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Política

MDB: Raniery diz não questionar governador em possível aliança com Romero e espera que Veneziano permaneça no grupo

“Sob a minha postura, não há interrogação alguma. Fizemos uma aliança com o governador João Azevêdo desde a eleição municipal, no ano passado, e essa aliança está mantida”, disse Raniery.

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Foto: Assessoria

O deputado estadual Raniery Paulino disse ao ClickPB, nesta terça-feira (26), não questionar o governador João Azevêdo em possível aliança com o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues. Ele também espera que o senador Veneziano Vital do Rêgo permaneça no grupo do gestor que busca a reeleição.

“Sob a minha postura, não há interrogação alguma. Fizemos uma aliança com o governador João Azevêdo desde a eleição municipal, no ano passado, e essa aliança está mantida. Inclusive, nós vamos retribuir o apoio que nós recebemos”, informou o  deputado ao ClickPB, lembrando que o governador apoiou a chapa do MDB, com Roberto Paulino para prefeito de Guarabira, em 2020.

Sobre Veneziano, Raniery disse torcer para que ele esteja inserido na aliança. “Torço muito para um desfecho em que Veneziano esteja inserido porque o senador Veneziano tem feito um belo trabalho no Senado Federal. Tem sido um grande aliado do governador e a minha fala sempre será de junção do MDB, especialmente a figura de Veneziano, que é nosso presidente.”

Raniery aguarda as definições sobre as alianças para 2022. “Vamos aguardar esse desfecho. A gente não pode antecipar essa situação aí dessas alianças.”

O ClickPB não conseguiu contato com o senador Veneziano Vital do Rêgo.

ClickPB

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Política

Raniery Paulino ressalta a importância do Dia da Conscientização sobre a Acessibilidade

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Foto: Assessoria

O deputado estadual Raniery Paulino ressaltou a importância sobre o Dia Nacional da acessibilidade que é celebrado em 5 de dezembro. ” A data tem como objetivo favorecer a conscientização e estimular uma ação proativa em direção à construção de uma sociedade inclusiva solidária, que possibilite igualdade de oportunidades.”

De acordo com o parlamentar,  a acessibilidade prevê a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia, de edificações, espaços, mobiliários, vias públicas, equipamentos urbanos e transporte coletivo, garantindo assim a melhoria de qualidade de vida para todas as pessoas, com ou sem deficiência.

“A acessibilidade garante uma sociedade inclusiva, pois rompe preconceitos, discriminações e barreiras. Todos os cidadãos são iguais e merecem as mesmas oportunidades. Gostaria de reafirmar nosso compromisso com essa comunidade”, pontuou Raniery.

Acesso Político

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Política

Raniery Paulino dialoga com representantes da Defensoria Pública para tratar das emendas parlamentares na LOA 2023

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O deputado estadual Raniery Paulino recebeu, nesta terça-feira (29), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), a visita dos representantes da Defensoria Pública da Paraíba (DPE-PB) para tratar das emendas parlamentares na LOA 2023.

Na oportunidade, o parlamentar se colocou à disposição da Instituição, ressaltou a importância da Defensoria Pública para o sistema de Justiça e para os cidadãos mais vulneráveis e ainda se comprometeu a lutar pelo fortalecimento da DPE-PB.

”Sou um defensor da instituição aqui na Assembleia, e sei da importância dos defensores públicos para o Sistema de Justiça e para o cidadão, principalmente o mais necessitado. Nós parlamentares temos que fortalecer a Defensoria, por isso amplio o dialogo com essa importante entidade. O fortalecimento da Defensoria é o fortalecimento do povo, do cidadão e do paraibano”, disse Raniery.

Aceso Político

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Brasil

Presidente do TSE nega ação do PL que questiona urnas no segundo turno

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© Antônio Augusto/Secom/TSE


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, decidiu negar pedido feito nesta terça-feira (22) pelo PL questionando votos do segundo turno das eleições, realizado em 30 de outubro.

Na decisão, Moraes rebateu as questões técnicas levantadas pelo partido do presidente Jair Bolsonaro. O ministro disse que o partido não fez o aditamento de supostas irregularidades no primeiro turno e não apresentou indícios que justifiquem a instauração de verificação extraordinária da apuração.

Segundo o ministro, todos os modelos de urnas são identificáveis por mecanismos físicos e eletrônicos. Moraes afirmou ainda que é “fraudulento” o argumento de que teria ocorrido a violação do sigilo do voto a partir do registro de nomes de eleitores em logs da urna.

No despacho, o presidente ainda afirmou que é “totalmente possível a rastreabilidade das urnas eletrônicas” e os argumentos são “absolutamente falsos”.

“A total má-fé da requerente em seu esdrúxulo e ilícito pedido, ostensivamente atentatório ao Estado Democrático de Direito e realizado de maneira inconsequente com a finalidade de incentivar movimentos criminosos e antidemocráticos que, inclusive, com graves ameaças e violência vem obstruindo diversas rodovias e vias públicas em todo o Brasil, ficou comprovada, tanto pela negativa em aditar-se a petição inicial, quanto pela total ausência de quaisquer indícios de irregularidades e a existência de uma narrativa totalmente fraudulenta dos fatos”, afirmou Moraes.

Na mesma decisão, Alexandre de Moraes condenou a Coligação Pelo Bem do Brasil, que apoiou a candidatura de Bolsonaro nas eleições deste ano, por litigância de má-fé e aplicou multa de R$ 22,9 milhões. Também foi determinada a suspensão de repasses do Fundo Partidário para a coligação até o pagamento da multa.

Por fim, o ministro determinou o envio da decisão para corregedoria da Justiça Eleitoral para que a conduta do presidente do PL, Valdemar de Costa Neto, seja avaliada. O objetivo é investigar a responsabilidade pela suposta “finalidade de tumultuar o regime democrático brasileiro”.

Após o despacho de Moraes, o PL informou em nota que o partido já acionou a assessoria jurídica para analisar a decisão do TSE. “O PL reitera que apenas seguiu o que prevê o Artigo 51 da Lei Eleitoral que obriga as legendas a realizar uma fiscalização do processo eleitoral”, diz a nota

Entenda

Nesta terça-feira, o PL protocolou no TSE uma representação eleitoral para questionar o resultado da eleição e apontou o suposto mau funcionamento de urnas no segundo turno como justificativa.

Em seguida, Moraes deu prazo de 24 horas para a legenda aditar a petição para apresentação da relação de urnas supostamente defeituosas nos dois turnos. A Justiça Eleitoral utiliza as mesmas urnas nas duas votações.

Na tarde de hoje, o partido pediu que o requerimento com escopo somente para o segundo turno fosse mantido pelo TSE.

Em entrevista coletiva, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que a verificação de possíveis erros foi restrita ao segundo turno por “coincidência” ou “tecnologia”, já que a consultoria contratada verificou o erro apenas nessa etapa do pleito.

No primeiro turno, o PL elegeu a maior bancada do Congresso Nacional, com 99 deputados e 14 senadores.

Agência Brasil

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