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Variedades

Mulher é a única do mundo a possuir doença que torna seus braços e mãos gigantes

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Por mais de 50 anos, Duangjay Samaksamam , proprietária de uma pequena loja de alimentos, na província de Surin, sofreu com uma doença extremamente rara e dolorosa, que deixa seus membros em tamanho gigante.

Os especialistas acreditam que ela é a única pessoa do mundo a sofrer desse tipo específico de macrodistrofia lipomatosa, uma condição que afeta os ombros, braços e dedos. O problema ocasiona um grande acúmulo de gordura em apenas partes do corpo.

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Mover-se é uma tarefa de muito desconforto. Até mesmo coisas simples como pentear ou lavar os cabelos é algo difícil e doloroso para Duangjay.

Envergonhada por sua condição na infância, ela ficou os primeiros 20 anos de sua vida reclusa dentro de casa porque se sentia constrangida com o modo que as pessoas a olhavam. Por isso, ela nunca foi à escola.

Quando seus pais ficaram doentes e idosos, ela foi forçada a sair de casa para cuidar da mercearia da família, assumindo o controle financeiro e das vendas.

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Seu caso, por ser extremamente raro e excepcional, chamou a atenção de médicos em todo o planeta, que se ofereceram para realizar inúmeras cirurgias que pudessem diminuir o tamanho e o inchaço de seus braços. Infelizmente, apesar dos esforços somados, até o momento nenhum especialista conseguiu reduzir com sucesso o excesso de gordura.

Minhas mãos são tão pesadas que eu não consigo levantá-las para lavar o cabelo com shampoo e ou penteá-los. Me vestir também é algo difícil e doloroso. Alguns médicos dizem que a única solução seria cortar meus braços ou pelo menos as mãos, para que eu possa andar livremente, mas eu não quero fazer isso”, comentou.

Quando ela nasceu, a doença rapidamente começou a dar sinais. Por morar na área rural da Tailândia, nunca encontrou um médico que pudesse ajudá-la e poucas pessoas sabiam de seu problema, já que ela não saía de dentro de casa em nenhuma ocasião.

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Aos 25 anos, após médicos ofertarem tentativas de cirurgias, ela decidiu arriscar, mas os procedimentos pioraram a sua situação, deixando os braços ainda mais inchados e com mais acúmulo de gordura.

Os médicos informaram que havia uma camada extremamente espessa de gordura e não a removeram por medo de danificarem os nervos circundantes. Outras cirurgias foram tentadas após alguns anos, mas elas pioraram ainda mais seu estado, deixando-a incapacitada.

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Eles removeram 700 gramas de gordura e sangue das minhas mãos, mas depois de um mês ela voltou a crescer ainda mais”, salientou.

Após anos da última cirurgia, ela foi contatada por um médico da Universidade de Kitasato, no Japão, que realizou uma série de exames complexos e descobriu que ela era possuía macrodistrofia lipomatosa.

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O médico responsável pelo diagnóstico, o Dr. Eiju Uchinuma, disse: “Este caso é muito raro. Ambos os braços cresceram. Seus braços e mãos são enormes. Meu diagnóstico é que ela é a única pessoa do mundo com macrodistrofia lipomatosa nos ombros, braços e mãos”, disse.

Do DailyMail / Foto: Reprodução / DailyMail

Cidades

Cristiano Sales é o novo presidente da UBAM na Paraíba

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A União Brasileira de Municípios (UBAM) tem novo presidente no estado, o executivo Cristiano Sales, que tomou posse hoje na Sede da entidade, com a presença de diversos prefeitos que já confirmaram presença.

Cristiano atua nos municípios há 10 anos, desenvolvendo ações no Sebrae, um dos principais parceiros institucionais da UBAM em todo país. Ele formado Design Industrial pela Universidade Federal de Campina Grande, há 16 anos atua na gestão de projetos, desenvolvimento de novos produtos, valorização de identidades culturais, melhoria de processos e consultoria para aprimoramento da cultura artesanal nas pequenas cidades, onde há pouca oportunidade de trabalho e renda familiar.

