Saúde
Covid-19: Paraíba registra 14 mortes, 1.318 novos casos e 389 pacientes internados
A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 57%.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta segunda (14), 1.318 casos de Covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 09 (0,68%) são moderados ou graves e 1.309 (99,32%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 544.249 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.396.209 testes para diagnóstico da Covid-19.
Também foram confirmados 14 novos óbitos, desde a última atualização, 09 deles ocorridos nas últimas 24h. Com isso, o estado totaliza 9.956 mortes. O boletim registra ainda um total de 394.453 pacientes recuperados da doença.

* Dados oficiais preliminares (fonte: SI-PNI, e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM), extraídos às 10h, do dia 14/02/2022, sujeitos à alteração por parte dos municípios.
Óbitos
Os óbitos divulgados neste boletim ocorreram entre os dias 08 e 14 de fevereiro, sendo dois em hospitais privados e os demais em hospitais públicos. As vítimas são 07 homens e 07 mulheres, com idades entre 54 e 105 anos, residentes dos municípios de Areial (1); Bayeux (1); Boqueirão (1); Cabedelo (1); Campina Grande (2); Congo (1); João Pessoa (1); Pombal (1); Remígio (1); Rio Tinto (1); São José dos Cordeiros (1) e Sousa (2). Cardiopatia foi a comorbidade mais frequente e três não tiveram comorbidade informada.
Cobertura Vacinal
Foi registrado no Sistema de Informação SI-PNI, a aplicação de 7.484.442 doses. Até o momento, 3.254.099 pessoas foram vacinadas com a primeira dose (80,17% do total) e 3.002.955 completaram os esquemas vacinais, o que representa 73,98% da população total do estado. Do total de vacinados com o esquema primário completo, 2.919.823 tomaram as duas doses e 83.132 utilizaram imunizante de dose única. Sobre as doses adicionais, foram aplicadas 31.615 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 1.195.771 doses de reforço na população com idade a partir de 18 anos. A Paraíba já distribuiu um total de 8.195.714 doses de vacina aos municípios.
Ocupação de leitos Covid-19
A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 57%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 81%. Em Campina Grande, estão ocupados 48% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 56% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 31 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 389 pacientes estão internos nas unidades de referência pra Covid-19.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta segunda (14), 1.318 casos de Covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 09 (0,68%) são moderados ou graves e 1.309 (99,32%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 544.249 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.396.209 testes para diagnóstico da Covid-19.
Também foram confirmados 14 novos óbitos, desde a última atualização, 09 deles ocorridos nas últimas 24h. Com isso, o estado totaliza 9.956 mortes. O boletim registra ainda um total de 394.453 pacientes recuperados da doença.

* Dados oficiais preliminares (fonte: SI-PNI, e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM), extraídos às 10h, do dia 14/02/2022, sujeitos à alteração por parte dos municípios.
Óbitos
Os óbitos divulgados neste boletim ocorreram entre os dias 08 e 14 de fevereiro, sendo dois em hospitais privados e os demais em hospitais públicos. As vítimas são 07 homens e 07 mulheres, com idades entre 54 e 105 anos, residentes dos municípios de Areial (1); Bayeux (1); Boqueirão (1); Cabedelo (1); Campina Grande (2); Congo (1); João Pessoa (1); Pombal (1); Remígio (1); Rio Tinto (1); São José dos Cordeiros (1) e Sousa (2). Cardiopatia foi a comorbidade mais frequente e três não tiveram comorbidade informada.
Cobertura Vacinal
Foi registrado no Sistema de Informação SI-PNI, a aplicação de 7.484.442 doses. Até o momento, 3.254.099 pessoas foram vacinadas com a primeira dose (80,17% do total) e 3.002.955 completaram os esquemas vacinais, o que representa 73,98% da população total do estado. Do total de vacinados com o esquema primário completo, 2.919.823 tomaram as duas doses e 83.132 utilizaram imunizante de dose única. Sobre as doses adicionais, foram aplicadas 31.615 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 1.195.771 doses de reforço na população com idade a partir de 18 anos. A Paraíba já distribuiu um total de 8.195.714 doses de vacina aos municípios.
Ocupação de leitos Covid-19
A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 57%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 81%. Em Campina Grande, estão ocupados 48% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 56% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 31 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 389 pacientes estão internos nas unidades de referência pra Covid-19.

