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Saúde

Varíola dos macacos: com 813 casos, Brasil tem situação “preocupante”

É o que diz a OMS. Ministério da Saúde diz que já tomou todas as medidas necessárias.

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Pixabay/ ilustração

O Brasil tem 813 casos confirmados da varíola dos macacos (monkeypox), segundo dados do Ministério da Saúde. Nesta terça-feira (26), a líder técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a doença, Rosamund Lewis, disse que a situação no país “é muito preocupante” e que os casos podem estar subnotificados por não haver testes suficientes à disposição. 

“É importante que as autoridades também tomem conhecimento da emergência de saúde pública e de interesse internacional, das recomendações e tomem as medidas adequadas”, declarou. Ela também disse que o surto pode ser interrompido com “estratégias certas nos grupos certos”. “Mas o tempo está passando e todos precisamos nos unir para que isso aconteça”, acrescentou.

No sábado (23), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou que a varíola dos macacos configura emergência de saúde pública de interesse internacional. “Temos um surto que se espalhou rapidamente pelo mundo, através de novas formas de transmissão, sobre as quais entendemos muito pouco, e que se encaixa nos critérios do Regulamento Sanitário Internacional”, declarou. 

O Ministério da Saúde destacou, por meio de nota, que a doença é prioridade para a pasta, que faz constante monitoramento e analisa a todo momento a situação epidemiológica para definir orientações e ações de vigilância e resposta à doença no país. “Todas as medidas hoje anunciadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) já são realizadas pelo Brasil desde o início de julho de forma a realizar uma vigilância oportuna da doença”, diz o texto.

O órgão ressaltou também que, antes mesmo da confirmação de casos no Brasil, foi instalada “uma sala de situação para elaborar um plano de ação com o objetivo de estabelecer estados e municípios sobre a melhor forma de atender a população”. Ainda segundo o ministério, “testes para diagnóstico estão disponíveis para toda a população que se enquadre na definição de casos suspeitos para varíola dos macacos”.

No sábado (23), a pasta informou que articula com a OMS a aquisição da vacina contra a doença. Em nota, o Ministério da Saúde disse que as negociações estão sendo feitas de forma global com o fabricante para ampliar o acesso ao imunizante para os países com casos confirmados.

Números

No Brasil, o maior número de casos está em São Paulo, com 595 infecções confirmadas. No Rio de Janeiro, são 109 pessoas com a doença, em seguida estão: Minas Gerais (42), Distrito Federal (13), Paraná (19), Goiás (16), Bahia (3), Ceará (2), Rio Grande do Sul (3), Rio Grande do Norte (2), Espírito Santo (2), Pernambuco (3), Mato Grosso do Sul (1) e Santa Catarina (3).

O vírus

A varíola causada pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês) provoca uma doença mais branda do que a varíola smallpox, que foi erradicada na década de 1980. 

Trata-se de uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias e pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente.

Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.

Sintomas

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.

Agência Brasil

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Saúde

Paraíba registra 1.902 casos e cinco mortes por Covid-19 neste domingo

Paraíba totaliza 669.717 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios.

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste domingo (27), 1.902 casos de covid-19. Entre os casos confirmados, 19 (0,10%) são moderados ou graves e 1.883 (99%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 669.717 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios.

* O sistema e-SUS Notifica passou por instabilidade nos últimos dias e o número de casos deste boletim é resultado do acúmulo de casos que não foram divulgados nos relatórios anteriores.

Óbitos

Foram confirmados 5 óbitos na última atualização. As vítimas são 3 mulheres e 2 homens com idades entre 56 e 89 anos, residentes dos municípios de João Pessoa (2), Campina Grande (1), Santa Rita (2). Hipertensão e diabetes foram as comorbidades mais frequentes. Com isso, o estado totaliza com 10.439 mortes.

* Dados oficiais preliminares (fonte: SI-PNI, e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h, do dia 27/11/2022, sujeitos à alteração por parte dos municípios.

Cobertura Vacinal

Fazendo um recorte para a primeira dose de reforço na população com 12 anos ou mais, o estado contabiliza 62,79% do público vacinado.

Em relação ao segundo reforço nos indivíduos com idade a partir de 30 anos, a Paraíba tem 21,46% de cobertura na população contemplada.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 36%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 52%. Em Campina Grande, estão ocupados 20% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 0% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 10 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo 126 pacientes estão internos nas unidades de referência pra Covid-19.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios estão disponíveis no site da Secretaria de Saúde da Paraíba.

ClickPB

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Saúde

COVID-19: Guarabira segue testando para síndromes gripais nas UBS; veja cronograma

Objetivo é identificar pacientes diagnosticados com Covid-19.

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Por meio da Secretaria de Saúde, a Prefeitura de Guarabira, segue com os intensos serviços de testagem rápida para pessoas com síndromes gripais nas Unidades Básicas de Saúde. Tendo como objetivo identificar pacientes diagnosticados com Covid-19 e recomendar isolamento periódico destes, do restante das pessoas, para evitar a proliferação do vírus e suas novas variantes.

Em razão disto a SMS através da Coordenação de Atenção Básica elaborou um cronograma de testagem por UBS, para melhor atender a população.

Confira o cronograma na íntegra:

Vale destacar que, o teste deve ser feito a partir do terceiro até o sétimo dia de sintomas, para que se tenha um resultado adequado.

Uso de máscaras e higienização das mãos – Em virtude da volta do aumento de casos de covid, a Secretaria Municipal de Saúde de Guarabira recomenda que as pessoas voltem a utilizar máscaras, inclusive em ambientes fechados, e façam a higienização das mãos com álcool em gel, álcool 70º ou com água e sabão.

Codecom

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Saúde

Anvisa autoriza Remdesivir para uso pediátrico contra a covid-19

Medicamento é um antiviral injetável de uso hospitalar.

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Foto: Divulgação/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (21) a ampliação do uso do medicamento remdesivir, vendido no Brasil pelo nome comercial Veklury, para tratamento pediátrico contra a covid-19.

Agora, o medicamento poderá ser usado por bebês e crianças a partir de 28 dias e peso igual ou superior a 3 kg, que tenham pneumonia e requerem administração suplementar de oxigênio (oxigênio de baixo ou alto fluxo ou outra ventilação não invasiva no início do tratamento). Crianças pesando 40 kg ou menos, sem necessidade de administração suplementar de oxigênio, mas que apresentam risco aumentado de progredir para covid-19 grave, também poderão fazer o tratamento com o remdesivir.

O produto é um antiviral injetável, de uso hospitalar, produzido no formato de pó para diluição, em frascos de 100 mg, segundo a Anvisa. O antiviral recebeu registro da Anvisa em março de 2021 e, desde então, vem tendo seu uso expandido entre pacientes adultos e adolescentes em casos de covid-19. A substância age impedindo a replicação do coronavírus no organismo, diminuindo o processo de infecção. Cerca de 50 países já autorizam o uso do medicamento.  

Agência Brasil

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