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Saúde

Saúde oferece aparelhos auditivos em unidades da rede estadual

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Foto: Ricardo Puppe/Secom-PB

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), oferta aparelhos auditivos gratuitamente à população. Para ter acesso ao serviço, os pacientes devem procurar os hospitais de referência para reabilitação auditiva: o Hospital General Edson Ramalho e a Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad).

A prótese auditiva se chama Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) e a busca se dá através de demanda espontânea. “O paciente não precisa, necessariamente, passar pela Atenção Básica. Os serviços de referência no Hospital Edson Ramalho e na Funad disponibilizam consulta médica com especialistas (otorrinolaringologista, fonoaudiólogo), exames e diagnóstico”, informou o coordenador da Área Técnica de Saúde da Pessoa com Deficiência da SES, Hélio Soares.

O usuário com dificuldades ou sintomas de perda auditiva deve procurar o acesso ao serviço. A orientação é levar documentos pessoais (identidade e CPF), cartão SUS e exames feitos em outras unidades, caso os tenha realizado.

“Através da consulta médica e dos exames, o especialista identifica qual o grau de perda auditiva do paciente. Caso o diagnóstico indique a utilização da prótese, é feita a seleção do aparelho e começa a pré-moldagem. Quando a prótese selecionada para o paciente chega à instituição, o serviço social entra em contato para marcar a entrega”, explicou a coordenadora do Núcleo de Reabilitação Auditiva da Funad, Doriella Sobreira.

A entrega do AASI é rápida – em média de 45 a 60 dias. Após a entrega, é feito, ainda, o acompanhamento do paciente para possíveis ajustes no equipamento. “Mesmo com as facilidades, é bom alertar a população sobre a importância da prevenção. Usar frequentemente fones de ouvido, escutar sons muito altos por períodos prolongados e usar objetos para coçar o ouvido são atitudes que podem comprometer a audição. Evitar é sempre melhor do que corrigir. Ao identificar qualquer dificuldade na audição, indicamos buscar os serviços de referência, pois a reabilitação pode corrigir danos”, informou Hélio Soares.

AASI no SUS – Os aparelhos de amplificação sonora individual (AASI) têm como princípio básico de seu funcionamento  a captação do som ambiente, sua amplificação e tratamento do sinal acústico; e o direcionamento do sinal amplificado e tratado para a orelha, via conduto auditivo externo, sempre que as condições anatômicas permitirem, ou via transmissão óssea, quando houver algum impedimento, como alguns tipos de malformações.

De modo geral, os critérios para recebimento do AASI pelo SUS são:

– adultos com perdas auditivas bilaterais, com média em 40dB;

– crianças com perdas auditivas bilaterais, com média em 30dB;

– crianças com perdas mínimas, sendo justificada pelo médico;

– perdas unilaterais justificadas pelo médico (dificuldade de integração social e profissional);

– outros casos após avaliação médica.

Casos onde não há indicação de AASI pelo SUS :

– intolerância a amplificação devido ao desconforto acústico intenso;

– anacusia (perda total ou parcial da audição) unilateral com audição normal no ouvido contralateral.

Site Governo da PB

Saúde

CNM diz que municípios não podem pagar novo piso dos agentes de saúde

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A Confederação Nacional de Municípios (CNM) fez um alerta sobre o risco do enfraquecimento da Estratégia Saúde da Família após o Congresso Nacional retornar com o reajuste do piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, que havia sido vetado pelo presidente Michel Temer. De acordo com a entidade, os municípios não têm recursos para bancar o aumento.

Ontem (17), o Congresso Nacional derrubou o veto ao reajuste, previsto no projeto de conversão oriundo da Medida Provisória (MP) 827/2018, aprovado em julho. No veto, o presidente Michel Temer justificou que o reajuste criava despesas obrigatórias sem estimativa de impacto orçamentário.

O piso atual de R$ 1.014 passará a ser de R$ 1.250 em 2019 (reajuste de 23,27%); de R$ 1.400 em 2020 (+12%); e de R$ 1.550 em 2021 (+10,71%). O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, de junho 2014, data do último reajuste, até setembro de 2018, é de 25,46%. A partir de 2022, o reajuste será anual.

O presidente da CNM, Glademir Aroldi, reconhece a importância do trabalho dos agentes de saúde e de endemias, mas disse que os municípios não têm recursos para arcar com o reajuste concedido. Segundo ele, o impacto financeiro será de R$ 9 bilhões para União e municípios, em reajuste e encargos.

“A grande maioria dos municípios está com limite de pessoal estourado, vários já atingiram 80% do orçamento com investimento em pessoal. Os gestores vão acabar diminuindo o número de pessoas na equipe [de Saúde da Família] e têm municípios que podem acabar com o programa”, argumentou. “Corre o risco de isso acontecer, sim”.

