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Paraíba

Assembleia abre inscrições de campanha que premiará histórias de superação de mulheres paraibanas

A campanha “Paraíba, Mulheres de Força” tem como pretensão destacar a força da mulher paraibana através de histórias reais.

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Todos os dias as mulheres precisam se desdobrar para dar conta de tantas tarefas e missões que o mundo impõe ao público feminino, não é verdade? Agora, através de campanha de Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), essa luta pode ser vista por toda a Paraíba e ainda pode lhe render prêmio.
Para tanto, basta as mulheres contarem a sua história em um vídeo de, até, 1 minuto, e cadastrar no site da campanha “Paraíba, Mulheres de Força”, lançada pela ALPB, no dia 8 deste mês. As histórias mais votadas e analisadas por uma curadoria, que será formada pela ALPB, serão premiadas.

O vídeo deve ser feito pelo celular, na horizontal, e anexado na página mulheresdeforcapb.com.br. Na página, também é preciso informar os dados da pessoa que está relatando a história inspiradora: nome, idade, profissão, cidade e telefone de contato.

Lançada durante a sessão especial em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a campanha “Paraíba, Mulheres de Força” tem como pretensão destacar a força da mulher paraibana através de histórias de personagens reais, mulheres da terra, de força, que lutam por uma vida melhor para elas e pelo coletivo.

“Nossa iniciativa tem o objetivo de potencializar a história de paraibanas conhecidas ou não, mas que fazem a diferença com atitudes que só colaboram para um mundo melhor”, ressaltou o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino.

Para a embaixatriz da campanha, a atriz Mayana Neiva, a iniciativa é uma oportunidade de mostrar diversas mulheres protagonistas de histórias reais e lutas genuínas. “Vamos olhar para essas mulheres, andar pela Paraíba toda e trazer essas narrativas para onde elas têm que estar. Que aqui, na Casa do povo, operando transformações no Estado”, complementou a artista.

Veja vídeo

Assessoria

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Cidades

Municípios do Semiárido têm até o dia 30 para responder pesquisa do TCE-PB sobre ações ao combate à desertificação

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O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) alerta para que municípios inseridos na Região do Semiárido, respondam, por meio de aplicação de questionário eletrônico, pesquisa  para um diagnóstico sobre questões relacionadas a meio ambiente, agricultura familiar, tecnologias sociais hídricas e desenvolvimento rural sustentável. O prazo vai  até o dia 30 de setembro de 2022.

A ação faz parte da Auditoria Operacional Coordenada  em Políticas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, na região Nordeste, coordenada pelo TCE da Paraíba. Os estados participantes são: Paraíba, Ceará, Pernambuco, Sergipe e Rio Grande do Norte. 

Na Paraíba, 188 municípios devem responder a consulta. As informações fornecidas ao Tribunal de Contas, pelas prefeituras, servirão para oferecer um panorama no nível municipal de ações relacionadas ao combate à desertificação. Na Região do Nordeste, 660 municípios responderão a pesquisa eletrônica elaborada pelos Tribunais.   

A Matriz de Planejamento desta Auditoria foi aprovada no dia 19 de agosto, em um encontro com os estados participantes da fiscalização, por meio de Painel de Referência  para proceder  à coleta das informações requeridas pelas questões de Auditoria. 

PRAZO – O formulário será enviado para os e-mails dos gestores municipais, cadastrados no Sistema Tramita, devendo ser preenchido até o dia 30 de setembro de 2022 e neles constam questões relacionadas a meio ambiente, agricultura familiar, tecnologias sociais hídricas, desenvolvimento rural sustentável, considerando-se ainda a governança existente para diversas ações.

O objetivo da Auditoria Operacional Coordenada é verificar como está o andamento das políticas públicas de Combate à Desertificação e Mitigação dos efeitos da seca. Como também de outras Políticas Públicas transversais referentes à região do Semiárido e ao Bioma Caatinga, à luz da  Lei nº 13.153/2015.

Eventuais dúvidas poderão ser encaminhadas ao Grupo de Auditoria Operacional da Diretoria de Auditoria e Fiscalização (GAOP/DIAFI), para o endereço de e-mail [email protected]

Coordenam a Auditoria Operacional os auditores do controle externo do Departamento de Auditoria e Fiscalização (Diafi), do TCE-PB, Adriana Rego, Lúcia Patrício e Júlio Uchoa Cavalcanti.

A fiscalização tem o apoio do Núcleo de Supervisão de Auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) e faz parte do plano de trabalho para 2022 da Rede Integrar, composta pelos Tribunais de Contas brasileiros para avaliação de políticas públicas descentralizadas.

Ascom/TCE-PB

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Cidades

TJ proíbe greve de enfermeiros e autoriza desconto nos salários de quem paralisar

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O Tribunal de Justiça da Paraíba proibiu, nesta terça-feira (20), que o Sindicato dos Enfermeiros e Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Serviço Público no Estado da Paraíba realizem paralisação das atividades programada para ocorrer na quarta-feira (21), em protesto a suspensão do piso da categoria por parte do Supremo Tribunal Federal (STF).

O desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho acatou ação movida pelo Município de João Pessoa contra a mobilização para amanhã.

Em caso de desobediência, a multa é de R$ 100 mil (cem mil reais) ao dia aos órgãos sindicais promovidos e seus respectivos dirigentes em caráter solidário. Além disso, também foi determinado que os servidores aderentes à mobilização podem ter, desde já, realizados descontos em seus vencimentos pelos dias não trabalhados.

MaisPB

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Cidades

Paraíba agora conta com dia de conscientização sobre apraxia da fala; transtorno afeta crianças

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Foto: Reprodução

A Paraíba agora passa a contar com o Dia Estadual da Conscientização sobre Apraxia da Fala na Infância. A Lei n° 12.391/2022, que institui a data, é de autoria do deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB). Estima-se que duas a cada mil crianças têm o transtorno, que pode afetar a comunicação, a coordenação motora ou os dois ao mesmo tempo, levando à frustração.

A apraxia é uma disfunção neurológica que atinge o planejamento e a programação das sequências de movimentos necessários para produzir a fala. “Esse problema é pouco conhecido e precisamos levar informações que ajudem no diagnóstico e tratamento das crianças”, disse Tovar.

As características da apraxia de fala na infância podem ser notadas desde as etapas iniciais do desenvolvimento da criança, contudo costumam ser melhor identificadas a partir dos dois anos, sendo caracterizada pela dificuldade em planejar os movimentos motores necessários para produzir fonemas e palavras.

Portal da Capital

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