Variedades
Confira a relação dos 35 celulares que vão parar de funcionar no WhatsApp
Por meio de comunicado oficial, o WhatsApp anunciou uma grande de lista de celulares Android e iPhone mais antigos que não vão mais receber suporte e atualizações no aplicativo. Os avisos começaram na última quarta-feira (01) e não têm nada para acabar.
Ao total são 35 modelos de smartphones que deixarão de ter compatibilidade com a plataforma de mensagens da Meta. Com o fim da compatibilidade, não será mais possível utilizar o aplicativo no celular e ele vai parar de funcionar. A Meta está notificando os usuários que vão perder o suporte.
Para continuar usando o WhatsApp, será necessário providenciar um smartphone novo que suporte as novas versões do aplicativo.
Confira a abaixo a lista:
Celulares Samsung que terão o WhatsApp desativado:
Galaxy Grand;
Galaxy S3 mini VE;
Galaxy S4 mini I9190;
Galaxy Express 2;
Galaxy S4 Zoom;
Galaxy S4 Active;
Galaxy S4 mini I9192 Duos;
Galaxy S 19500;
Galaxy S4 mini I9195 LTE;
Galaxy Ace Plus;
Galaxy Core;
Galaxy Note 3 Neo LTE+;
Galaxy Note 3 N9005 LTE.
Celulares iPhone que terão o WhatsApp desativado:
iPhone 6S;
iPhone SE;
iPhone 6S Plus;
iPhone 5;
iPhone 6.
Celulares Motorola que terão o WhatsApp desativado:
Moto X 2013;
Moto G.
Celulares Lenovo que terão o WhatsApp desativado:
Lenovo S890;
Lenovo A858T;
Lenovo 46600;
Lenovo P70.
Celulares Huawei que terão o WhatsApp desativado:
Ascend P6 S;
Ascend G525;
Huawei GX1s;
Huawei C199;
Huawei Y625.
Celulares LG que terão o WhatsApp desativado:
Optimus 4X HD P880;
Optimus L7;
Optimus G Pro;
Optimus G.
Celulares Sony que terão o WhatsApp desativado:
Xperia Z1;
Xperia E3.
PB Agora
Variedades
Guarabira realiza 1ª reunião do Comitê de Proteção a Crianças e Adolescentes vítimas de violência
O encontro marcou um importante avanço na consolidação de políticas públicas voltadas à proteção integral desse público no município.
Na manhã desta sexta-feira (17), a Prefeitura de Guarabira, por meio da Secretaria de Assistência Social, realizou a 1ª Reunião do Comitê Municipal de Gestão Colegiada da Rede de Cuidado e de Proteção Social de Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência. O encontro aconteceu na Casa dos Conselhos e marcou um importante avanço na consolidação de políticas públicas voltadas à proteção integral desse público no município.
A reunião contou com a presença da secretária de Assistência Social, Verônica Macedo; da coordenadora de políticas públicas para a pessoa idosa, Aniely Oliveira; de Wanderson dos Santos, representando o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA); de Raimundo Gomes, da Secretaria de Assistência Social; Assis Muniz, do Conselho Tutelar; de Maricelia de Oliveira, representante da Secretaria de Saúde; e de Mônica Maria, representante da Secretaria de Educação, além de outros integrantes da rede de proteção.
Durante o encontro, foi realizada a leitura e aprovação da resolução que oficializa a composição do comitê. Na ocasião, também foram definidos os cargos de coordenação, ficando Wanderson dos Santos como coordenador e Assis Muniz como vice-coordenador do colegiado.
Outro ponto importante da reunião foi a definição do cronograma de encontros e dos encaminhamentos iniciais, reforçando o compromisso das instituições envolvidas com a construção de estratégias conjuntas para o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes.
Secom/PMG
Esporte
Guarabira: Jogos de Verão serão realizados nos dias 25 e 26 de abril
A segunda edição dos Jogos de Verão, promete movimentar o cenário esportivo do município.
A segunda edição dos Jogos de Verão da cidade de Guarabira serão realizados nos dias 25 e 26 de abril, no complexo esportivo da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) e prometem muita emoção com as modalidades de beach tennis, vôlei de areia e futevôlei.
Além das competições, os atletas vão receber premiações de acordo com a classificação em cada modalidade. A iniciativa tem como objetivo incentivar a prática esportiva, promover a integração entre os participantes e valorizar o talento local.
A segunda edição dos Jogos de Verão, promete movimentar o cenário esportivo do município.
Brejo.com com informações da Secom
Cultura
Exposição em SP propõe releitura do sertão como espaço de resistência
Chamada de Atlântico Sertão, mostra pode ser vista no CCBB.
Quando se fala em sertão, geralmente se associa a uma região interiorana, localizada no Nordeste brasileiro, com solo mais raso e pedregoso e chuvas escassas, muito sujeita à seca.

Mas uma exposição inédita, que será aberta ao público nesta quarta-feira (15), na capital paulista, oferece novo sentido ao sertão, já que esse lugar, em verdade, não existe: os mapas oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, não reconhecem sua existência.
Chamada de Atlântico Sertão, a mostra propõe novo significado para a região, colocando-a como espaço ampliado de resistência em defesa dos direitos humanos. Aproveitando o sentido da frase de Guimarães Rosa, “O sertão está em toda parte”, a nova exposição explora a palavra como condição humana. E discute esse novo sentido por meio da arte.
