Variedades
Conheça a TV Paga do futuro!
A Guigo TV é um serviço de TV por assinatura com transmissão exclusiva pela Internet. Diferentemente das operadoras tradicionais, os assinantes só podem assistir aos canais oferecidos via streaming, pelo computador, celular, tablets ou smart TVs. A plataforma funciona em todo o Brasil e não requer a aquisição de equipamentos físicos ou visitas de técnicos para instalação.
Assim como as TVs concorrentes, a plataforma oferece planos diferentes, que custam a partir de R$ 20 por mês, e que disponibilizam canais de televisão de diferentes segmentos, como esportes, notícias, infantis e de entretenimento, com alguns famosos entre eles, como ESPN, Disney Channel, TV Cultura, Band, BBC e CNN Brasil. Confira, a seguir, os detalhes de funcionamento da Guigo TV.

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O que é e como funciona a Guigo TV?
Lançada em agosto de 2019, a Guigo TV funciona exclusivamente pela Internet. A plataforma transmite toda a programação dos canais contratados em tempo real via streaming, para que o usuário assista em qualquer dispositivo que possua uma conexão ativa. Todos os canais são transmitidos com a sua programação tradicional, da mesma forma que em uma TV por assinatura comum.
Uma das grandes diferenças é que não é necessário instalar aparelhos receptores, antenas ou decodificadores em casa para assistir aos canais contratados. Também não é preciso solicitar a instalação ou a visita de um técnico em casa, pois toda a contratação do serviço é realizada online, e a liberação do sinal é imediata.

É legal?
A Guigo TV informa que possui contratos com todos os canais que estão disponíveis na plataforma, autorizando a transmissão de forma legalizada em todo o Brasil. No site da empresa, o CNPJ informado pertence à empresa Guigo Television LTD, indicada como uma holding internacional com domicílio no exterior.
Plataformas disponíveis
Os assinantes podem assistir à Guigo TV em celulares, através de aplicativos para Android e iPhone (iOS), tablets, pelo site oficial, em apps para Smart TVs, Chromecast e TV Box com Android TV.
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Recursos de transmissão
Durante a utilização do serviço, o usuário tem acesso a um guia de canais e aos horários da programação de cada emissora, podendo navegar entre os programas como quiser, assim como em uma programadora de TV por assinatura tradicional. Mas, ao contrário de plataformas de streaming de filmes e séries, não é possível retroceder a transmissão para rever o trecho de um programa, sendo oferecida apenas a exibição ao vivo.
A plataforma permite marcar programas como favoritos e ativar a proteção parental com controle de acesso validado por um PIN criado pelo usuário. Uma mesma conta da Guigo TV permite que quatro pessoas assistam a canais diferentes ao mesmo tempo, com o limite de até duas pessoas no mesmo canal.
Planos e canais
A Guigo TV possui um plano básico, que custa R$ 7,90 por mês e libera 33 canais, sendo a maioria internacional ou com programação de variedades de outros países do mundo. Entre as poucas emissoras mais famosas do pacote básico, estão Band, TV Cultura, CNN Brasil, Gazeta, ESPN Extra e Disney Junior.
Caso queira, o usuário pode contratar pacotes temáticos extras, que custam entre R$ 12,90 a R$ 24,90 e são adicionados à mensalidade do plano básico — é obrigatória a contratação do plano base para poder usufruir dos pacotes adicionais.
Atualmente, quatro pacotes extras estão disponíveis: o de esportes, com mais canais ESPN e Esporte Interativo Plus; um infantil, com outros canais da Disney e a TV Rá-Tim-Bum; um combo da Televisa, com emissoras que transmitem novelas mexicanas; e um voltado para programação musical e de videoclipes.
Formas de pagamento
O pagamento é feito por meio de um cartão de crédito, que deve ser cadastrado em um formulário no próprio site, sendo a cobrança feita mensalmente na fatura do usuário. Também há a opção de realizar o pagamento através de boleto bancário. Nesta alternativa, o saldo fica disponível na conta do usuário, e o valor da assinatura é debitado desse montante. Há ainda a opção de acumular créditos através de um programa de indicação de amigos.
A Guigo TV permite que qualquer usuário experimente a plataforma gratuitamente por sete dias, sem precisar informar dados de cartão de crédito ou outra forma de pagamento no momento do cadastro para o teste.

Como assinar a Guigo TV?
A assinatura deve ser feita através do site oficial da Guigo TV (guigo.tv/home). O usuário deve selecionar o plano básico, que é obrigatório, escolher algum pacote extra, caso queira, e selecionar a forma de pagamento de sua preferência. É necessário informar um código de validação enviado por SMS para o celular cadastrado. Após a confirmação, o sinal é liberado imediatamente.
