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Educação

Carteiras de identidade digitais não poderão ser usadas no Enem

Foto: Divulgação

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Carteiras de identidade digitais não poderão ser usadas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Para fazer as provas, os participantes deverão levar um documento oficial de identificação original, com foto e caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente. Os dois itens são os únicos obrigatórios para o exame.

A presidente do Inep, Maria Inês Fini, alerta os candidatos que farão o Enem de que não poderão usar identidades digitais. Isso porque haverá três checagens de identidade e uma delas ocorrerá durante a prova, quando o uso do celular é proibido. “Não leve essa única prova de identidade porque dentro da sala de aplicação de prova, ela não poderá ser utilizada”.

Os documentos válidos são as carteiras de Identidade expedidas por secretarias de Segurança Pública, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar e Polícia Federal; Carteira de Trabalho e Previdência Social; passaporte; Carteira Nacional de Habilitação, com fotografia e identidade funcional. Outros documentos específicos podem ser consultados na página do Enem.

Maria Inês é enfática em relação ao uso da caneta. “Estudantes perguntaram se não poderiam usar outras canetas, que são mais confortáveis para escrever. Não podem. Tem que ser caneta preta em material transparente”, diz.

Os estudantes poderão levar para o exame, que tem duração de 5 horas e 30 minutos neste domingo (4) e de 5 horas no próximo (11), um lanche. Caso esse lanche seja caseiro e não esteja embrulhado em material transparente como papel filme, ele será fiscalizado antes de ser liberado.

Aconselhável levar

Além dos documentos obrigatórios, é aconselhável que os estudantes levem para o exame o Cartão de Confirmação de Inscrição impresso. No cartão constam o local de prova do estudante, além da opção de língua estrangeira escolhida e, se for o caso, atendimento específico ou especializado solicitado.

O cartão pode ser acessado na Página do Participante ou pelo aplicativo do Enem 2018, disponível para download na App Store e na Google Play. É preciso informar o CPF e a senha cadastrada na inscrição.

Os estudantes poderão levar também a Declaração de Comparecimento impressa para assinatura do chefe de Sala, caso precise do documento para justificar, por exemplo, falta no trabalho. A declaração está disponível também na Página do Participante.

Não levar

Os seguinte itens são proibidos no Enem: borracha; caneta de material não transparente; corretivo; dispositivos eletrônicos, como wearable tech, calculadoras, agendas eletrônicas, telefones celulares, smartphones, tablets, ipods, gravadores, pen drive, mp3, relógio e alarmes;  fones de ouvido ou qualquer transmissor, gravador ou receptor de dados imagens, vídeos e mensagens; impressos e anotações; lápis; lapiseira; livros e manuais.

Antes de entrar na sala de prova, os participantes deverão guardar no envelope porta-objetos, fornecido pelo aplicador, o telefone celular e quaisquer outros equipamentos eletrônicos desligados. Também deverão ser guardados todos os itens proibidos no Enem.

Segundo o Inep, o envelope porta-objetos deverá ser lacrado e identificado pelo participante antes de ingressar na sala de provas, e ser mantido até a saída definitiva do local de provas debaixo da carteira durante a realização das provas.

Enem 2018

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começam a ser aplicadas amanhã (4). Mais de 5,5 milhões de estudantes farão as provas de linguagem, ciências humanas e redação, em mais de 1,7 mil cidades. O exame segue no dia 11, quando serão aplicadas as provas de ciências da natureza e matemática.

