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Polícia Civil apreende quase meia tonelada de queijo muçarela em Campina e prende fornecedor em flagrante

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Defraudações de Campina Grande e com o apoio da Gevisa, apreendeu nessa terça-feira, 05 de abril, mais de 480 quilos de queijo muçarela que estavam sendo comercializados de forma clandestina. A apreensão aconteceu no bairro das Malvinas, em Campina Grande. 

O produto estava acondicionado em 120 peças. De acordo com o delegado Gilson Teles, a mercadoria veio do estado de Sergipe e estava sendo vendido na região de Campina. 

“Realizamos essa investigação com a Agevisa e constatamos essa irregularidade, o que resultou nessa apreensão e na prisão em flagrante do fornecedor. Trata-se de um crime que considero grave, pois pode afetar a saúde das pessoas”, disse o delegado.

O homem preso está recolhido na Central de Polícia Civil. Ele foi autuado por falsificação/adulteração de produto alimentício e, se for condenado, por pegar de quatro a oito anos de prisão.

Assessoria

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Guarabira: Ladrões roubam corrimões, refletores e câmera de segurança da Câmara de Vereadores

Os furtos aconteceram na parte de trás do prédio do legislativo.

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Foto: Folha do Brejo

Ladrões roubaram os refletores que iluminavam o jardim, uma câmera de vigilância e quase todos os corrimãos que havia na entrada dos fundos do prédio da Câmara Municipal de Guarabira, que dá acesso à Rua Prefeito Manoel Simões. Os furtos foram constatados nesta terça-feira (04), por servidores daquela casa legislativa, quando chegavam para trabalhar.

Mesmo com a rua sendo muito bem iluminada e com a presença de câmeras de vigilância espalhadas nas proximidades, o ou os ladrões não se intimidaram e agiram na calada da noite.

O presidente da casa, vereador Wilsinho, foi informado e já está tomando as providências junto à polícia para tentar identificar e prender os responsáveis.

Folha do Brejo

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Pedreiro é assassinado a tiros na manhã desta terça-feira em Guarabira

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Pixabay/ilustração

Um homicídio foi registrado na manhã desta terça-feira (04), em uma residência em construção localizada no Bairro do Juá, no município de Guarabira, no Agreste da Paraíba. O crime aconteceu por volta das 11h.

A vítima foi o pedreiro Severino Mendes de Oliveira, conhecido como “Biu”, de 55 anos, que residia no Distrito do Escrivão, e estava trabalhando no momento em que foi assassinado.

De acordo com o delegado Wagner Dorta da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil de Guarabira, o ajudante do pedreiro relatou que ouviu os tiros e saiu correndo porém, não visualizou os autores dos disparos, que segundo testemunhas foram dois homens em uma motocicleta.

Severino Mendes foi atingido por cerca de três disparos de arma de fogo, não resistiu e morreu na porta da construção. Ao lado do corpo, a polícia encontrou uma faca ensanguentada que será periciada.

Severino estava há um ano no regime semi-aberto e utilizava uma tornozeleira eletrônica, em virtude da condenação de 16 anos de prisão pela prática do crime de estupro de vulnerável cometido em 2015. O homicídio pode ter ligação com o caso antigo mas, o delegado informou que está investigando esse suposto acerto de contas.

“Muito provavelmente esse crime está relacionado a alguma atividade criminosa anterior. Neste momento a gente não pode dizer se relacionada ao crime de estupro que ele praticara mas, pode ter relação com outro crime, até porque ele passou muito tempo no sistema prisional e é algo que dá a entender que foi um crime de vingança, digamos assim”, explicou o delgado em entrevista ao repórter Zé Roberto da Constelação FM.

O corpo foi encaminhado ao Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Guarabira para os exames cadavéricos.

Do FontePB

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Boca de urna e compra de votos motivaram prisões durante votação

Foram registrados 1.378 crimes eleitorais com prisão de 352 pessoas.

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© Antonio Cruz/Agência Brasil

Os crimes de boca de urna, compra de votos e de violação do sigilo do voto motivaram as prisões em flagrante realizadas ontem (2) durante o primeiro turno das eleições.

De acordo com balanço divulgado hoje (3) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), 1.378 crimes eleitorais foram registrados durante a votação e 352 pessoas foram presas.

De acordo com a legislação eleitoral, quem foi preso em flagrante por boca de urna responderá a processo, que pode terminar com condenação a pena de seis meses a um ano de prisão. A condenação pode ser convertida em prestação de serviços à comunidade e o pagamento de multa de até R$ 15,9 mil.

A tentativa de violação do sigilo do voto pode levar à condenação de até dois anos de prisão. A compra de votos é punida com pena de prisão de até quatro anos e pagamento de multa.

Propaganda no dia da eleição

A Justiça Eleitoral registrou 4.872 denúncias de propaganda eleitoral no dia da eleição, que é proibida. Desde o início da campanha eleitoral, em 16 de agosto, foram recebidas 37.026 denúncias.

As denúncias foram enviadas pelo aplicativo Pardal, ferramenta digital criada em 2014 e que permite ao cidadão denunciar reclamações contras as campanhas. Após o recebimento, as queixas são enviadas ao Ministério Público Eleitoral (MPE). O processo poderá acabar na condenação ao pagamento de multa pelo candidato, coligação ou partido.

Agência Brasil

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