A Guigo TV não possui contrato de fidelidade, e o usuário pode cancelar a assinatura quando quiser, sem pagar multas. A empresa garante que o usuário poderá continuar assistindo aos canais até o final do período contratado. O procedimento de cancelamento também deve ser realizado através do site oficial da operadora.
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Qualidade de imagem
A Guigo TV transmite os canais em HD, mas informa que a qualidade do vídeo se adapta à velocidade da Internet de cada usuário, podendo variar e apresentar imagens com menor definição. A empresa indica que o assinante utilize uma conexão com, pelo menos, 5 MB para alcançar um melhor resultado.
Variedades
Guarabira realiza 1ª reunião do Comitê de Proteção a Crianças e Adolescentes vítimas de violência
O encontro marcou um importante avanço na consolidação de políticas públicas voltadas à proteção integral desse público no município.
Na manhã desta sexta-feira (17), a Prefeitura de Guarabira, por meio da Secretaria de Assistência Social, realizou a 1ª Reunião do Comitê Municipal de Gestão Colegiada da Rede de Cuidado e de Proteção Social de Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência. O encontro aconteceu na Casa dos Conselhos e marcou um importante avanço na consolidação de políticas públicas voltadas à proteção integral desse público no município.
A reunião contou com a presença da secretária de Assistência Social, Verônica Macedo; da coordenadora de políticas públicas para a pessoa idosa, Aniely Oliveira; de Wanderson dos Santos, representando o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA); de Raimundo Gomes, da Secretaria de Assistência Social; Assis Muniz, do Conselho Tutelar; de Maricelia de Oliveira, representante da Secretaria de Saúde; e de Mônica Maria, representante da Secretaria de Educação, além de outros integrantes da rede de proteção.
Durante o encontro, foi realizada a leitura e aprovação da resolução que oficializa a composição do comitê. Na ocasião, também foram definidos os cargos de coordenação, ficando Wanderson dos Santos como coordenador e Assis Muniz como vice-coordenador do colegiado.
Outro ponto importante da reunião foi a definição do cronograma de encontros e dos encaminhamentos iniciais, reforçando o compromisso das instituições envolvidas com a construção de estratégias conjuntas para o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes.
Secom/PMG
Esporte
Guarabira: Jogos de Verão serão realizados nos dias 25 e 26 de abril
A segunda edição dos Jogos de Verão, promete movimentar o cenário esportivo do município.
A segunda edição dos Jogos de Verão da cidade de Guarabira serão realizados nos dias 25 e 26 de abril, no complexo esportivo da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) e prometem muita emoção com as modalidades de beach tennis, vôlei de areia e futevôlei.
Além das competições, os atletas vão receber premiações de acordo com a classificação em cada modalidade. A iniciativa tem como objetivo incentivar a prática esportiva, promover a integração entre os participantes e valorizar o talento local.
A segunda edição dos Jogos de Verão, promete movimentar o cenário esportivo do município.
Brejo.com com informações da Secom
Cultura
Exposição em SP propõe releitura do sertão como espaço de resistência
Chamada de Atlântico Sertão, mostra pode ser vista no CCBB.
Quando se fala em sertão, geralmente se associa a uma região interiorana, localizada no Nordeste brasileiro, com solo mais raso e pedregoso e chuvas escassas, muito sujeita à seca.

Mas uma exposição inédita, que será aberta ao público nesta quarta-feira (15), na capital paulista, oferece novo sentido ao sertão, já que esse lugar, em verdade, não existe: os mapas oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, não reconhecem sua existência.
Chamada de Atlântico Sertão, a mostra propõe novo significado para a região, colocando-a como espaço ampliado de resistência em defesa dos direitos humanos. Aproveitando o sentido da frase de Guimarães Rosa, “O sertão está em toda parte”, a nova exposição explora a palavra como condição humana. E discute esse novo sentido por meio da arte.
“O sertão é um termo afetivo, não é técnico ou coisa parecida. Caatinga seria o termo mais correto. O sertão é, de fato, uma espécie de construção imaginária e imagética”, disse Marcelo Campos, um dos curadores de Atlântico Sertão.
Segundo ele, o sertão foi um assunto fundamental para o século 20. “A gente conheceu o sertão pela pena e pelas canetas dos escritores Guimarães Rosa, Euclides da Cunha e tantas e tantos outros. Mas conhecemos um sertão específico, onde o grupo era chamado de povo. Era uma espécie de massa, de representação muito coletivizada e pouco de falas individuais”, acrescentou durante a abertura da mostra para convidados.
