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Saúde

Hospital Regional implanta o uso de QR Code para notificação de eventos de risco

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O Hospital Regional de Guarabira (HRG), da rede hospitalar estadual e gerenciado pela Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde), implantou o uso de QR Code para facilitar a notificação de eventos adversos ao Núcleo de Segurança do Paciente (NSP). A ferramenta permite que colaboradores, usuários e acompanhantes possam registrar ocorrências de risco à segurança do paciente de forma rápida, segura e sigilosa. 

De acordo com a presidente do Núcleo de Segurança do Paciente do HRG, Lorena Rafaella, as notificações recebidas são enviadas direto ao Notivisa, plataforma eletrônica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “A partir dessas notificações, vamos promover capacitações para proporcionar uma melhor assistência aos nossos usuários”, explicou.  

Podem ser notificados diversos tipos de eventos adversos, a exemplo de acidentes com o paciente, assim como falhas durante a assistência à saúde, nas atividades administrativas, nos procedimentos cirúrgicos, na administração de dietas, na identificação de pacientes, na documentação, entre outras situações.  

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Para a diretora-geral do HRG, Rosicler Pinheiro, a iniciativa representa um avanço significativo no fortalecimento da cultura da segurança dentro da unidade hospitalar. “A notificação é uma ferramenta essencial para identificar fragilidades nos processos e, a partir disso, promover melhorias contínuas. Quando os colaboradores, assim como os usuários e acompanhantes se sentem seguros para reportar eventos, conseguimos agir preventivamente e proteger ainda mais os nossos pacientes”, destacou.

A implantação do QR Code integra o conjunto de ações da unidade hospitalar direcionadas à qualificação dos serviços e ao compromisso com uma assistência segura, humanizada e de qualidade.

Secom/GOVPB via Fatoafato

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Saúde

Senado Aprova: Divulgação de sintomas e sinais clínicos do câncer infantil

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Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

As campanhas de conscientização sobre câncer em crianças e adolescentes deverão priorizar a divulgação dos sintomas e dos sinais clínicos da doença. A Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica já prevê a realização de campanhas de conscientização sobre o câncer infantojuvenil, mas não detalha os assuntos a serem abordados. A proposta também prevê a capacitação de profissionais de saúde, principalmente da atenção primária, para a identificação de sinais e sintomas em crianças. A medida está prevista no PL 1.986/2024, projeto de lei aprovado pelo Senado na última terça-feira (2). Agora o texto vai à sanção da Presidência da República.

O projeto que reduz o limite permitido de chumbo em tintas e em materiais similares de revestimento de superfícies também foi aprovado em Plenário na terça. O texto estabelece regras mais rígidas para o uso de chumbo, alinhando o Brasil aos padrões internacionais de proteção à saúde. A lei em vigor (Lei 11.762, de 2008) permite um conteúdo de chumbo em tintas imobiliárias, de uso infantil e escolar, vernizes e materiais de revestimento de no máximo 0,06% (600 partes por milhão – ppm) em peso. O novo limite será de 0,009% (90 ppm). O PL 3.428/2023, da Câmara dos Deputados, teve parecer favorável do relator, senador Laércio Oliveira (PP-SE), e segue para sanção presidencial.

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Câncer infantil: campanhas de conscientização terão foco em diagnóstico precoce

Redução de chumbo em tintas segue para sanção

Senado susta norma do Conanda sobre aborto em crianças e adolescentes

Proposições legislativas

PDL 3/2025

PL 1986/2024

PL 3428/2023

Fonte: Agência Senado

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Saúde

Anvisa suspende lote de medicamentos para hipertensão e câncer de mama

Decisão publicada no DO suspende uso e circulação dos produtos.

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda, distribuição e consumo de medicamentos para controle de pressão e tratamento de câncer de mama. A Resolução 2.238/2026 foi publicada hoje (2) no Diário Oficial da União (DOU)

Um dos medicamentos é o Halaven (mesilato de eribulina) – 0,5mg/ml sol inj ct fa vd trans x 2ml, fabricado pela farmacêutica United Medical Ltda e utilizado para tratamento de câncer. A empresa comunicou o recolhimento voluntário do Lote 148386 em razão de desvio de qualidade, relacionado ao teor do princípio ativo que estaria abaixo da especificação aprovada.

O outro medicamento é o maleato de enalapril – 20 mg com ct bl al plas trans x 500 (emb hosp), da fabricante Hipolabor Farmacêutica Ltda, usado no tratamento de hipertensão e insuficiência cardíaca. A Anvisa informa que houve um erro em relação às embalagens do produto. 

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As embalagens apresentam equivocadamente a indicação de “10 mg” na descrição de composição, ao invés de “20 mg”, que seria a descrição correta. Para esse medicamento, estão suspensos os lotes: 

  • 0062/26M 
  • 0063/26M 
  • 0064/26M 
  • 0088/26M 
  • 0089/26M 
  • 0358/26M
  • 0415/26M
  • 0506/26M
  • 0507/26M 

Como proceder 

 Aqueles que têm em casa os medicamentos vetados pela Anvisa devem interromper imediatamente o uso.

O indicado é entrar em contato com um médico, farmacêutico ou outro responsável pelo tratamento para orientações.Também é indicado entrar em contato com o SAC das empresas fabricantes, a United Medical Ltda e a Hipolabor Farmacêutica Ltda. 

Outras proibições 

A Anvisa suspendeu o lote 8891/25 da Água para Infusão sol infus IV cx 35 bols pvc sist, da Indústria Farmacêutica S/A. Segundo laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz, o produto apresentou resultado insatisfatório em uma inspeção de qualidade. A medida prevê o recolhimento do lote, além de proibir a venda, a distribuição e o uso.  

Foi determinada também a apreensão de todos os lotes do medicamento Cápsulas de óleo de pequi, produzidas pela R.T.K Indústria de Cosméticos e Alimentos Naturais Ltda. A Anvisa aponta que o produto não tem registro, notificação ou cadastro, e a fabricante não possui autorização de funcionamento. 

Está proibida a comercialização, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso deste medicamento. 

*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia

Agência Brasil

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Brasil

Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Crystal sem gás

Laudo laboratorial feito pela empresa constatou presença de bactéria.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. 

O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela bactéria Pseudomonas.

O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.

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Bactéria Pseudomonas

O recolhimento voluntário está sendo feito “após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa/DF) para análise de alimentos”.

Segundo a empresa, a contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme “previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada”. Diante do resultado, a Divisa/DF determinou a interdição do local e comunicou o caso à Anvisa.

Orientação ao consumidor

A Anvisa orienta os consumidores que verifiquem sem têm em casa unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. “Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso”.

“De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor”.

A Anvisa comunicou ainda que a Mineração Bom Jesus protocolou documentos junto à Agência no qual demonstra a abertura de “investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente”.

“A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado”, acrescentou.

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