Cidades
Primeira-dama do Estado visita artesãos indígenas homenageados do 35° Salão do Artesanato Paraibano
A primeira-dama do Estado e presidente de Honra do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), Ana Maria Lins, esteve nesta quinta-feira (1°) no município de Baía da Traição, no Litoral Norte paraibano, ocasião em que conheceu a produção artesanal da etnia potiguara — a cultura indígena será homenageada no 35° Salão do Artesanato Paraibano, que ocorrerá de 13 de janeiro a 5 de fevereiro em uma megaestrutura montada na praia de Cabo Branco, em João Pessoa.
Além de conhecer a produção artesanal indígena, a primeira-dama do Estado discutiu e ouviu reivindicações das lideranças para a realização do Salão do Artesanato — momento importante para que o evento atenda às expectativas dos grandes homenageados e, como resultado, agrade o público que vai visitar o evento.
Na Aldeia São Francisco, considerada a aldeia-mãe do povo potiguara, Ana Maria Lins conheceu o talento da maior liderança do povo potiguara, Antônio Aureliano, mais conhecido como seu Tonhô. “Como fizemos com as outras tipologias, estamos conhecendo mais do artesanato indígena. É uma homenagem justa aos primeiros habitantes da nossa terra, que resistem transmitindo de geração em geração a sua cultura. Tenho certeza de que o 35° Salão vai ser um grande sucesso”, disse.

Ana Maria Lins lembrou ainda que a homenagem à cultura indígena caminha paralelamente a uma série de investimentos realizados pelo Governo do Estado em Baía da Traição. “A população de Baía da Traição — que em sua maioria é formada por indígenas — tem recebido uma série de investimentos do Governo do Estado: drenagem e calçamento de vias urbanas, reforma de UBS, o Programa Tá na Mesa. Então essa homenagem à cultura indígena, que também vai contemplar a etnia Tabajara, vem coroar todas essas ações”, acrescentou, ao lado da primeira-dama do município, Gabriela Lima, e de Camila Ribeiro, esposa do vice-governador eleito, Lucas Ribeiro.
Aos 89 anos, seu Tonhô é uma referência da etnia potiguara. Emocionado, ele agradeceu por ser o grande homenageado. “Eu recebo essa homenagem com todo gosto e todo prazer — eu até me emociono com esse reconhecimento. Fico emocionado, contente e muito satisfeito”, disse.
O único a ter o conhecimento da produção dos instrumentos tocados no ritual do Toré, seu Tonhô tem repassado o conhecimento já à terceira geração, da qual a filha Taiguara Maria dos Santos faz parte. “Meu pai é um grande ancião aqui dentro, por isso fiquei muito feliz de ele ser homenageado. É a nossa cultura sendo reconhecida”, comentou.
A gestora do PAP, Marielza Rodriguez, destacou que a homenagem do Salão do Artesanato à cultura indígena foi uma grande descoberta. “Por mais que a gente tenha na área do artesanato, por mais que a gente conheça a região, foi uma surpresa voltar à Baía da Traição e descobrir ainda mais talento na cultura indígena”, afirmou, destacando a importância da parceria com a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria da Mulher e do Turismo.
Outras aldeias ‐ Mais cedo, a primeira-dama do Estado esteve em outras aldeias, conhecendo de perto a produção artesanal indígena, a exemplo da Aldeia do Tambá.
Na Aldeia do Toré Forte, Ana Maria Lins conheceu o trabalho da artesã Josefa Matias da Conceição, de 69 anos. Desde criança, ela aprendeu a fazer cestos, pãozeiras, tudo usando o cipó como matéria-prima. “O que posso dizer é que eu estou muito feliz com essa homenagem, que eu não esperava de receber. Isso deixa a gente ainda mais inspirada. Agradeço demais mesmo”, externou.
“Você percebe que o artesanato indígena é 100% fiel à cultura deles. Algo tão próprio, tão autêntico merece e deve ser valorizado”, acrescentou Ana Maria Lins.
Logo em seguida, a primeira-dama conheceu o trabalho desenvolvido pela artesã indígena Maria de Fátima da Conceição, que também agradeceu a homenagem recebida pela 35ª edição do Salão do Artesanato Paraibano. “O nosso trabalho vai ficar ainda mais conhecido. Trabalho que é feito respeitando a mãe Natureza. Dela tiramos apenas o necessário. Estou muito feliz”, destacou.
Brasilidade ‐ O artesanato indígena é a mais pura expressão da produção artesanal brasileira, já que as demais tipologias são oriundas de outros países. Ele está presente em praticamente todas as etnias, já que os indígenas utilizam a habilidade para confeccionar utensílios do cotidiano.
A maioria dos produtos é elaborada com materiais retirados na própria natureza e que estejam em abundância na região. Cestaria e adornos, cerâmica, entalhe em madeira, montagem de bijuterias com sementes e penas são os mais produzidos a partir da técnica de trançados em fibra.