Para o presidente nacional da UBAM, Leo Santana, que agora fixa residência em Brasília, onde todo trabalho da UBAM se desenvolve para o fortalecimento dos municípios, onde a entidade mantém sua sede nacional, o trabalho de Cristiano será de grande repercussão para os gestores públicos municipais, considerando sua capacidade e competência, tanto na orientação administrativa, como na facilidade com que transita nos órgãos públicos federais e na SUDENE, que estará desenvolvendo importante curso de capacitação para os prefeitos paraibanos, relacionado ao SICONV, a maior ferramenta de convênio do governo federal.

Segundo Cristiano Sales, a UBAM se constitui uma das mais abalizadas entidades municipalistas do país, com uma vasta experiência na causa dos municípios, conhecendo bem a dificuldade dos prefeitos para administrar as prefeituras com uma capacidade financeira tão pequena, devido ao sistema federativo que só beneficia a União e os Estados, que mais arrecadam, ficando na ponta os que mais possuem responsabilidades sociais.

Ele destacou a necessidade de reunir os prefeitos com a bancada federal da Paraíba, com o objetivo de debater a apresentação das emendas ao orçamento da União, evitando que alguns municípios fiquem de fora dos investimentos, já que muitos recursos serão disponibilizados em 2019.

Por Giuce Carvalho / Ascom – UBAM

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Paraíba

Número de feminicídio na PB será divulgado em agosto e medidas de enfrentamento serão implantadas pelo TJ

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Números de uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revelaram que a Paraíba detém uma estatística preocupante de feminicídio. Segundo o levantamento divulgado no ano passado, o Estado possui uma taxa de 5,3 assassinatos, para cada grupo de 100 mil mulheres. Estamos em 12º lugar, no País, atrás dos estados de Sergipe, Ceará e Alagoas. Só este ano, mais de 30 mulheres já foram assassinadas e a quantidade de vítimas não para de crescer.

Com o objetivo de atualizar esses números e os processos que tramitam em todo o Poder Judiciário estadual, com a qualificadora de feminicídio, a Corregedoria Geral de Justiça da Paraíba editou um provimento para que essas ações sejam identificadas com uma tarja de cor rosa. Mais de 100 cartórios judiciais espalhados por quase todas as comarcas paraibanas, com competência de Tribunal do Júri (homicídio ou tentativa de homicídio) receberam esse provimento e têm até esta sexta-feira (20) para enviar seus respectivos relatórios, especificando esse tipo de ação penal. O resultado do esforço conjunto será divulgado na primeira quinzena de agosto.

“Depois de atualizados os processos, vamos implementar, no âmbito do Poder Judiciário estadual, diretrizes de enfrentamento ao feminicídio. Para se ter uma ideia, só este ano, já foram assassinadas mais de trinta mulheres. Precisamos saber quais desses homicídios são, efetivamente, feminicídios”, comentou a coordenadora da Mulher em Situação de Violência do Tribunal de Justiça da Paraíba, a juíza titular Vara Única da Comarca de Lucena, Graziela Queiroga Gadelha de Sousa.

A tarja cor de rosa, na opinião da coordenadora, servirá para identificar o processo e facilitar a correção dos dados numéricos relativos a essa tipificação criminal. Por outro lado, vai fazer com que magistrados e servidores possam ter uma atenção diferenciada para os processos envolvendo a morte violenta de mulheres.

A magistrada informou, ainda, que o Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Coordenadoria da Mulher, vem dando especial atenção à questão, principalmente quanto à subnotificação. Para Graziela, há muitos casos de mortes de mulheres, na Paraíba, que não estão classificados com a notificação de feminicídio. “Temos inconsistência quanto aos números. A Lei do Feminicídio é, basicamente, nova. Entrou em vigor em março de 2015, e, de lá para cá, os dados referentes a esses crimes não são reais. É preciso um estudo mais apurado para identificá-los”, observou.

