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Saúde

São Paulo registra 4º caso de morcego com vírus da raiva

Animal foi encontrado na zona oeste da capital paulista.

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Foto: Pixabay

Mais um morcego com vírus da raiva foi encontrado na capital paulista. Desta vez, foi no bairro da Lapa, na zona oeste de São Paulo. Esse é o quarto caso registrado neste ano na cidade. No ano passado, foram três casos.

A Secretaria Municipal da Saúde informa que, até o momento, não foram identificados casos secundários relativos a esse morcego em outros animais.

A raiva é um vírus mortal que pode ser transmitido para humanos por meio de mordidas ou arranhões de animais contaminados, sejam eles, animais domésticos ou pelo próprio morcego.

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Caso uma pessoa seja atacada por um animal com suspeita de raiva, a orientação é procurar uma unidade de saúde, o mais rápido possível, para tomar a vacina ou o soro antirrábico. 

Os sintomas da raiva nos animais são: salivação excessiva, mudança repentina de comportamento, mudança de hábitos alimentares, paralisia nas patas traseiras, entre outros. Os cães passam a ter um uivo rouco; já os morcegos costumam mudar de hábito e passam a ser encontrados durante o dia em horários e locais não habituais.

Portanto, caso a pessoa veja um morcego voando em horários e locais não habituais, ligue para o 156, no serviço da prefeitura para que a equipe da Vigilância de Zoonoses seja acionada.

Agência Brasil

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Saúde

Vereadora solicita sessão especial para tratar sobre o Dia Mundial da Fibromialgia

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A Câmara Municipal de Guarabira aprovou, nesta quinta-feira (16), requerimento de autoria da vereadora Isaura Barbosa, solicitando a realização de sessão especial para discutir sobre o Dia Mundial da Fibromialgia.

– Requeiro, nos termos regimentais, que esta Casa Legislativa realize uma sessão especial em alusão ao Dia Mundial da Fibromialgia, celebrado em 12 de maio, com o objetivo de promover a conscientização da população sobre a doença, suas características, formas de diagnóstico e tratamento, bem como dar visibilidade às pessoas que convivem com essa condição.

Isaura agradeceu a aprovação do seu requerimento, disse que aguarda agendamento da Sessão Especial e ressaltou a importância de disse minar informações sobre o tema que afeta tantas pessoas em todo planeta.

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A data visa dar visibilidade à síndrome crônica que causa dores generalizadas e fadiga, afetando principalmente mulheres entre 30 e 50 anos, combatendo o preconceito e a falta de informação sobre a condição “invisível”.

Secom/CMG

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Saúde

Campanha vai aplicar 89 mil doses de vacinas em territórios indígenas

Objetivo é ampliar acesso à imunização em áreas de difícil acesso.

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© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Ministério da Saúde espera aplicar mais de 89 mil doses de vacinas em 650 aldeias indígenas entre 25 de abril e 25 de maio de 2026. Neste período, será realizado o Mês de Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI), com o objetivo de ampliar o acesso à imunização em territórios indígenas, especialmente em áreas de difícil acesso. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pela pasta. 

No ano passado, foram aplicadas mais de 70 mil doses, alcançando 57 mil indígenas. A campanha de 2026 foi anunciada pela secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé, na aldeia Barão do Rio Branco, localizada em Mâncio Lima (AC). O município conta com três etnias (Puyanawa, Nukini e Nawa), somando cerca de 2 mil indígenas.

De acordo com a secretária, iniciar a mobilização em um território com desafios históricos de acesso é uma decisão estratégica e necessária.

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“Nosso objetivo é ampliar a cobertura vacinal justamente em locais de baixa cobertura, garantindo que a informação chegue de forma clara e respeitosa, e que a população compreenda a importância da imunização para a proteção individual e coletiva”, disse.

Mâncio Lima (AC), 13/04/2026 - O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), anunciou o Mês de Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI) para 2026. A iniciativa foi anunciada pela secretária Lucinha Tremembé nesta manhã, na aldeia Barão do Rio Branco. A campanha busca ampliar o acesso à imunização em territórios indígenas, especialmente em áreas de difícil acesso. O MVPI contará com mais de 2,5 mil trabalhadores mobilizados para ampliar a imunização nos 34 DSEI do país. Foto: Fábio Maciel/MS
O Ministério da Saúde anunciou o Mês de Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI) para 2026.  Foto: Fábio Maciel/MS

Durante o MVPI, serão ofertados todos os imunobiológicos previstos no Calendário Nacional de Vacinação: Hepatite A; Hepatite B; BCG; Penta (DTP/Hib/Hep B); Pneumocócica 10-valente; Pneumocócica 23-valente (Pneumo 23); VIP (Vacina Inativada Poliomielite); VRH (Vacina Rotavírus Humano); Meningocócica C (conjugada); Meningocócica ACWY (conjugada); Febre amarela; Tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba); Tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela); Varicela (monovalente); DTP (tríplice bacteriana); dTpa; HPV quadrivalente (papilomavírus humano); Influenza; e Covid-19.

