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Educação

Processo Seletivo Simplificado de vagas remanescentes que visa selecionar estudantes para o curso FIC de Agentes de Direitos Humanos da Pessoa Idosa

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A Pró-Reitora de Extensão e Cultura do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), no uso de suas atribuições, faz saber aos interessados que estão abertas as inscrições para  as vagas remanescentes do Processo Seletivo do Curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) de Agentes de Direitos Humanos da Pessoa Idosa – EDITAL PROEXC Nº 11, de 09 de abril de 2025, na modalidade presencial, ofertado por meio do Projeto Envelhecer nos Territórios – Paraíba, no Campus Guarabira. Confira todas as informações do Edital no link abaixo:

https://www.ifpb.edu.br/proexc/editais/extensao/ano-2025/edital-no-05-2025-proexc/convocacao-de-alunos-envelhecer.pdf

Este Projeto tem por objetivo a formação de agentes de direitos humanos da pessoa idosa para identificação de violação de Direitos Humanos e fomento à criação e ou fortalecimento de arranjos institucionais que viabilizem as políticas públicas para a Pessoa Idosa, nos municípios paraibanos de Casserengue, Mulungu, Cuité de Mamanguape, Curral de Cima e Serraria. Havendo a necessidade, o candidato aprovado como cadastro de reserva será convocado e receberá mensalmente uma bolsa de 750,00 (setecentos e cinquenta reais).

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As inscrições serão realizadas de 11 até 22 de abril de 2025, pelo link indicado no Edital. Para qualquer esclarecimento utilize os meios : [email protected] ou pelo telefone (83) 99936-3535 (da segunda-feira à sexta-feira, das 08h às 17h).

Assessoria

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Educação

Aquário Paraíba transforma visitas escolares em experiência de educação ambiental

Único aquário temático da Paraíba, o espaço oferece programação pedagógica estruturada para estudantes de todas as idades e alia  contato com a biodiversidade e consciência sobre preservação.

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O Aquário Paraíba, em João Pessoa, consolida-se como destino de referência para o turismo educativo no estado e atrai escolas da capital e de municípios vizinhos ao longo de todo o ano. Para muitos estudantes, a visita representa o primeiro contato direto com espécies marinhas e com temas ligados à conservação ambiental, uma experiência que vai além da sala de aula.

O complexo, único aquário temático da Paraíba, abriga cerca de 150 animais de aproximadamente 80 espécies, entre peixes, elasmobrânquios, crustáceos, moluscos, répteis, aves e pinguins-de-Magalhães resgatados. Os ambientes foram concebidos para retratar ecossistemas de forma imersiva e conduzem o visitante por uma jornada pela biodiversidade marinha e terrestre da região.

Para grupos escolares, o Aquário Paraíba oferece o passeio “Desvendando as Criaturas Marinhas e Espaço das Aves”, com programação pedagógica adaptada a diferentes faixas etárias. A visita inclui exibição de vídeo no auditório, visitação monitorada por profissionais especializados e área para lanche. A duração é de aproximadamente uma hora e meia.

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“O Aquário Paraíba é mais do que um espaço de lazer, é um verdadeiro laboratório vivo. Nosso objetivo é que as crianças aprendam se divertindo, entendendo a importância da preservação dos oceanos e dos ecossistemas aquáticos”, afirma Emmanuel Lopes, diretor do espaço e engenheiro ambiental.

O percurso pode ser autoguiado ou realizado por trilha educativa e sensorial. Ao longo do circuito, os estudantes têm contato com cavalos-marinhos, tubarões, tartarugas marinhas resgatadas, que ilustram os impactos da poluição nos oceanos, répteis no serpentário e aves de diversas espécies, incluindo araras e gaviões. O espaço também atua como centro de reabilitação de animais recebidos de órgãos ambientais, o que enriquece ainda mais o conteúdo educativo das visitas.

