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Primeiro Hackaton realizado no Sertão traz ideias inovadoras a favor da comunidade

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 Resultado foi divulgado no último dia da 7ª Feira do Empreendedor. 

O último dia de evento da 7º Feira do Empreendedor contou com a premiação do Hackaton – competição realizada em um curto período de tempo (no caso, os quatro dias da 7ª Feira do Empreendedor) para que se possa dar o start em novas ideias. O primeiro lugar foi garantido pelo projeto “Foco Certo”, uma aplicação web que facilita a visualização de dados pela gestão pública no que diz respeito à saúde.

De acordo com o participante Romildo Freitas, que compôs o grupo que ficou em primeiro lugar, o Foco Certo visa tornar mais eficiente a aplicação dos recursos públicos. “Assim, vendo onde há o maior foco de doenças é possível que se saiba onde e como aplicar melhor”, comenta.  O segundo lugar ficou com o “Pain book”, aplicação web que serve como uma espécie de ouvidoria para as insatisfações da comunidade; e o 3º lugar com o Eugênio, projeto da área de educação.

O superintendente do Sebrae Walter Aguiar destacou a importância do legado pós-feira deixado no município. “Nosso principal intuito é fazer com que a população se sinta melhor e tenha acesso mais facilitado às inovações. O Hackaton é justamente onde é possível encontrar pessoas que merecem ser incentivadas e levadas em consideração porque são fundamentais”, afirmou.

O mesmo foi destacado pelo coordenador do Hackaton, Ismael Nóbrega. “Pela qualidade dos produtos e soluções que surgiram, o objetivo de entregar à sociedade um legado de conhecimento, de ferramenta para a população na forma de empoderamento cidadão foi atingido”, complementou.

Para o consultor do Sebrae, Vinnie de Oliveira, o próximo passo é apresentar os resultados ao prefeito do município. “O nosso foco no hackaton é que sejam produzidas soluções pelo povo para problemas encontrados pelo próprio povo, não para a sociedade nem para os grupos empresariais. Então nosso próximo passo é levar isso ao conhecimento do prefeito para que ele veja que há pessoas aqui capazes de dar boas soluções para problemas da comunidade”, afirmou.

Já a maratona universitária funcionou da seguinte forma: durante os quatro dias de evento, cerca de 50 participantes foram ensinados a usar algumas ferramentas, como o design thinking e o canvas, para pensar em oportunidades de negócios possíveis para o município de Patos dentro de alguns setores como educação e sustentabilidade. Para a coordenadora do evento Niedja Arruda, o evento foi a oportunidade de os estudantes trazerem inovação e novas oportunidades para a própria cidade.

O Hackaton, de modo geral, é uma competição realizada em curto intervalo de tempo em que programadores, designers e quem mais se interessar se reúnem e ficam em regime de imersão, numa experiência de troca interdisciplinar, para pensar e dar ao menos um start a uma ideia. O evento serve para dar visibilidade a uma ação de transparência pública, bem como possibilitar o engajamento da sociedade civil na utilização desses dados.

A palavra em si vem da aglutinação das palavras inglesas hack e marathon. No contexto do evento, o termo hack não está associado ao de hackers (piratas digitais). Está intimamente relacionado aos profissionais de programação computacional e àqueles que se dedicam com peculiar intensidade a conhecer profundamente sistemas, dispositivos, programas e redes de computadores. No outro lado do termo figura a palavra maratona, uma corrida de longa distância que demanda bastante energia do competidor.

Premiação – A premiação do evento é uma missão técnica na forma de uma viagem para visitar um caso de startup em São Paulo ainda no mês de outubro, ficando o Sebrae responsável em custear as despesas com passagens aéreas e hospedagem dos integrantes da equipe vencedora.

A Feira do Empreendedor é uma realização do Sebrae Paraíba com patrocínio do Governo do Estado, Prefeitura Municipal de Patos, Softcom, Caixa,  Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Santander, Tely, Yellow Green, Isis, Mc Flanelas, Sicred, Sicoob, Sescoop/OCB, Gráfica JB e apoio institucional do Fiep/Senai, Faepa/Senar e Fecomércio/Senac.

Sebrae-PB

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Dez cidades da Paraíba terão sinal analógico desligado em uma semana; veja dicas

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Foto: Divulgação

O sinal analógico será desligado dentro de uma semana, na próxima quarta-feira (5), em Campina Grande e outros nove municípios da região. Por isso, a população desses locais deve verificar se as televisões e antenas estão preparadas para receber o sinal digital.