“O sertão é um termo afetivo, não é técnico ou coisa parecida. Caatinga seria o termo mais correto. O sertão é, de fato, uma espécie de construção imaginária e imagética”, disse Marcelo Campos, um dos curadores de Atlântico Sertão.
Segundo ele, o sertão foi um assunto fundamental para o século 20. “A gente conheceu o sertão pela pena e pelas canetas dos escritores Guimarães Rosa, Euclides da Cunha e tantas e tantos outros. Mas conhecemos um sertão específico, onde o grupo era chamado de povo. Era uma espécie de massa, de representação muito coletivizada e pouco de falas individuais”, acrescentou durante a abertura da mostra para convidados.
Pesquisa acadêmica
Atlântico Sertão se baseia nas pesquisas acadêmicas de Marina Maciel, responsável pela direção geral e concepção do projeto. Seu trabalho teve início com o manifesto “Direitos humanos achados na arte”, que depois deu origem ao Coletivo Atlântico, que se define como um movimento social, artístico, jurídico, político e filosófico na defesa dos direitos humanos por meio da arte.
Baseado na ideia de que o Oceano Atlântico foi o caminho do massacre colonial, o coletivo criou a primeira exposição, chamada de Atlântico Vermelho, para ser exibida em Genebra, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2024. Depois veio Atlântico Floresta, que ocorreu durante as reuniões do G20, no Rio de Janeiro. Agora, em São Paulo, o coletivo criou Atlântico Sertão como forma de dar visibilidade às pessoas que sempre ficaram à margem da estrutura colonial e que lutam, “com bravura sertaneja”, para romper as formas de opressão por meio da arte.
“Lá na ONU, a primeira ideia foi pensar o Atlântico das diásporas, dos sequestros e das travessias. E logo depois, a gente foi atualizando o projeto, pensando a floresta e os povos originários”, explicou.
Agora, falamos sobre o sertão, acrescentou. Campos lembrou que são dois biomas que constituem muitas histórias brasileiras, muitas narrativas, muitas fábulas, muitos romances, muitos livros, mas que ao mesmo tempo são dois lugares de estigmatização. “E essa exposição, agora vendo ela montada, tem um compromisso de tirar esses lugares das suas próprias estigmatizações”..
Além das exposições, o Coletivo Atlântico tem proposto um projeto de lei, em discussão no Congresso desde 2024, que pretende regulamentar a profissão de artista visual no Brasil.
“Até hoje, artistas não têm a profissão reconhecida. O artista sempre é colocado em outro tipo de categoria, porque a categoria artista plástico ou artista visual não existe na carteira de trabalho. São lutas muito básicas, direitos muito básicos que nós ainda não conseguimos conquistar”, disse o curador.
A exposição
A mostra pode ser vista no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), localizado no centro de São Paulo, e reúne trabalhos de mais de 70 artistas de diversas regiões do país. O projeto ocupa todos os andares do edifício com pinturas, esculturas, fotografias e instalações. Além de Marcelo Campos, a curadoria da exposição também é assinada por Ariana Nuala, Amanda Rezende, Jean Carlos Azuos, Rita Vênus e Thayná Trindade.
“Para essa mostra, a gente quer que o sertão diga quem ele é. Então, são artistas de diversas regiões do país que lidam, muitas vezes, com as realidades que os romances regionalistas trouxeram, mas que lidam de outro modo. O sertão não é só a terra rachada, o gado seco ou a morte. Muito ao contrário, é sinônimo de tecnologia, tecnologias que fazem com que as pessoas permaneçam vivendo em Juazeiro do Norte ou no Cariri”, ressaltou o curador.
Estruturada em seis eixos, a visita tem início em uma sala que reproduz o verde profundo das vegetações, que significam a resistência e as veredas sertanejas ou a vida que teima em florescer. No andar seguinte, o visitante se depara com uma sala azul, que mostra a imensidão do céu, refletindo sobre a liberdade e também sobre a coletividade, cosmologias e práticas espirituais. A jornada prossegue por salas em tons laranja, vermelho e amarelo que mostram o pôr do sol e as tonalidades que banham o sertão ao fim do dia, significando o fogo das lutas.
Durante o percurso, o visitante vai perpassar por discussões sobre a relação entre a terra e o mar, as heranças indígenas, africanas e populares, as práticas espirituais, a organização da vida, o conhecimento ancestral, os modos de vida, a memória e as conexões entre o Brasil e a África. Nesse último núcleo, dedicado à ligação com a África, são destacados os fluxos de pessoas e os saberes que atravessam o Atlântico, reforçando a ideia de que o sertão é também um território de circulação e permanência, onde diferentes tempos e geografias seguem em diálogo.
No andar térreo, está sendo apresentada uma instalação inédita da premiada artista multimídia biarritzzz, que foi toda projetada para essa área do CCBB. A obra reúne múltiplas telas digitais, em uma estrutura triangular que dialoga com o imaginário do sertão, em referência ao triângulo, instrumento icônico dos trios de forró. “O triângulo é um dos instrumentos musicais para os trios de forró e sertanejos. Mas é também um triângulo que junta a gente às sonoridades do deserto africano”, destacou Campos.
Além da exposição, a programação do CCBB também propõe a realização de debates com artistas e atividades educativas focadas no direito ao sonho, na reparação histórica e no papel da arte na defesa dos direitos humanos.
Após a temporada paulista, a exposição seguirá para o CCBB Salvador, em setembro, e para o CCBB Brasília, no início de 2027. Mais informações sobre a mostra podem ser obtidas no site da mostra.
Agência Brasil
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