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Manchete

Operação Sossego: PM apreende aparelhos de som e aplica multa de R$ 7 mil por crime de poluição sonora

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A Polícia Militar apreendeu cinco equipamentos de som que estavam perturbando o sossego dos moradores nos bairros de Bancários, Bairro dos Estados, Bairro São José, Mandacaru, Mangabeira e Varadouro, na noite dessa última sexta-feira (30), em João Pessoa.

Seis pessoas foram conduzidas a delegacia e dois proprietários foram autuados e multados no valor total de R$ 7 mil pelo crime de poluição sonora. Os aparelhos foram recolhidos à Central de Polícia.

As ações fazem parte da Operação Sossego, que tem por objetivo levar tranquilidade às pessoas, fortalecendo as fiscalizações de ocorrências com som alto. Este tipo de ocorrência pode levar a outros delitos como porte de drogas e arma de fogo, vias de fato, embriaguez no volante, além de propiciar aglomerações neste período de pandemia.

O foco neste final de semana é nas zonas norte e sul de João Pessoa, e atuação conjunta das unidades de área como as especializadas do BPAmb, BPTran, Força Tática, sob a coordenação do Comando Regional Metropolitano.

Ascom

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Covid-19: casos sobem para 20,91 milhões e mortes, para 584,1 mil

Em 24 horas foram registrados 13,6 mil novos casos e 361 mortes

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Pixabay

O total de brasileiros acometidos pela covid-19 desde início da pandemia subiu para 20.913.578. Em 24 horas, foram registrados 13.645 novos diagnósticos positivos no sistema de informações do Ministério da Saúde.

Ainda há 396.761 casos em acompanhamento. O nome ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

A quantidade de brasileiros mortos em função da pandemia foi para 584.171. Entre ontem (6) e hoje (7), autoridades de saúde registraram 361 novos óbitos associados à doença. 

Ainda há 3.511 falecimentos em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

A atualização foi divulgada pelo Ministério da Saúde na noite desta terça-feira. O balanço da pandemia consolida dados sobre casos e mortes enviados por secretarias estaduais de Saúde. 

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 subiu para 19.932.646. Isso corresponde a 95,3% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Essa dificuldade também ocorre aos feriados, como hoje. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim-de-semana.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (146.595), Rio de Janeiro (63.312), Minas Gerais (53.386), Paraná (37.830) e Rio Grande do Sul (34.350). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.815), Roraima (1.957), Amapá (1.959), Tocantins (3.704) e Sergipe (6.001).

São Paulo também lidera no número de casos, com 4,29 milhões de diagnósticos positivos, seguido por Minas Gerais (2,08 milhões) e Paraná (1,47 milhão). Os que apresentam menos casos são Acre (89.899), Amapá (122.547) e Roraima (124.441). 

Boletim epidemiológico 07.09.2021
Boletim epidemiológico 07.09.2021 – Ministério da Saúde

Vacinação

Segundo o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, foram aplicados no Brasil 202,27 milhões de doses de vacina. Deste total, 134,88 milhões são de primeiras doses e 67,38 milhões são de segundas doses ou doses únicas.

O ministério distribuiu para as unidades da Federação 253,78 milhões de doses, sendo que 233,25 milhões foram entregues e 20,52 milhões foram enviadas e estão em processo de distribuição.

Agência Brasil

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Brejo/Agreste

Guarabira poderá ganhar empresa que oferecerá 350 vagas de empregos

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O secretário Chefe do Governo do Estado da Paraíba, Roberto Paulino recebeu, em audiência no Palácio da Redenção na quinta-feira (2), o diretor da Empresa Atacadão Almirante, Edeilson Silva. O empresário, segundo Paulino, pretende instalar um centro de distribuição na cidade de Guarabira e oferecer 350 empregos diretos.

O diretor da empresa, segundo o secretário, solicitou ocupar o prédio onde estava instalada a Fábrica da Alpargatas, próximo ao Parque do Poeta, na saída de Guarabira para Pirpirituba. O empresário procurou Roberto Paulino para ele fizesse a intermediação da pauta com o governador João Azevêdo.