Além de Campina Grande, o sinal analógico também será desligado em Alagoa Nova, Areial, Caturité, Esperança, Lagoa Seca, Massaranduba, Montadas, Puxinanã e São Sebastião de Lagoa de Roça.

Os aparelhos de LED, LCD ou plasma com selo DTV estão aptos a receber o novo sinal, de acordo com a Seja Digital, entidade responsável por garantir o acesso sinal. No entanto, no caso dos dispositivos que não têm o selo, é necessário ler o manual do produto ou entrar em contato com o fabricante.

Embora os televisores de tubo não sejam digitais, não é preciso comprar um novo aparelho, mas conversores digitais, compatíveis com cada modelo, devem ser instalados.

Também é necessário conferir se a antena é apropriada para receber o novo sinal. Segundo a Seja Digital, três tipos podem ser utilizados:

  • Externa, usada no telhado das casas, é a mais indicada para captar o sinal digital;
  • Interna, pouco recomendada para captar o sinal digital, porque pode sofrer influência de barreiras, como paredes;
  • Coletiva, indicada para captar o sinal digital em prédios ou condomínios.

Para esse último modelo, é recomendado que os síndicos e administradores dos locais confiram se a antena coletiva é digital e se está apontada para a torre de transmissão.

As famílias de baixa renda dos municípios que serão afetados podem retirar gratuitamente um kit de conversão – com antena, controle remoto e conversor – distribuído pela Seja Digital, desde que estejam cadastradas em programas do Governo Federal.

É possível saber se tem direito e agendar a retirada dos dispositivos, por meio do telefone 147, em mutirões que são realizados ou no site da entidade, ao informar o Número de Identificação Social (NIS).

Fonte: G1 PB

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Decreto institui a Rede Nacional de Governo Digital

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O presidente Michel Temer assinou nesta segunda-feira (26) o decreto que institui a Rede Nacional de Governo Digital, que tem como objetivo integrar plataformas de prestação de serviços ao cidadão nas três esferas: federal, estadual e municipal. Ao participar da abertura da 4ª Semana de Inovação, em Brasília, Temer elogiou as iniciativas de eficiência e combate à burocracia que têm sido feitas nos últimos anos para que a administração pública brasileira seja cada vez mais digital e se aproxime das demandas e novidades século atual.

“A rede nacional de governo digital dá mostra clara desses aspectos [do emprego das novas tecnologias]. Ela é o passaporte da administração pública para século 21. Pensamos todos que o cidadão espera serviços públicos à altura do nosso tempo, mais ágeis e de qualidade. Uma atuação, em síntese, mais racional do Estado brasileiro. Naturalmente, o combate incansável à corrupção, ao desperdício, a procedimentos desnecessários que só dificultam a vida da população”, afirmou.

O governo federal já tem uma plataforma lançada no início deste ano, que reúne, segundo o Ministério do Planejamento, quase dois mil serviços e benefícios ao cidadão. O desafio com o lançamento da nova rede é reunir a colaboração de estados e municípios em prol da economia de recursos e do compartilhamento de soluções digitais. Segundo Temer, a administração pública deve se adaptar à realidade atual. Ele mencionou como exemplo as transformações ocorridas recentemente nesse campo, que já geraram economia de R$ 600 milhões.

“O Brasil e o mundo vivem tempos interessantes que convivem pedaços do passado e do futuro. O setor público não está imune a este fenômeno. De um lado, continua herdeiro de práticas obsoletas, que ainda pesam sobre a máquina administrativa. De outro, há avanços que se acumulam, apontam no sentido da transparência, desburocratização e eficiência”, disse.

Logo após o evento, ocorrido no instituto de ensino do Tribunal de Contas da União, foram revelados os vencedores da primeira edição do Prêmio Inova MP, que seleciona servidores públicos com ideias inovadoras para resolver os principais desafios da gestão pública federal.

Rede Gov.Br

A nova rede pretende aproximar as soluções digitais disponibilizadas aos cidadãos de forma integrada. Segundo o governo, a intenção é eliminar o paralelismo de esforços empreendidos atualmente para problemas comuns, melhorar o ambiente de negócios no Brasil, a capacitação de servidores públicos e estimular a inovação na área. Segundo o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, a digitalização dos serviços nas três esferas da União possibilitará a economia de recursos e o compartilhamento de soluções.