Serviço
35° Salão do Artesanato
Período : 13 de janeiro a 5 de fevereiro de 2023
Local : Orla Marítima de Cabo Branco, após o Jangada Clube
Tema : Cultura Indígena
Realização : Governo do Estado em parceria com o Sebrae
Secom-PB
Cidades
Câmara aprova lei que cria o programa “Escola Aberta” em Guarabira
A Câmara Municipal de Guarabira aprovou em sessão deliberativa, nesta terça-feira (14), Projeto de Lei Ordinária nº 38 de 2026, de autoria do vereador Ramon Menezes, criando o programa “Escola Aberta”.
– Cria o programa “ESCOLA ABERTA” no âmbito do município de Guarabira, com a finalidade de disponibilizar as escolas de rede pública municipal para atividades esportivas, culturais, educacionais e de lazer nos finais de semana.
Ramon agradeceu a aprovação de sua propositura e afirmou que as escolas precisam estar ligadas às comunidades em que estão erguidas, funcionando como espaços de uso coletivo em benefício das comunidades.
O que é?
O programa “Escola Aberta” é uma iniciativa de política pública que abre as instalações de escolas públicas aos finais de semana para oferecer atividades de lazer, cultura, esporte e qualificação profissional à comunidade. Com foco na inclusão social e na redução da violência escolar, o programa fortalece o vínculo entre escola e comunidade, transformando o espaço educativo em um centro de convivência.
Secom/CMG
Cidades
Câmara aprova projeto que permite veículos brancos na frota de táxi em Guarabira
A Câmara Municipal de Guarabira aprovou, em segundo turno, nesta terça-feira (14), o Projeto de Lei de autoria do vereador Renato Meireles que altera a redação do § 1º do Art. 16 da Lei Municipal nº 2.251, de 16 de dezembro de 2024.

A proposta tem como principal objetivo permitir a inclusão da cor branca na padronização dos veículos que compõem a frota de táxi no município. Até então, a legislação vigente restringia a padronização exclusivamente à cor prata.
De acordo com o texto aprovado, os veículos que operam no sistema de transporte individual de passageiros deverão ser padronizados nas cores prata ou branca. Além disso, permanece obrigatória a identificação visual com faixa horizontal nas laterais, conforme o Anexo II da legislação, bem como o uso da caixa luminosa “TÁXI”. Também continua permitida a utilização do vidro traseiro para anúncios publicitários, sendo vedada qualquer outra forma de adesivagem.
De acordo com o vereador Renato Meireles, a mudança atende a uma demanda direta da categoria e busca modernizar a legislação municipal, tornando-a mais adequada à realidade do mercado. Entre os principais pontos destacados estão:
• Facilidade de acesso ao mercado: a cor branca possui maior disponibilidade em concessionárias e no mercado de seminovos;
• Redução de custos: maior oferta de veículos proporciona melhor custo-benefício para os permissionários;
• Incentivo à renovação da frota: facilita a aquisição de veículos dentro dos prazos exigidos pela legislação;
• Acesso a novas tecnologias: veículos com tecnologias mais limpas, como os elétricos, são mais facilmente encontrados na cor branca.
A proposta também preserva a identidade visual do serviço de táxi em Guarabira, mantendo os critérios de padronização já estabelecidos pela legislação vigente.
A Lei Municipal nº 2.251/2024, de autoria do Poder Executivo, estabelece normas gerais para o serviço público de transporte individual de passageiros no município.
Com a aprovação em plenário, o Projeto de Lei segue agora para análise do Poder Executivo, que poderá sancionar ou vetar a matéria.
Secom/CMG
Cidades
Câmara de Guarabira aprova Lei Rayla Cavalcante
A proposta institui oficialmente o Dia Municipal de Combate à Violência contra a Mulher.
A Câmara Municipal de Guarabira aprovou, nesta terça-feira (14), em segundo turno, o Projeto de Lei de autoria do vereador Ramon Menezes que cria a “Lei Rayla Cavalcante”. A proposta institui oficialmente o Dia Municipal de Combate à Violência contra a Mulher, a ser celebrado anualmente em 16 de fevereiro, passando a integrar o calendário oficial do município.
A matéria foi aprovada por unanimidade, demonstrando o alinhamento do Legislativo guarabirense em torno da pauta de enfrentamento à violência de gênero e do fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres.
De acordo com o texto, a iniciativa tem como objetivo ampliar o debate público sobre os direitos das mulheres, fortalecer a divulgação dos canais de denúncia e incentivar a realização de ações educativas, como campanhas, palestras e eventos. O projeto também prevê a atuação integrada entre o poder público e instituições da sociedade civil, sem a criação de novas despesas obrigatórias, priorizando o uso de estruturas já existentes e parcerias.
Com a aprovação em plenário, o Projeto de Lei segue agora para análise do Poder Executivo, onde poderá ser sancionado e, posteriormente, implementado no calendário oficial do município.
Homenagem e conscientização
A “Lei Rayla Cavalcante” homenageia a jovem guarabirense Rayla Cavalcante, de 21 anos, vítima de feminicídio em 16 de fevereiro de 2026. O caso gerou forte comoção social em Guarabira e reforçou a necessidade de intensificar ações de prevenção e combate à violência contra a mulher.
Ao transformar sua memória em símbolo permanente de conscientização, a proposta busca não apenas preservar a lembrança de Rayla, mas também fortalecer a luta por justiça, respeito e garantia de direitos para todas as mulheres.
Secom/CMG
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