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Saúde

Covid-19: variante Delta já é predominante na capital paulista

Dados são da prefeitura de São Paulo em parceria com o Butantan

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Pixabay

Um estudo feito em parceria pela prefeitura de São Paulo e o Instituto Butantan revelou que a variante Delta (linhagem B.1.617.2 e sublinhagens AY) do novo coronavírus já é a predominante na capital paulista.

Segundo a pesquisa, entre as amostras em que foi possível identificar a linhagem, 69,7% são da variante Delta, e 28,4%, da Gama. Os sequenciamentos são referentes à semana epidemiológica 33 (de 15 a 21 de agosto), realizados pelo Butantan.

“A presença da variante Delta no município de São Paulo, assim como as demais variantes do novo coronavírus (Alfa, Beta e Gama), aumenta a preocupação em relação à alta transmissibilidade e diminuição da eficácia das medidas sociais e de saúde pública. A SMS [Secretaria Municipal de Saúde] recomenda que todas as medidas individuais de prevenção sejam mantidas com rigor”, destacou a prefeitura, em nota.

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A administração municipal solicitou ainda que pessoas com sintomas de covid-19 compareçam imediatamente às unidades de saúde para o atendimento médico e acompanhamento. Máscaras N95 ou Pff2 estão sendo distribuídas pelas UBS para proteção dos pacientes sintomáticos e das pessoas que residem com eles na mesma casa.

Segundo a prefeitura, apesar da presença da variante Ddelta na cidade, o número de casos de covid-19 não apresentou curva de crescimento significativa. A nova linhagem, de acordo com a administração municipal, por enquanto não oferece risco de impacto sobre a rede de saúde pública da capital. 

Boletim epidemiológico divulgado hoje (2) pela prefeitura mostra que, desde o início da pandemia de covid-19, 37.160 pessoas já morreram por causa da doença na capital paulista. Cerca de 1,8 milhão de pessoas precisaram ser internadas na rede municipal de saúde, e se recuperaram. A população paulistana com a vacinação completa, maior de 18 anos, soma 5.168.618 de pessoas, ou 53,6% do total.

Agência Brasil

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Saúde

Ansiedade, burnout e estresse crônico acendem alerta no Janeiro Branco

Especialista da Afya Educação Médica aponta sinais ignorados e impactos do ritmo acelerado na saúde mental.

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Foto: Reprodução

O Janeiro Branco, campanha nacional voltada à conscientização sobre saúde mental, chama atenção para um cenário cada vez mais comum: o adoecimento psíquico silencioso, frequentemente normalizado como “cansaço”, “fase difícil” ou “excesso de trabalho”.

Segundo a psiquiatra e professora da Afya Educação Médica, Raquel Cordeiro, embora emoções como tristeza, raiva e preocupação façam parte da vida, existem sinais claros que indicam quando a saúde mental precisa de atenção profissional. “Alterações persistentes do sono, do apetite e do humor, cansaço excessivo, irritabilidade constante, dificuldade de concentração, perda de interesse por atividades que antes davam prazer e um sentimento frequente de sobrecarga ou vazio estão entre os principais sinais de alerta e costumam ser ignorados. Outro ponto importante é quando o sofrimento emocional começa a impactar o trabalho, os relacionamentos ou a rotina diária. Não é normal viver em estado permanente de exaustão emocional”, destaca.

Transtornos ligados ao estresse em alta

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Ansiedade, depressão e burnout seguem entre os quadros mais prevalentes nos consultórios, mas a médica observa um crescimento expressivo de transtornos relacionados ao estresse crônico. “Temos visto aumento de crises de ansiedade, insônia e queixas cognitivas, como falhas de memória e dificuldade de foco. O ritmo de vida atual, marcado por excesso de estímulos, cobranças constantes, hiperconectividade e poucas pausas, mantém o organismo em estado contínuo de alerta, o que leva ao desgaste emocional e ao adoecimento”, explica.