A nota do exame poderá ser usada para concorrer a vagas no ensino superior público, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Fonte: Agência Brasil

Educação

Campus de Guarabira forma 235 novos profissionais nas áreas de Direito, Filosofia, Geografia, História, Letras e Pedagogia

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Fotos: Paizinha Lemos

“Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida – ninguém, exceto tu, só tu”. Essa lição do filósofo alemão Friederich Nietzche, proferida pelo Orador Oficial das turmas concluintes do Centro de Humanidades (CH), retratou o sentimento de dever cumprido que tomou conta, nessa terça-feira (18), da cerimônia de Colação de Grau do período letivo 2018.1, realizada na Casa de Recepção Maison D’Mel, em Guarabira. O Campus III da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) colocou à disposição do mercado de trabalho 235 novos profissionais das áreas de Direito, Filosofia, Geografia, História, Letras e Pedagogia.

Presidida pelo reitor Antônio Guedes Rangel Junior, a solenidade foi prestigiada pela diretora do Centro de Humanidades (CH), professora Ivonildes da Silva Fonseca; pelo pró-reitor de Graduação, professor Eli Brandão da Silva; pelo presidente da OAB-Secção Guarabira, o advogado e professor Antônio Teotônio; como também por coordenadores de curso, chefes de departamento e demais professores que compõem o corpo docente do Campus III.

Eleito como paraninfo geral das turmas concluintes, o professor aposentado do Curso de Pedagogia, Geadelande Carolino Delgado, foi conduzido à mesa por uma comissão composta pelas estudantes Ruanny Gonçalves Neri (Direito), Rosiane Ferreira da Silva (História), Sonaley Soares de Lucena (Geografia), Sayure Raissa Cavalcante da Costa (Letras) e Joara Allana de Araújo Hipólito Ribeiro (Pedagogia). Emocionado, o docente relatou que ser paraninfo é a maior distinção que um professor universitário pode receber: “Acredito que tal honraria é fruto de nossa passagem pelo Curso de Pedagogia, no qual tivemos a grata satisfação de lecionar as disciplinas Estatística Aplicada à Educação e Metodologia do Ensino de Matemática”.

Para o professor Geadelande, a educação superior representa uma rede de incentivos que permite aos estudantes adquirirem conhecimento que efetivamente os emancipe. “O Centro de Humanidades tem como objetivo estimular os discentes a compreenderem o mundo a sua volta e, dessa maneira, contribuir para que ambos, aluno e mundo, sejam mudados para melhor”, disse o homenageado, que concluiu seu discurso deixando uma mensagem especial para os formandos: “Nunca baixem a cabeça, porque com persistência e perseverança chega-se ao objetivo pretendido. Todos, em regime de igualdade, devem se conscientizar de que o aprendizado permite abrir novas portas existenciais – o estudo liberta. Não tenham medo de ousar, não tenham medo de ser, façam a diferença, tragam melhores dias para todos nós e para o nosso país, pois o verdadeiro patriotismo é o que concilia a pátria com a humanidade”.

O concluinte Rafael Damião de Lima Silva, do Curso de Letras, fez a leitura do juramento, acompanhado por todos os demais formandos. O Orador Oficial, Gemarques Vieira M. Junior, do Curso de Direito, discorreu sobre como a UEPB foi importante na formação profissional e social de cada um dos que ali estavam para receber o grau acadêmico: “A Universidade nos proporcionou não só conhecimento técnico, mas também momentos de reflexão sobre empatia, sobre o Brasil, o mundo, relações interpessoais e a vida em comunidade, além de fornecer subsídios para acender a vontade de compreender e transformar a sociedade. Foi realmente um tempo inesquecível e de muito aprendizado”. Gemarques também fez um agradecimento especial aos professores e aos pais, destacando que “ninguém vence sozinho”. Ele finalizou suas palavras se dirigindo aos colegas: “Meus amigos e minhas amigas, saibamos cumprir com ética e efetividade os objetivos da nossa Constituição Federal, na busca pela construção de uma sociedade livre, justa e solidária. Este é um novo tempo. Este é o nosso tempo. Um excelente começo a todos”.

