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Mais de 120 mil civis saíram do Afeganistão

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Mais de 120 mil civis saíram do Afeganistão, pelo aeroporto de Cabul, antes do fim das operações estrangeiras no país.

Além disso, milhares tentam fazer o mesmo pelas fronteiras com os países vizinhos.

Assim mesmo, as pessoas que conseguiram deixar o país dizem que ainda estão longe de encontrar a paz.

TV Brasil

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Mundo

Cometa que se aproxima da Terra será visível a partir de fevereiro

O C/2022 E3 foi detectado pelo telescópio Samuel-Oschin.

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Pixabay/ilustração

Um visitante que a cada 50 mil anos frequenta o céu do planeta Terra teve, neste 12 de janeiro, seu ponto de maior proximidade com o Sol e, a partir do início de fevereiro, ficará visível no hemisfério sul. Trata-se do cometa C/2022 E3.

O cometa foi detectado pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF) em março de 2022, quando passava pela órbita de Júpiter. A observação foi feita por meio do telescópio Samuel-Oschin, no Observatório Palomar, na Califórnia (EUA).

Segundo o Observatório Nacional, o ponto de maior aproximação desse cometa “relativamente pequeno” – cerca de 1 km de diâmetro – com a Terra será em 1º de fevereiro.

Cometas são objetos feitos principalmente de gases congelados, rocha e poeira, e se tornam nais visíveis quando se aproximam do sol, e seu gelo passa a se transformar em gás, formando uma nuvem ao seu redor.

Da última vez que o C/2022 E3 ficou visível, a Terra ainda era habitada pelos neandertais, conforme disse o astrônomo Filipe Monteiro, tendo por base o período orbital desse corpo celeste que, acredita-se, tem como origem a Nuvem de Oort – uma das regiões mais distantes do nosso sistema solar.

“Algumas previsões sugerem que a órbita deste cometa é tão excêntrica que não está mais em órbita do Sol. Se for assim, então ele não retornará e simplesmente continuará indo embora”, informou, por meio de nota, o Observatório Nacional.

Como observar

A observação começará a ser facilitada nos primeiros dias de fevereiro, “com uma melhor altura de observação a partir do dia 4 de fevereiro na direção norte e abaixo da estrela Capela”, explica Monteiro.

Com o passar dos dias, o cometa será visto mais alto no céu e com mais tempo de visibilidade. Em sua aproximação máxima, o corpo celeste estará a cerca de 42 milhões de quilômetros da Terra.

O cometa poderá ser visto a olho nu apenas se as condições do céu forem bastante favoráveis, ou seja, com o céu escuro, sem Lua, e sem poluição luminosa. Esse poderá ser o primeiro cometa do ano visto a olho nu, e o primeiro após o cometa Neowise, que apareceu em 2020.

“Para observar o cometa, o mais sensato é usar binóculos, que facilitarão a observação desse visitante ilustre. Além disso, é importante destacar que não é uma tarefa tão fácil achar um cometa no céu. Por isso, além de instrumentos (binóculos, telescópios, câmeras fotográficas), é interessante que as pessoas procurem um lugar distante dos centros urbanos, fugindo assim da poluição luminosa. Para facilitar ainda mais a observação do cometa, o indicado é procurar pelo cometa quando a lua não estiver mais no céu”, explica Monteiro.

Para observadores iniciantes, ele sugere que como data ideal o dia 10 de fevereiro, entre 19h e 21h, quando o cometa irá se encontrar muito próximo do planeta Marte.

“Uma estratégia que pode ser usada também por iniciantes, bem como os fotógrafos casuais, é tentar fotografar o cometa apontando sua câmera para sua localização aproximada no céu e tirando fotos de longa exposição de 20 a 30 segundos”, disse

“Ao visualizar as imagens, possivelmente você notará um objeto difuso e com cauda. Usando essa técnica, muitos estão conseguindo fotografar o cometa mesmo que não o veja no céu”, disse.

Agência Brasil

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Mundo

Cápsula lançada pelo foguete Artemis I conclui com sucesso volta ao redor da Lua

Espaçonave tem capacidade para transportar tripulantes, mas a missão atual conta apenas com manequins usados para teste de vibração, de radiação e de resistência da estrutura a altíssimas temperaturas.

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Foto: Nasa

A missão Artemis I concluiu uma nova etapa crucial em sua programação, nesta segunda-feira (21), quando a cápsula enviada ao espaço pela Nasa, a agência espacial americana, conseguiu completar com sucesso uma volta ao redor da Lua.