Além do apelo pedagógico, o aquário oferece condições especiais para grupos: ingresso com meia-entrada para alunos e professores, gratuidade para estudantes com TEA, Síndrome de Down e deficiência visual (mediante apresentação de laudo), e uma cortesia para cada dez alunos pagantes.

Completando dez anos em 2026, o Aquário Paraíba planeja ampliar sua estrutura com a chegada de novas espécies e o fortalecimento do CEREM — Centro de Reabilitação de Espécies Marinhas, voltado ao atendimento e à recuperação de tartarugas marinhas.

O Aquário Paraíba fica na Rua das Lagostas, 140, Praia do Seixas, João Pessoa. Funciona de terça a domingo e feriados, das 9h às 17h. Agendamentos e informações: (83) 98620-1422 e pelo Instagram: @aquarioparaiba.

Assessoria

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Educação

Inscrições abertas para curso gratuito de Gastronomia em Guarabira

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Foto: Reprodução

O Núcleo de Cultura está com inscrições abertas para o Curso Gratuito de Gastronomia, em Guarabira (PB), com foco na valorização e preservação das receitas tradicionais brasileiras. A iniciativa é voltada para pessoas que desejam ingressar no mercado de trabalho ou empreender na área da gastronomia, promovendo qualificação profissional e geração de renda.

Ao longo de suas edições, o curso já proporcionou mais de 400 oportunidades de formação para jovens da região, fortalecendo o acesso à cultura e à profissionalização. As inscrições seguem abertas até o dia 27 de fevereiro de 2026, por meio de link disponibilizado, e as aulas terão início em 06 de março.

Com carga horária total de 196 horas, os participantes terão acesso a toda a estrutura necessária para o desenvolvimento das atividades, incluindo uniformes e materiais de apoio. O conteúdo programático contempla temas como preparação de entradas, pratos principais, sobremesas e brunchs; técnicas de corte e cocção; releituras da culinária tradicional; cardápios temáticos; cozinha clássica e contemporânea; além de montagem, finalização e organização de pratos.

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O curso também abordará a importância nutricional das proteínas, com ênfase nas carnes de frango e suína, além de discutir mitos e verdades sobre a avicultura e a suinocultura. As aulas serão complementadas por materiais audiovisuais da série “Alimentando o Mundo”, produzida pela Farmabase e apresentada por Michele Crispim, vencedora do MasterChef Brasil, proporcionando uma abordagem prática e informativa.

A iniciativa conta com patrocínio da Farmabase, apoio da Prefeitura de Guarabira, através do Programa Participa+ da Secretaria de Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico, e da EESAP, e é realizada pelo Instituto São Paulo de Arte e Cultura, em parceria com o Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Serviço

Inscrições: até 27 de fevereiro de 2026

Início das aulas: 06 de março de 2026

Carga horária: 196 horas

Local: EESAP – Rua Otacílio Lira Cabral, nº 100, Bairro Areia Branca – Guarabira/PB

Vagas: limitadas

Turma única:

  • Quarta e sexta-feira: 19h às 22h
  • Sábado: 9h às 16h (com intervalo de 1h)

Secom/PMG

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Educação

Infância Protegida: projeto do MPPB ensina crianças a reconhecer abuso e pedir ajuda

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Fotos: Reprodução/Assessoria

Seria apenas mais um dia normal na Escola Municipal de Educação Infantil Rotary Francisco Edwar de Aguiar, localizada no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa. Mas uma novidade alterou a rotina, movimentou a tarde e encheu de expectativa os alunos dos 4º e 5º anos do ensino fundamental – crianças de 8 a 10 anos de idade. Eles chegaram em fila e ocuparam seus lugares na sala preparada especialmente para esse momento diferente. E, quando a promotora de Justiça Catarina Gaudêncio começou a falar, os rostinhos estavam atentos e as mãos se erguiam no ar a todo instante, um sinal da vontade de compartilhar, perguntar, participar. O assunto não era fácil, mas logo ficou evidente que muitos ali tinham um bom nível de informação sobre o tema em questão: abuso sexual.

O Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio da Promotoria de Justiça da Criança e Adolescente de João Pessoa, lançou o projeto “Infância Protegida”. A iniciativa é liderada pela promotora de Justiça Catarina Gaudêncio, que atua na área desde 2013 e idealizou a ação como resposta ao crescimento da demanda de casos envolvendo abuso sexual e aliciamento de crianças e adolescentes, de ambos os sexos, tanto no ambiente presencial, quanto virtual. Esse cenário inclui, ainda, o aumento dos crimes relacionados à produção, aquisição, distribuição e comercialização de imagens, vídeos ou outros registros contendo cenas de exploração e abuso sexual infantojuvenil — práticas que alimentam a rede de pedofilia e contribuem para a proliferação desse tipo de conteúdo criminoso. O objetivo central é fornecer ferramentas para a autoproteção, o respeito e o direito de viver a infância com alegria e segurança. Um projeto mais que necessário no atual contexto.

Números que assustam

A percepção da promotora sobre a capital paraibana é reflexo de uma realidade preocupante no Brasil, onde a violência sexual se mantém como a forma mais recorrente de violação de direitos contra crianças e adolescentes. 

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De acordo com o Anuário Brasileiro da Segurança Pública, somente em 2024, foram registrados 65.395 casos de estupro e estupro de vulnerável, o que corresponde a uma taxa média de 128,5 vítimas por 100 mil habitantes na faixa etária de 0 a 17 anos, com especial incidência entre crianças de 10 a 13 anos, grupo que apresenta os índices mais elevados do país. Meninas seguem como as principais vítimas, mas o crescimento proporcional dos casos envolvendo meninos, especialmente entre 0 e 13 anos, revela uma realidade ainda mais complexa e silenciosa.

Nos últimos quatro anos, o número de denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes recebidas pela Polícia Federal aumentou 195%. A PF realizou mais de 2 mil operações, entre janeiro de 2022 e março de 2025, contra crimes online relacionados ao abuso sexual infantojuvenil. Entre as violações mais comuns, a chantagem com fotos íntimas e o estupro virtual.

Em agosto de 2025 a ONG brasileira SaferNet, referência em direitos humanos na internet, publicou a Nota Técnica 02/2025, indicando que entre 1º de janeiro e 31 de julho de 2025, o Canal Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos registrou 49.336 denúncias anônimas de abuso e exploração sexual infantil, representando 64% do total de 76.997 notificações no período. Neste documento, além de registrar o aumento nas denúncias, a organização destaca pesquisa em andamento que evidencia como novas tecnologias, incluindo inteligência artificial, têm sido utilizadas para criar e disseminar esse tipo de conteúdo criminoso.

Embora a Paraíba apresente, em termos absolutos, uma taxa geral de estupro inferior à média nacional, os dados do Anuário revelam um crescimento preocupante dos registros. Entre 2023 e 2024, o estado registrou a maior variação percentual nacional nos crimes de estupro de vulnerável, com aumento superior a 100%, tanto nos casos envolvendo vítimas do sexo feminino quanto nos registros que incluem ambos os sexos.

A prevenção é hoje uma das ferramentas mais eficazes para romper ciclos de violência que, em grande parte dos casos, ocorrem no ambiente doméstico ou são praticados por pessoas próximas às vítimas. Ensinar a reconhecer as situações de abuso e se proteger é o que o Ministério Público pretende, com a iniciativa Infância Protegida.

 Metodologia e dinâmica

A aula piloto do projeto Infância Protegida foi realizada em novembro passado na Escola Municipal de Educação Infantil Rotary Francisco Edwar de Aguiar, em Jaguaribe. A unidade atende 198 alunos, do pré-escolar ao 5º ano do ensino fundamental. Nesta etapa inicial, o projeto focou em turmas dos 4º e 5º anos, atendendo crianças de 8 a 10 anos de idade. Uma psicóloga acompanhou a preparação do material para orientar sobre a adequação da linguagem, garantindo que os temas fossem abordados de maneira acessível e segura para o público infantil.

