio de Janeiro apresentam sinal moderado de crescimento tanto no curto quanto no longo prazo.

Há indicativos de estabilização nas tendências de longo e curto prazo em Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Plano Piloto de Brasília e arredores (DF), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Manaus (AM), Porto Velho (RO), Recife (PE) e Vitória (ES).

Agência Brasil

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Saúde

Boletim Epidemiológico apresenta crescimento nos casos de sífilis congênita

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (19), o Boletim Epidemiológico da Sífilis. O documento evidencia o crescimento nos casos de sífilis congênita, apresenta a taxa de detecção da bactéria e como ela está circulando na Paraíba em 2021. No mês dedicado ao combate da sífilis, o órgão alerta a população sobre os cuidados e prevenção da infecção.  

De acordo com o boletim, até o mês de agosto de 2021, a Paraíba apresentou uma taxa de detecção de 17,2 casos/100 habitantes de sífilis adquirida. Isto reflete uma queda nas notificações com relação aos anos anteriores. Para a chefe do Núcleo de IST/AIDS da SES, Joanna Ramalho, esta redução ainda é reflexo da pandemia. 

“Entendemos que a queda na notificação de casos se deve ao acesso da população para realizar os exames de sífilis durante o período da pandemia. Os serviços priorizaram o atendimento à covid e deixaram de realizar teste rápido nos usuários”, pontua. 

Sobre a sífilis em gestante, o boletim informa que até agosto a Paraíba apresentou uma tendência de crescimento. Este ano, a taxa de detecção de sífilis em gestante por 1.000 nascidos vivos foi de 17.8. Joanna Ramalho reforça que, quando a infecção é diagnosticada no período gravídico, é preciso intensificar as ações voltadas para qualificação do cuidado com essa gestante para evitar a transmissão para o bebê. 

O documento também apresenta os dados da sífilis congênita, em que a taxa de incidência se comportou de forma ascendente em 50% das regiões com relação aos anos anteriores. Este ano, a Paraíba apresentou uma taxa de 9.0 por 1.000 nascidos vivos. A chefe do Núcleo de IST/Aids explica que a sífilis congênita é um agravo prevenível, porém continua sendo um desafio para a saúde pública. 

“A precocidade no diagnóstico da sífilis em gestante é fundamental para o tratamento oportuno e redução da sífilis congênita”, afirma. 

O boletim epidemiológico traz ainda recomendações aos municípios com relação ao tratamento e uso de penicilina, fortalecimento de ações de testagem e do pré-natal para detecção precoce. O documento está disponível no link: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/saude/arquivos-1/vigilancia-em-saude/boletim-sifilis-2021-final.pdf.

Secom-PB

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Saúde

Pela primeira vez em 580 dias, Paraíba não registra óbito por Covid-19

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Nesta segunda-feira (18), a Paraíba divulgou o primeiro boletim diário de atualização sobre Covid-19 sem o registro de óbitos. Foram 580 dias desde o registro da primeira morte pela doença, em março de 2020.

O primeiro óbito por Covid-19 na Paraíba aconteceu em 17 de março de 2020 e, até agora, havia registros de perdas de vida diariamente. O estado chegou a contabilizar 2.693 casos pela doença em 24h em junho de 2021 e 73 óbitos em um único dia, em março do mesmo ano. Com a ampliação da oferta da vacina e a completude dos primeiros esquemas vacinais, o número de casos e óbitos entrou em queda a partir do 7º mês deste ano.

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, observa que ainda é cedo para traçar uma perspectiva baseada em um único boletim, mas destaca que a expectativa é que esse panorama seja cada vez mais comum, considerando o avanço da vacinação. “Com a redução do número de casos graves e de óbitos sendo percebida desde o início do mês de julho, a inexistência de mortes nas últimas 24h é mais um ponto para confirmar a eficácia das vacinas contra a Covid-19”, afirma.

Geraldo Medeiros alerta que a melhora gradativa da situação epidemiológica da Covid-19 também é resultado das medidas preventivas não farmacológicas. “Ainda não é momento de abandonar o uso de máscaras e todos devem continuar obedecendo ao distanciamento seguro e manter a higienização das mãos”, finalizou.

Até o momento, a Paraíba registrou 443.927 casos confirmados e 9.371 óbitos por Covid-19. Apenas 20% dos leitos disponíveis para os casos moderados da doença estão ocupados no estado, onde estão sendo tratados 110 pacientes.

Secom-PB

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Saúde

Brasil registra 130 mortes por covid-19 e 5,7 mil casos em 24 horas

Número de pessoas recuperadas chega a 20,79 milhões.

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O Brasil registrou 5.738 casos de covid-19 e 130 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado hoje (17) pelo Ministério da Saúde.

Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.644.464. O número de mortes soma 603.282.

Segundo o boletim, 20.794.497 pessoas se recuperaram da doença. Ainda há casos 246.685 em acompanhamento por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Existem 3.096 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.

Boletim epidemiológico da covid-19, divulgado em 17 de outubro de 2021

Divulgação/Ministério da Saúde

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (151.126), Rio de Janeiro (67.584) e Minas Gerais (55.209). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.942), Amapá (1.988) e Roraima (2.018).

Agência Brasil

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