O feito foi realizado pela cápsula Orion, que é uma espaçonave tripulável, mas que atualmente transporta apenas três manequins no voo teste.

Tecnicamente, a Nasa considera o sobrevoo – realizado a uma altura de 130 quilômetros da superfície – como seu primeiro retorno à órbita lunar desde o programa Apollo, há 50 anos.

“Esse é um dos dias sobre os quais estávamos pensando e falando durante muito, muito tempo”, disse o diretor de voo Zeb Scoville.

Ao concluir o primeiro sobrevoo, a espaçonave mostrou que foi capaz de passar por uma zona sem comunicação direta com os engenheiros da agência espacial e reestabelecer posteriormente o contato com rede de conexão na Terra, a Deep Space Network (DSN), depois de ter viajado pelo “lado oculto” da Lua.

Objetivos da missão Artemis I

A missão Artemis I é considerada essencial para entender o que os futuros astronautas experimentarão durante uma futura missão tripulada. Foram medidos fatores como a vibração dentro dessa cápsula, a aceleração e a radiação.

Em outra fase dos testes, um aspecto fundamental na missão será avaliar a resistência da cápsula a altíssimas temperaturas de reentrada na Terra.

Ao mergulhar na atmosfera terrestre, o calor experimentado será de 2.750°C, aproximadamente metade da temperatura da superfície do Sol, que é de 5.504°C.

Perda de contato prevista

O contato com a nave foi perdido enquanto ela transitava pelo chamado “lado oculto da Lua”, algo esperado, e que ocorreu por volta das 9h30 (de Brasília). Catorze minutos depois, às 9h44, o propulsor acelerou a espaçonave para que ela pudesse se conectar novamente ao sistema DSN.

Além de apoiar missões de espaçonaves interplanetárias, o DSN também fornece observações de radar e radioastronomia para melhorar a compreensão do sistema solar e do universo.

Essa foi a primeira de duas grandes manobras a serem realizadas pela Orion para entrar na Distante Órbita Retrógrada (DRO) ao redor da Lua.

A DRO se trata de uma órbita altamente estável, onde pouco combustível é necessário para uma longa viagem no espaço, possibilitando testar os sistemas da Orion em um local há muitos quilômetros da Terra.

Ela é chamada de retrógrada porque Orion vai viajar ao redor da Lua na direção oposta à que a Lua viaja ao redor de nosso planeta.

Na sexta-feira (25) está prevista a realização de outra manobra, na qual a Orion irá para uma órbita retrógrada distante, transitando no sentido horário, a uma altitude de cerca de 57.250 milhas. O plano é deixá-la na órbita por cerca de uma semana.

“Sem tripulação a bordo da primeira missão, o DRO permite que a Orion passe mais tempo no espaço profundo para uma missão rigorosa para garantir que os sistemas da espaçonave, como orientação, navegação, comunicação, energia, controle térmico e outros, estejam prontos para manter os astronautas seguros em futuras missões tripuladas”, explica Mike Sarafim, gerente da missão da Artemis.

De acordo com Nujoud Merancy, chefe do Escritório de Planejamento de Missões de Exploração, a Orion passará cerca de 6 a 19 dias em DRO para coletar dados e permitir que os controladores da missão avaliem o desempenho da espaçonave.

A missão deve se encerrar com uma amerissagem no Oceano Pacífico em dezembro.

Por G1

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Esporte

Jogador brasileiro que estava na Ucrânia desembarca no Galeão

Marlon Santos vai falar sobre últimos momentos que passou no país.

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O jogador de futebol brasileiro Marlon Santos da Silva Barbosa, mais conhecido como Marlon Santos, 26 anos, do time ucraniano Shakhtar Donetsk, desembarca amanhã (01), às 7h, no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, no Rio de Janeiro. Ele chega acompanhado pela mulher, Maria Paula Marinho, a sogra e três filhos pequenos. Marlon atua como zagueiro no Shakhtar Donetsk.

A assessoria do jogador informou que, “em respeito ao momento delicado do atleta e privilegiando o seu reencontro com a família, ele vai atender os jornalistas para fazer um pronunciamento sobre os momentos que passou na Ucrânia”. Não haverá abertura para perguntas.

Segundo a assessoria, depois que se restabelecer emocionalmente, ao longo dos próximos dias, Marlon ficará disponível para entrevistas. 

Agência Brasil

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