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Saúde

Agosto é o mês de incentivo ao aleitamento materno

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Foto: Ilustração

Mais de 170 países celebram, de 1º a 7 de agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. No Brasil, o mês será de eventos para promover a amamentação natural e melhorar a saúde de bebês, dentro das ações do Agosto Dourado. A cor foi escolhida em referência ao “padrão ouro” de qualidade do leite materno.

slogan deste ano é Empoderar mães e pais, favorecer a Amamentação: hoje e para o futuro!, com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre a importância de todos contribuírem para garantir às mães a prática do aleitamento materno. A campanha é encampada no país pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade Brasileira de pediatria e organizada pelo Centro de Referência Nacional de Bancos de Leite Humano (BLH) e Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).

A gerente do BLH do IFF/Fiocruz, Danielle Aparecida da Silva, destaca a importância da rede de apoio para que a mãe possa amamentar de forma otimizada.

“Muitas vezes a gente pensa que amamentar é coisa da mulher, da mãe. E não é. Ela precisa ser apoiada para amamentar e não desanimar no processo, que não é tão fácil assim. Não é só fisiológico, tem outras questões. Ela precisa de apoio do marido, da mãe, da sogra, da sociedade como um todo”.

Segundo ela, a rede de apoio de familiares, amigos e colegas pode ajudar a reduzir fatores como o estresse e até mesmo a confiança da mãe, que influenciam os hormônios e a produção e descida do leite.

“Os homens se perguntam o que podem fazer. Se ele faz um carinho, faz um ambiente confortável, ajeita uma almofada nas costas, traz um copo de água. Ele participando desse momento, vai se sentir tão empoderado e vai ter esse momento de carinho com a família como um todo, criar esse vínculo ainda maior com o bebê. A avó pode oferecer uma alimentação mais saudável, colocar para arrotar, trocar a fralda. São essas pequenas coisas que dão tranquilidade para a mulher elevar a produção de leite”.

O instituto ressalta que o aleitamento materno fornece todos os nutrientes que a criança precisa para o desenvolvimento saudável. A gerente lembra que a amamentação traz vantagens emocionais, sociais, ambientais, econômicas e de saúde para toda a sociedade e precisa também do apoio das empresas para oferecer ambientes adequados para as mães que retornam da licença maternidade fazerem o armazenamento do leite.

“Assim como eu posso pegar uma maçã e comer na rua, a mãe está apenas alimentando seu filho. O que é muito melhor, porque ela não vai precisar de pote nenhum, não vai gerar lixo nem sujar as ruas da cidade. Se a gente pensa que uma criança amamentada estabelece um vínculo familiar maior, com aspectos psicológicos e emocionais, teremos uma sociedade melhor no futuro. E se amamentar protege a saúde na primeira infância e na vida adulta, o gasto na saúde pública vai ser menor, com adultos mais saudáveis”.

Atividades

Dentro das atividades programadas para o Agosto Dourado, na segunda-feira (5), o IFF, que fica na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro, recebe pela manhã a palestra Empoderar para favorecer a Amamentação e à tarde uma roda de conversa sobre o mesmo tema, com famílias da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal do IFF/Fiocruz.

A palestra e roda de conversa também ocorrerá na quarta-feira (7) na Secretaria de Estado de Saúde (SES), na quinta-feira (8) com funcionárias da Petrobras, no dia 19 com mães doadoras no IFF e no dia 31 na loja Abracadabra, no Shopping Rio Sul.

De 10h as 17h será montada uma sala de aleitamento materno no Shopping Via Parque, na Barra da Tijuca, na zona oeste. O local vai contar com várias atividades da Semana Mundial do Aleitamento Materno e vai funcionar de segunda-feira (5) até sexta-feira (9).

Assista na TV Brasil: Ministério da Saúde lança campanha de incentivo à amamentação

Da Agência Brasil

Saúde

Covid-19: 107 municípios paraibanos não registraram óbitos durante o mês de julho

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Nenhum óbito por Covid-19 foi registrado no mês de julho em 107 municípios paraibanos. Os dados são da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde (GEVS) e apontam que a diminuição no número de óbitos vem ocorrendo desde maio. Este é um dos indícios do sucesso da vacinação na Paraíba, que já contemplou mais de 46% da população com pelo menos uma dose. O relatório aponta ainda que, de junho para julho, o número de mortes em decorrência da pandemia no estado caiu de 796 para 386, uma redução de 51,5%.

