Saúde
Saúde promove “Dia D de vacinação contra a Febre Amarela e Multivacinação” neste sábado
Em Guarabira, a mobilização acontece das 8h às 16h.
A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES), por meio da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde e do Núcleo de Imunizações, promove, neste sábado (17), o “Dia D de Vacinação contra a Febre Amarela e Multivacinação”. O objetivo é ampliar a oferta de vacinas, atualizar os esquemas de vacinação de rotina e melhorar as coberturas nos 223 municípios do estado.
Em Guarabira, a Secretaria de Saúde também realizará a vacinação contra a Febre Amarela e Multivacinação. A mobilização acontece das 8h às 16h, e faz parte do calendário anual de imunização da Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB). O objetivo da ação é ampliar a oferta de vacinas, atualizar os esquemas de vacinação de rotina e melhorar as coberturas.
De acordo com a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Elicácia Cunha, quinze UBS estarão abertas durante o Dia D em Guarabira; confira:
- Bairro Novo I
- Bairro Novo II
- Alto da Boa Vista
- Cordeiro
- Primavera
- Juá
- Nações
- Nordeste I
- Nordeste II
- Santa Terezinha
- São José
- Rosário (até 12h)
- Clóvis Bezerra
- Mutirão
- Pirpiri
Ainda, conforme a coordenadora, vão estar disponíveis todos os imunizantes que integram o Calendário Nacional de Vacinação, destinados a todas as pessoas com idade a partir de 6 meses. “Estamos ofertando todas as vacinas do calendário nacional de vacinação, inclusive contra a febre amarela, oferecendo uma oportunidade importante para atualizar as vacinas e proteger a saúde de todos. Não deixe de participar e garantir a imunização de quem você ama. A prevenção é o melhor caminho para uma vida saudável”, destacou.
Em João Pessoa, a ação vai acontecer no Parque Solon de Lucena (Parque da Lagoa), das 8h às 13h, com a oferta de multisserviços em saúde, como testes rápidos para infecções sexualmente transmissíveis (sífilis, hepatites e HIV), e cadastro para castração de animais e cirurgias de castração, previamente agendadas pelo Castramóvel.
Em todo estado, serão disponibilizados 823 postos com a oferta de vacinas do calendário nacional de vacinação para toda a população. Um dos focos deste ‘Dia D’, além de atualizar o calendário de vacinas de crianças, adolescentes, adultos e idosos, é ampliar a cobertura vacinal contra a febre amarela, cuja taxa está em 47,13%. O percentual é considerado baixo, tendo em vista que a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de 95%.
Até o momento, de acordo com os dados consolidados pela SES, no período de janeiro a julho, de 2024, apenas 16 municípios paraibanos atingiram ou ultrapassaram essa meta, sendo Zabelê o que mais vacinou, com 166,67% de cobertura. Entre os municípios que menos vacinaram contra a febre amarela destacam-se São Bentinho (16,13%), Baía da Traição (16,67%), Areia de Baraúnas (23,81%), Marcação (24,14%) e São José do Bonfim (25,58%). João Pessoa e Campina Grande estão, respectivamente, com 37,22% e 29,7% de cobertura vacinal.
De acordo com a chefe do Núcleo de Imunizações, da SES, Márcia Mayara, a Paraíba tem alcançado avanços significativos na cobertura vacinal de diversas vacinas, refletindo os esforços persistentes da SES dedicados à promoção da saúde pública e à prevenção de doenças por meio da vacinação. “É relevante ressaltar que a única vacina para a qual a Paraíba não tem apresentado avanços é a da febre amarela. Diante deste cenário atual, o Dia D será marcado por um chamamento especial para a melhoria das coberturas vacinais contra este agravo”, pontuou.
Márcia lembrou ainda que, além de eventos como o Dia D, há outras ações de rotina que os municípios podem desenvolver para auxiliar no alcance das metas preconizadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), em relação a todas as vacinas. “Sugerimos que estendam o horário de funcionamento dos postos de saúde para além do expediente comercial; aproveitem a presença das crianças aos postos de saúde para realizar a vacinação e verificar se há outras atrasadas; realizem busca ativa de crianças e adolescentes em escolas, creches, domicílios, entre outros e garantam a vacinação de públicos de difícil acesso, disponibilizando transporte, equipe e materiais necessários.
