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Saúde

Primeira-dama participa de encontro com mulheres que colaboraram para a concretização do Hospital da Mulher

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Fotos: José Marques

A primeira-dama do Estado Ana Maria Lins participou, nesta quarta-feira (23), de um encontro no Hospital da Mulher D. Creuza Pires com mulheres que colaboraram direta ou indiretamente para que o equipamento se tornasse realidade. O Hospital, que será inaugurado oficialmente no dia 5 de agosto, é referência para toda a Paraíba no cuidado materno-infantil e na atenção integral à saúde da mulher. O local conta com 203 leitos e recebeu investimentos superiores a R$ 120 milhões, contemplando a obra e equipamentos de saúde.

A unidade funcionará com serviços hospitalares e ambulatoriais, incluindo urgência e emergência 24 horas, centro cirúrgico obstétrico, UTI adulta e neonatal, além de ambulatórios especializados, banco de leite humano, laboratório, agência transfusional, serviços de ensino e pesquisa, entre outros. Também serão ofertados serviços essenciais como o atendimento especializado a vítimas de violência sexual, com consultórios exclusivos e atendimento humanizado, além de ambulatório de egressas do pré-natal de alto risco e a Casa da Gestante, Bebê e Puérpera (CGBP), que amplia a rede de cuidado.

Na ocasião, a primeira-dama visitou as dependências do Hospital e ressaltou que ele traz acolhimento, cuidado e dignidade no atendimento. “As mulheres paraibanas agora terão um hospital para chamar de seu: o Hospital da Mulher D. Creuza Pires. A cidade de João Pessoa completará 440 anos de fundação no dia 5 de agosto e está prestes a ganhar um hospital que servirá como referência na saúde da população feminina, com o objetivo de oferecer serviços qualificados e projetos para reduzir a mortalidade materna e neonatal, proporcionando acolhimento e assistência integral à saúde da mulher. É mais uma ação do Governo do Estado para cuidar das mulheres e de seus filhos”, frisou a primeira-dama.

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“Este hospital é um marco da engenharia, é um marco da arquitetura, é um marco de uma obra pública. Aqui tem o que há de mais moderno na construção hospitalar clínica, em atenção e atendimento especial à mulher. Como mulher e tendo uma equipe predominantemente feminina que trabalhou neste projeto, posso dizer que estamos de parabéns. É pouco provável que exista um Hospital da Mulher tão bem equipado como este, tão bem construído como este e outros hospitais que o Governo entregar no próximo ano. É um orgulho fazer parte dessa história”, comentou a superintendente da Suplan, Simone Guimarães.


A secretária Executiva da Saúde, Renata Nóbrega, também destacou a importância do equipamento para a saúde estadual. “É uma honra fazer parte desse time do governador João Azevêdo, que projetou uma saúde diferenciada, uma saúde de qualidade, humanizada e realmente com toda a estrutura. A gente fica agradecida e festejando. Esse equipamento é um legado que fica para a Paraíba. Nosso sentimento é de gratidão por estarmos celebrando algo tão importante. Somos a maioria na população, mais de 53% da população paraibana é de mulheres. Então, nas situações de violência, aqui vai ter um atendimento qualificado. Nas situações de gestante de risco habitual ou de alto risco, em situações que precisam, após o nascimento, fazer alguma intervenção no bebê, aqui também irá ter atendimento humanizado e qualificado”, garantiu.

 “Me sinto lisonjeada por fazer parte deste hospital que acolhe mulheres no momento mais importante da sua vida, que é o nascimento de um filho. Seja na transformação da sua família, seja em busca de uma cirurgia eletiva que a mulher vai realizar aqui, seja em busca daquela cirurgia de endometriose, que por anos ela esperou e vai ter condições de realizar, enfim, a mulher vai ter um atendimento humanizado e uma equipe acolhedora”, afirmou a diretora-geral do Hospital da Mulher, Marcela Tárcia.

A arquiteta Keylla Garcia, subgerente de acompanhamento de serviços de engenharia sanitária da SES, participou do processo da construção do Hospital da Mulher e expressou seu sentimento de satisfação por saber que contribuiu com esta unidade que vai cuidar de inúmeras mulheres. “Foi um prazer muito grande fazer parte desse sonho. Ver tudo pronto é uma satisfação. É uma obra que foi composta por mulheres no seu pleito, na parte da engenharia, comandado não só a obra como também a parte de mobiliário, os equipamentos, então assim, foi uma obra composta por mulheres guerreiras e muitas estão aqui. É um marco na saúde, no SUS, e foi um prazer trabalhar juntamente com a Suplan. Fiz questão de estar aqui hoje com a primeira-dama, porque ela é a representatividade do nosso estado, da mulher paraibana forte e merecedora de tudo isso”, disse.

