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Saúde

Fiocruz alerta para possível aumento de nova linhagem do coronavírus

A mudança pode significar o crescimento da linhagem XBB.

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©Fernando Frazão/Agência Brasil

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertaram hoje (13) para uma possível mudança no domínio das subvariantes Ômicron do SARS-CoV-2 em circulação no país. Segundo a Rede Genômica Fiocruz, a mudança pode significar o crescimento da linhagem XBB, que tem causado uma onda de infecções nos Estados Unidos. 

A linhagem BA.5 da variante Ômicron tem sido a dominante no Brasil desde meados de 2022, depois de ter superado outras subvariantes da Ômicron. A Fiocruz explica que uma mutação específica em um gene das subvariantes dessa linhagem pode ser identificada por meios de técnicas do teste RT-PCR, sem a necessidade de um sequenciamento completo.

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O alerta dos pesquisadores se dá porque, na última semana, essa característica genética tem se tornado menos comum nas análises realizadas, o que indica que mais vírus presentes nas amostras colhidas em dezembro podem não pertencer à linhagem BA.5.

“Considerando o cenário global da diversidade de variantes do Sars-CoV-2, os pesquisadores concluíram que o aumento de variantes sem essa mutação pode corresponder à linhagem XBB”, diz a Fiocruz.

A presença dessas amostras que podem trazer a linhagem XBB aumentou de menos de 5% no início de dezembro para 15% na última semana. “Os estados nos quais foram detectadas a possível circulação de linhagens XBB são Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso e Santa Catarina”, acrescenta a fundação.

A confirmação da circulação da XBB no país vai depender do sequenciamento genético, que se dá em um ritmo mais lento que a técnica utilizada. Segundo a Fiocruz, somente duas amostras com a subvariante XBB.1.5 foram sequenciadas no país até o momento, em São Paulo. 

A subvariante XBB.1.5 foi apelidada nos Estados Unidos de “Kraken”, um monstro da mitologia grega, por causa do somatório de mutações que ela acumula. A Organização Mundial da Saúde afirmou que a variante é a mais transmissível já detectada desde o início da pandemia e pediu que os países devem avaliar a volta da recomendação do uso de máscaras para passageiros de voos de longa distância.

A subvariante foi responsável por mais que um quarto dos casos de covid-19 nos Estados Unidos na primeira semana de janeiro e também já foi detectada em países da Europa.

Agência Brasil

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Saúde

Julho Amarelo: Saúde de Guarabira realiza ações de conscientização sobre as hepatites virais; veja programação

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Foto: Reprodução

A Prefeitura de Guarabira por meio da sua Secretaria de Saúde deu início as ações alusivas à Campanha Julho Amarelo, mês de conscientização sobre as hepatites virais. A abertura das atividades aconteceu na manhã desta quarta-feira (10/7), na UBS Cordeiro, com uma palestra sobre o tema, para usuários, efetivada pelo médico da unidade, Dr. Thalles Viegas. 

Uma vasta programação elaborada em parceria pelas coordenações de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e Atenção Primária à Saúde, respectivamente, traz diversas atividades, como palestras sobre o tema, Dia D de testes rápidos nas UBS e Seminário de Prevenção às Hepatites. 

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Veja a programação detalhada

  • Quarta, 10/7, às 8h – UBS Cordeiro – Palestra com Dr. Thalles 
  • Quinta, 11/7, às 14h – UBS São José – Palestra com a Dra. Rayana
  • Terça, 16/7, às 8h – UBS Mutirão – Palestra com a Dra. Dayse.
  • Quarta, 17/7, às 8h – UBS Juá e Nações – Palestra com o Dr. Alisson
  • Quinta. 18/7, das 8h às 11h – Em todas as UBS – Dia D de testes rápidos para hepatites virais.
  • Segunda, 29/7, às 8h – Auditório do Complexo Municipal de Saúde – Seminário de Prevenção às Hepatites Virais – Palestrantes: Dra. Elizany e Dr, Thalles.

Julho Amarelo – O Julho Amarelo é uma campanha de conscientização sobre as hepatites virais promovida pelo Ministério da Saúde do Brasil

Hepatites virais – São infecções que atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, podem se manifestar como: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia. 

As infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção. Isso faz com que a doença possa evoluir por décadas sem o devido diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e necessidade de transplante do órgão.

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Cinema

Cuidando das emoções: o que ‘Divertida Mente 2’ nos ensina sobre saúde mental

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Foto: Disney/Pixar / Reprodução.

