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Setembro Dourado promove ações em combate ao câncer infantojuvenil

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Campanha acontece em todo o território nacional durante o mês de setembro.

Com o objetivo de combater e alertar a população quanto ao Câncer Infantojuvenil no Brasil, a Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer – CONIACC lança a partir do dia 1º, a campanha Setembro Dourado, período conhecido e dedicado às ações de alerta sobre os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil.

A campanha é de iniciativa da CONIACC a qual congrega 53 filiadas espalhadas por todo o País. Além de alertar para os sintomas da doença, as ações do Setembro Dourado visa diminuir a taxa de mortalidade ressaltando a relevância do diagnóstico precoce e o tratamento prévio como fatores essenciais para a cura.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), haverá mais de 12 mil novos casos de câncer infantojuvenil e, com o diagnóstico precoce, em torno de 80% desses pacientes poderão ser tratados adequadamente com a doença ainda no início. Apesar dos dados, segundo a Sociedade brasileira de Oncologia Pediátrica – SOBOPE, a taxa de cura ainda deixa a desejar mediante a descoberta tardia, sendo o câncer infantojuvenil a segunda causa de morte em crianças menores de 15 anos, perdendo apenas para fatores externos.

Entre os sinais e sintomas desse câncer estão: palidez progressiva; sangramentos ou manchas roxas sem relação com traumas; febre prolongada sem causa definida; vômitos e dores de cabeça persistentes, principalmente pela manhã; alteração da marcha ou da visão ou diminuição da força em pernas ou braços; caroços em qualquer lugar do corpo; ínguas; dores no corpo que não passam e atrapalham as atividades das crianças e brilho branco nos olhos quando a criança sai em fotografia com flash.

Para Rilder Campos, presidente da CONIACC, a campanha deve ser abraçada por todos. “Nosso maior objetivo é envolver todas as instituições filiadas da CONIACC, que buscam desenvolver a cultura da prevenção do câncer infantojuvenil. Quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, maior é a chance de cura. Nossa principal bandeira é divulgar os sinais de sintomas e transformar isso numa cultura, na qual a sociedade saiba que pode curar seus filhos da forma mais rápida possível através do diagnóstico precoce e, principalmente, que o câncer infantojuvenil é um problema de todos”, declara.

Ação Infância e Vida

A CONIACC e o Banco do Brasil promovem também no mesmo período, a 4ª edição da campanha Ação Infância e Vida que mobiliza sociedade no geral, correntistas, funcionários, aposentados, voluntários e empresas parceiras do BB para apoiar as instituições que lutam pela visibilidade e pela cura do câncer infanto-juvenil em todo o País. É considerada uma das mais importantes do Brasil para a divulgação de informações sobre o diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil e a realização do diagnóstico precoce da doença. O objetivo da mobilização é arrecadar doações para fortalecer o sistema de apoio e assistência à criança e ao adolescente com câncer.

“Essa ação é de extrema importância, pois é a única que atua com foco exclusivo no câncer infantojuvenil no país. O conceito que vem funcionando, desde 2015, é, além de divulgar informações sobre a doença, também arrecadar doações para fortalecer o sistema de apoio à criança e ao adolescente com câncer em todo o território nacional. O que torna totalmente necessária e relevante para a causa, a participação da sociedade no geral”, explica Rilder Campos, presidente da CONIACC.

Para transferir qualquer valor, utilize a conta da Coniacc no BB:

Banco: 001

Agência: 2870-3

C/C: 33000-0

CNPJ: 10.807.169/0001-01

Conheça a CONIACC

A Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer – CONIACC representa a concretização de um sonho de anos das lideranças do movimento de apoio e assistência à criança e ao adolescente com câncer, graças ao esforço, dedicação, amadurecimento e integração de 53 Instituições filiadas. Através da CONIACC, surge uma nova abordagem do papel das Instituições de Assistência às Crianças e Adolescentes com Câncer, ancoradas por uma visão de futuro, reconhecendo a responsabilidade de sua liderança em proporcionar melhor qualidade de vida e dignidade, minimizando a dor e o sofrimento dos pacientes portadores de câncer infantojuvenil.

 

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Confira os gabaritos e resultados do Concurso Pública 2019 da Prefeitura de Guarabira

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Foto: Ilustração

O concurso público da Prefeitura de Guarabira no estado da Paraíba, que ocorreu no último final de semana, contou com mais de 12 mil candidatos que disputam 192 vagas em cargos de nível fundamental, médio, técnico e superior. Do total de oportunidades, 5% ficam reservadas para candidatos com deficiência. Os salários variam entre R$ 998,00 e R$ 2.550,00, por jornada de trabalho de 20h a 40h semanais.

As provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, que ocorreram no último domingo, 14 de julho, contaram com questões de múltipla escolha. Estas, serão avaliadas de em uma escala de zero a 1020 pontos, sendo considerado habilitado o concorrente que obtiver pontuação igual ou superior a 600 pontos.

Gabarito

A divulgação do gabarito preliminar das provas objetivas, foi no mesmo dia da aplicação, 14 de julho, após o encerramento da mesma, no site da organizadora.

Concorrerão à Prova de Títulos todos os candidatos aos cargos do Magistério, de nível superior habilitados nas provas objetivas, que forem classificados e que estiverem na margem de três vezes a quantidade de vagas oferecidas para os cargos. Somente serão computados os títulos dos candidatos que obtiverem nota igual ou superior a 600 pontos e que estiverem na margem de três vezes a quantidade de vagas oferecidas para os cargos. Os candidatos que não tiverem seus títulos computados, mas que forem aprovados no Concurso Público poderão, possivelmente, serem convocados, caso a Prefeitura do Município de Guarabira julgue necessário.

A Prova Prática será realizada na cidade de Guarabira – PB, ou em algum Município vizinho. Os candidatos ao cargo de Motorista D e Operador de Máquinas Pesadas deverão ficar atentos ao edital de Convocação a ser publicado no endereço eletrônico da organizadora. Esta, terá caráter classificatório e eliminatório, considerando-se habilitado o candidato que nela obtiver nota igual ou superior a 500 pontos.

O prazo para interposição de recursos será de dois dias úteis após a concretização do evento que lhes disser respeito, tendo como termo inicial o primeiro dia útil subsequente à data do evento a ser recorrido.

A classificação dos candidatos será na ordem decrescente das notas obtidas nas provas, por cargo de opção, sendo considerado apto o candidato que obtiver a nota igual ou superior a 600 pontos.

O prazo de validade do concurso público que é de dois anos, poderá ainda ser prorrogado por igual período.

Acompanhe a divulgação do gabarito e resultado final do concurso público

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Gari graduado em História destaca invisibilidade social da profissão e poder transformador da Educação

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Fotos: Dje Silva

“Quando o homem compreende a sua realidade, pode levantar hipóteses sobre o desafio dessa realidade e procurar soluções. Assim, pode transformá-la e o seu trabalho pode criar um mundo próprio, seu ‘Eu’ e as suas circunstâncias”. Se essa frase de Paulo Freire, o mais importante educador brasileiro, remete ao poder libertador que a educação tem, ela certamente pode ser dirigida à vida de Ednilson de Pontes Silva. Aluno do curso de História do Centro de Humanidades (CH) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), ele apresentou recentemente seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), uma obrigação de praxe para todos os estudantes concluintes, mas que ganhou um significado especial quando, instantes antes de iniciar sua apresentação, o estudante se retirou da sala, vestiu um uniforme e retornou ao local para realizar a defesa da sua pesquisa.

O ato da troca de roupa não foi protocolar, nem sequer uma exigência por parte da banca. Foi o modo que ele encontrou para expressar o que representou sua trajetória ao longo do curso. Concursado desde 2011 na Prefeitura de Pirpirituba, sua cidade natal, Ednilson, que está prestes a completar 32 anos, trabalha diariamente como gari nas ruas do município e disse saber bem o que sua profissão representa aos olhos de muitas pessoas. Sem reconhecimento profissional e visto com desconfiança por lidar com materiais descartáveis, ele disse ter escolhido o tema de invisibilidade social por sentir na pele essa reação quase todos os dias.

“As pessoas não reconhecem o trabalho dos garis. Existe um preconceito social enorme e nós sofremos isso todos os dias. É como se o fato da gente trabalhar varrendo a rua ou recolhendo o lixo nos diminuísse. Nós não somos invisíveis. Mas as pessoas não nos enxergam na rua. Já aconteceu comigo várias vezes de pessoas que eu conheço não falarem comigo se eu estiver vestindo a farda de gari”, disse Ednilson, que decidiu usar sua vestimenta na apresentação do TCC dias antes dela acontecer. “Como a área de concentração da pesquisa é História, Trabalho e Economia, eu achei que o ato de estar fardado tivesse uma grande representação”, acrescentou.

Intitulado “Trabalho, desigualdade social na contemporaneidade: reflexões sobre a invisibilidade dos agentes de limpeza pública (garis)”, o TCC de Ednilson Pontes começou a ser pensado a partir do contato que ele teve com a tese do psicólogo Fernando Braga Costa, que desenvolveu um estudo de psicologia social com garis. Orgulhoso do trabalho com 48 laudas, ele afirma ter levantado uma discussão importante nos contextos social e educacional. “Tudo o que eu lia naquela tese, que depois foi transformada em livro, era como se ele estivesse falando para mim. O autor falava do constrangimento que os garis passam, da invisibilidade social e é tudo isso que nós sofremos. É como se houvesse uma cegueira social impedindo que as pessoas nos enxerguem”, disse.

