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Saúde

Outubro Rosa: Governo do Estado abre a campanha de prevenção do câncer de mama nesta sexta, 1

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O “acesso é o caminho e a chave é a prevenção”! Com este slogan, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Coordenação Estadual de Saúde da Mulher e do Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer (CEDC), abre, oficialmente, a programação do Outubro Rosa, campanha de prevenção contra o câncer de mama, nesta sexta-feira (1º), às 09h30, na sede do CEDC, em João Pessoa. 

Durante todo o mês de outubro, o CEDC vai oferecer às mulheres, a partir dos 40 anos, por demanda espontânea, a realização de 100 mamografias de rastreamento, diariamente, das 7h às 19h e ainda terá atendimento às mulheres indígenas para a realização do mesmo exame, em parceria com o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).

O CEDC ainda disponibilizará consultas com mastologista, pela manhã e à tarde, e também serão feitas biópsias dos nódulos mamários suspeitos para câncer, diagnosticados em mamografia e ultrassonografia. Neste caso, basta apresentar o exame e documentos pessoais. Este serviço também será por meio de demanda espontânea. Ainda terá a extensão das ações de rastreamento, realizadas no Outubro Rosa, também para o mês de novembro.

Dentro da programação do Outubro Rosa, a SES recomenda a todos os municípios para participarem das mobilizações, com ações de prevenção e detecção precoce do câncer de mama e colo de útero nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e esclarecimentos sobre o tema.

“É importante a participação dos municípios na luta contra uma doença que o diagnóstico precoce aumenta em 90% as chances de cura e possibilita que a pessoa leve uma vida com qualidade. A mamografia é o principal exame para a detecção precoce e deve ser feita por mulheres sem sintomas, mas que estão numa faixa etária de risco e tenham propensão à doença”, disse a coordenadora estadual de Saúde da Mulher, Fátima Moraes.

De acordo com a programação, serão promovidas também ações de apoio às mulheres que foram diagnosticadas com a doença e também com as que foram curadas. 

“O tema requer um apoio especial às mulheres com a doença, por isso será criado o Grupo Superação, de apoio psicológico contínuo. Serão feitas rodas de conversas para que cada uma compartilhe sua dor e celebre a cura e palestras educativas, diariamente, alertando sobre a importância da saúde mamária”, informou a diretora geral do CEDC, Roseane Machado. 

CEDC – O Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer (CEDC) é o serviço de referência estadual para o diagnóstico precoce do câncer de mama e colo uterino, oportunizando às mulheres paraibanas a cura do câncer mamário. 

Em um único local, a mulher tem a oportunidade de realizar todos os exames para o diagnóstico precoce do câncer de mama, desde mastologista; mamografia; ultrassonografia; punção de cisto mamário; biópsia de mama, através de procedimento minimamente invasivo e anatomopatológico (exame que vai confirmar ou não se a lesão é positiva para câncer). 

“Todo exame de mamografia e/ou ultrassonografia, feito na Paraíba, que resultou em lesão mamária (nodular) suspeita para câncer, tem atendimento prioritário, não necessitando de protocolos regulatórios, porque deve ser imediata a investigação diagnóstica, através do procedimento PAAG – Punção Aspirativa por Agulha Grossa. Essa rapidez no atendimento faz toda a diferença quando se trata de câncer de mama”, explicou.

Em breve, o CEDC estará de casa nova. O novo endereço será na Avenida Epitácio Pessoa, com uma infraestrutura mais ampliada, oferecendo mais conforto aos usuários do SUS. No momento, a casa está em fase de adequações dos espaços físicos e ampliação da estrutura.

Além das novas instalações do CEDC, a SES está também adquirindo novos equipamentos para o Hospital do Bem, em Patos, que atende casos de câncer de mama, colo de útero, próstata e pele. “Dentro da ampliação de atendimento no Hospital do Bem, serão adquiridos um novo mamógrafo e um acelerador de partículas”, anunciou o secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros

Dados do Câncer de Mama na Paraíba

Óbitos – Sistema de Informação de Mortalidade – SIM/PB 

2019 – 308 óbitos

2020 – 295 óbitos

2021 – 186 óbitos

Estimativa para o triênio 2020-2022 – Inca/MS

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa para o câncer de mama na Paraíba, nos anos 2020-2021-2022, é de 1.120 novos casos, para cada ano. Desses, 360 serão somente em João Pessoa.

Secom-PB

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Saúde

Brasil registra 130 mortes por covid-19 e 5,7 mil casos em 24 horas

Número de pessoas recuperadas chega a 20,79 milhões.