“Apenas este ano, fizemos a transformação digital de mais de 50 serviços e outros 150 estão nesse momento em transformação”, disse Colnago, referindo-se ao site servicos.gov.br, que atua a nível federal. O portal reúne em um só lugar cerca de 1.800 serviços, dos quais 700 são completamente digitais. O ministro citou como exemplo o alistamento militar obrigatório, que antes exigia o deslocamento de quase dois milhões de jovens brasileiros. “Uma economia de tempo e dinheiro, para o cidadão e o Estado”, ressaltou.

Como principais tarefas, a rede recém-criada se propõe a dar continuidade à transformação digital de serviços públicos, criar um login único do cidadão e a plataforma de compartilhamento e análise de dados (GovData). Exemplos dos novos serviços são a prefeitura de Blumenau (SC) e o governo de Alagoas, que já iniciaram um mecanismo de autenticação única para cidadãos e empresas. “Devemos ser claros. Sem governança adequada, não seremos o país próspero e justo a que todos aspiramos, daí a importância atribuída à rede nacional de governo digital”, disse Temer.

Semana de inovação

O lançamento da rede marca a abertura da 4ª Semana de Inovação em Gestão Pública, que reunirá nos próximos dias 2,5 mil pessoas para palestras, mesas de discussão e oficinas. O evento contará com a participação de referências da área nacionais e internacionais, como membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Fundação Getulio Vargas (FGV) e representantes dos governos do Reino Unido, México, Portugal e Finlândia.

Fonte: Agência Brasil

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Sistema eletrônico de votação já é utilizado em 35 nações

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Em todo o mundo, 35 países já utilizam sistemas eletrônicos para captação e apuração de votos. O levantamento é do Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (Idea Internacional), sediado em Estocolmo (Suécia). A lista inclui democracias consolidadas como a da Suíça, do Canadá, da Austrália e dos Estados Unidos, país que adota sistemas eletrônicos em alguns estados.

Na América Latina, México e Peru também fazem uso do sistema. Na Ásia, além de Japão e Coreia do Sul, há o exemplo da Índia. Maior democracia do mundo em número de eleitores – mais de 800 milhões -, o país utiliza urnas eletrônicas semelhantes à brasileira, mas adaptadas à realidade eleitoral local.

Com um dos mais avançados sistemas de votação utilizados no planeta, que envolve a captação, o armazenamento e a apuração de votos por meio da urna eletrônica, o Brasil é um dos poucos países que conseguiram expandir a votação eletrônica à quase totalidade dos eleitores.

Referência
Em funcionamento desde 1996, o sistema tornou-se referência internacional nessa área. Já ocorreram empréstimos de urnas desenvolvidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para vários países, entre eles, a República Dominicana, Costa Rica, o Equador, a Argentina, Guiné-Bissau, o Haiti e México. O Paraguai também empregou as urnas eletrônicas brasileiras em suas eleições de 2001, 2003, 2004 e 2006.

Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, atualmente a Justiça Eleitoral tem estabelecido acordos de intercâmbio de conhecimento. “Somos referência mundial nesse assunto, e os acordos de cooperação firmados são uma oportunidade para o Brasil transferir conhecimento. O acordo não é para ceder equipamento ou transferir softwares, mas, sim, para transferir conhecimento, pois cada país tem sua realidade”, destaca Janino.

O interesse internacional em relação ao sistema eletrônico de votação brasileiro e a presença de comitivas de vários países no TSE já integra a rotina do Tribunal. Nas Eleições Municipais de 2016, por exemplo, mais de 30 nações enviaram autoridades para acompanhar o pleito e conhecer o sistema brasileiro, entre as quais Angola, Bolívia, Botsuana, Coreia do Sul, Costa Rica, Estados Unidos, França, Guiné, Guiné-Bissau, Jamaica, México, Panamá, Peru, República Dominicana e Rússia.

No final de setembro deste ano, o TSE recebeu a visita de parlamentares da República da Indonésia, país que manifestou a intenção de adotar o sistema de voto eletrônico em 2024.

Missões
Segundo o chefe da assessoria de Assuntos Internacionais do TSE, Ciro Leal, desde 1996 o tribunal assinou mais de 40 acordos de cooperação e enviou mais de 30 missões técnicas ao exterior. “Também recebemos mais de 70 visitas. Tudo isso tendo o sistema eletrônico no foco do interesse dos parceiros internacionais”.

Fonte: Agência Brasil com informações do TSE

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