Por apontar o termo “cegueira social”, um dos autores utilizados pelo estudante foi o português José Saramago, autor do livro conhecido em todo mundo, “Ensaio sobre a Cegueira”. Além dele, foram usados como referenciais de pesquisa historiadores como Ricardo Antunes e Janaína Amado, que pesquisam sobre trabalho, classe operária, sindicalismo, conflitos sociais, entre outros. “A área de concentração nos deu oportunidade de abordar esses temas que são importantes para entendermos que cenário social é esse que vivemos. Na pesquisa que desenvolvemos está, além do estudante, um gari falando do que os garis sofrem diariamente”, destacou.

A professora Verônica Pessoa, orientadora do Trabalho de Conclusão de Curso, contou que, para ela, foi uma surpresa ver seu orientando entrar na sala vestido com sua roupa de trabalho, já que ele não havia comentado com ela, nem pedido sua opinião. Entretanto, ela valorizou a decisão do aluno, que conseguiu desempenhar uma pesquisa que tanto abordou questões relativas aos temas trabalho, invisibilidade social e a transformação da realidade a partir dos estudos feitos.

“O maior desafio era conseguir separar o pesquisador do objeto pesquisado. Mas, devido ao envolvimento de Ednilson como o tema e sua relevância social, a abordagem que ele fez foi muito boa. Foi uma grata surpresa a maneira como ele construiu o texto, usando parte da teoria e, logo em seguida, os depoimentos dos garis. Ele conseguiu evoluir muito, o que para mim e para a banca confirmou como um trabalho muito bom”, disse a professora, que ainda destacou a contribuição na banca avaliadora dos professores Rival Amador de Sousa e Susei Oliveira da Rosa.

No dia da apresentação, não bastava a presença da esposa Thaís Pereira Felipe, com quem é casado há seis anos, e da filha de dois anos, Laís Pereira de Pontes. Estavam lá alguns dos colegas garis que contribuíram para a realização da pesquisa de Ednilson. Satisfeito, ele agora está tentando se habituar com a repercussão que sua história teve. Após entrevistar seus amigos de trabalho, agora é ele quem tem atendido vários veículos de comunicação para aprofundar mais sua história. “Quando eu decidi apresentar o TCC com minha farde de gari, eu não esperava toda essa repercussão. Está sendo bom para as pessoas repensarem algumas coisas, como a valorização do nosso trabalho. Mas eu não quero ser lembrado apenas por isso. Quero que todos vejam o que a educação pode fazer na vida das pessoas”, acrescentou.

 

Aprendendo a não ter vergonha da profissão

Conviver com outros alunos no Câmpus III, em Guarabira, não foi tão fácil para Ednilson Pontes como para qualquer outro recém-chegado em uma Universidade. Em contato com colegas que muitas vezem usavam a roupa do trabalho dentro da sala de aula, ele afirmou ter refletido durante muito tempo se teria coragem de vestir sua farda para assistir aula. Tímido no começo do curso, apenas no segundo ano revelou para seus amigos qual era sua profissão e como se sentia às vezes por vivenciar situações constrangedoras envolvendo a reação das pessoas ao saberem que ele era gari.

“Você vê pessoas que estudam na área de Saúde assistindo aulas com jaleco, outros, aqui no Câmpus, vindo com farda de policial ou de terno, por estudarem Direito. Daí sempre fiquei pensando como seria a reação das pessoas se eu usasse minha farda da gari na Universidade. No início eu me sentia constrangido. Era um choque de realidade para mim a vida na Universidade. Mas depois de um tempo conversei com meus amigos de turma, contei do meu trabalho e a reação deles foi a melhor possível. Me apoiaram, me acolheram com mais alegria e reconheceram a validade da profissão de gari”, disse Ednilson.

Ainda durante o processo de pesquisa, ele afirmou outra tarefa importante da sua formação: convencer 10 de seus colegas garis a participarem do TCC. “Nós somos 21 garis na ativa e eu consegui conversar com 10 para participarem da entrevista para a pesquisa. No início foi difícil convencê-los e eu entendo isso. Eles tinham medo de se expor, mas consegui encorajá-los. É muito preconceito que nós sofremos, mas consegui mostrar a eles que essa era uma oportunidade para darmos mais visibilidade a nossa profissão e também nos valorizarmos”, acrescentou.

Família humilde e trajetória na escola pública

Da infância humilde no bairro da Caixa D’água, um local no Centro da cidade de Pirpirituba podia mudar a história de Ednilson. E era lá que ele via a oportunidade de melhorar a vida conquistando suas aspirações. A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Augusto de Almeida foi a base educacional dele durante toda a sua formação, até concluir o Ensino Médio em 2006 e se ver no momento de colocar a prova o que aprendeu ao longo da vida.

