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Policiais cumprem mandados de prisão e dois são detidos em Alagoa Grande

Foto: Wagner Varela

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Policiais militares e civis, sob o comando do delegado seccional Felipe Castelar, deram cumprimento, na manhã desta sexta-feria (22), na cidade de Alagoa Grande, a três mandados de prisão expedidos pela Justiça. Ao final da operação integrada, dois homens foram presos, um deles acusado de roubo e porte ilegal de arma de fogo e o outro, acusado de furto.

Os mandados de prisão foram cumpridos por policiais da guarnição do Comando do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) e da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil. Os dois homens foram conduzidos para a delegacia.

EM GUARABIRA – Os policiais foram solicitados pelo Copom para averiguar a denúncia de um homem embriagado que estaria ameaçando os próprios familiares, no interior da sua residência. A guarnição comandada pelo sargento Felipi localizou o acusado, que estava com sinais de embriaguez e o conduziu, juntamente com a vitima, para a delegacia.

Assessoria

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Militares do 4º BPM realizam operações policiais e apreendem droga e munição

As operações foram realizadas nas cidades de Guarabira, Pirpirituba, Belém, Caiçara e Logradouro

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Durante a realização das Operações Cidade Segura e Previna-se na noite dessa sexta-feira (22) e madrugada deste sábado (23), policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar), sob o comando do tenente-coronel Gilberto, efetuaram duas prisões e apreenderam uma quantidade de substância semelhante à maconha e munições calibre 38. As operações foram realizadas nas cidades de Guarabira, Pirpirituba, Belém, Caiçara e Logradouro e a primeira prisão, por porte de entorpecente, aconteceu no centro de Guarabira, quando a guarnição do comandante do 4º BPM abordou o suspeito e constatou que ele estava de posse de uma quantidade de substância semelhante à maconha. Ele foi conduzido à delegacia pela guarnição de Rádio Patrulha comandada pelo sargento Aldemir.

Ainda em Guarabira, no Conjunto Areia Branca, a guarnição do CPU (Coordenador de Policiamento da Unidade), aspirante Marllyson, se deparou com dois homens em atitudes suspeitas, que trafegavam em uma moto. Ao abordá-los, os policiais encontraram com eles três facas e uma cartela contendo dez munições calibre 38. Como o condutor não possuía CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e a moto estava com o licenciamento atrasado, o veículo foi removido para o pátio da CPTran e os dois homens foram conduzidos à delegacia.

MANDADO DE PRISÃO – No Bairro Novo, também em Guarabira, no início da noite, o Copom foi informado de que um homem estaria ameaçando uma mulher. De imediato, a guarnição comandada pelo cabo Jean foi ao local e manteve contato com a suposta vítima, uma adolescente de 16 anos de idade, que informou onde ele poderia estar. A guarnição, com o apoio de outras viaturas, saiu em diligências e encontrou o suspeito. Ao verificarem o nome dele no Infoseg, os policiais constataram que havia contra ele um mandado de prisão em aberto, expedido pela Comarca de Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte. O homem foi preso e conduzido à delegacia e a adolescente, que negou ter sido ameaçada, ficou aos cuidados do Conselho Tutelar.

Assessoria/4ºBPM

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Policiais e profissionais de saúde realizam barreiras sanitárias em Juarez Távora

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Foto: Gustavo Chaves

Policiais da 2ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) e profissionais de saúde realizaram, nesta sexta-feira (22), barreiras sanitárias nas estradas de acesso à cidade de Juarez Távora. Participaram da ação a guarnição do comandante da Companhia, capitão Jones, composta também pelo cabo Cassios, cabo Gomes, cabo Jackson e soldado Moura.

Durante as barreiras sanitárias que estão sendo realizadas em diversos pontos do Estado, são realizadas desinfecção de veículos, verificação de temperatura corporal de condutores e passageiros, além de fornecidos esclarecimentos sobre a Covid-19, a importância do isolamento social e as medidas preventivas de higiene.

Assessoria

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Polícia conclui inquérito e indicia Taciana por assassinato de Helton, em Sapé

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A empresária Taciana Ribeiro Coutinho, suspeita de matar o marido a tiros na fazenda Zumbi, em Sapé, foi indiciada por homicídio duplamente qualificado após conclusão do inquérito pela Polícia Civil, informou o delegado Luciano Soares, superintendente regional da Polícia Civil em João Pessoa, nesta quinta-feira (21).

O inquérito foi protocolado no Fórum da Comarca de Sapé no dia 18 de maio e os autos entregue ao Ministério Público da Paraíba na quarta-feira (20). Conforme consulta processual no site do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), o processo corre em segredo de Justiça.

O G1 tentou falar com o advogado de defesa de Taciana, mas as ligações não foram atendidas e as mensagens não foram respondidas até as 17h15 desta quinta-feira (21).

De acordo com Luciano Soares, as investigações foram feitas pelo delegado Reinaldo Nóbrega, que, pelo resultado da perícia, entendeu que há indícios de que ela teria cometido o crime contra Helton Pessoa com os agravantes de motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima.

Entenda o caso
O empresário Helton Pessoa foi morto a tiros no dia 10 de maio, na fazenda onde estava isolado com a família devido à pandemia de Covid-19. O corpo do empresário Helton Pessoa foi enterrado no dia seguinte no município de Arara, no Agreste paraibano.

Taciana foi presa preventivamente e interrogada pela Polícia Civil no mesmo dia do enterro da vítima. Durante depoimento, ela alegou legítima defesa para o crime. A prisão preventiva foi convertida em prisão domiciliar.

Durante o interrogatório, Taciana disse que o crime ocorreu após uma discussão entre o casal. Apesar de não apresentar ferimentos visíveis, a mulher foi submetida a exames de corpo de delito.

Como a prisão preventiva foi convertida em prisão domiciliar, depois do depoimento ela foi levada para um presídio, onde recebeu uma tornozeleira eletrônica. Em seguida, foi levada para a residência informada nos autos judiciais.

O advogado da família da vítima informou que foi notificado sobre o indiciamento e que a família lamenta o fato do processo correr em segredo de Justiça. “Não existe novidade quanto ao conteúdo do inquérito, o que nos deixa triste é a situação de segredo de Justiça, porque agora a população não vai poder ter acesso a informações à respeito do processo”, disse.

Fonte: G1PB

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