A iniciativa é realizada desde 2010 e está integrada à 24ª Semana de Vacinação nas Américas e à 15ª Semana Mundial de Imunização, que iniciam no dia 25 e seguem até 2 de maio. Coordenada pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), a campanha reforça a proteção contra doenças imunopreveníveis e contribui para o fortalecimento da atenção primária, por meio da busca ativa de indígenas ainda não imunizados.

Agência Brasil

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Saúde

Violência sexual aumenta riscos cardiovasculares em mulheres

Estudo aponta que vítimas têm 74% mais chance de doenças cardíacas.

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Foto: Reprodução

As meninas e mulheres vítimas de violência sexual não sofrem apenas os danos físicos e psicológicos imediatos. Esses eventos podem aumentar em 74% a chance de que elas desenvolvam problemas cardíacos, de acordo com um estudo baseado em dados oficiais brasileiros. 

A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e traz também uma análise por doenças de forma individualizada. Mulheres que sofreram violência sexual apresentaram maiores níveis de infarto do miocárdio e arritmias, em comparação com mulheres que não sofreram. Já nos casos de angina e insuficiência cardíaca não houve discrepâncias significativas. 

O pesquisador do programa de pós-graduação em Saúde Pública da Universidade Federal do Ceará, Eduardo Paixão, explica que as conclusões foram obtidas aplicando ferramentas estatísticas aos dados da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019. 

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A Pesquisa Nacional de Saúde é o principal levantamento oficial sobre a saúde da população brasileira, feito a partir de mais de 70 mil entrevistas que são representativas da população brasileira. Entre os diversos assuntos, investigou tanto a ocorrência de violência sexual, quanto de doenças cardíacas, o que possibilitou o cruzamento dessas duas variáveis. 

Como diversas questões podem influenciar a ocorrência de doenças cardiovasculares, a equipe de pesquisa também usou ferramentas estatísticas para bloquear a interferência da idade, cor da pele, orientação sexual, escolaridade e região de habitação. Assim, foi possível ter certeza de que o aumento observado foi provocado pela violência sofrida. 

Impactos

Eduardo Paixão diz que, na maioria das vezes, as pessoas pensam apenas na saúde mental, quando querem investigar os efeitos da violência sexual, mas o trauma pode repercutir em outras áreas.

“A gente sempre pensa em explicações biológicas para as doenças, mas a saúde humana perpassa por muitas interações sociais que impactam o nosso bem-estar. Estudo em outros países já vinham mostrando uma associação muito forte,  especialmente quando essa violência ocorre na infância e adolescência, às vezes com repercussões ao longo da vida”, explica Paixão. 

A hipótese do grupo de pesquisa é que a violência aumente o risco cardiovascular por uma combinação de fatores biológicos e comportamentais, a começar pelos quadros de ansiedade e depressão, comuns em vítimas, e que têm relação com males cardíacos. Esse estresse também causa efeitos fisiológicos. 

“Ele aumenta a inflamação do nosso organismo, com a ativação de toxinas que podem acelerar esse processo de doença cardiovascular. Experiências traumáticas também podem alterar a pressão arterial e a frequência cardíaca”, explica o pesquisador.  

Paixão também relata que quem vivencia experiências de violência, sejam de forma isolada ou repetitiva, pode ter maior chance de desenvolver atos danosos para a saúde, como tabagismo, alcoolismo, uso de entorpecentes, alimentação inadequada, sedentarismo, que também aumenta os. riscos cardiovasculares.

O pesquisador ressalta que a violência sexual, em si, se revela um problema de saúde pública no Brasil. À PNS, por exemplo, 8,61% das mulheres relataram ter sofrido ao menos alguma violência do tipo ao longo da vida, contra 2,1% dos homens. 

Mas esse tipo de violência ainda é bastante subnotificada, especialmente entre homens, porque nem todas as pessoas reconhecem o que sofreram ou se sentem confortáveis para admitir, ele ressalva. Essa é a principal razão para a pesquisa não ter identificado aumento na ocorrência de doenças cardiovasculares também em homens vítimas, na opinião do pesquisador.

Para ele, o grande benefício da pesquisa é apontar um fator que merece a atenção tanto de quem trabalha com vítimas de violência, quanto dos profissionais que atendem pessoas com doenças cardiovasculares.

“E essas são as doenças com a maior carga global. São muitas internações e gastos com procedimentos. Talvez, se a gente conseguir intervir em fatores de vida modificáveis, a gente consiga diminuir essa incidência”, conclui o pesquisador.

Agência Brasil

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