De forma lúdica, ao longo da tarde, a promotora de Justiça explicou sobre as partes do corpo, as diferenças entre os comportamentos adequados e inadequados, como identificar alguém mal intencionado e o que as crianças devem fazer em situações potencialmente perigosas. 

Um dos destaques da apresentação foi o perigo escondido no mundo virtual, na internet. Usando bonecos confeccionados especialmente para  tratar desse tipo de conteúdo – as crianças adoraram Lia e Pedro – e o livro “Não me toca, seu boboca!” que, por meio de uma história infantil, aborda a temática trazida para a sala de aula, Catarina Campos logo estabeleceu o diálogo e uma relação de confiança com os estudantes.

A tarde foi encerrada no pátio da escola, com uma espécie de “teste do conhecimento”, aplicado em forma de brincadeira, durante um teatro de fantoches conduzido pelas guardas municipais Isabel Jordão e Denise Quirino. Elas deram vida a personagens animados, para fazer perguntas relacionadas ao conteúdo discutido na sala. As crianças, por sua vez, respondiam levantando placas em formato de mãozinhas verdes ou vermelhas, para indicar “sim” ou “não”.  

A Guarda Metropolitana de João Pessoa é parceira do MPPB no projeto.“Para nós é uma missão muito honrosa que amplia e fortalece ainda mais as ações que o nosso teatro de fantoches já faz na sociedade, dentro das escolas municipais, estaduais e particulares também. Foi um convite da promotora Catarina e a gente registra aqui nosso agradecimento, porque ela também acaba ampliando ainda mais, junto conosco, fazendo esse fortalecimento de atividades que a gente já faz com um compromisso e uma alegria muito grande”, diz Denise Quirino.

Isabel Jordão lembra que chegar de farda aos locais tem o intuito de fazer com que as crianças olhem o guarda municipal como alguém em quem podem confiar, perto de quem se sintam seguras. E a que podem pedir ajuda nas situações de perigo: “Estamos sempre dispostos a ajudar, e qualquer caso, como foi exposto hoje, a gente tá com o 153, é só entrar em contato que a gente vai ajudar todas as crianças e adolescentes que estiverem em risco”, afirma Isabel.

A promotora de Justiça lembra que o projeto não se restringe aos estudantes: “À medida em que conscientizamos as crianças, a gente também vai ter falas com os pais, conselheiros, algumas equipes dos Creas (os Centros de Referência de Assistência Social), para multiplicar essa fala, ensiná-los a proteger e alertá-los sobre os riscos que as crianças estão correndo, sobretudo na internet.”

Para a gestora da escola, Sabrina Kely Vasconcelos Florêncio, a iniciativa do Ministério Público é algo a ser celebrado: “Aqui a gente diz que o nosso corpo é o nosso tesourinho. Não é um assunto sazonal, é preocupação do ano inteiro. Na nossa escola temos projetos sobre isso, feitos pelas nossas psicólogas, e quando recebemos algo a mais, para contribuir com nosso projeto, como essa iniciativa do Ministério Público, a gente só tem a agradecer. Nossas crianças estão extremamente felizes em ouvir mais sobre esse tema, de muita importância não só para elas, mas para aquelas pessoas que estão ao redor, seus cuidadores.”

Futuro à vista

O sucesso da aula piloto pavimenta o caminho para a ampliação da iniciativa. A meta é implementar o “Projeto Infância Protegida” em larga escala em 2026, abrangendo o público-alvo de 6 a 10 anos de idade e fortalecendo, ainda mais, o trabalho do MPPB na defesa intransigente dos direitos das crianças  paraibanas.

“A gente começa aqui nessa escola, que seria o início do que pretendemos: percorrer outras escolas, com a mesma temática “Infância Protegida” e a rede privada, porque na medida em que a criança toma conhecimento de situações de risco, ela vai conseguir identificar e se proteger, já que aqui a gente vai trazer as formas dessa proteção”, conclui a promotora.

Assessoria

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