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Em sessão tumultuada, Câmara de Guarabira aprova ‘Zona Azul’

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Reprodução/ilustração

Em sessão tumultuada nesta quinta-feira (30), a Câmara Municipal de Guarabira aprovou, em primeira discussão, o projeto de lei nº 23/2021, que autoriza o poder executivo a abrir concessão para que empresa especializada possa explorar o serviço de estacionamento rotativo, conhecido por ‘Zona Azul’.

O plenário ficou parcialmente tomado, pois controlado o acesso e seguranças particulares foram contratados para evitar incidentes. Um carro de som foi colocado em frente ao prédio da Câmara para retransmitir a sessão. Vereadores a favor do projeto foram vaiados e o presidente precisou intervir para pedir respeito aos parlamentares que estavam usando da palavra.

Antes de ser colocado em votação o PL, os parlamentares aprovaram uma emenda de autoria do vereador Zé do Empenho, subscrito por mais oito vereadores, que insere obrigatoriedade de passar necessariamente pela Câmara o projeto a ser apresentado pela empresa vencedora do certame, isentando cobrança de estacionamento para motocicletas e dando carência de um ano para que seja iniciada a cobrança da ‘Zona Azul’.

Mesmo com as alterações feitas ao projeto, a partir da emenda, os vereadores que integram a bancada oposicionista se posicionaram contra.

O vereador Marcelo Bandeira (PDT) justificou que se manteve contra ao projeto original por entender que é inoportuno, mas que depois de ser inserida a emenda, quando voltar à pauta para ser votado em segunda discussão e votação, estará a favor do projeto com as devidas modificações.

O vereador Renato Meireles questionou o resultado, alegando que o Regimento Interno prevê em seu artigo 165, que votação que trata de concessão de serviço público precisa de dois terços do colegiado para aprovação, nesse caso seriam necessários 10 votos. Diante do impasse, o presidente suspendeu a sessão por cerca de meia hora, se reuniu com a assessoria jurídica e ao retornar proclamou o resultado pela aprovação do PL.

De acordo entendimento do Jurídico da Casa Osório de Aquino, o Regimento Interno não pode se sobrepor à Lei Orgânica do Município, que em seu artigo 6º assegura que concessão pública precisa de maioria simples em votação do Poder Legislativo.

Com base no parecer da assessoria jurídica, o presidente Wilson Filho proclamou o resultado pela aprovação do projeto em primeira discussão pelo placar de 8×6.

Em protesto, o vereador Renato Meireles rasgou o Regimento Interno da Câmara, ato que foi reprovado por parlamentares da Câmara. Os vereadores da base governista se retiraram da sessão e o presidente encerrou os trabalhos.

Como votaram os vereadores

A favor do projeto:

Tiago do Mutirão, Júnior Ferreira, Jussara Maria, Raimundo Macedo, Isaura Barbosa, Zé do Empenho, Saulo de Biu e Gerson do Gesso.

Contra o projeto:

Josa da Padaria, Nal do São José, Rosane Emídio, Ramon Menezes, Marcelo Bandeira e Renato Meireles.

Do Portal25horas

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Cultura

Circuito audiovisual ‘Aruandando no Brejo’ acontece em Guarabira, neste final de semana

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O Circuito audiovisual ‘Aruandando no Brejo’ chega a Guarabira nesta sexta e sábado. A mostra de cinema itinerante será aberta na sexta-feira (9) no Teatro Municipal Geraldo Alverga com exibições de curtas metragens premiados no ‘Fest Aruanda’. A programação continua nesse sábado (10) com palestra do cinema silencioso (anos 1920) à primeira do cinema paraibano (2018/19), seguido de debates.

Nesta sexta-feira, durante a abertura, será exibido o curta do Galerias Urbanas; Aruanda – Dr. Linduarte Noronha; Noite no Sitio (Ficção) – Dir. Lucas Machado; A ética das hienas (Ficção) – Dir. Rodolpho de Barros; Flor no quintal (Animação) – Dir. Mercicleide Ramos; Makinaria (Animação) Dr.Igor Tadeu e Faixa de Gaza (Ficção) – Dir. Lucio César.

No sábado a palestra ficará a cargo do professor Dr. Lucio Vilar (Demid-UFPB). Também haverá a exibição de animação em longa-metragem: As Aventuras do Avião Vermelho, do diretor Frederico Pinto, além do longa-metragem “Cássia Eller”, do diretor Paulo Fernandes.

Codecom

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Cidades

Primeira-dama do Estado visita artesãos indígenas homenageados do 35° Salão do Artesanato Paraibano

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A primeira-dama do Estado e presidente de Honra do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), Ana Maria Lins, esteve nesta quinta-feira (1°) no município de Baía da Traição, no Litoral Norte paraibano, ocasião em que conheceu a produção artesanal da etnia potiguara — a cultura indígena será homenageada no 35° Salão do Artesanato Paraibano, que ocorrerá de 13 de janeiro a 5 de fevereiro em uma megaestrutura montada na praia de Cabo Branco, em João Pessoa.