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O Brasil registrou 5.738 casos de covid-19 e 130 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado hoje (17) pelo Ministério da Saúde.

Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.644.464. O número de mortes soma 603.282.

Segundo o boletim, 20.794.497 pessoas se recuperaram da doença. Ainda há casos 246.685 em acompanhamento por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Existem 3.096 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.

Boletim epidemiológico da covid-19, divulgado em 17 de outubro de 2021

Divulgação/Ministério da Saúde

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (151.126), Rio de Janeiro (67.584) e Minas Gerais (55.209). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.942), Amapá (1.988) e Roraima (2.018).

Agência Brasil

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Saúde

População estará imunizada contra covid até o fim do ano, diz ministro

Queiroga participou do Dia D da Campanha de Multivacinação.

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Foto: Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse neste sábado (16) que toda a população brasileira estará imunizada contra a covid-19 até o final deste ano. Queiroga participou, neste sábado, do lançamento do Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, em São Luís. A iniciativa busca incentivar a imunização com 18 vacinas diferentes. O público-alvo são pessoas com até 15 anos.

Em relação à covid-19, Queiroga lembrou que o Brasil já ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas com o ciclo vacinal contra a covid-19 completo. O termo é usado para designar pessoas que receberam duas doses de imunizantes oferecidos no Brasil ou a dose única da vacina Janssen.

“Estamos nos preparando para sair da maior crise sanitária que a humanidade já enfrentou. Isso se deve ao esforço conjunto de todos nós. Tenho certeza de que haveremos de vencer, em breve, essa pandemia. Isso eu posso me comprometer com vocês porque eu sei que até o final do ano toda a população brasileira estará imunizada”, disse.

Agência Brasil

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Saúde

Cães e gatos podem ter vírus da covid-19, mas não transmitem a doença

Pesquisa é da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

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Pixabay

Apenas 11% dos cães e gatos que habitam casas de pessoas que tiveram covid-19 apresentam o vírus nas vias aéreas. Esses animais, entretanto, não desenvolvem a doença, segundo pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Isso significa que eles apresentam exames moleculares positivos para SARS-CoV-2, mas não têm sinais clínicos da doença.

Segundo o médico veterinário Marconi Rodrigues de Farias, professor da Escola de Ciências da Vida da PUC-PR e um dos responsáveis pelo estudo, até o momento, foram avaliados 55 animais, sendo 45 cães e dez gatos. Os animais foram divididos em dois grupos: aqueles que tiveram contato com pessoas com diagnóstico de covid-19 e os que não tiveram.

A pesquisa visa analisar se os animais que coabitam com pessoas com covid-19 têm sintomas respiratórios semelhantes aos dos tutores, se sentem dificuldade para respirar ou apresentam secreção nasal ou ocular.

Foram feitos testes PCR, isto é, testes moleculares, baseados na pesquisa do material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab (cotonete longo e estéril) da nasofaringe dos animais e também coletas de sangue, com o objetivo de ver se os cães e gatos domésticos tinham o vírus. “Eles pegam o vírus, mas este não replica nos cães e gatos. Eles não conseguem transmitir”, explicou Farias.

Segundo o pesquisador, a possibilidade de cães e gatos transmitirem a doença é muito pequena. O estudo conclui ainda que em torno de 90% dos animais, mesmo tendo contato com pessoas positivadas, não têm o vírus nas vias aéreas.

Mutação

Segundo Farias, até o momento, pode-se afirmar que animais domésticos têm baixo potencial no ciclo epidemiológico da doença.

No entanto, é importante ter em mente que o vírus pode sofrer mutação. Por enquanto, o cão e o gato doméstico não desenvolvem a doença. A continuidade do trabalho dos pesquisadores da PUC-PR vai revelar se esse vírus, em contato com os animais, pode sofrer mutação e, a partir daí, no futuro, passar a infectar também cães e gatos domésticos.

“Isso pode acontecer. Aí, o cão e o gato passariam a replicar o vírus. Pode acontecer no futuro. A gente não sabe”.

Por isso, segundo o especialista, é importante controlar a doença e vacinar em massa a população, para evitar que o cão e o gato tenham acesso a uma alta carga viral, porque isso pode favorecer a mutação.

A nova etapa da pesquisa vai avaliar se o cão e o gato têm anticorpos contra o vírus. Os dados deverão ser concluídos entre novembro e dezembro deste ano.

O trabalho conta com recursos da própria PUC-PR e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Agência Brasil

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