Policial
Polícia Civil desarticula organização criminosa com atuação em Mulungu, João Pessoa e Santa Rita
A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Núcleo de Homicídios da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), sediada em Guarabira, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21), a Operação Dissidência, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa com atuação no município de Mulungu e ramificações em João Pessoa e Santa Rita.
A ação teve como foco o cumprimento de 18 mandados de prisão preventiva, além de diversos mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. As diligências foram realizadas de forma integrada por equipes da Polícia Civil da Paraíba, com apoio operacional da Diretoria de Operações (DIOP) e da 4ª Superintendência Regional de Polícia Civil (SRPC).
O nome da operação faz referência à ruptura ocorrida entre integrantes de uma facção criminosa atuante em Mulungu, após parte dos investigados, no ano de 2025, romper com o grupo original e passar a integrar uma organização criminosa oriunda do Rio de Janeiro. Segundo as investigações, a dissidência desencadeou conflitos armados e uma sequência de homicídios relacionados à disputa territorial entre facções criminosas na região.
As investigações apontam que o grupo criminoso possui envolvimento com tráfico de drogas, homicídios, ataques armados, invasões de residências e práticas relacionadas ao domínio territorial exercido pela organização. Durante a operação, os policiais também localizaram e removeram diversas câmeras de monitoramento clandestinas instaladas em bairros do município de Mulungu. Os equipamentos eram utilizados pelos criminosos para monitorar a movimentação policial e acompanhar a circulação de pessoas na localidade.
Até o momento, foram cumpridos 12 mandados de prisão preventiva, além da apreensão de aparelhos celulares, mídias digitais e outros materiais de interesse investigativo relacionados às atividades criminosas.
Ascom/PCPB
Policial
Violência no Brejo: Vítima de homicídio em Serra da Raiz é identificada e polícia busca imagens de câmeras
Um homem de 41 anos, identificado como José Cícero, conhecido popularmente como “Kiko”, foi encontrado morto na noite deste domingo (14), dentro de sua própria residência, localizada no Sítio Lameiro, na zona rural de Serra da Raiz, no Brejo paraibano.
O corpo foi localizado por um irmão da vítima. Ao abrir a porta da casa, ele se deparou com José Cícero caído no chão, cercado por uma grande quantidade de sangue. A perícia inicial indica que a vítima foi morta por golpes de arma branca, sendo um deles um corte fatal na região do pescoço.
A principal suspeita é de que o crime tenha ocorrido ainda na madrugada do domingo. A Polícia Civil já deu início às investigações e pretende analisar imagens de câmeras de segurança instaladas no percurso que leva à residência de “Kiko”. O objetivo é rastrear a movimentação na área e identificar a autoria do homicídio.
Brejo.com com informações do Blog do Felipe Silva
Policial
CRIME AMBIENTAL: Polícia Civil autua responsável por granja de galinhas pelo crime de poluição
A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente de Campina Grande, com o apoio do Núcleo de Criminalística (NUCRIM) do Instituto de Polícia Científica (IPC) e da Sudema, autuou em flagrante, nesta quinta-feira (11), a responsável por uma empresa do ramo de produção e comercialização de ovos de galinha, investigada por possível prática do crime de poluição ambiental no município de Campina Grande.
A ação foi realizada após denúncias apresentadas por moradores da região do Distrito de São José da Mata. Durante a fiscalização, os policiais civis e peritos constataram o descarte irregular de resíduos líquidos oriundos da atividade da empresa, que estariam sendo lançados diretamente no meio ambiente. O material escoava para propriedades vizinhas, formando áreas alagadas e atingindo estradas, terrenos da região e um curso d’água próximo, causando significativo impacto ambiental.
No local, também foram identificadas condições insalubres, com presença de larvas, forte odor e acúmulo de resíduos orgânicos. Além disso, foram encontrados restos de aves mortas descartados de forma inadequada, em desacordo com as normas ambientais vigentes.

A área foi periciada, inclusive com o emprego de drone para registro e documentação da situação encontrada. Amostras dos resíduos foram coletadas para análise laboratorial, com o objetivo de subsidiar a investigação e a elaboração dos respectivos laudos periciais.
Diante dos elementos constatados, a responsável pelo estabelecimento recebeu voz de prisão e foi conduzida à unidade policial, onde foram adotadas as medidas cabíveis. Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, ela foi colocada em liberdade mediante pagamento de fiança no valor de R$ 10 mil. A empresa segue sendo investigada pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente, e o inquérito policial deverá ser concluído nos próximos dias, com o aprofundamento das apurações sobre os danos ambientais identificados.
A Polícia Civil da Paraíba reforça seu compromisso com a proteção do meio ambiente e a preservação da qualidade de vida da população, destacando a importância da colaboração da sociedade por meio de denúncias aos canais oficiais da instituição.
Assessoria
Policial
DCCPAT: Polícia Civil conclui primeira fase de operação que prendeu cinco falsos profissionais de Educação Física
As prisões ocorreram nos municípios de João Pessoa, Guarabira e Solânea.
A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Defraudações e Combate à Pirataria (DCCPAT), concluiu a primeira fase de uma operação policial que apura a atuação de um grupo suspeito de utilizar diplomas universitários falsificados para obtenção de registro profissional junto ao Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região (CREF10/PB).
A investigação teve início após denúncia formalizada pelo próprio Conselho Regional, que identificou indícios de irregularidades durante a análise de documentos apresentados por candidatos interessados em obter inscrição profissional. Segundo as informações repassadas à Polícia Civil, foi constatado um padrão suspeito em diversos diplomas submetidos ao setor responsável pelo registro de profissionais.
Com o avanço das diligências, a DCCPAT representou judicialmente pelo cumprimento de mandados de busca e apreensão, resultando na execução de 15 ordens judiciais durante a primeira fase da operação, deflagrada no último dia 2 de junho. Durante as ações, cinco pessoas que se apresentavam como profissionais de Educação Física foram presas em flagrante pelo crime de uso de documento falso.
As prisões ocorreram nos municípios de João Pessoa, Guarabira e Solânea. Os investigados foram conduzidos à presença da autoridade policial para os procedimentos legais e, posteriormente, apresentados ao Poder Judiciário para audiência de custódia.
De acordo com a investigação, a atuação do grupo colocava em risco a regularidade do exercício profissional e a segurança da população, uma vez que pessoas sem a formação acadêmica exigida poderiam atuar em atividades ligadas à saúde e ao condicionamento físico.
Assessoria
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