Secom/ Codecom
Saúde
AgSUS e FMUSP abrem mil vagas para curso gratuito sobre Saúde Digital
A Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) abriu mil vagas para o Curso de Fundamentos de Saúde Digital na Atenção Primária à Saúde (APS). As inscrições podem ser feitas até 15 de março ou até o preenchimento total das vagas disponíveis.

O objetivo é o de qualificar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) para o uso estratégico de ferramentas digitais no cuidado em saúde, contribuindo para o fortalecimento da APS e para a ampliação do acesso da população aos serviços.
O curso é oferecido em parceria com o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e capacitará os profissionais a utilizarem as tecnologias digitais no dia a dia do trabalho em saúde para melhorar a qualidade do registro das informações, organizar melhor os processos de atendimento, o que resultará na ampliação da capacidade de resposta das equipes.
A carga horária é de 30 horas na modalidade educação a distância (EaD).
Os participantes terão acesso a videoaulas com especialistas reconhecidos na área de saúde digital, como o chefe da disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da USP, Chao Lung Wen, e a Secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, além de materiais de apoio, como e-books, resumos ilustrados e simulações baseadas em situações reais vivenciadas na APS.
Entre os programas e soluções disponíveis abordados no curso estão o uso do SUS Digital, que é a principal estratégia de digitalização do Sistema, destacando como as tecnologias digitais podem apoiar a organização da rede de atenção, ampliar o acesso aos serviços e fortalecer a qualidade do cuidado.
O curso também explora o uso do Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) no cotidiano das equipes de saúde, com foco no registro qualificado das informações clínicas, na gestão do cuidado e na utilização dos dados para apoiar a tomada de decisão e a organização dos processos assistenciais.
Outros temas abordados serão o uso da telessaúde na Atenção Primária à Saúde; utilização da ferramenta de videochamada integrada ao PEC e-SUS APS; registro de teleconsultas no PEC e-SUS APS; integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS); aspectos de ética, direito digital e proteção de dados aplicados à saúde; uso de ferramentas digitais para otimização da prática clínica.
“A oferta de qualificação para os profissionais que atuam nos territórios contribui para fortalecer o uso adequado das ferramentas do PEC e-SUS APS, a iniciativa também visa ampliar a segurança jurídica e ética nas práticas digitais e reduzir desigualdades de acesso aos serviços de saúde, especialmente em regiões remotas e no atendimento à população indígena”, afirmou a gestora executiva da Unidade de Transformação Digital em Saúde da AgSUS, Ana Claudia Cielo.
A inscrição pode ser feita acessando o seguinte endereço: https://hcxfmusp.org.br/portal/online/curso/fundamentos-de-saude-digital-atualizacao-2025/
Agência Brasil
Saúde
Dia Mundial da Obesidade: especialista alerta para avanço da doença e impacto na saúde dos paraibanos
No dia 4 de março, o Dia Mundial da Obesidade chama atenção para o crescimento da doença no Brasil e reforça a importância do acompanhamento profissional.
O Dia Mundial da Obesidade, 4 de março, acende um alerta global para uma doença que avança de forma silenciosa e preocupante. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com obesidade. A projeção é ainda mais alarmante: até 2030, esse número pode ultrapassar 1,5 bilhão.
No Brasil, a situação também preocupa. Segundo a pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, mais de 22% dos adultos brasileiros vivem com obesidade, índice que praticamente dobrou nas últimas duas décadas. O excesso de peso já atinge mais da metade da população adulta e está diretamente relacionado ao aumento de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.
Ambiente obesogênico e fatores biológicos
Para o nutrólogo e professor da Afya Paraíba, Luiz Luna, o aumento expressivo da obesidade nas últimas décadas está fortemente ligado às mudanças no ambiente em que vivemos.
“Hoje nós estamos inseridos em um ambiente obesogênico. Não é apenas uma questão de escolha individual. Há maior disponibilidade de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcar refinado e gordura saturada, além de um estilo de vida cada vez mais sedentário. O fator ambiental tem papel central na gênese da obesidade”, explica.
Segundo o especialista, do ponto de vista biológico, esses alimentos estimulam áreas cerebrais relacionadas ao prazer e ao sistema de recompensa, favorecendo o consumo excessivo.