“De João Pessoa até Cajazeiras, passando por Itaporanga, Guarabira e todas as maternidades que fazem alto risco estão tendo a oportunidade de serem estruturadas, reformadas e receberem equipamentos que fortalecem a decisão da mulher sobre a melhor forma que ela quer gestar e parir, efetivando o processo de protagonismo da mulher”, observou a diretora de Atenção à Saúde da Fundação PBSaúde, Ilara Nóbrega.

Dona Creuza Pires — O nome do Hospital da Mulher traz uma homenagem a empresária, ex-vereadora e ativista social que marcou a história da Paraíba pela sua luta em defesa dos direitos das mulheres, dos idosos e da cidadania. Pioneira no empreendedorismo feminino e na construção de políticas de inclusão, Creuza Pires deixou um legado de coragem, empatia e serviço ao próximo.

Secom

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Saúde

Vereador Ramon propõe criação da campanha “Julho Neon – Mês da Saúde Bucal” em Guarabira

Após a aprovação em primeiro turno, o projeto seguirá para segunda votação na Câmara Municipal.

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A Câmara Municipal de Guarabira aprovou, em primeiro turno, nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei nº 221/2026, que institui no município a campanha “Julho Neon – Mês da Saúde Bucal”.

De autoria do vereador Ramon Menezes (PSB), a proposta prevê a inclusão da campanha no Calendário Oficial de Eventos de Guarabira, com ações de conscientização, prevenção e promoção da saúde bucal.

Entre as atividades previstas estão campanhas educativas, palestras, ações em escolas e unidades de saúde, mutirões de avaliação odontológica e escovação supervisionada, além da distribuição de kits de higiene.

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O projeto também inclui orientações sobre a prevenção do câncer de boca e encaminhamento de pacientes para tratamento na rede municipal, quando necessário.

A programação poderá ainda ser integrada a outras ações de saúde, como atualização cadastral, aferição da pressão arterial, verificação da glicemia e atualização da caderneta de vacinação.

Após a aprovação em primeiro turno, o projeto seguirá para segunda votação na Câmara Municipal, conforme o trâmite legislativo.

Brejo.com com Secom

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Saúde

Autismo: médica lista estratégias que ajudam no atendimento a crianças

Cerca de 40% das crianças com TEA apresentam transtornos de ansiedade.

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© Paula Laboissière/Agência Brasil

Hipersensibilidade sensorial, intolerância à quebra de rotina, baixa adesão ao tratamento domiciliar, incluindo rejeição severa ao uso de óculos e tampão de olho. Essas são algumas barreiras no atendimento oftalmológico associadas ao atendimento de crianças com transtorno do espectro autista (TEA). 

A oftalmologista Raíra Fortuna destaca que cerca de 40% das crianças com TEA apresentam transtornos de ansiedade associados ao quadro, enquanto menos de 4% dos médicos especialistas relatam ter recebido algum tipo de capacitação para atender pacientes no espectro. 

Para Raíra, boa parte do que seria popularmente considerado mau comportamento durante o atendimento oftalmológico de crianças com TEA, na realidade, reflete confusão ou sobrecarga, não necessariamente oposição. 

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“É a manifestação do autismo em um ambiente pouco adaptado”, diz. 

A consequência direta é a dificuldade ou mesmo a impossibilidade de completar o exame oftalmológico, essencial para manter a saúde ocular da criança em dia. 

Estudos mostram, por exemplo, que a prevalência de estrabismo em crianças com TEA gira em torno de 41% contra 3% em crianças com desenvolvimento típico.  

Por isso, segundo a especialista, vale a pena se esforçar para atender melhor crianças que estão no espectro. 