Via ClickPB
Saúde
Violência sexual aumenta riscos cardiovasculares em mulheres
Estudo aponta que vítimas têm 74% mais chance de doenças cardíacas.
As meninas e mulheres vítimas de violência sexual não sofrem apenas os danos físicos e psicológicos imediatos. Esses eventos podem aumentar em 74% a chance de que elas desenvolvam problemas cardíacos, de acordo com um estudo baseado em dados oficiais brasileiros. 

A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e traz também uma análise por doenças de forma individualizada. Mulheres que sofreram violência sexual apresentaram maiores níveis de infarto do miocárdio e arritmias, em comparação com mulheres que não sofreram. Já nos casos de angina e insuficiência cardíaca não houve discrepâncias significativas.
O pesquisador do programa de pós-graduação em Saúde Pública da Universidade Federal do Ceará, Eduardo Paixão, explica que as conclusões foram obtidas aplicando ferramentas estatísticas aos dados da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019.
A Pesquisa Nacional de Saúde é o principal levantamento oficial sobre a saúde da população brasileira, feito a partir de mais de 70 mil entrevistas que são representativas da população brasileira. Entre os diversos assuntos, investigou tanto a ocorrência de violência sexual, quanto de doenças cardíacas, o que possibilitou o cruzamento dessas duas variáveis.
Como diversas questões podem influenciar a ocorrência de doenças cardiovasculares, a equipe de pesquisa também usou ferramentas estatísticas para bloquear a interferência da idade, cor da pele, orientação sexual, escolaridade e região de habitação. Assim, foi possível ter certeza de que o aumento observado foi provocado pela violência sofrida.
Impactos
Eduardo Paixão diz que, na maioria das vezes, as pessoas pensam apenas na saúde mental, quando querem investigar os efeitos da violência sexual, mas o trauma pode repercutir em outras áreas.
“A gente sempre pensa em explicações biológicas para as doenças, mas a saúde humana perpassa por muitas interações sociais que impactam o nosso bem-estar. Estudo em outros países já vinham mostrando uma associação muito forte, especialmente quando essa violência ocorre na infância e adolescência, às vezes com repercussões ao longo da vida”, explica Paixão.
A hipótese do grupo de pesquisa é que a violência aumente o risco cardiovascular por uma combinação de fatores biológicos e comportamentais, a começar pelos quadros de ansiedade e depressão, comuns em vítimas, e que têm relação com males cardíacos. Esse estresse também causa efeitos fisiológicos.
“Ele aumenta a inflamação do nosso organismo, com a ativação de toxinas que podem acelerar esse processo de doença cardiovascular. Experiências traumáticas também podem alterar a pressão arterial e a frequência cardíaca”, explica o pesquisador.
Paixão também relata que quem vivencia experiências de violência, sejam de forma isolada ou repetitiva, pode ter maior chance de desenvolver atos danosos para a saúde, como tabagismo, alcoolismo, uso de entorpecentes, alimentação inadequada, sedentarismo, que também aumenta os. riscos cardiovasculares.
O pesquisador ressalta que a violência sexual, em si, se revela um problema de saúde pública no Brasil. À PNS, por exemplo, 8,61% das mulheres relataram ter sofrido ao menos alguma violência do tipo ao longo da vida, contra 2,1% dos homens.
Mas esse tipo de violência ainda é bastante subnotificada, especialmente entre homens, porque nem todas as pessoas reconhecem o que sofreram ou se sentem confortáveis para admitir, ele ressalva. Essa é a principal razão para a pesquisa não ter identificado aumento na ocorrência de doenças cardiovasculares também em homens vítimas, na opinião do pesquisador.
Para ele, o grande benefício da pesquisa é apontar um fator que merece a atenção tanto de quem trabalha com vítimas de violência, quanto dos profissionais que atendem pessoas com doenças cardiovasculares.
“E essas são as doenças com a maior carga global. São muitas internações e gastos com procedimentos. Talvez, se a gente conseguir intervir em fatores de vida modificáveis, a gente consiga diminuir essa incidência”, conclui o pesquisador.
Agência Brasil
Saúde
Sancionada lei que regulamenta a profissão de doula
Texto define atribuições e garante exercício profissional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (8) o projeto de lei que regulamenta o exercício da profissão de doula, que é a profissional que oferece apoio físico, emocional e informacional à gestante, especialmente durante o parto normal.

