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Saúde

USP desenvolve vacina por spray nasal contra a covid-19

O modelo de imunização já foi testado em camundongos.

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Ilustração/Pixabay

A Universidade de São Paulo (USP) está desenvolvendo uma vacina por spray nasal contra a covid-19. De acordo com a universidade, o modelo de imunização já foi testado – com  resultados positivos – em camundongos contra a hepatite B. 

Para construir a nova vacina, os pesquisadores da USP colocaram uma proteína do novo coronavírus dentro de uma nanopartícula, criada a partir de um substrato natural. A substância resultante é aplicada em forma de spray nas narinas do paciente. 

Segundo a equipe que desenvolve a vacina, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, a expectativa é que o organismo do paciente produza a IgA Secretoram, um tipo de anticorpo presente na saliva, na lágrima, no colostro, no trato respiratório, no intestino e no útero, que atuaria no combate ao novo coronavírus.

A nanopartícula criada pelos pesquisadores e utilizada na construção da vacina permite que a substância permaneça na mucosa nasal por até quatro horas, tempo suficiente para ser absorvida e iniciar uma reposta do sistema imunológico. De acordo com a USP, para garantir a imunização, serão necessárias a aplicação de quatro doses – duas em cada narina, com intervalo de 15 dias.

Os protótipos devem ficar prontos em cerca de três meses – quando será possível iniciar os testes em animais. Os pesquisadores estimam que o produto seja repassado ao público a um custo de R$ 100 reais.

Também estão participando da pesquisa virologistas e imunologistas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, especialistas em nanotecnologia do Instituto de Química da USP, pesquisadores da Plataforma Científica Pasteur-USP, e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Agência Brasil

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Saúde

Fiocruz: Casos de síndrome respiratória tendem a cair em 12 estados

Apenas o Acre tem alta probabilidade de alta de síndrome respiratória

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Pixabay

Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) apresentam tendência de queda em 12 unidades federativas, enquanto apenas o Acre tem probabilidade de alta nas projeções divulgadas hoje (28) pelo Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

Os quadros graves de síndrome respiratória têm sido acompanhados por pesquisadores como um parâmetro para indicar a evolução da pandemia de covid-19, já que 96% dos casos positivos para vírus respiratórios foram causados pelo SARS-CoV-2. 

Alagoas, Roraima, Piauí, Tocantins e Sergipe são os estados com a mais forte probabilidade de queda nos casos. Bahia, Rio Grande do Norte, Maranhão, Paraíba, Mato Grosso, São Paulo e Rio Grande do Sul também tendem a apresentar queda, porém com menor probabilidade.

O boletim divulgado hoje mostra que a maior parte do Brasil apresenta tendência de estabilidade para os casos de SRAG. Já entre as capitais, o maior grupo, com 14 regiões metropolitanas, é o que apresenta tendência de queda.

Apesar do cenário, o boletim aponta tendência de alta nos casos de SRAG para Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Porto Velho, Rio Branco e Rio de Janeiro.  

Os pesquisadores alertam que, mesmo entre as cidades com tendência de queda ou estabilidade, o patamar de casos e óbitos se mantém elevado. Todas as capitais estão em regiões onde a transmissão comunitária do SARS-CoV-2 é considerada alta, muito alta ou extremamente alta. 

A transmissão comunitária do vírus significa seu contágio entre membros de uma mesma população, sem depender de viagens ou da chegada de pessoas contaminadas vindas de outros locais.

O nível de transmissão comunitária é considerado extremamente elevado em Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Goiânia, Macapá, Porto Alegre e São Paulo. 

O coordenador do InfoGripe Marcelo Gomes avalia que esse cenário manterá o número de hospitalizações e óbitos em patamares altos, com tendência de agravamento nas próximas semanas, caso não haja nova mobilização por parte das autoridades e população locais.

Agência Brasil

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Saúde

Covid-19: Adolescentes entre 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação

Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta terça-feira (27) que adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a covid-19. A inclusão será iniciada após envio da primeira dose para a vacinação de adultos com mais de 18 anos. Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados. 

A medida foi acertada durante reunião entre o ministério e representantes de estados e municípios. 

Também foi definido que, após a distribuição da primeira dose dos imunizantes para todo o país, o ministério deve decidir sobre a antecipação do intervalo entre as duas doses da Pfizer, que, atualmente, é de 90 dias. Na bula do fabricante, o intervalo é de 21 dias. 

A redução é estudada para acelerar a imunização diante do crescimento dos casos de pessoas infectadas com a variante delta do vírus da covid-19. 

“Nossa expectativa é atingir a população acima de 18 anos vacinada até o começo de setembro. A partir daí, vamos discutir a redução no intervalo da dose da Pfizer, assim a gente avançaria com a segunda dose em um número maior de pessoas e também os abaixo de 18 anos”, explicou o ministro. 

Os estados e municípios ainda deverão seguir as orientações do Ministério da Saúde sobre os intervalos entre as doses de vacinas e outras recomendações do PNI. 

Agência Brasil

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Saúde

Paraíba registra 7 mortes, 187 novos casos e 21 internamentos por Covid-19 nesta terça-feira

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 30%

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A Paraíba registrou, nesta terça (27), 187 novos casos de Covid-19. Também foram confirmados 07 novos óbitos desde a última atualização, sendo 05 ocorridos nas últimas 24h. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) ao ClickPB desde a última atualização, 31 (16,58%) são casos de pacientes graves e 156 (83,42%) são leves. 

Agora, a Paraíba totaliza 418.777 casos confirmados da doença, distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.103.001 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

 Os óbitos confirmados neste boletim aconteceram entre os dias 27 de maio e 27 de julho de 2021, todos em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 8.952 mortes. O boletim registra ainda um total de 291.888 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 100 novos casos, o que corresponde a 53,48% dos casos registrados nesta terça. São eles: Campina Grande, com 39 novos casos, totalizando 40.485; João Pessoa, com 35 novos casos, totalizando 102.295; São Vicente do Seridó, com 14 novos casos, totalizando 517; Araçagi, com 06 novos casos, totalizando 1.620; Cajazeiras com 06 novos casos, totalizando 9.616.

*Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 27/07/2021, sujeitos à alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até esta terça, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 07 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Aroeiras (1); Campina grande (1); Catolé do Rocha (1); João Pessoa (1); Massaranduba (1); Pitimbu (1) e São José dos Ramos (1).

As vítimas são 04 homens e 03 mulheres, com idades entre 24 e 76 anos. Hipertensão foi a comorbidade mais frequente e três não tinham comorbidades.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 30%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 26%. Em Campina Grande estão ocupados 34% dos leitos de UTI adulto e no sertão 43% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 21 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 354 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 2.359.934 doses. Até o momento, 1.689.939 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 669.995 completaram os esquemas vacinais onde 611.938 tomaram as duas doses e 58.057 utilizaram imunizante de dose única. A Paraíba já distribuiu um total de 2.704.869 doses de vacina aos municípios.

Do ClickPB

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