Depois do encontro, Paulino disse que vai levar o assunto ao governador, discutir a questão com os diretores da Cinep (Companhia de Desenvolvimento da Paraíba) e tentar viabilizar a concessão do prédio onde funcionava a Alpargatas em Guarabira.

O secretário Chefe do Governo revelou ainda já ter discutido o assunto com o deputado estadual Raniery Paulino, que se mostrou muito interessado em levar a pauta ao governador João Azevêdo, sobretudo por se tratar de empreendimento gerador de empregos para a Rainha do Brejo paraibano.

Nas décadas de 80/90, Roberto Paulino, através do governador José Maranhão, foi quem viabilizou a instalação da Alpargatas em Guarabira. Como a fábrica deixou de funcionar na cidade, houve um grande prejuízo em termos de emprego e renda.

Em resposta ao contato feito pela editoria de Fato a Fato, o secretário Chefe do Governo do Estado da Paraíba afirmou que “o momento é de dá as mãos, somar esforços e lutar pela vinda dessa empresa (Atacadão Almirante) para Guarabira. Roberto Paulino disse acreditar na sensibilidade do governador a respeito do assunto.

Do FatoaFato

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Brasil

Após alta nos crimes, BC limita transferências de Pix; entenda

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O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira (27/8) uma série de mudanças para aumentar a segurança de transações via Pix e também de outros tipos, como transferências interbancárias.

O BC não definiu quando as medidas serão implementadas, mas afirmou que está trabalhando para que isto ocorra “o mais rápido possível”.

Conforme mostrou a BBC News Brasil no último dia 20, cidades como São Paulo estão vendo quadrilhas se especializarem em sequestros-relâmpago e roubos envolvendo o Pix — que permite transferir uma grande quantidade de dinheiro num curto período.

Ainda não há dados sobre isso mas, segundo o delegado titular da 3ª Delegacia Antissequestro, da Polícia Civil de São Paulo, Tarcio Severo, os sequestros-relâmpago dispararam desde o início do uso da ferramenta no Brasil, em novembro de 2020.

Entre as principais medidas anunciadas pelo BC está o estabelecimento de um limite de R$ 1.000 em transações com Pix entre pessoas físicas, além de MEIs, no período de 20h da noite às 6h da manhã. O limite vale também para transferências intrabancárias, liquidação de TEDs, e transferências e TEDs através de cartões de pagamento pré-pago e de débito.

Os usuários de Pix já podiam reduzir ou aumentar seus limites através dos aplicativos de bancos com efeitos imediatos, mas agora, esta alteração será efetivada de 24h a 48h desde o pedido — “impedindo o aumento imediato em situação de risco” para um vítima, segundo o banco.

O BC também planeja tornar obrigatório que contas com indícios de uso em fraudes envolvendo o Pix e outras transações sejam registradas por instituições financeiras no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT).

Em teoria, as transações com Pix sempre foram rastreáveis — com os bancos tendo mais controle de quem recebe o dinheiro, diferente de saques em caixa eletrônicos, por exemplo. Mas a BBC News Brasil mostrou que as quadrilhas estão usando contas principalmente de bancos digitais e muitas vezes temporárias apenas para receber as transferências dos assaltos e sacar o dinheiro rapidamente. Esta velocidade dificulta a identificação dos criminosos.

“A gente consegue rastrear onde o saque foi feito, mas muitas vezes não conseguimos chegar a tempo de prender as pessoas. Nos dizem: ‘Acabaram de fazer saques em São Mateus (extremo leste da capital paulista)’, mas nosso deslocamento é enorme até lá”, contou o delegado Tarcio Severo.

Os bancos digitais são usados porque não exigem o comparecimento a uma agência. Isso facilita que criminosos mandem uma foto de documento falso para abrir uma conta — em alguns casos, usam documentos verdadeiros, roubados de vítimas de crimes anteriores. Além disso, os bancos digitais têm a vantagem de fazer transações em valores mais altos.

Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) orientou que vítimas de assalto ou sequestro-relâmpago obrigadas a fazer um Pix devem “registrar um boletim de ocorrência e procurar imediatamente seu banco através de um de seus canais de atendimento disponíveis para receber as orientações de como deverá proceder”.

O ideal é que vítimas também façam um protocolo de reclamação no site do Banco Central.

BBC News


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