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Saúde

Pediatras pedem fim da obrigatoriedade do Teste da Linguinha

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Sociedade Brasileira de Pediatria enviou pedido ao Ministério da Saúde.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) solicitou, esta semana, ao Ministério da Saúde a revogação da lei que obriga hospitais e maternidades a fazerem o Teste da Linguinha em crianças nascidas em suas dependências.

O Protocolo de Avaliação do Frênulo da Língua em Bebês (Teste da Linguinha), obrigatório segundo a Lei nº 13.002/2014, é um procedimento utilizado para a detecção da anquiloglossia, uma alteração no tecido que se estende da língua até a cavidade inferior da boca.

Congênita, a anomalia, que pode ocasionar a chamada “língua presa”, pode prejudicar a amamentação e a deglutição das crianças, por causa da dificuldade de sucção e outros movimentos da língua, e, portanto, abrir brechas para a má nutrição. Outros problemas que podem derivar dessa condição são os de desenvolvimento da fala, uma vez que é possível que a dicção fique comprometida, caso o quadro não seja tratado.

A língua presa também traz implicações para a mãe do bebê. Isso se explica porque, ao não conseguir extrair o leite e ainda ter fome, a criança acaba prolongando a amamentação por tempo excessivo, deixando a lactante mais vulnerável a ter rachaduras e ferimentos nos seios ou, então, mastite e candidíase mamárias – respectivamente, inflamação e infecção fúngica das mamas.

Baixa incidência

Em nota, a SBP explicou que se opõe à obrigatoriedade do teste devido à pouca incidência da anquiloglossia no Brasil e ao baixo risco que a condição impõe à vida de quem a apresenta. De acordo com a entidade, os casos graves de anquiloglossia, que exigiriam correção pela cirurgia denominada frenotomia, são facilmente diagnosticados.

De acordo com a SBP, o exame da cavidade oral do recém-nascido e lactente só pode ser aplicado por um médico e “já faz parte do exame físico realizado pelo pediatra, de forma simples e indolor, nas maternidades e nas consultas de puericultura”. Durante o teste, o médico faz uma avaliação anátomo-funcional da boca da criança, observando aspectos como a posição da língua em repouso e durante o choro e a forma da ponta da língua no choro.

Na avaliação da entidade, os médicos podem prescindir do protocolo uma vez que “um exame clínico bem realizado e uma observação completa de uma mamada podem ser suficientes para o diagnóstico de anquiloglossia”.

A SBP destaca que é necessário estabelecer um conjunto de critérios rigorosos para que intervenções cirúrgicas sejam feitas somente quando necessárias.

Agência Brasil tentou entrar em contato com o Ministério da Saúde a fim de obter posicionamento da pasta sobre o assunto e aguarda retorno.

Agência Brasil

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Saúde

Paraíba registra 1.902 casos e cinco mortes por Covid-19 neste domingo

Paraíba totaliza 669.717 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios.

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste domingo (27), 1.902 casos de covid-19. Entre os casos confirmados, 19 (0,10%) são moderados ou graves e 1.883 (99%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 669.717 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios.

* O sistema e-SUS Notifica passou por instabilidade nos últimos dias e o número de casos deste boletim é resultado do acúmulo de casos que não foram divulgados nos relatórios anteriores.

Óbitos

Foram confirmados 5 óbitos na última atualização. As vítimas são 3 mulheres e 2 homens com idades entre 56 e 89 anos, residentes dos municípios de João Pessoa (2), Campina Grande (1), Santa Rita (2). Hipertensão e diabetes foram as comorbidades mais frequentes. Com isso, o estado totaliza com 10.439 mortes.

* Dados oficiais preliminares (fonte: SI-PNI, e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h, do dia 27/11/2022, sujeitos à alteração por parte dos municípios.

Cobertura Vacinal

Fazendo um recorte para a primeira dose de reforço na população com 12 anos ou mais, o estado contabiliza 62,79% do público vacinado.

Em relação ao segundo reforço nos indivíduos com idade a partir de 30 anos, a Paraíba tem 21,46% de cobertura na população contemplada.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 36%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 52%. Em Campina Grande, estão ocupados 20% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 0% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 10 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo 126 pacientes estão internos nas unidades de referência pra Covid-19.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios estão disponíveis no site da Secretaria de Saúde da Paraíba.

ClickPB

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Saúde

COVID-19: Guarabira segue testando para síndromes gripais nas UBS; veja cronograma

Objetivo é identificar pacientes diagnosticados com Covid-19.

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Por meio da Secretaria de Saúde, a Prefeitura de Guarabira, segue com os intensos serviços de testagem rápida para pessoas com síndromes gripais nas Unidades Básicas de Saúde. Tendo como objetivo identificar pacientes diagnosticados com Covid-19 e recomendar isolamento periódico destes, do restante das pessoas, para evitar a proliferação do vírus e suas novas variantes.

Em razão disto a SMS através da Coordenação de Atenção Básica elaborou um cronograma de testagem por UBS, para melhor atender a população.

Confira o cronograma na íntegra:

Vale destacar que, o teste deve ser feito a partir do terceiro até o sétimo dia de sintomas, para que se tenha um resultado adequado.

Uso de máscaras e higienização das mãos – Em virtude da volta do aumento de casos de covid, a Secretaria Municipal de Saúde de Guarabira recomenda que as pessoas voltem a utilizar máscaras, inclusive em ambientes fechados, e façam a higienização das mãos com álcool em gel, álcool 70º ou com água e sabão.

Codecom

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Saúde

Anvisa autoriza Remdesivir para uso pediátrico contra a covid-19

Medicamento é um antiviral injetável de uso hospitalar.

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Foto: Divulgação/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (21) a ampliação do uso do medicamento remdesivir, vendido no Brasil pelo nome comercial Veklury, para tratamento pediátrico contra a covid-19.

Agora, o medicamento poderá ser usado por bebês e crianças a partir de 28 dias e peso igual ou superior a 3 kg, que tenham pneumonia e requerem administração suplementar de oxigênio (oxigênio de baixo ou alto fluxo ou outra ventilação não invasiva no início do tratamento). Crianças pesando 40 kg ou menos, sem necessidade de administração suplementar de oxigênio, mas que apresentam risco aumentado de progredir para covid-19 grave, também poderão fazer o tratamento com o remdesivir.

O produto é um antiviral injetável, de uso hospitalar, produzido no formato de pó para diluição, em frascos de 100 mg, segundo a Anvisa. O antiviral recebeu registro da Anvisa em março de 2021 e, desde então, vem tendo seu uso expandido entre pacientes adultos e adolescentes em casos de covid-19. A substância age impedindo a replicação do coronavírus no organismo, diminuindo o processo de infecção. Cerca de 50 países já autorizam o uso do medicamento.  

Agência Brasil

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