Atuação externa – A juíza Graziela relatou que a Coordenadoria passou a integrar um grupo de trabalho que está fazendo um estudo qualitativo e quantitativo dos casos envolvendo morte de mulheres na Paraíba. Desse grupo fazem parte a Delegacia Geral de Mulheres, a Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e outros segmentos da rede de proteção à mulher vítima de violência.

A magistrada destacou como uma iniciativa importante a recente Lei n° 11.166/2018, que instituiu o Dia Estadual de Combate do Feminicídio na Paraíba. A data será lembrada, anualmente, no dia 19 de junho, quando a sociedade civil organizada poderá promover campanhas, debates, seminários, palestras, entre outras atividades, para conscientizar a população sobre a importância do combate ao feminicídio e demais forma de violência contra a mulher.

No final de maio, a juíza representou o Tribunal de Justiça da Paraíba em uma Audiência Pública, para discutir a implantação do Protocolo de Feminicídio no Estado, em adesão à iniciativa realizada no País pela ONU Mulheres Brasil – órgão da Organização das Nações Unidas. Uma das palestrantes do evento foi a consultora de Enfrentamento à Violência da ONU, Aline Yamamoto, que fez uma explanação sobre “Diretrizes para investigar, processar e julgar com perspectiva de gênero as mortes violentas de mulheres (feminicídio)”.

Feminicídio no Brasil – Em sua explanação, Yamamoto disse que no Brasil, a média é de cinco mil assassinatos de mulheres por ano. Desse total, metade diz respeito a feminicídio. “O Estado tem que melhorar a resposta que dá à questão de assassinatos de mulheres no País. O Brasil é o quinto País com maior número de assassinatos de mulheres no mundo. É uma situação preocupante. Precisamos dar uma resposta que seja coerente com os diretos da mulher, que são: direito à Verdade, à Memória e à Justiça”, alertou.

É considerado feminicídio o homicídio contra a mulher por razões da condição de sexo feminino. A pena de reclusão vai de 12 a 30 anos. O sujeito ativo pode ser qualquer pessoa. Normalmente é um homem, mas pode ser outra mulher. Já o sujeito passivo, obrigatoriamente, deve ser uma pessoa do sexo feminino, criança, adulta ou idosa.

Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência contra a Mulher, em seu relatório final, define o feminicídio como sendo a instância última de controle da mulher pelo homem: “o controle da vida e da morte”. Continua o texto: ele se expressa como afirmação irrestrita de posse, igualando a mulher a um objeto, quando cometido por parceiro ou ex-parceiro; como subjugação da intimidade e da sexualidade da mulher, por meio da violência sexual associada ao assassinato; como destruição da identidade da mulher, pela mutilação ou desfiguração de seu corpo; como aviltamento da dignidade da mulher, submetendo-a a tortura ou a tratamento cruel ou degradante.”

Legislação – A Lei nº 13.104/2015 alterou o artigo 121 do Decreto-Lei nº 2.848/1940, para prever o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio, e o artigo 1º da Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, para incluir o feminicídio no rol dos crimes hediondos. Para especificar o crime de feminicídio, foi acrescentado ao Código de Processo Penal (CPP) o § 2-A do Artigo 121.

Por Fernando Patriota/TJPB

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Cultura

Jovem de João Pessoa estreia no ‘The Voice Brasil’ e é confirmado no time de Ivete Sangalo

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Depois do sucesso e da vitória de Eduarda Brasil no programa The Voice Kids , mais um jovem da Paraíba, está representando o estado na rede globo, agora no reality para jovens e adultos.
Kevin Ndjana mora em João Pessoa e está participando do The Voice Brasil, em sua sétima temporada.
Ele que é natural de Brasília, mas adotou a capital paraibana como sua terra do coração, cantou uma versão muito animada da música “Uptown Funk”, do cantor internacional Bruno Mars e fez com que todos os técnicos virassem a cadeira para, mas acabou garantindo sua vaga no time de Ivete Sangalo.
Com Portal Diário

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