Além de conhecer a produção artesanal indígena, a primeira-dama do Estado discutiu e ouviu reivindicações das lideranças para a realização do Salão do Artesanato — momento importante para que o evento atenda às expectativas dos grandes homenageados e, como resultado, agrade o público que vai visitar o evento.

Na Aldeia São Francisco, considerada a aldeia-mãe do povo potiguara, Ana Maria Lins conheceu o talento da maior liderança do povo potiguara, Antônio Aureliano, mais conhecido como seu Tonhô. “Como fizemos com as outras tipologias, estamos conhecendo mais do artesanato indígena. É uma homenagem justa aos primeiros habitantes da nossa terra, que resistem transmitindo de geração em geração a sua cultura. Tenho certeza de que o 35° Salão vai ser um grande sucesso”, disse.

Ana Maria Lins lembrou ainda que a homenagem à cultura indígena caminha paralelamente a uma série de investimentos realizados pelo Governo do Estado em Baía da Traição. “A população de Baía da Traição — que em sua maioria é formada por indígenas — tem recebido uma série de investimentos do Governo do Estado: drenagem e calçamento de vias urbanas, reforma de UBS, o Programa Tá na Mesa. Então essa homenagem à cultura indígena, que também vai contemplar a etnia Tabajara, vem coroar todas essas ações”, acrescentou, ao lado da primeira-dama do município, Gabriela Lima, e de Camila Ribeiro, esposa do vice-governador eleito, Lucas Ribeiro.

Aos 89 anos, seu Tonhô é uma referência da etnia potiguara. Emocionado, ele agradeceu por ser o grande homenageado. “Eu recebo essa homenagem com todo gosto e todo prazer — eu até me emociono com esse reconhecimento. Fico emocionado, contente e muito satisfeito”, disse.

O único a ter o conhecimento da produção dos instrumentos tocados no ritual do Toré, seu Tonhô tem repassado o conhecimento já à terceira geração, da qual a filha Taiguara Maria dos Santos faz parte. “Meu pai é um grande ancião aqui dentro, por isso fiquei muito feliz de ele ser homenageado. É a nossa cultura sendo reconhecida”, comentou.

A gestora do PAP, Marielza Rodriguez, destacou que a homenagem do Salão do Artesanato à cultura indígena foi uma grande descoberta. “Por mais que a gente tenha na área do artesanato, por mais que a gente conheça a região, foi uma surpresa voltar à Baía da Traição e descobrir ainda mais talento na cultura indígena”, afirmou, destacando a importância da parceria com a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria da Mulher e do Turismo.

Outras aldeias ‐ Mais cedo, a primeira-dama do Estado esteve em outras aldeias, conhecendo de perto a produção artesanal indígena, a exemplo da Aldeia do Tambá.

Na Aldeia do Toré Forte, Ana Maria Lins conheceu o trabalho da artesã Josefa Matias da Conceição, de 69 anos. Desde criança, ela aprendeu a fazer cestos, pãozeiras, tudo usando o cipó como matéria-prima. “O que posso dizer é que eu estou muito feliz com essa homenagem, que eu não esperava de receber. Isso deixa a gente ainda mais inspirada. Agradeço demais mesmo”, externou.

“Você percebe que o artesanato indígena é 100% fiel à cultura deles. Algo tão próprio, tão autêntico merece e deve ser valorizado”, acrescentou Ana Maria Lins.

Logo em seguida, a primeira-dama conheceu o trabalho desenvolvido pela artesã indígena Maria de Fátima da Conceição, que também agradeceu a homenagem recebida pela 35ª edição do Salão do Artesanato Paraibano. “O nosso trabalho vai ficar ainda mais conhecido. Trabalho que é feito respeitando a mãe Natureza. Dela tiramos apenas o necessário. Estou muito feliz”, destacou.

Brasilidade ‐ O artesanato indígena é a mais pura expressão da produção artesanal brasileira, já que as demais tipologias são oriundas de outros países. Ele está presente em praticamente todas as etnias, já que os indígenas utilizam a habilidade para confeccionar utensílios do cotidiano.

A maioria dos produtos é elaborada com materiais retirados na própria natureza e que estejam em abundância na região.  Cestaria e adornos, cerâmica, entalhe em madeira, montagem de bijuterias com sementes e penas são os mais produzidos a partir da técnica de trançados em fibra.

Serviço

35° Salão do Artesanato

Período : 13 de janeiro a 5 de fevereiro de 2023

Local : Orla Marítima de Cabo Branco, após o Jangada Clube

Tema : Cultura Indígena

Realização : Governo do Estado em parceria com o Sebrae

Secom-PB

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