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Saúde

Paraíba confirma dois óbitos por covid-19 nas últimas 24h

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Pixabay/ilustração

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta terça (12), 22 casos de Covid-19. Entre os confirmados hoje, 11 (50%) são moderados ou graves e 11 (50%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 443.203 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.189.656 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados

Também foram confirmados 02 novos óbitos desde a última atualização, todos nas últimas 24h e em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 9.353 mortes. O boletim registra ainda um total de 335.299 pacientes recuperados da doença.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 12/10/2021, sujeitos à alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até esta terça, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre os residentes dos municípios de Fagundes (1) e Puxinanã (1). As vítimas são um homem e uma mulher, com idades entre 68 e 78 anos. Cardiopatia foi a comorbidade mais comum.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 24%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 27%. Em Campina Grande, estão ocupados 22% dos leitos de UTI adulto e no sertão 35% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 14 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 126 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI, a aplicação de 4.558.369 doses. Até o momento, 2.906.161 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 1.609.161 completaram os esquemas vacinais, onde 1.546.293 tomaram as duas doses e 62.868 utilizaram imunizante de dose única. Sobre as doses adicionais, foram aplicadas 2.455 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 40.084 doses de reforço na população com idade a partir de 60 anos. A Paraíba já distribuiu um total de 5.104.223 doses de vacina aos municípios.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

ParlamentoPB

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Saúde

Opera Paraíba tem calendário de cirurgias eletivas em todas as regiões do estado

Confira as datas das regiões de Belém, Guarabira e demais cidades.

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Foto: Pixabay

O Opera Paraíba vai realizar, do dia 20 a 22 deste mês, no Hospital Regional de Patos, mais uma ação itinerante do programa, com a oferta de cirurgias gerais, de catarata e uma caravana de exames de imagem para diagnóstico de câncer mama, que será feita por meio da Rede Cuidar. A iniciativa do Governo do Estado vem interiorizando as ações de saúde e facilitando o acesso do usuário aos serviços.

“Nós já tiramos da fila de espera por uma cirurgia quase 20 mil paraibanos, e nossas ações continuam sendo expandidas com a inclusão de mais hospitais da rede ao programa, aquisição de equipamentos de ponta e ampliação das especialidades atendidas,” destacou o governador João Azevedo.

O calendário do Opera Paraíba também contempla o Hospital Regional de Itabaiana, de 23 a 25, com um mutirão de cirurgias de catarata. Já do dia 26 a 28, as cirurgias oftalmológicas acontecem no Hospital Regional de Belém, no Brejo paraibano.

Ainda na região do Brejo, o programa vai até a cidade de Guarabira, onde vai oferecer à população do município e cidades vizinhas cirurgias gerais, de catarata, e também uma caravana de exames de imagem para diagnóstico de câncer mama, assim como em Patos, através da Rede Cuidar. Os procedimentos vão acontecer de 27 a 29 de maio.

No mesmo período em que o programa acontecerá em Guarabira, também estará presente na cidade de Cajazeiras, no alto sertão. No Hospital Regional, o Opera Paraíba vai contemplar os usuários com cirurgias de hérnia e vesícula, oftalmológicas, e ainda a realização de exames de mamografia e ultrassom mamária, para o rastreio do câncer de mama.

A agricultora Marialba Mendes foi operada de  catarata no último fim de semana, em Taperoá. Ela saiu do centro cirúrgico emocionada. “Eu estou chorando, mas é de alegria, porque era muito difícil a gente conseguir uma cirurgia. Agora com o Opera Paraíba, a gente tem direito a ter saúde,” disse.

As cirurgias também ocorrem de forma permanente no Hospital de Clínicas, em Campina Grande, e nos finais de semana, no Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa, no Hospital Geral de Queimadas, e no Hospital Geral de Mamanguape. 

Além das cirurgias gerais, agora o programa também conta com a realização de cirurgias ortopédicas, que acontecem no Hospital de Trauma de João Pessoa e também no Hospital de Clínicas.

Esse ano o programa já realizou mais de 5 mil procedimentos, sendo mais de 2 mil cirurgias só de catarata. 

“O Opera Paraíba está presente em todas as regiões do estado levando saúde e dignidade ao povo paraibano. Com a interiorização do programa, agora o paciente realiza a cirurgia que necessita de forma rápida e sem fazer grandes deslocamentos. Esse é o SUS que funciona,” pontuou o secretário executivo de saúde, Jhony Bezerra.

Secom-PB

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Saúde

Paraíba investe em equipamentos e reduz mais de 60% dos óbitos maternos no 1º quadrimestre

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De janeiro a abril de 2022, a Paraíba registrou 61,9% menos óbitos maternos do que no mesmo período do ano anterior. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e informam que, nos quatro primeiros meses de 2021, ocorreram 21 mortes maternas contra oito do primeiro quadrimestre de 2022. A redução ocorre no momento em que a Paraíba ampliou o Centro Estadual de Regulação Hospitalar para atuar também nos cuidados maternos.