Federalização

Com a dificuldade de financiamento do programa, Aroldi propõe a federalização total do Saúde da Família, deixando a gestão local apenas como a executora das ações. “A União, ao longo dos anos, se afastou dos serviços prestados à população e, através desses programas, transferiu a responsabilidade para os municípios. Ela subfinancia esses programas e, ao longo dos últimos dez anos, acabou diminuindo o percentual de investimento em pessoal e nós, nos municípios, aumentamos consideravelmente. Isso tem machucado muito a gestão municipal”, afirmou.

O governo federal cobre 95% do pagamento do piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de endemias, até um número máximo de agentes definido para cada município. Segundo Aroldi, hoje o país conta com 43 mil equipes de Saúde da Família com 244 mil agentes de saúde. “Também estamos preocupados com a desassistência que a população vai ter se tivermos que diminuir o número de agentes”, disse.

Previsão de impacto

De acordo com o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, se o número de agentes de saúde continuar o mesmo, o impacto fiscal do novo piso salarial será da ordem de R$ 1 bilhão em 2019, R$ 1,6 bilhão em 2020, e R$ 2,2 bilhões em 2021. A pasta não esclareceu, entretanto, como esse valor será encaixado no orçamento do próximo ano.

Em mensagem nas redes sociais, a presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (Conacs), Ilda Angélica dos Santos Correia, disse que a derrubada do veto traz dignidade para a categoria, ao garantir o reajuste do piso salarial dos agentes. “Aos prefeitos que vieram aqui dizer ‘sim’ ao veto e ‘não’ ao reajuste, quero pedir que venham para o nosso lado para que possamos dar condições dignas de saúde para o nosso povo”, disse.

Agência Brasil entrou em contato com o Ministério da Saúde e aguarda o retorno da assessoria.

Revisão do programa

A Estratégia Saúde da Família é o modelo prioritário de atendimento na atenção básica de saúde do Sistema Único de Saúde e é composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agente comunitário de saúde. Entretanto, no ano passado, o Ministério da Saúde editou uma portaria de revisão da Política Nacional de Atenção Básica, possibilitando que o governo federal financie outras equipes de atenção básica, de acordo com características e necessidades locais, desde que tenham, ao menos, médico, enfermeiro e técnico de enfermagem.

Mesmo sem a obrigatoriedade de essas equipes terem agentes comunitários de saúde, para não haver prejuízo à população que mais precisa, as áreas de risco e vulnerabilidade não sofreram com a mudança da política. Nesses locais, o número de agentes comunitários deve ser suficiente para cobrir 100% da população, sendo um agente para cada 750 pessoas, considerando critérios epidemiológicos e socioeconômicos. Os agentes comunitários de endemia também podem compor as equipes com os de saúde, integrando as ações de vigilância em saúde com atenção básica.

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Saúde

SUS vai oferecer novo medicamento contra hepatite C

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Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (16) no Diário Oficial da União incorpora o medicamento Sofosbuvir em associação ao Velpatasvir para o tratamento da hepatite Crônica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o texto, o prazo máximo para efetivar a oferta na rede pública é de 180 dias. O relatório de recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) sobre o medicamento está disponível no site.

A Conitec informou, por meio de nota, que a associação entre o Sofosbuvir (400 mg) e o Velpatasvir (100 mg) será utilizada de acordo com o protocolo clínico para o tratamento da doença e apresenta uma posologia bastante favorável e cômoda ao paciente (um comprimido ao dia).

“Além disso, a medicação trata todos os genótipos do vírus da hepatite C e, dependendo da condição clínica dos pacientes, o tratamento pode durar 12 semanas com alta eficácia e segurança”, destacou a comissão.

A doença
Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 80% das pessoas que contraem o vírus da hepatite C vão desenvolver a forma crônica da doença.

A infecção é, geralmente, acompanhada por sintomas inespecíficos – as primeiras manifestações clínicas características aparecem já nas fases mais adiantadas da doença.

Fonte: Agência Brasil

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Hemocentro da Paraíba convoca doadores para garantir estoque

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Foto: Divulgação

O Hemocentro da Paraíba convoca os doadores de todos os tipos sanguíneos para reforçar o estoque. Apesar de ter funcionado normalmente no último sábado (13), logo após o feriado nacional, o número de doadores está abaixo do necessário para o atendimento das demandas.

Em João Pessoa, o Hemocentro funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h30 e aos sábados, das 7h às 17h. A unidade fica localizada na Avenida Pedro II, próximo a Secretaria de Estado da Saúde.

Para doar sangue é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 50 quilos, portar um documento oficial de identificação com foto, podendo ser a carteira de identidade, de habilitação ou de trabalho. Os menores de 18 anos precisam estar acompanhados de um dos responsáveis legais (pai ou mãe) para poder doar.

Preparação – No dia da doação é recomendado que o doador compareça ao serviço bem alimentado, evitando alimentos gordurosos e, após o almoço será preciso aguardar duas horas para doar. Também é necessário ter um repouso mínimo de seis horas na noite anterior à doação, não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores e evitar fumar por pelo menos duas horas antes da doação.

Fonte: Wscom

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