Psicologia e psiquiatria: cuidados que se complementam
Apesar do avanço do debate sobre saúde mental, o preconceito ainda dificulta a busca por tratamento. Raquel reforça que psicologia e psiquiatria atuam de forma complementar. “O psicólogo trabalha com escuta, autoconhecimento e estratégias para lidar com os conflitos emocionais. Já o psiquiatra é o médico capacitado para diagnosticar e tratar as doenças mentais, avaliando também os aspectos biológicos dos transtornos e indicando, quando necessário, tratamentos medicamentosos ou outras abordagens terapêuticas. O acompanhamento psiquiátrico se torna essencial quando os sintomas são intensos, persistentes ou comprometem a vida da pessoa”, esclarece.

Pequenas mudanças, grandes impactos na saúde mental

Para quem inicia o ano com o compromisso de cuidar melhor da saúde mental, atitudes simples podem fazer diferença significativa. “Priorizar o sono, estabelecer limites no trabalho, reduzir o tempo de exposição às telas e redes sociais, manter uma rotina mínima de atividade física e reservar momentos de pausa ao longo do dia são fundamentais. Além disso, cultivar relações saudáveis, falar sobre sentimentos e não normalizar o sofrimento emocional são passos importantes”, orienta.

Cuidar da saúde mental não é eliminar todos os problemas, mas aprender a lidar melhor com eles. “Buscar ajuda especializada é parte essencial desse cuidado e um ato de responsabilidade consigo mesmo”, reforça a psiquiatra.

Assessoria

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Saúde

MPPB visita Nutes da UEPB para conhecer inovações em tecnologia na saúde

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O Ministério Público da Paraíba realizou uma visita institucional ao Núcleo de Tecnologias Estratégicas em Saúde (Nutes) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), com especialização na área da saúde. A visita foi realizada pelo coordenador da Promotoria de Justiça de Campina Grande, promotor de Justiça Bertrand Asfora.

Ele foi recebido pelo coordenador-geral do Nutes, professor Misael de Morais. Também esteve presente o professor e advogado Félix Araújo Neto.

Durante a visita, realizada no Campus da UEPB em Campina Grande, o promotor Bertrand Asfora conheceu as dependências e o trabalho desenvolvido pelo Núcleo no desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras para a área da saúde. Também foi destacada a observância a estritos critérios de qualidade, comprovados por certificações nacionais e internacionais, como a CBPF/Anvisa e ISO 13485.

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A iniciativa reforça a aproximação entre o MPPB e as instituições de ciência e tecnologia do estado, evidenciando o interesse do órgão ministerial em conhecer as inovações que podem contribuir para o Estado.

Assessoria

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Saúde

Mais de 360 atendimentos são registrados no Hospital Regional de Guarabira

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Foto: Reprodução

O Hospital Regional de Guarabira (HRG), unidade da rede estadual de saúde gerenciada pela Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde), registrou 367 atendimentos entre as 19h da última sexta-feira (19) e 7h desta segunda-feira (22). A Urgência e Emergência concentrou a maior parte da demanda, com 319 atendimentos. Destes, 50,6% foram classificados com pouca ou nenhuma urgência.

Durante o último final de semana, foram realizados 13 procedimentos cirúrgicos e 48 atendimentos na Maternidade e no Centro Obstétrico, que resultaram em oito partos, sendo todos normais e nenhuma cesárea. Do total de pacientes atendidos, 52,5% corresponde ao público feminino e 45,5% corresponde ao público masculino. A especialidade de maior quantidade de atendimento foi a clínica médica, responsável por 62,7% dos atendimentos.

Referência em saúde para a região do Brejo e do Agreste paraibano, o HRG segue oferecendo atendimentos de urgência e emergência, maternidade, centro obstétrico, cirurgias e serviços especializados, garantindo assistência hospitalar de qualidade à população. 

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Fonte: Secom/GOVPB

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