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Saúde

Saúde da Mulher: Carreta do programa “Agora Tem Especialistas” já está no Centro de Guarabira e inicia atendimentos na terça (30)

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Foto: Reprodução

Quem passou pelo Centro de Guarabira já percebeu a movimentação: a estrutura móvel de saúde da mulher do programa federal “Agora Tem Especialistas” já chegou ao município. Estacionada na Avenida Dom Pedro II, a carreta está pronta para iniciar os atendimentos na próxima terça-feira (30), a partir das 8h30.

O foco principal da ação é o diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero, servindo como um reforço crucial para a saúde das mulheres da região. Santa Rita é a outra cidade paraibana que também recebe o programa nesta etapa.

A unidade móvel conta com equipes multiprofissionais e está totalmente equipada para realizar:

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  • Consultas ginecológicas especializadas;
  • Mamografias e biópsias;
  • Ultrassonografias pélvicas e transvaginais.

Como ter acesso aos exames?

É importante destacar que os atendimentos são voltados exclusivamente para pacientes do SUS que já foram previamente agendadas e encaminhadas pela Secretaria de Saúde do município. Se você aguarda por esses exames, a orientação é procurar o posto de saúde do seu bairro para checar o agendamento.

O início das atividades na segunda-feira contará com a presença do secretário nacional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, e da superintendente do Ministério da Saúde na Paraíba, Joelma Greicy Fernandes Lira.

Mutirão contra as filas no SUS

A estratégia das carretas do Ministério da Saúde visa acelerar o diagnóstico e reduzir o tempo de espera por consultas e exames no SUS, combatendo os vazios assistenciais em cidades-polo, como Guarabira. O programa nacional (que inclui também as áreas de oftalmologia e exames de imagem) já passou por mais de 3 mil municípios brasileiros.

Serviço em Guarabira:

  • O quê: Carreta de Saúde da Mulher (“Agora Tem Especialistas”)
  • Status: Já está na cidade (Avenida Dom Pedro II, Centro)
  • Início dos atendimentos: Terça-feira (30), a partir das 8h30
  • Público: Pacientes do SUS previamente agendadas pela Secretaria de Saúde local

*Matéria atualizada para inserção da nova data do início de atendimento para a terça-feira, dia 30, por conta do feriado do São Pedro, dia 29.

Brejo.com

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Saúde

João Pessoa amplia até dezembro estratégia de vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos

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Foto: Reprodução/Secom/PB

Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde (MS), a Prefeitura de João Pessoa ampliou, até 31 de dezembro, o período da Estratégia de Resgate dos Não Vacinados contra o HPV para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos. A iniciativa busca ampliar a cobertura vacinal desse público que não recebeu a vacina na faixa etária recomendada e reforça a importância da imunização como forma de prevenção contra diversos tipos de câncer e outras doenças relacionadas ao papilomavírus humano (HPV).

De acordo com Fernando Virgolino, chefe da Seção de Imunização da Prefeitura de João Pessoa, o Município vem intensificando as ações para alcançar os adolescentes ainda não vacinados, incluindo a realização de busca ativa nas escolas e campanhas de conscientização voltadas às famílias.

“Estamos intensificando as ações voltadas para os adolescentes ainda não vacinados, visto a importância da vacina na prevenção de cânceres e outras doenças associadas ao HPV. No início do ano fizemos busca ativa nas escolas e estamos reforçando o chamamento para que os pais e responsáveis observem se esta vacina consta no cartão de vacinação das crianças e adolescentes”, destacou.

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A vacina contra o HPV integra o Calendário Nacional de Vacinação e é ofertada na rotina para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, em dose única. Com a estratégia de resgate, adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos que perderam a oportunidade de se vacinar também podem procurar um dos pontos de vacinação da rede municipal até o fim de 2026. O chefe da Seção de Imunização destaca que essa representa a última oportunidade de imunização antes da vida adulta, período em que o risco de exposição ao vírus aumenta significativamente.

Outros grupos – Além desse público, a vacina também é disponibilizada para grupos prioritários específicos com idade entre 9 e 45 anos. Estão contempladas pessoas com papilomatose respiratória recorrente, usuários da profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), pessoas vivendo com HIV, transplantados, pacientes oncológicos, vítimas de violência sexual e pessoas imunossuprimidas.