O texto foi aprovado no mês passado pela Câmara dos Deputados, depois de ter passado pelo Senado.
A norma federal lista várias atribuições da doula antes, durante e após o período do parto. Na gravidez, a profissional poderá facilitar o acesso da gestante a informações sobre gestação, parto e pós-parto baseadas em evidências científicas atualizadas, além de incentivá-la a buscar uma unidade de saúde para o acompanhamento pré-natal.
De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o texto atende uma antiga reivindicação das mulheres no país e vai ajudar no enfrentamento contra a violência obstetrícia e reduzir o que chamou de “indústria de cesarianas” no Brasil. O ministro disse que não houve vetos ao texto.
“Os estudos que mostram que se se a doula acompanhou o pré-natal, se a doula acompanhou o parto, a violência foi menor. O índice de cesárea foi menor. O sofrimento foi menor e a gratidão das mulheres no momento tão importante da geração da vida foi melhor”, destacou o ministro durante cerimônia de sanção no Palácio do Planalto.
Ao celebrar a sanção da lei, o presidente Lula lembrou que um outro projeto, ainda em tramitação no Congresso Nacional, deverá regulamentar a profissão de parteira tradicional, compondo assim um corpo de funções para humanizar o atendimento às gestantes do país.
Pelo texto sancionado, a presença da doula, de livre escolha da gestante, não exclui a presença de acompanhante, já garantida pela legislação. Essa garantia de presença abrange a rede pública e a rede privada durante todo o período de trabalho de parto e pós-parto imediato, em todos os tipos de parto, inclusive em casos de intercorrências e situações de abortamento.
Requisitos
Para o exercício da profissão, a nova lei exige diplomas de ensino médio e de curso de qualificação profissional específica em doulagem que, se expedidos por instituições estrangeiras, deverão ser revalidados no Brasil.
A lei também permite a continuidade de atuação aos que, na data de publicação, exerciam, comprovadamente, a atividade há mais de três anos.
Também a partir da vigência, os cursos deverão ter carga horária mínima de 120 horas.
Atribuições
A doula poderá, durante o parto, orientar e apoiar a gestante em relação à escolha das posições mais confortáveis a serem adotadas durante o processo; auxiliar a gestante a utilizar técnicas de respiração e vocalização para obter maior tranquilidade; e utilizar recursos não farmacológicos para conforto e alívio da dor da parturiente, como massagens, banhos mornos e compressas mornas.
No pós-parto, a doula poderá orientar e prestar apoio aos cuidados com o recém-nascido e ao processo de amamentação.
“É o tratamento diferenciado, é o saber conversar, é o saber tratar, é o saber acolher e o acolhimento muda a vida das pessoas, do ponto de vista emocional e afeta diretamente esse tratamento humano, esse tratamento da vida, que é ter realmente um filho com dignidade”, disse a senadora Eliziane Gama (PT-MA), relatora do projeto no Senado.
Por outro lado, a nova lei proíbe às doulas utilizar ou manusear equipamentos médico-assistenciais, realizar procedimentos médicos, fisioterápicos ou de enfermagem, administrar medicamentos e interferir nos procedimentos técnicos dos profissionais de saúde.
Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a nova lei beneficia não apenas a gestante, mas toda a família, e assegura uma proteção mais integral às mulheres em um momento tão delicado que é a gravidez.
“Porque a gente entra na sala de parto apavorada, não sabe o que vai acontecer, e quer que seja rápido, e a doula vai acalmando a gente, a doula vai conversando, vai dialogando. É uma lei que, de fato, humaniza, de fato enfrenta a violência obstétrica”, afirmou.
*Com informações da Agência Câmara de Notícias.
Agência Brasil
Saúde
Nova lei reforça direito a três folgas por ano para exames preventivos
Benefício é exclusivo para empregados no regime da CLT.
Uma nova lei, publicada nesta segunda-feira (6), reforça o direito do trabalhador com contrato via Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de se afastar até três dias por ano para realizar exames preventivos de câncer, em desconto salarial. 

O direito já estava incluído na CLT desde 2018. A partir de agora, as empresas passam a ser obrigadas a divulgar essa informação, além de outras relacionadas a campanhas oficiais de vacinação contra o HPV e sobre o acesso a serviços de diagnósticos de cânceres de mama, próstata e de colo do útero.
O texto estende o uso das folgas também para a realização de exames preventivos do HPV, além dos de câncer que já estavam previstos na legislação anterior. A a Lei 15.377 foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU).
Agência Brasil
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