Durante o 70º Congresso Brasileiro de Oftalmologia (CBO 2026), que acontece até sábado (12), em Salvador, ela citou o caminho para uma consulta oftalmológica mais tranquila e eficaz, no caso de crianças com TEA: 

  •  preparação: a consulta começa antes da chegada do paciente, com agendamento inteligente (melhor horário do dia para garantir menos tempo de espera e ambiente mais tranquilo), questionário pré-consulta (coletar dados sobre perfil sensorial, nível de comunicação e interesses e gatilhos conceitos da criança) e fornecer previsibilidade (enviar aos pais vídeos curtos mostrando o consultório e os equipamentos). 
  •  adaptação: a proposta é reduzir a sobrecarga sensorial, oferecendo, por exemplo, uma sala de espera mais calma ou a opção de aguardar fora da sala; minimizando sons desnecessários e permitindo o uso de fones de ouvido; reduzindo a intensidade das luzes e evitando o uso de luzes fluorescentes; e permitindo que a criança traga objetos de conforto (brinquedos sensoriais ou objetos familiares). 
  •  execução: com frases curtas e objetivas, explicar o que vai ser feito; mostrar à criança os equipamentos a serem utilizados; garantir tempo de processamento das informações pelo paciente; começar por exames que demandam maior concentração; oferecer escolhas à criança (qual olho testar primeiro, por exemplo); permitir intervalos entre os procedimentos; e avisar antes de tocar a criança, evitando contato físico inesperado.

“Quando o exame não funciona, talvez o problema esteja nas formas como estamos examinando”, avalia a médica, reforçando que toda a equipe do consultório deve ser capacitada para atender pacientes com TEA. 

Ela ressalta ainda que preparar o ambiente, os materiais e as estratégias são investimentos que valem a pena.

* A repórter viajou a convite do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)

Agência Brasil

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Saúde

Saúde mental após perda gestacional requer atenção de profissionais

Cuidado médico, familiar e dos amigos ajuda a atravessar o luto.

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© Tomaz Silva/Agência Brasil

Nascida em uma família grande em Manaus, Kalyane Ribeiro não imaginava que teria dificuldades para engravidar. Mas, aos 32 anos, após um ano e meio de tentativas, ela passou pela perda gestacional precoce, uma interrupção involuntária da gravidez que pode ocorrer até a 20ª semana da gestação.

“Eu sempre falo para as pessoas que quando a gente passa por uma perda gestacional, mesmo que seja precoce, a gente entra em um buraco. Parece que a gente abre uma porta para um lugar com poucas pessoas dentro, e as pessoas que estão do lado de fora não conseguem saber o que tem lá”, disse. 

O cuidado e a atenção com a saúde mental após a perda gestacional, como a vivida por Kalyane, são ainda negligenciados, segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Neste Setembro Amarelo, campanha nacional de conscientização sobre a prevenção ao suicídio no Brasil, a associação chama atenção para a questão.

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Muitas vezes, a perda gestacional é negligenciada por familiares, amigos e até mesmo por profissionais de saúde, conta Kalyane.

“As pessoas do mundo real, aqui fora, elas não querem saber. Você só escuta um ‘você vai ter que tentar de novo, vai dar certo’. Só que não é uma questão de substituir o filho, né? A gente não tá procurando um substituto”, diz.

Trauma

A perda gestacional constitui um evento traumático e exige acolhimento e assistência especializada, ressalta o vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Assistência ao Abortamento, Parto e Puerpério da Febrasgo, o obstetra Romulo Negrini.

Independentemente da idade gestacional, a perda pode provocar tristeza profunda, sensação de vazio, culpa, ansiedade, dificuldade para dormir, irritabilidade e perda do interesse pelas atividades do dia a dia. Sofrer intensamente nesse momento é uma reação humana esperada e não significa, por si só, que a mulher tenha desenvolvido uma doença psiquiátrica”, diz Negrini.

De acordo com o obstetra Eduardo Felix Martins Santana, entre 15% e 20% das gestações não evoluem. O integrante da Comissão da Febrasgo e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do curso de Pós-Graduação do Hospital Israelita Albert Einstein ressalta a necessidade de apoio durante o luto.

“É um desafio passar por isso e é muito importante que a mulher não passe por isso sozinha”, enfatiza Santana.

A psiquiatra Andréa Cristina Galastri, professora do Instituto de Educação Médica (Idomed), acrescenta que questões hormonais que fazem parte do processo da perda também impactam a saúde mental. As alterações hormonais duram cerca de 15 dias, de acordo com a médica.

“Os hormônios aumentam durante a gravidez e no pós-parto da mulher. Os hormônios são para manter a placenta, para manter o feto viável. Então, quando a mulher tem a perda da gestação, os hormônios também caem. Então, junto à queda hormonal, que seria igual a uma TPM [tensão pré-menstrual], só que maior, tem a questão da sensibilidade da perda”, explica.