“Carboidratos refinados e gorduras saturadas ativam mecanismos cerebrais que reforçam a busca por esses alimentos. Além disso, fatores como privação de sono, estresse crônico e alterações hormonais também contribuem para o ganho de peso. A ciência já demonstrou que a obesidade é uma doença crônica, grave e incurável, mas que pode e deve ser controlada. Ela resulta de uma interação complexa entre fatores genéticos, hormonais, ambientais e comportamentais”, destaca Luiz Luna.
Mais de 200 complicações associadas
A obesidade está associada a mais de 200 complicações médicas. Entre as principais, estão diabetes tipo 2, hipertensão arterial, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC), doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (antiga esteatose hepática) e apneia obstrutiva do sono.
“Isso acontece porque o excesso de tecido adiposo provoca um estado de inflamação crônica de baixa intensidade no organismo, alterando o funcionamento metabólico e hormonal do paciente. Portanto, a obesidade está longe de ser apenas uma questão estética. Trata-se de uma condição médica que impacta diretamente a saúde, a qualidade de vida e a expectativa de vida”, reforça o professor.
Tratamento exige acompanhamento profissional
Segundo Luiz Luna, o tratamento da obesidade envolve reeducação alimentar, prática regular de atividade física e, quando necessário, suporte medicamentoso ou abordagem cirúrgica, sempre com avaliação individualizada. “Não existe solução mágica. A mudança precisa ser gradual e respeitar a individualidade de cada paciente. O foco deve estar na saúde e na qualidade de vida, não apenas no número da balança”, orienta.
Assessoria
Saúde
Cuidado com a saúde mental infantojuvenil reforça importância da formação médica especializada
Afya Educação Médica reforça pós-graduação para ampliar número de médicos com qualificação em Psiquiatria da Infância e Adolescência na região.
A demanda por cuidado em saúde mental de crianças e adolescentes tem crescido e pressionado serviços de saúde em todo o Brasil. O cenário é particularmente desafiador fora dos grandes centros, onde a oferta de profissionais com formação específica costuma ser menor. Em João Pessoa, a Afya Educação Médica reforça a pós-graduação em Psiquiatria da Infância e Adolescência com o objetivo de ampliar a qualificação médica e contribuir para o fortalecimento da rede de atendimento.
A preocupação é sustentada por evidências nacionais e internacionais. Estimativas globais indicam que 8% das crianças entre 5 a 9 anos e 14% dos adolescentes entre 10 a 14 anos vivem com algum transtorno mental. No Brasil, o Estudo ERICA, com abrangência nacional, identificou que cerca de 30% dos adolescentes apresentaram triagem positiva para transtornos mentais comuns, com maior frequência entre meninas e aumento progressivo com a idade.
Além disso, análises internacionais apontaram piora populacional de indicadores de ansiedade e depressão no contexto da pandemia, ampliando a necessidade de respostas estruturadas do sistema de saúde com capacidade de identificar precocemente, manejar de forma adequada e articular cuidado entre família, escola e serviços.
Para o psiquiatra Marcelo Generoso, coordenador da pós-graduação, o problema vai além dos números:
“Na prática, vemos sofrimento psíquico relevante em idades cada vez mais precoces, com impacto no desenvolvimento, na aprendizagem e na vida familiar. A demanda aumentou, mas a disponibilidade de profissionais com formação específica não acompanhou esse movimento.”
O cuidado em saúde mental na infância e adolescência exige competências próprias: avaliação clínica ajustada ao desenvolvimento, comunicação com familiares, interface com escolas e trabalho interdisciplinar. Também envolve decisões terapêuticas baseadas em evidências, incluindo intervenções psicossociais e, quando indicado, manejo farmacológico e seguimento longitudinal.
A pós-graduação da Afya Educação Médica é voltada a médicos que atuam em saúde mental e buscam aprofundar competências no cuidado infantojuvenil. A proposta é apoiar a formação de profissionais aptos a atuar com diagnóstico precoce, manejo clínico qualificado e coordenação do cuidado, contribuindo para reduzir lacunas assistenciais e fortalecer a rede de atendimento.
Mais informações e inscrições:
educacaomedica.afya.com.br/pos-graduacao-medica/psiquiatria-infancia-adolescencia
Assessoria
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