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Saúde

Reações à vacina são comuns e não devem ser impedimento para a imunização, afirma médico

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A Prefeitura de João Pessoa avança na vacinação contra a Covid-19 e após receber a primeira dose muitas pessoas vêm relatando reações adversas leves, como febre, dor de cabeça, calafrio, fadiga e dor no local onde foi aplicada a vacina. No entanto, esses incômodos são comuns e não devem ser obstáculo para a imunização. De acordo com o médico Felipe Proenço, professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e integrante do Comitê Covid João Pessoa, essas reações após a imunização são comuns e acontecem, porque as vacinas acionam o sistema imunológico.

“As reações são comprovadamente leves e os estudos apontam que 98% das pessoas já estão livre em três dias, por isso não é preciso procurar o hospital. A orientação é que, em caso de dor de cabeça ou febre, usem os medicamentos disponíveis em casa”, explicou o doutor Felipe Proenço.

No entanto, ele disse que é necessário observar os sintomas. “É preciso ficar atento e caso esses sintomas sejam persistentes, como febre e dor de cabeça que não aliviam com a medicação, dormência nas pernas e braços, aí é preciso procurar o médico”, ressaltou.

Vacinas disponíveis – As vacinas disponíveis são a Coronavac, AstraZeneca e Pfizer, que começou a ser aplicada nesta quinta-feira (6). Atualmente estão sendo imunizadas na Capital pessoas com idade de 40 anos com comorbidade, além de trabalhadores de saúde com 30 anos ou mais, pessoas com 50 anos ou mais com deficiência, além de grávidas e puérperas.

Do Blog Mário Sorrentino

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Saúde

Pessoas com mais de 18 anos serão vacinadas até dezembro, diz Marcelo Queiroga

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Todos os brasileiros com mais de 18 anos deverão estar vacinados contra a covid-19 até o fim do ano, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele participou, neste sábado (12), de evento médico, no Rio de Janeiro, sobre o Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita, e reforçou aos profissionais o que já havia adiantado durante sessão no Senado no último dia 8.

“Este ano, a despeito das condições ainda complexas na assistência à saúde, o Ministério da Saúde já contratou 600 milhões de doses de vacina, de tal maneira que a população acima de 18 anos será vacinada até o fim do ano. Isto eu posso assegurar. Somente em junho, nós vamos distribuir mais de 40 milhões de doses de vacina. Nós estamos antecipando doses”, disse Queiroga, que participou do evento por videoconferência.

O ministro da Saúde lembrou também que o acordo de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fiocruz já foi firmado, o que permitirá, em breve, vacinas produzidas a partir do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) nacional.

“Nós já temos 200 milhões de doses da Pfizer contratadas e 100 milhões dessas doses estarão disponíveis até setembro. Outros 100 milhões de doses estarão disponíveis até dezembro. E avança o contrato para mais 100 milhões de doses da [vacina da empresa] Moderna. Então, isso é a certeza que nós vamos vacinar a nossa população e por fim ao caráter pandêmico dessa doença”, finalizou Queiroga.

Agência Brasil

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Mundo

Rússia testa vacina contra Covid-19 em forma de spray nasal para crianças

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A Rússia anunciou neste sábado (12) que testou uma forma de spray nasal como vacina contra a Covid-19 para ser aplicado em crianças de 8 a 12 anos. O plano é lançar o novo produto em 15 de setembro, disse o cientista Alexander Gintsburg, que também liderou o desenvolvimento da vacina Sputnik V.

Alexander, que dirige o Instituto Gamaleya, responsável pela Sputnik V, disse que o spray para crianças usa a mesma composição da vacina, porém, no lugar da agulha, “há um bico”, informou a agência de notícias TASS.

O grupo de pesquisa informou que testou a vacina em crianças com idades entre 8 e 12 anos e não encontrou efeitos colaterais entre o grupo de teste, incluindo nenhum aumento na temperatura corporal, disse Gintsburg, de acordo com a TASS. De acordo com a agência de notícias russa, não houve detalhes sobre o estudo, nem quantas crianças participaram do grupo de testes.

CNN Brasil

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Brasil

Prova de vida pode ser feita sem sair de casa

Medida beneficia 36 milhões de aposentados e pensionistas

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Beneficiários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) podem realizar a prova de vida por meio dos aplicativos Meu gov.br e Meu INSS, pelo site, em caixas eletrônicos ou até por procuração.

A medida tem o objetivo de evitar aglomerações durante a pandemia. A necessidade de fazer a prova de vida foi retomada neste mês, após interrupção em março do ano passado. Durante o período, os beneficiários não deixaram de receber seus pagamentos.

O novo sistema viabiliza a prova de vida online através de tecnologia de biometria facial, desenvolvida pelo Serpro e pela Dataprev. O procedimento vai facilitar a vida de cerca 36 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de programas assistenciais. Para utilizar a funcionalidade, é necessário que o usuário tenha feito a coleta de biometria para o título de eleitor, além de possuir uma conta no gov.br, o portal de serviços de governo.

Os aplicativos Meu Gov.br e Meu INSS estão disponíveis na Google Play e App Store, ou, ainda, nos ambientes web.

Prova de vida

Realizada anualmente para comprovar a existência do beneficiário e evitar fraudes, a prova de vida é exigida de todos os que recebem benefícios de seguro social por meio de conta corrente, poupança ou cartão magnético. Para não ter o pagamento suspenso, as provas já vencidas devem ser realizadas novamente até as datas limite. Segundo estimativas da autarquia, cerca de 11 milhões de pessoas se encontram em situação de pendência, o que corresponde a um terço dos beneficiários.

Caso não seja possível a realização da prova de vida por celular, a orientação do INSS é que o cidadão procure a agência bancária responsável pelo recebimento do benefício.

Alguns bancos permitem que a validação seja feita por biometria nos próprios aplicativos ou até mesmo em caixas eletrônicos.

Uma terceira opção, para aqueles que não puderem ir ao banco por motivo de doença ou dificuldades de locomoção, é fazer a prova de vida por meio de um procurador. Mas, para isso, é preciso que a procuração seja cadastrada no INSS. A prova de vida por procuração também é uma alternativa para beneficiários que moram no exterior.

Agência Brasil

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