Recentemente, o Ministério da Saúde também ampliou a indicação da vacina para mulheres diagnosticadas com lesões intraepiteliais cervicais de alto grau (NIC 2, NIC 3 e adenocarcinoma in situ – AIS) que tenham sido submetidas a procedimento excisional do colo do útero, como LEEP ou conização.

Para receber a vacina nos casos previstos para os grupos prioritários, é necessário apresentar documento de identificação (RG ou CPF), Cartão SUS, caderneta de vacinação, prescrição médica indicando a imunização e documento que comprove o diagnóstico, como laudo de biópsia ou relatório médico. A documentação permite que a equipe de saúde confirme o enquadramento nos critérios estabelecidos para a vacinação.

Fernando Virgolino reforça ainda que o HPV é um dos vírus mais comuns no mundo e está diretamente relacionado ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer. “Nos diversos serviços de saúde orientamos que a vacina é segura, eficaz e fundamental para reduzir a circulação do vírus e prevenir complicações mais graves no futuro”, ressaltou.

Confira o ponto de vacinação mais próximo e mantenha sua caderneta em dia:

Unidades de Saúde da Família (USFs)

Horário: das 7h às 11h e das 12h às 16h (De segunda a sexta-feira)

Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanhas:

Dengue: adolescentes de 10 a 14 anos;

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos.

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes.

Influenza: Para toda a população.

Policlínicas Municipais (Cristo, Mangabeira, Mandacaru, Jaguaribe e Praias)

Horário: das 8h às 16h (De segunda a sexta-feira)

Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:

Dengue: adolescentes de 10 a 14 anos;

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos;

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes. Influenza: Para toda a população.

Centro Municipal de Imunização – Torre

Horário: das 8h às 16h (De segunda a sexta-feira)

Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:

Dengue: adolescentes de 10 a 14 anos;

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos;

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes. Influenza: Para toda a população.

Home Center Ferreira Costa – BR 230 – Aeroclube

Horário: 12h às 20h (segunda a sexta) e das 8h às 16h (sábados)

Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanhas:

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos;

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes. Influenza: Para toda a população.

Shopping Sul – Bancários

Horário: 12h às 20h (segunda a sexta) e das 10h às 16h (sábados)

Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos.

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes.
Influenza: Para toda a população.

Shopping Tambiá – Tambiá

Horário: Exclusivamente aos sábados, das 9h às 16h

Todos os imunizantes do calendário de rotina e de campanha:

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos;

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusiva para gestantes. Influenza: Para toda a população.

Mix Mateus – Unidade Valentina Figueiredo

(R. Brasilino Alves da Nóbrega – Valentina de Figueiredo)

Horário: 12h às 21h (segunda a sexta) e das 8h às 16h (sábados)

Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos.

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes. Influenza: Para toda a população.

Quiosque na Orla – Avenida Cabo Branco – na frente do Xênius Hotel e próximo ao CAT Adaptado

Horário: Apenas de segunda a sexta-feira, das 17h às 21h.

Secom/JP

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Saúde

Anemia pode se desenvolver de forma silenciosa e exige atenção aos primeiros sinais

Hematologista alerta que cansaço extremo, palidez e falta de ar frequente não devem ser ignorados.

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Silenciosa em muitos casos, a anemia é uma condição que pode comprometer a qualidade de vida e, quando não diagnosticada e tratada adequadamente, provocar complicações importantes. Apesar de ser frequentemente associada à deficiência de ferro, a doença pode ter diferentes causas e atingir pessoas de qualquer idade.

Na Paraíba, o cenário reforça a necessidade de atenção. Dados da Pesquisa Estadual de Saúde e Nutrição da Paraíba, realizada pela Universidade Federal da Paraíba, apontaram que 36,5% das crianças entre seis e 59 meses apresentavam anemia, índice considerado elevado e que evidencia a importância do diagnóstico precoce e das ações de prevenção.

Segundo a hematologista Sandra Figueiredo, professora da Afya Paraíba e responsável técnica pelo Hemocentro da Paraíba, um dos principais desafios é que a doença nem sempre apresenta sintomas logo no início.

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“Os sintomas mais comuns são a palidez e a astenia. Muitas vezes, a anemia se instala lentamente e, por isso, as pessoas podem demorar a apresentar os sinais e sintomas. Já quando a anemia é aguda, ou seja, de instalação rápida, essas manifestações aparecem muito mais precocemente”, explica.