Por sua vez, o pró-reitor de Graduação, professor Eli Brandão, fez referência ao processo educativo como um fator de mudanças e transformações sociais. O reitor da UEPB, professor Rangel Junior, parabenizou os concluintes, frisando a significância da conquista obtida: “Chegar até aqui é, sem dúvidas, um ato de resistência. Estamos vivendo em mundo cheio de amarguras, mas é preciso sair da esfera das reclamações e partir para a ação. Para isso, é fundamental ser portador de uma esperança ativa. Honrem a história da nossa UEPB, sua trajetória de lutas em prol de um ensino de excelência; honrem seus pais, pelo esforço para ver um filho se formar; e honrem a sociedade paraibana, que possibilitou a cada um de vocês estudar em uma universidade pública e de qualidade reconhecida. A celebração de hoje é um ponto de chegada, mas também um ponto de partida, um ciclo que recomeça. Não esqueçam da ética no desempenho de suas atividades. Aprendam a ser tolerantes, pacientes e a lutar pelo nossos direitos.”

Em seguida, houve a conferência do grau acadêmico. Ingra D’avila Leite Lima foi a representante dos concluintes de Direito; Thaís Meire C. Da Silva Santos representou o curso de Geografia; os formandos de História foram representados por Joabson de Sousa Costa; Roniele Marques de Silva  recebeu o grau em nome dos concluintes de Letras; os formandos de Pedagogia foram representados por Nayane Hellen Mamede Guedes.

Ascom/CH

 

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Educação

Projeto de extensão da UEPB Guarabira voltado ao jiu-jitsu promove aula especial com campeão mundial

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O projeto de extensão “O jiu-jitsu brasileiro como possibilidade educacional na universidade” promove, nesta quarta-feira (12), a partir das 18h, no Campus III da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), situado em Guarabira, uma aula especial com a presença do fundador da equipe Halavanca Brazilian Jiu-Jitsu, Helder Medeiros da Silva, cujo currículo ostenta sete títulos mundiais.

O atleta, que tem experiência em gerenciamento de projetos esportivos na modalidade em foco, virá conhecer o projeto que está sendo desenvolvido no Centro de Humanidades (CH), além de ministrar uma palestra para os estudantes envolvidos na iniciativa. Ainda estará presente no evento o lutador do UFC Antônio Carlos Júnior, popularmente conhecido como “Cara de Sapato”.

Trata-se de uma extensão vinculada ao Departamento de Geografia do Campus III, sob a coordenação do professor Thiago Leite Brandão de Queiroz, contando com o apoio da equipe Halavanca Brazilian Jiu-Jitsu, da Coordenadoria de Esportes e Lazer da UEPB (COEL), da Pró-reitoria Estudantil (PROEST) e do mestre Nauber Brilhante, campeão brasileiro e vencedor de diversos campeonatos regionais, que, semestralmente, acompanhará a aplicação da atividade esportiva no CH.

O projeto é voltado para a comunidade acadêmica de toda a UEPB.  As aulas acontecem duas vezes por semana, às terças e quintas-feiras, no horário das 5h30 às 7h, sendo ministradas pelo professor Thiago Leite, vinculado à equipe Halavanca na Paraíba.

Ascom/CH

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Cidades

Projetos da UEPB são premiados como melhores trabalhos no 25º ENIC

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Fotos: Tatiana Brandão

Dentre os 503 projetos de pesquisa apresentados durante o 25º Encontro de Iniciação Científica (ENIC) da Universidade Estadual da Paraíba, dois do Centro de Humanidades (CH) estão entre os 24 mais bem avaliados pela comissão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).  Trata-se dos projetos “Produção da oclusiva glotal [?] por falantes brasileiros de inglês L2”, coordenado pelo professor Leônidas José da Silva, e “Questões de alegoria e cultura popular na peça A donzela Joana, de Hermilo Borba Filho”, coordenado pelo professor Eduardo Henrique Cirilo Valones. Ambos lotados no Departamento de Letras do Campus III.