Alerta

Segundo Galastri, o quadro se agrava quando o estado persiste, e a mulher apresenta ansiedade, depressão e chega a achar que não tem mais razão para viver ou se considerar um fracasso. “Aí, o quadro já está bem grave”, afirmou a médica.

Se ela começa a perder função, para de comer, não consegue mais dormir, o choro não para em nenhum momento do dia e aquilo vai durando mais de 15 dias, mais de um mês, aí já se tem um problema mais grave, passível de tratamento, descreve.

“O sofrimento é esperado e é natural. Mas a paralisia da vida, não”, afirmou a médica.

Quando se chega ao ponto de ter um sofrimento que desencadeia uma depressão posterior, ou um luto patológico, a indicação é psicoterapia e medicação, para reajustar a parte bioquímica que o estresse altera.

Papel dos médicos

O obstetra Eduardo Felix Martins Santana defende que, para lidar com uma mulher que tenha passado pela experiência de perda gestacional, a primeira regra é aproximá-la do cuidado, envolvendo o cuidado médico, familiar e dos amigos.

A pessoa vai passar por diferentes estágios de aceitação, negação, raiva, tristeza profunda. “E a verdade é que, para todos eles, a gente precisa de acolhimento”, ressalta.

Para Santana, é preciso que haja uma proatividade dos médicos, dos órgãos que regulamentam os profissionais médicos e das sociedades médicas. Ele destaca que, na Febrasgo, existe essa comissão que presta assistência ao abortamento, parto e pós-parto.

“Existe essa preocupação. O problema está em difundir isso para todo o Brasil. É um desafio muito grande”.

“A gente precisa que os médicos corram atrás também dessa assistência e se preocupem com esse estado. Porque se formos esperar a paciente retornar ao consultório quando já está deprimida, vamos perder muita gente”.

Rede de apoio

Hoje aos 34 anos, Kalyane atua na área de marketing em Campinas, no estado de São Paulo, onde vive com o marido. Ela conta que encontrou força, além da ajuda profissional, também nas experiências de outras mulheres.

04/09/2026 - Rio de Janeiro – Vinda de uma família grande em Manaus, Kalyane Ribeiro não imaginava que teria dificuldades para engravidar. Mas aos 32 anos, após um ano e meio de tentativas, ela passou pela perda gestacional precoce, uma interrupção involuntária da gravidez que pode ocorrer até à décima segunda ou a vigésima semana da gestação. Foto: Kalyane Ribeiro/Arquivo Pessoal
Kayane Ribeiro criou comunidade na internet para reunir mulheres que viveram essa experiência. Foto: Kalyane Ribeiro/Arquivo Pessoal

Por não encontrarem espaços de acolhimento onde realmente possam se sentir ouvidas, diversas mulheres procuram comunidades online onde podem conversar, trocar experiências e falar sobre assuntos mais cotidianos. Kalyane é responsável por uma dessas comunidades, que nasceu da sua presença nas redes sociais. 

“Não é todo mundo que está preparado para ouvir e lidar com esse sentimento. Eu abri essa conta no TikTok e comecei a me conectar com as mulheres que passaram por isso”. 

“Chegaram mulheres de todas as faixas etárias, desde meninas de 13 anos que passaram por perda gestacional, às vezes, meninas que engravidaram de seus abusadores e mesmo assim queriam continuar com essa gravidez, até mulheres que tiveram uma perna gestacional há mais de 20 anos e nunca tiveram a oportunidade de conversar sobre isso com outras pessoas”. 

Desses encontros e conversas, surgiu o livro Ainda me Sinto Mãe — mesmo nome da página nas redes sociais —, uma série de textos escritos por Kalyane, que já atuou profissionalmente como pedagoga, acerca das experiências vividas por ela e outras mulheres com a perda gestacional. 

Onde buscar ajuda

Pessoas com pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida devem buscar acolhimento em sua rede de apoio, como familiares, amigos, educadores e também em serviços de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, é muito importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para serviços de saúde.

Serviços de saúde que podem ser procurados para atendimento: 

  • Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde);
  • UPA 24H, SAMU 192, Pronto Socorro; Hospitais;
  • Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita).

Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mailchat e voip 24 horas todos os dias.

Agência Brasil

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