Variedades
Ateliê Balaio das Artes: Museu de Arte Popular da Paraíba recebe oficina de bordado livre em dois níveis
Nos dias 15 e 16 de maio, das 13 às 17h, o Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, promove mais uma oficina de bordado livre organizada pelas irmãs Amanda Cosme e Juliana Gomes, do Ateliê Balaio das Artes. Denominada “Linhas que Conectam – Meus primeiros pontos bordados”, a atividade será dividida nos níveis iniciante 1 e 2.
Segundo Juliana Gomes, a oficina iniciante 1 é para quem está começando, tem a curiosidade e o desejo de aprender do zero, ou até quem teve alguma experiência, mas que já faz algum tempo e quer prosseguir na prática. “Sendo assim, o foco está na introdução às técnicas essenciais. Mostraremos os tópicos principais, os sete pontos básicos para o desenvolvimento de qualquer bordado e a aluna terá o kit que nós vamos entregar, além de levar seu bordado para continuar em casa. A ideia é que cada integrante compreenda como tudo funciona e possa seguir bordando”, informou.
Já na 2 será dada continuidade ao aprendizado, com o objetivo de ampliá-lo e conferir o toque pessoal, autoral. “Nela, teremos a composição, a escolha de elementos, a criação com a passagem do risco para o tecido, e a aluna já levará a peça pronta ao final da oficina, de modo que somando os níveis 1 e 2, será feito todo o processo do bordado, do início ao acabamento e finalização da peça. Dessa forma, é possível para quem participa explorar melhor sua própria linguagem e ganhar mais segurança para colocar isso no trabalho”, acrescentou.
Juliana enfatizou que o bordado livre traz várias possibilidades a serem exploradas. “Não só de superfícies, mas também de assuntos, de temas. E, com certeza, as alunas, ao aprenderem a usar as técnicas, e aquelas que também participarem da segunda fase da oficina, aprofundando os saberes, compreendendo a composição e outras questões que serão detalhadas, terão mais recursos para se expressar de forma mais apurada”, endossou.
Ela destacou que, para além de o bordado ser utilizado como hobby, é igualmente uma possibilidade de negócio. “A gente ensina também nessa perspectiva, para que as pessoas enveredem nesse universo do bordado, entendendo que pode ser uma ampliação do ponto de vista econômico, um trabalho à parte. Inclusive, isso já vem acontecendo com alunas da primeira edição que realizamos. Quem participar, terá vivências muito positivas, colaborando, ainda, para a valorização do bordado em sua criatividade. A oficina é uma troca de conhecimento, o aprender é mútuo, as alunas também nos ensinam bastante com suas experiências. É justamente isso que o bordado proporciona, um contato maior com o presente e conosco mesmas, e um momento de conexão e diálogo com o grupo, que vamos construir ao longo da tarde”, contou.
Mais informações acerca da oficina podem ser obtidas na rede social @balaiodasartesatelie ou pelo WhatsApp (83) 9871-8923.
Ascom/UEPB
Esporte
Ancelotti convoca jogadores para a Copa do Mundo 2026; dois são paraibanos
Os 26 nomes da lista de convocados da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 foram, enfim, anunciados. Em evento no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira, o técnico Carlo Ancelotti divulgou os 26 nomes que levará para o torneio, em relação que inclui Neymar.
O atacante de 34 anos foi convocado pela primeira vez na era Ancelotti. Maior artilheiro da história da seleção brasileira, Neymar disputará sua quarta Copa do Mundo.
Outra novidade da lista é o goleiro Weverton, que superou a concorrência de Bento e Hugo Souza pela terceira vaga na posição. Outros nomes convocados após boas atuações na reta final do ciclo foram os zagueiros Ibañez e Léo Pereira, o volante Danilo e os atacantes Endrick, Igor Thiago e Rayan.
Pela primeira vez a Paraíba terá dois jogadores numa mesma copa com a convocação do lateral esquerdo Douglas Santos e do atacante Matheus Cunha.
A seleção brasileira terá base em Nova Jersey e faz sua estreia na competição em duelo com o Marrocos, no dia 13 de junho, no MetLife Stadium, na mesma Nova Jersey. A seleção ainda enfrenta Haiti e Escócia, no grupo C da competição.
Antes, a equipe ainda faz amistosos com Panamá (no Maracanã, no dia 31) e Egito (em Cleveland, no dia 6 de junho).
Portal 25 horas
Esporte
Projeto de lei quer reconhecer Auto Esporte como patrimônio cultural e imaterial de João Pessoa
Proposta apresentada pelo vereador Marcos Henriques destaca a origem popular, as tradições e os quase 90 anos de história do clube automobilista.
Foi protocolado na Câmara Municipal de João Pessoa um projeto de lei que reconhece o Auto Esporte como Patrimônio Cultural e Imaterial da capital paraibana. O PL ainda precisará ser aprovado pelos vereadores.
Autor da proposta, o vereador Marcos Henriques (PT) justificou que Auto Esporte reúne todos os elementos para esse e reconhecimento. Segundo o parlamentar, os quase 90 anos de história ininterrupta do clube são marcados por uma origem profundamente popular e trabalhadora, conquistas esportivas pioneiras no cenário paraibano e nacional, além de símbolos e tradições que atravessaram gerações
Ainda de acordo com Marcos Henriques, a relação afetiva construída com o povo de João Pessoa consagrou o clube, para além dos gramados, como o “Clube do Povo”.
O texto do projeto destaca que o patrimônio imaterial do Auto Esporte se manifesta em múltiplas dimensões: nas práticas esportivas desenvolvidas ao longo de décadas; nos rituais e tradições cultivados por sua torcida; nos símbolos do clube — como o volante, o macaco e as cores —, que carregam a memória viva de seus fundadores trabalhadores; nas histórias transmitidas de geração em geração sobre partidas históricas e ídolos automobilistas; e na dinâmica comunitária criada em torno de uma agremiação que sempre se identificou com a população humilde da capital paraibana.
No próximo dia 7 de setembro, o Auto Esporte completará 90 anos de fundação. O clube foi criado por taxistas que se concentravam na Praça do Relógio, atual Ponto de Cém Reis, no Centro de João Pessoa.
Ao longo da história, o Macaco Autino conquistou seis títulos paraibano (1939, 1958, 1987, 1990 e 1992), além de uma Copa Paraíba (2011).
Atualmente, sediado no bairro de Mangabeira, no estádio Evandro Lélis, o “Mangabeirão”, o Auto Esporte se prepara para a disputa do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão. Paralelamente, o time automobilista também mantém ativa as categorias de base.
ASCOM Auto Esporte
Variedades
Entressafra Serra Limpa: o cuidado que começa na terra e chega até o seu copo
A qualidade de uma grande cachaça começa muito antes do momento em que ela é apreciada. Na Cachaça Serra Limpa, cada etapa do processo é conduzida com atenção, tradição e respeito à natureza, garantindo um produto autêntico, orgânico e cheio de personalidade.
Durante a entressafra, o trabalho continua intenso nos campos. É nesse período que acontece a preparação essencial para garantir mais uma safra de excelência, reforçando o compromisso da Serra Limpa com a qualidade em cada garrafa.
1) Tudo começa com o cuidado com a terra
O primeiro passo para produzir uma cachaça de qualidade está no plantio da cana-de-açúcar. A escolha correta da cana, o tempo ideal para o cultivo e a preparação do solo fazem toda a diferença no resultado final.
Na Serra Limpa, esse cuidado é levado a sério desde o início. O solo recebe atenção especial para garantir que a matéria-prima cresça forte, saudável e rica em qualidade, refletindo diretamente no sabor e na pureza da cachaça.