Desde março de 2022, o complexo regulador estadual monitora e direciona os leitos na linha materno-infantil, com objetivo de centralizar as solicitações para disponibilizar o leito para as usuárias em tempo oportuno, reduzindo os índices de mortalidade materna. Desde a implantação, o serviço de regulação obstétrica já atendeu 3.033 pacientes, sendo 1.040 da 1ª Macrorregião de Saúde, 1.339 da 2ª macro e 627 da 3ª.

Há ainda 27 pacientes oriundos de outros estados. Os municípios que mais atenderam pacientes foram João Pessoa, localizada na 1ª macro, com 474 regulações; Campina Grande, na 2ª macro, com 303 regulações e Patos, na 3ª macrorregião de saúde, com 81 pacientes regulados.

Segundo a secretária estadual de Saúde, Renata Nóbrega, essa ação representa garantia de atendimento para as gestantes em todas as regiões do estado. “A partir de 1º de março, as nossas gestantes são acompanhadas pela regulação estadual, garantindo o monitoramento do cuidado humanizado e qualificado para as mães e os bebês que necessitam de cuidados de alto risco, independente do município onde elas estejam”, explica.

Ao mesmo tempo, a Paraíba investiu mais de R$ 7 milhões em equipamentos para a rede materno-infantil, que contemplam 13 hospitais. O investimento foi direcionado para as salas de parto de todo o estado e também tem proporcionado melhorias nos leitos das Unidades Intensivas Neonatais e no acompanhamento do pré-natal ao puerpério, levando a garantia da saúde à população paraibana. Somente em Cajazeiras, o estado dobrou o número UTIs Neonatais,  saindo de três para seis, contemplando os 15 municípios da região. Essas intervenções reduziram o número de transferências de pacientes do Sertão (3 ª Macrorregião de Saúde) para Campina Grande (2ª macro).

Renata Nóbrega explica a importância desse investimento para o cuidado materno-infantil. “Essa redução na mortalidade materna é resultado conjunto da implantação da regulação estadual do fluxo da obstetrícia e do amplo investimento do Governo nas maternidades de toda Paraíba, com equipamentos de última geração. É importante equipar as unidades obstétricas de todo estado e garantir que as pacientes possam ser encaminhadas para outros centro de referência, caso precisem desse suporte”, finaliza.

Secom-PB

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Saúde

Hospital Arlinda Marques realiza primeira cirurgia por vídeo em menina de 13 anos

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O Complexo Pediátrico Arlinda Marques, em João Pessoa, realizou a primeira cirurgia por videolaparoscopia. A inovação em tecnologia de ponta realizada pelo Governo do Estado representa um investimento na ordem de R$ 345 mil na aquisição do equipamento. O procedimento, além de menos invasivo aos pacientes, garante uma redução de tempo no pós-operatório e na ocupação de leitos da unidade de saúde.

A primeira cirurgia realizada ocorreu para a retirada de colecistite (retirada de vesícula) de uma criança de 13 anos do sexo feminino. A paciente já teve alta, no entanto, se fosse no método tradicional, ela ficaria em média uma semana internada e teria um pós-operatório com mais dor. Com a introdução da tecnologia, o Arlinda Marques terá condições de realizar procedimentos diariamente, de acordo com os agendamentos ambulatoriais e demandas de urgência do pronto-socorro referência no estado para doenças cirúrgicas da criança. 

O diretor administrativo do Complexo Pediátrico Arlinda Marques, José Honório da Silva Melo, explicou que o procedimento, além de ter sido realizado com sucesso, garante o acesso da população à tecnologia de ponta num hospital público. “A avaliação é de uma grandiosidade. O investimento é alto e muito salutar para o Arlinda, porque esse tipo de cirurgia se encontra em hospitais particulares, então hoje o Sistema Único de Saúde (SUS) proporciona a massa pediátrica contemplando com esse tipo de cirurgia”, ressaltou.   

A videolaparoscopia é uma cirurgia padrão no tratamento de afecções cirúrgicas do tórax e abdômen, em especial, em cirurgia digestiva, urológica, oncológica e torácica, conforme explicou José Honório da Silva Melo. O procedimento poderá ser adotado no Complexo Pediátrico Arlinda Marques tanto em cirurgias eletivas quanto nas de urgência. À frente da inovação estão os cirurgiões do Complexo Pediátrico Arlinda Marques: Daniel Rangel, Tayane Cruz, Vinícius Marinho e Henrique Silveira. 

Menos invasiva  – A tecnologia adotada no Arlinda Marques chega trazendo alta capacidade de resolutividade em menor tempo e com um processo menos invasivo. Na prática, para os pacientes isso resultará, além do tempo e redução das dores no pós-operatório, esteticamente as marcas do procedimento serão mínimas. “A cirurgia por vídeo é menos invasiva, pois são três pontinhos e a estética para o paciente é outra. A facilidade de recuperação é melhor. A cirurgia de vídeo veio para inovar”, enfatizou José Honório.

Secom-PB

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