Mas a trajetória não parecia ser fácil. Filho de um gari, profissão que o pai também exerceu, e de uma dona de casa, Ednilson precisava trabalhar paralelamente aos estudos para poder ajudar sua família. Foram anos no comércio de Guarabira que, além de contribuírem para seu sustento, também o enchia de vontade de continuar tentando ingressar em uma Universidade.

“Quando eu terminei o 3º ano, tentei vestibular na UEPB por dois anos, mas não consegui passar. Mas não parei por aí. Mesmo trabalhando no comércio eu usava o horário do almoço e a noite, quando chegava do trabalho, para estudar. Foi assim que passei no concurso, em 2011, mas o sonho de entrar na Universidade ainda era muito forte. Continuei estudando até que, em 2013, no último vestibular próprio da UEPB, consegui passar para o curso de História”, contou Ednilson.

E porque estudar História? Porque escolher a profissão de professor? Essas questões são rapidamente explicadas pelo futuro docente, que sempre viu na educação a chance de conseguir alcançar seus objetivos. “Sempre gostei de ler. Me interesso por poesia, literatura, até escrevi os agradecimentos do TCC em verso. Mas a História tem um significado diferente para mim. Entender as questões sociais, contribuir para a conscientização política e social das pessoas é algo que eu tenho muita vontade de fazer”, destacou.

Planos para a docência Ednilson também contou que tem. Além de ver potencial para continuar sua pesquisa na Universidade, em um Programa de Pós-Graduação, ele acredita que terá a oportunidade de mostrar, a partir de sua experiência, como a Educação pode transformar a vida das pessoas. “Se surgir uma oportunidade de ser professor, vou agarrar. Eu acho que, como gari, consegui plantar uma semente na vida de algumas pessoas. Mas, como professor, posso plantar muitas mais. A escola tem um papel primordial na vida da gente e se começarmos com a Educação nas crianças, seja ensinando que não pode jogar um papelzinho no chão, poderemos mudar muita coisa”, disse Ednilson, sem esconder a gratidão de ter conseguido seus objetivos a partir da escola pública.

“Eu só sou o que sou por conta da escola pública. Lá eu encontrei professores que me ajudaram a me formar e a formar muitas outras pessoas. E eu consegui me formar em uma universidade pública. Por isso fico muito triste com todos esses cortes na Educação. Se cortarem os investimentos quem vai sofrer é quem vem de baixo. Vai faltar escola e universidade para os filhos dos garis, das empregadas domésticas e não para quem pode pagar uma escola particular, por exemplo. Isso é a mesmo que cortar o sonho das pessoas”, concluiu Ednilson.

Texto: Givaldo Cavalcanti
Fotos: Dje Silva

Assessoria/UEPB

 

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Cidadania

Campanha solidária transforma meias usadas em cobertores

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Pixabay

Projeto já arrecadou mais de 1 milhão de pares de meias.

O projeto Meias do Bem já conseguiu arrecadar mais de 1 milhão de pares de meias que foram recicladas e ajudaram a aquecer pessoas de baixa renda, inclusive moradores de rua, em todo o país. Até agora, as 40 toneladas de meias usadas doadas ao projeto foram transformadas em 40 mil cobertores.

A iniciativa foi criada há seis anos pela fábrica de meias Puket. O analista de marketing comercial da empresa, Luiz Yada, disse à Agência Brasil que, no processo de fabricação das meias, sobra muito refugo têxtil, como linha e algodão. “Para não jogar fora esse material, a gente criou o projeto social, que recicla esse refugo têxtil e consegue transformar em cobertores”.

Desde o início do projeto, a fábrica conta com a parceria da Fibram, que recolhe o refugo descartado pela empresa. Uma transportadora contratada percorre todos os pontos de venda no Brasil para reunir as doações. As meias, em seguida, são higienizadas, trituradas e passam por todo o processo necessário até se transformarem em cobertores.

Distribuição

O Meias do Bem conta, atualmente, com mais de 250 ONGs cadastradas como parceiras na distribuição dos cobertores. Entidades que queiram participar do projeto devem preencher um formulário, disponível no endereço www.meiasdobem.com.br.

Para fazer um cobertor de casal, por exemplo, são necessários 40 pares de meias. Como se trata de um projeto social e sustentável, Luiz Yada destacou que, com um par de meia reciclado, é possível economizar até 75 litros de água. O projeto, que ganha maior destaque em meio ao inverno, dura o ano inteiro.

Escolas e empresas, segundo ele, também podem colaborar com a iniciativa – basta indicar como recolher as doações de meias ou levá-las até uma das 160 lojas espalhadas pelo país, onde há uma urna Meias do Bem.

Agência Brasil

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