A especialista ressalta que o cansaço persistente (astenia) e a dispneia (sensação de falta de ar ou dificuldade para respirar) merecem atenção, mas não são sintomas exclusivos da anemia.

“A astenia é um sintoma associado a inúmeras condições, inclusive à anemia. O mesmo acontece com a dispneia. Por isso, é fundamental procurar uma avaliação médica, principalmente quando esses sintomas são frequentes ou incapacitantes”, orienta.

A médica alerta que qualquer pessoa pode desenvolver anemia ao longo da vida e destaca que o diagnóstico costuma ser simples. “Qualquer pessoa, em qualquer época da vida, poderá apresentar anemia. O hemograma é o exame que detecta a doença. É fácil de ser realizado, tem custo baixo e é um dos exames mais solicitados na prática médica”.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 30% da população mundial vive com algum tipo de anemia, tornando a condição um dos problemas nutricionais e hematológicos mais frequentes do planeta. Embora a deficiência de ferro seja a causa mais comum, a doença também pode estar relacionada à deficiência de vitaminas, doenças inflamatórias, alterações genéticas, problemas na medula óssea e outras enfermidades.

“Sempre falo: sentiu qualquer coisa diferente, procure um médico. Não se automedique. Não demore em fazer uma consulta. Quanto antes a causa da anemia for identificada, mais rapidamente será possível iniciar o tratamento adequado”, destaca Sandra.

Assessoria

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Saúde

SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio

Mudança vale a partir de agosto, por meio de vacina injetável.

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A partir de agosto, todas as crianças de 4 anos vão receber mais uma dose de reforço da vacina contra a poliomielite. Com isso, o Sistema Único de Saúde (SUS) volta a oferecer o esquema que era feito até 2024, mas agora exclusivamente com a vacina injetável. 

Até aquele ano, todas as crianças recebiam três doses da vacina injetável, feita com o vírus inativado. E, posteriormente, duas doses de reforço com a vacina oral, de vírus enfraquecido, a famosa gotinha. 

No entanto, como em situações muito raras, o vírus atenuado da vacina oral pode sofrer mutações e provocar a doença, o Ministério da Saúde decidiu utilizar exclusivamente a vacina injetável, suprimindo a segunda dose de reforço.

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Com a mudança mais recente, o esquema volta a ser: 

  • Três doses aos 2, 4 e 6 meses para conferir proteção básica;
  • Duas doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos de idade, para complementar a prevenção. 

Nas cinco ocasiões serão aplicadas a vacina inativada injetável. Todas as crianças menores de 5 anos que não tiverem recebido as cinco doses devem ser levadas ao posto de saúde para verificar a necessidade de atualização vacinal. 

A mudança no esquema de vacinação foi decidida após reunião da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e comunicada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) em uma nota técnica na semana passada. Ela passa a valer a partir do dia 3 de agosto. 

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBI), Isabela Ballalai, explica que o reforço é necessário porque a proteção conferida pela vacina cai com o passar do tempo. Logo, as doses adicionais garantem que ela permaneça alta. 

“A pólio está controlada entre nós. No entanto, a situação mundial vem apresentando surtos localizados que preocupam e aumentam o risco de chegar ao país. Então é melhor manter o esquema de dois reforços. Este é o padrão da Organização Mundial de Saúde”, complementa. 

Ainda de acordo com Isabela Ballalai, a vacina é recomendada aos menores de 5 anos porque essa é a faixa etária que têm maior risco de desenvolver quadros graves após a infecção pelo vírus. No entanto, em situações de surto, os adultos também podem ser vacinados. 

O Brasil não registra casos de poliomielite há 37 anos e em 1994 recebeu o certificado de área livre de circulação do vírus. No entanto, apesar de estar erradicado em grande parte do globo, o vírus da polio ainda circula em alguns países e a vacinação é a única forma de prevenir a doença e evitar que ela volte a causar surtos, como foi no passado.

Entre os anos de 1968 e 1989 o Brasil registrou mais de 26 mil infecções por pólio. Geralmente o vírus causa sintomas leves, mas ele pode atingir o sistema nervoso central e causar paralisia e morte. Por isso, a poliomielite também é chamada de “paralisia infantil”. 

Agência Brasil

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