Pesquisa acadêmica
Atlântico Sertão se baseia nas pesquisas acadêmicas de Marina Maciel, responsável pela direção geral e concepção do projeto. Seu trabalho teve início com o manifesto “Direitos humanos achados na arte”, que depois deu origem ao Coletivo Atlântico, que se define como um movimento social, artístico, jurídico, político e filosófico na defesa dos direitos humanos por meio da arte.
Baseado na ideia de que o Oceano Atlântico foi o caminho do massacre colonial, o coletivo criou a primeira exposição, chamada de Atlântico Vermelho, para ser exibida em Genebra, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2024. Depois veio Atlântico Floresta, que ocorreu durante as reuniões do G20, no Rio de Janeiro. Agora, em São Paulo, o coletivo criou Atlântico Sertão como forma de dar visibilidade às pessoas que sempre ficaram à margem da estrutura colonial e que lutam, “com bravura sertaneja”, para romper as formas de opressão por meio da arte.
“Lá na ONU, a primeira ideia foi pensar o Atlântico das diásporas, dos sequestros e das travessias. E logo depois, a gente foi atualizando o projeto, pensando a floresta e os povos originários”, explicou.
Agora, falamos sobre o sertão, acrescentou. Campos lembrou que são dois biomas que constituem muitas histórias brasileiras, muitas narrativas, muitas fábulas, muitos romances, muitos livros, mas que ao mesmo tempo são dois lugares de estigmatização. “E essa exposição, agora vendo ela montada, tem um compromisso de tirar esses lugares das suas próprias estigmatizações”..
Além das exposições, o Coletivo Atlântico tem proposto um projeto de lei, em discussão no Congresso desde 2024, que pretende regulamentar a profissão de artista visual no Brasil.
“Até hoje, artistas não têm a profissão reconhecida. O artista sempre é colocado em outro tipo de categoria, porque a categoria artista plástico ou artista visual não existe na carteira de trabalho. São lutas muito básicas, direitos muito básicos que nós ainda não conseguimos conquistar”, disse o curador.
A exposição
A mostra pode ser vista no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), localizado no centro de São Paulo, e reúne trabalhos de mais de 70 artistas de diversas regiões do país. O projeto ocupa todos os andares do edifício com pinturas, esculturas, fotografias e instalações. Além de Marcelo Campos, a curadoria da exposição também é assinada por Ariana Nuala, Amanda Rezende, Jean Carlos Azuos, Rita Vênus e Thayná Trindade.
“Para essa mostra, a gente quer que o sertão diga quem ele é. Então, são artistas de diversas regiões do país que lidam, muitas vezes, com as realidades que os romances regionalistas trouxeram, mas que lidam de outro modo. O sertão não é só a terra rachada, o gado seco ou a morte. Muito ao contrário, é sinônimo de tecnologia, tecnologias que fazem com que as pessoas permaneçam vivendo em Juazeiro do Norte ou no Cariri”, ressaltou o curador.
Estruturada em seis eixos, a visita tem início em uma sala que reproduz o verde profundo das vegetações, que significam a resistência e as veredas sertanejas ou a vida que teima em florescer. No andar seguinte, o visitante se depara com uma sala azul, que mostra a imensidão do céu, refletindo sobre a liberdade e também sobre a coletividade, cosmologias e práticas espirituais. A jornada prossegue por salas em tons laranja, vermelho e amarelo que mostram o pôr do sol e as tonalidades que banham o sertão ao fim do dia, significando o fogo das lutas.
Durante o percurso, o visitante vai perpassar por discussões sobre a relação entre a terra e o mar, as heranças indígenas, africanas e populares, as práticas espirituais, a organização da vida, o conhecimento ancestral, os modos de vida, a memória e as conexões entre o Brasil e a África. Nesse último núcleo, dedicado à ligação com a África, são destacados os fluxos de pessoas e os saberes que atravessam o Atlântico, reforçando a ideia de que o sertão é também um território de circulação e permanência, onde diferentes tempos e geografias seguem em diálogo.
No andar térreo, está sendo apresentada uma instalação inédita da premiada artista multimídia biarritzzz, que foi toda projetada para essa área do CCBB. A obra reúne múltiplas telas digitais, em uma estrutura triangular que dialoga com o imaginário do sertão, em referência ao triângulo, instrumento icônico dos trios de forró. “O triângulo é um dos instrumentos musicais para os trios de forró e sertanejos. Mas é também um triângulo que junta a gente às sonoridades do deserto africano”, destacou Campos.
Além da exposição, a programação do CCBB também propõe a realização de debates com artistas e atividades educativas focadas no direito ao sonho, na reparação histórica e no papel da arte na defesa dos direitos humanos.
Após a temporada paulista, a exposição seguirá para o CCBB Salvador, em setembro, e para o CCBB Brasília, no início de 2027. Mais informações sobre a mostra podem ser obtidas no site da mostra.
Agência Brasil
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