Algumas cidades tiveram grande contribuição nesta mudança de cenário entre os meses de junho e julho. Monteiro, no cariri paraibano, registrou uma queda de 82,35% dos óbitos entre os últimos dois meses, saindo de 17 para 03; Sousa e Guarabira caíram 81,82% cada uma, de 22 para 04; e Patos reduziu 72,09%, de 43 para 12 óbitos. João Pessoa também teve forte participação nesse quadro: a capital paraibana, que havia registrado 188 vidas perdidas por covid-19 em junho, contabilizou 63 em julho (-66,4%). Campina Grande saiu de 123 para 42 óbitos no mesmo período (-65,8%).

Fazendo um recorte dos três meses que antecederam julho, também observa-se um cenário bastante favorável no que concerne à redução dos óbitos por covid-19 no estado. O município de Esperança, que contabilizava uma média mensal de 15 mortes entre abril e junho, registrou um único óbito no último mês (diminuição de 93,33%). A mesma perspectiva é observada em João Pessoa, que partiu de uma média de 259 óbitos nos três meses anteriores para 42 em julho (diminuição de 83,78%). Santa Rita saiu da média de 26 óbitos para 10 (diminuição de 61,54%).

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, reforça que, apesar dos números favoráveis e das inequívocas provas da eficiência da vacinação, ainda não há motivo para relaxar nas medidas preventivas “A vacinação só passa a ser efetiva quando a maioria da população já está devidamente protegida com o agente imunizante, algo que gira em torno de 70% dos indivíduos. Por enquanto, devemos manter o uso de máscara, precauções de higiene pessoal e distanciamento seguro”, destacou. 

Até esta terça-feira (3) a Paraíba já aplicou 2.590.790 doses de imunizantes contra covid-19, contemplando mais de 1.923.261 pessoas.

Secom-PB

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Saúde

Guarabira inicia vacinação contra COVID para público de 28 anos ou mais

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A Secretaria Municipal de Saúde de Guarabira segue a campanha de vacinação contra a COVID-19 e, a partir desta segunda-feira, 2/8, a vacina avança com agendamento da primeira dose, para a população de 28 anos de idade e mais, sem comorbidades.

Quem se incluir nessa faixa etária, munido de RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência – pode se dirigir até a Unidade Básica de Saúde da sua localidade ou procurar o agente de saúde da sua área – e agendar a sua devida vacina.

Vacinômetro – De acordo com dados atualizados pela equipe da Coordenação de Monitoramento e Tecnologia da Informação da SMS, no site da Prefeitura, o município de Guarabira já aplicou 36.118 doses de imunizantes contra o novo coronavírus; sendo 26.698 como D1 e 9.420 concluíram a sua imunização.

Codecom-PMG

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Saúde

Hospital de Clínicas encerra julho com a menor taxa de ocupação dos últimos nove meses

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Foto: ilustração/Reprodução

O Hospital de Clínicas, em Campina Grande, chega ao fim do mês de julho com 36 pacientes internados, sendo 20 nas Unidades de Terapia Intensiva e 16 na enfermarias. Essa é a menor taxa de ocupação, desde o mês de outubro de 2020.

O mês de julho também contabiliza um saldo positivo no quesito altas hospitalares, com 153 no total. Dessas, 50 foram registradas só nesta última semana.

“Só na sexta-feira [30] 12 pacientes deixaram o hospital recuperados da Covid-19 e neste sábado mais oito pessoas puderam voltar para suas casas. É muito bom ver esse hospital esvaziando, porque sabemos que estamos vencendo o coronavírus”, comemorou o diretor técnico, Thyago Morais.

Com as últimas altas, o Hospital de Clínicas alcançou outro dado a ser comemorado, já são mais de 1.500 casos de pessoas que estiveram internadas na unidade e saíram recuperadas da doença. Em julho, o HC ainda teve uma taxa de recuperação bastante positiva, em torno de 85%.

“Olhar esses resultados nos faz aumentar a esperança de dias melhores para todos nós. É o efeito da vacinação, mas é importante continuar com os cuidados e tomar a segunda dose, para quem ainda não tomou”, comentou o diretor-geral do hospital, Jhony Bezerra.

Perfil dos pacientes – Dos pacientes internados no Hospital de Clínicas no mês de julho, 55% eram homens, 39,1% moradores de Campina Grande, e apenas 32,4% de idosos. A faixa etária que mais registrou pessoas internadas foi a dos pacientes com idade entre 40 e 59 anos.

O Hospital de Clínicas possui 113 leitos, sendo 60 destinados a UTI, 50 de enfermaria e três de Unidade de Decisão Clínica.

Secom-PB

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