Os docentes, juntamente com seus orientandos, Mariane dos Santos Monteiro Duarte e Rafael Damião de Lima Santos, foram contemplados, respectivamente, com o primeiro e o segundo prêmios na área de conhecimento “Linguística, Letras e Artes”, em cerimônia realizada, nesta quarta-feira (4), em Campina Grande, pela Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP).  As demais categorias avaliadas foram: Ciências da Saúde, Ciências Biológicas, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Exatas e da Terra, Engenharias, Ciências Agrárias e Ciências Humanas.

O reitor Rangel Junior anunciou que todos os projetos premiados vão resultar em uma série de publicações da Editora Universitária (EDUEPB) e, posteriormente, serão transformados em e-book. Em sua fala, ele destacou a importância da manutenção dos trabalhos voltados para a iniciação científica, como ação que dá sentido à Universidade. Rangel ressaltou, ainda, a necessidade de professores e alunos entenderem a educação em todos os níveis como um caminho de descobertas e não somente como ato de ensinar.

Para o reitor, não faz sentido, em uma instituição superior, o ensino sem a pesquisa, embora no futuro nem todos se tornem doutores ou doutoras em suas áreas, devido às mudanças de rumo no curso da vida. “A Universidade deve buscar construir caminhos, abrir vagas e garantir condições para que todas as pessoas possam sair daqui com alguma compreensão do que é fazer pesquisa científica, do que é conhecimento, da realidade e buscar construir, a partir de métodos, a racionalidade para compreender a dinâmica do mundo”, frisou o reitor.

O vice-reitor Flávio Romero Guimarães também parabenizou os estudantes e professores pela premiação e, em um recorte histórico, mostrou a evolução do PIBIC na Instituição. “Para mim, o Programa de Iniciação Científica é, talvez, uma das estratégias pedagógicas mais importantes no que diz respeito a formação, em uma perspectiva integrada e cidadã. Sabemos o diferencial que é um aluno que participa de um programa desse”, destacou.

A pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, professora Maria José Lima, parabenizou os estudantes bolsistas e professores premiados e ressaltou a importância da pesquisa na UEPB. Ela observou que a avaliação e a seleção dos melhores trabalhos foi uma tarefa difícil da comissão, devido à qualidade dos projetos, e salientou que a avaliação do CNPq sobre o Encontro de Iniciação Científica foi mais uma vez extremamente positiva. “O ENIC foi elogiado pela qualidade dos trabalhos que foram apresentados. Alguns dos trabalhos avaliados pelo CNPq tinham perfil de dissertações e eles ficaram impressionados”, destacou. Maria José lembrou que a UEPB, apesar da crise, manteve o investimento na pesquisa, bancando inclusive uma cota de bolsas superior às ofertadas pelo CNPq.

O professor Carlos Henrique Salviano, coordenador geral de pesquisas da UEPB, enfatizou a relevância dos trabalhos apresentados do ENIC e salientou o quanto é enriquecedor para o aluno da graduação estar envolvido com a pesquisa científica, uma vez que ela agrega conhecimento, enriquece o currículo e dá perspectivas de um trabalho comprometido com a sociedade. “A iniciação científica é um diferencial acadêmico na graduação que abre horizontes de estudos para uma carreira acadêmica produtiva e de impacto social. O aluno que faz pesquisa científica se sobressai na sua formação”, destacou.

Realizado entre 6 a 8 de novembro desde ano, o ENIC reuniu mais de 1.500 estudantes das diversas áreas do conhecimento, tendo como tema principal “Sociedade, Educação, Ciência e Tecnologia”. A Iniciação Científica é um programa coordenado pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia que, desde 1952, vem estimulando os estudantes de graduação a enveredar pela pesquisa. Os graduandos da UEPB têm participado ativamente do programa, desenvolvendo pesquisas nas mais variadas linhas do conhecimento.

Confira a relação completa dos trabalhos premiados clicando AQUI.

 

Por Severino Lopes/ Simone Bezerrill

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