2) Nutrir a terra é garantir qualidade
Outro momento fundamental da entressafra é a adubação. Esse processo fortalece a cana desde a raiz, oferecendo os nutrientes necessários para um crescimento saudável e equilibrado.
A utilização de compostos orgânicos reforça o compromisso da Serra Limpa com práticas sustentáveis e responsáveis, valorizando não apenas a qualidade do produto, mas também o respeito ao meio ambiente.

3) Cuidar de perto faz toda a diferença
A limpa da cana-de-açúcar é o terceiro passo, responsável por manter o canavial saudável e livre do que atrapalha seu desenvolvimento.

4) Irrigação no tempo certo faz toda diferença
A irrigação também possui papel essencial no desenvolvimento da cana. Nos períodos mais secos, a água é utilizada de forma controlada para equilibrar o crescimento da plantação e garantir uma cana mais uniforme e rica.
Esse cuidado permite que cada etapa da produção aconteça no momento adequado, preservando as características que tornam a Cachaça Serra Limpa reconhecida pela sua autenticidade.

Na Serra Limpa, cada etapa importa
Muito antes de chegar ao copo, a cachaça passa por um processo que envolve dedicação, conhecimento e tradição familiar. Cada detalhe da entressafra contribui para manter o padrão de excelência que faz da Serra Limpa uma referência em cachaça orgânica de qualidade.
Da terra ao produto final, tudo é pensado para entregar uma experiência única, preservando sabores, aromas e a essência de uma produção artesanal feita com paixão.

Tradição, qualidade e autenticidade em cada garrafa
A Cachaça Serra Limpa segue valorizando suas raízes e mostrando que uma grande cachaça nasce do cuidado em cada fase do processo. O compromisso com a produção orgânica e sustentável reforça a autenticidade da marca e o respeito por quem aprecia uma bebida verdadeiramente especial.
Para acompanhar mais novidades e conhecer mais sobre a história da marca, siga o Instagram @serralimpaoficial e acesse o site: www.serralimpa.com.br
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