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Saúde

IPCA poderá entrar no cálculo de reajustes de planos de saúde

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Foto: Ilustração

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apreciou esta semana proposta de nova metodologia para o reajuste anual dos planos de saúde individuais e familiares. O cálculo teria como base a variação das despesas assistenciais (VDA) e a inflação oficial, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A decisão final será divulgada após audiência pública, marcada para novembro.

No novo modelo, o reajuste deixaria de se basear exclusivamente na VDA, mas continuaria sendo composto de uma fórmula única, que reúne as duas variações (VDA e IPCA), com peso de 80% para as despesas assistenciais e 20% para as não assistenciais. A VDA reflete diretamente os gastos com atendimento a beneficiários de planos de saúde, enquanto o IPCA incide nas despesas não assistenciais das operadoras – as administrativas, por exemplo.

“A intenção da agência é usar uma metodologia no reajuste que reflita mais diretamente a variação das despesas das operadoras nos planos individuais. Além disso, uma vez que os dados utilizados para o novo cálculo são públicos e auditados, o modelo se torna mais transparente e previsível para beneficiários e operadoras”, informou a ANS.

Há ainda, segundo a agência, outros benefícios, como a redução do tempo entre o período de cálculo e o período de aplicação do reajuste e a transferência de parte dos ganhos de eficiência das operadoras para os beneficiários por meio de reduções no índice.

A proposta será levada para discussão em audiência pública marcada para 13 de novembro. Entre os dias 8 a 18, será disponibilizado, no portal da ANS, um formulário para receber contribuições daqueles que não puderem comparecer à audiência.

Alterações na metodologia de reajuste foram tema de audiência pública na ANS em julho. Após dois dias de discussão, operadoras e agência reguladora não chegaram a um consenso.

Fonte: Agência Brasil

Saúde

Brasil tem 19,6 milhões de casos e 549,4 mil mortes de Covid-19

Segundo Ministério da Saúde, mais de 18 milhões de pessoas já se recuperaram

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O Brasil registrou em 24 horas 38.091 novos casos de covid-19. O acumulado de casos registrados no país desde o início da pandemia é de 19.670.534. Segundo balanço divulgado neste sábado (24) pelo Ministério da Saúde, com base em informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde e do Distrito Federal, no momento, há 780.326 casos em acompanhamento. Nessa situação, casos suspeitos, que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves, são observados por equipes de saúde.

Já o número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 549.448. Em 24 horas, foram registradas 1.108 mortes. Há ainda 3.428 óbitos em investigação no país. 

Há, ao todo, 780.326 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 18.340.760 pacientes já se recuperaram.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (137.211), seguido do Rio de Janeiro (58.361), Minas Gerais (49.675), Paraná (34.264) e Rio Grande do Sul (33.039). Entre os estados com menos registros de óbitos estão Acre (1.796), Roraima (1.828), Amapá (1.891), Tocantins (3.459) e Alagoas (5.724).

Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia de covid-19 n Brasil.

Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia de covid-19 n Brasil. – Ministério da Saúde

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas mais de 131 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, 94,6 milhões de pessoas receberam a 1ª dose e 37,1 milhões, a 2ª dose ou dose única.

Até o início da noite deste sábado, começaram a ser distribuídas 164,4 milhões de doses, tendo sido entregues 154,7 milhões de doses. Um total de 9,7 milhões de doses estão em processo de distribuição.

Agência Brasil

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Saúde

Hospital Geral de Mamanguape já realizou mais de mil partos em 2021

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Foto: Camila Pessoa

O Hospital Geral de Mamanguape (HGM) realizou 1.077 partos nos primeiros seis meses de 2021. O número é superior aos registrados no ano anterior, quando 865 partos foram realizados no mesmo período. A unidade preconiza o parto normal e 78% dos nascimentos de 2021 aconteceram de forma natural. O HGM foi credenciado como Hospital Amigo da Criança e da Mulher em 2019 e tem investido em estratégias para ampliar a humanização no parto e puerpério, incentivando o aleitamento materno, priorizando o parto normal e investindo em capacitações para garantir a melhoria dos serviços.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a porcentagem ideal de cesáreas deve ficar entre 10% e 15%, mas o Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em número de partos cirúrgicos, com uma taxa acima de 55% do total. A Paraíba prevê que 25% dos partos do estado sejam cesarianas e o Hospital Geral de Mamanguape tem se mantido estável nessa porcentagem através de estratégias que facilitam o parto normal e dão tranquilidade para as puérperas no momento do nascimento.

A maternidade conta com uma sala de parto com 10 leitos e presença de equipe preparada para humanizar o momento e proporcionar segurança; três salas de cirurgia e uma sala de assistência ao recém-nascido. O diretor da unidade, Daniel José Gonçalves, destaca algumas estratégias de humanização adotadas no HGM: “O acolhimento é o principal, pois se trata de um momento muito importante para as mães e toda a família; mas, além disso, temos musicoterapia em sala de parto; spa gestacional, que oferece alívio da dor de maneira não farmacológica; massagem; incentivo ao autocuidado e consultoria em amamentação de leito a leito”.

O HGM ainda garante ao recém-nascido a realização do teste do pezinho; a aplicação das vacinas obrigatórias após o nascimento; teste do coraçãozinho, da orelhinha e da linguinha. Alguns procedimentos necessitam de agendamento prévio que pode ser realizado durante o processo de alta hospitalar.

Secom-PB

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Saúde

Hospital de Clínicas está há três dias seguidos sem mortes por Covid-19

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Já são 72 horas sem registro de mortes por Covid-19 no Hospital de Clínicas, em Campina Grande. A última vez que a unidade ficou três dias consecutivos sem registrar vítimas da doença foi em 4, 5 e 6 de julho. Atualmente, o HC tem 49 pacientes internados, sendo 32 na UTI e 17 na enfermaria. 

Nesta quinta-feira (22), a unidade também contabilizou uma alta da Unidade de Terapia Intensiva e duas altas para casa.  “A redução no número de mortes e ocupação dos leitos do hospital é claramente uma consequência da ampliação da vacinação na Paraíba. Nossa meta é reduzir cada vez mais”, disse o médico Jhony Bezerra, diretor-geral do Hospital de Clínicas. 

Em Campina Grande mais de 186 mil pessoas já receberam a 1ª dose da vacina e mais 59 mil receberam a 2ª dose. O total de doses únicas já supera 6 mil.

“Passamos tempos difíceis, com ocupação máxima do hospital, e agora ver esses números regredir é uma alegria enorme. Mas vale lembrar que não podemos descuidar”, alertou o médico Thyago Morais, diretor técnico do HC.

Fonte:

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