Raiva, inveja, alegria, tristeza, ansiedade, nojo, vergonha, tédio e medo. Esses sentimentos podem estar presentes no dia a dia das pessoas e mostram que gerir as emoções é uma habilidade vital para manter a saúde mental e o bem-estar. O assunto está em evidência, pois é o tema central do filme ‘Divertida Mente 2’, que ilustra de forma lúdica e educativa a complexidade das sensações humanas, reforçando a mensagem de que todas têm um papel importante em nossas vidas. 

A neuropsicóloga Jessyca Gabriella César Silva, da Hapvida NotreDame Intermédica, destaca a importância de reconhecer e lidar com as emoções e alerta que negá-las ou reprimi-las pode levar a problemas, como ansiedade, depressão e transtornos de humor. 

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“Compreender nossas emoções é essencial para promover uma saúde emocional positiva. Quando reconhecemos e avaliamos nossos sentimentos, somos capazes de lidar com eles de maneira saudável e construtiva”, frisou. 

A especialista chama atenção para a necessidade de não reagir no calor da emoção, seja ela positiva ou negativa. Ela recomenda que é importante parar e respirar; e ensina um exercício: você pode contar até 10, tomar um gole d’água ou apenas respirar profundamente, utilizando técnicas como a respiração diafragmática. 

“O processo de parar, respirar, observar e então responder permite que você possa agir de uma outra forma que não seja por impulso. Isso traz inteligência às suas emoções: seja raiva, tristeza, frustração ou tantas outras, você passa por esse processo para assim reagir de uma maneira consciente, evitando arrependimentos”, explica. 

Sobre a tristeza, Jessyca afirma que esse é um sentimento comum, mas, quando se torna persistente, afetando o bem-estar mental, surge a necessidade de compreender e abordar suas raízes. 

A inveja, que também aparece em ‘Divertida Mente 2’, pode estar associada à baixa autoestima e à dificuldade de reconhecer o próprio valor. “Saber como lidar com a inveja significa entender que as emoções negativas se manifestam em qualquer pessoa, mas que elas não determinam sua maneira de agir diante das situações. Desse modo, é possível se policiar, dar mais atenção aos seus sentimentos e traçar alternativas para se livrar do que gera incômodos”, orienta a profissional. 

Outro fato interessante é que no filme a raiva e a ansiedade não têm nariz, e a teoria é que são emoções que mexem com a respiração. Conforme a neuropsicóloga, a raiva surge ao enfrentarmos obstáculos percebidos como hostis, enquanto a ansiedade se manifesta em situações de incerteza. Técnicas de controle respiratório são eficazes para gerir essas emoções, ajudando a tomar decisões mais ponderadas e evitando reações impulsivas.

Ascom/Hapvida

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Saúde

Caravana da Rede Cuidar 2024 percorre 13 cidades paraibanas, a partir desta segunda-feira (1)

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Treze cidades paraibanas recebem, a partir desta segunda-feira (1), a Caravana da Rede Cuidar 2024. A ação é promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) em parceria com a UFPB, e disponibiliza atendimentos médicos especializados em cardiopediatria, pediatria e ortopedia. Nesse domingo (30), as equipes partiram para Monteiro, onde serão realizados os primeiros atendimentos.

A programação continua com seguinte cronograma: Princesa Isabel (2/7), Itaporanga (3/7), Cajazeiras (4/7), Sousa (5/7), Catolé do Rocha (6/7), Pombal (7/7), Patos (8/7), Juazeirinho (9/7), Picuí (10/7), Guarabira (11/7), Itabaiana (12/7) e Mamanguape (13/7). A iniciativa mobiliza 100 profissionais, sendo 80 da Caravana e 20 locais, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas e odontólogos, com a maioria dos profissionais atuando de forma voluntária.

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O secretário de Estado da Saúde, Ari Reis, ressaltou a relevância da Rede Cuidar e a evolução dos serviços oferecidos. “A Rede Cuidar não é só a caravana, mas também um laboratório especializado em referência para nossos hospitais, com atendimento por telemedicina e teleconsulta, ajudando nas crises de síndromes respiratórias que enfrentamos todos os anos. Isso simboliza a conclusão de um projeto executado de janeiro a julho, onde agora podemos levar os profissionais que acompanharam os pacientes durante o ano em João Pessoa para atendê-los presencialmente, próximo às suas residências. A Caravana também possibilita que novos pacientes sejam diagnosticados e triados para serem acompanhados pelo projeto”, ressaltou.

A cardiologista pediatra Kalessa Vaz destacou a importância da Caravana para a assistência no interior do estado. “Disponibilizamos assistência às crianças de todo o estado, desde as regiões mais remotas até a região metropolitana. Essas crianças não teriam oportunidade de diagnóstico e tratamento sem a Caravana. É gratificante saber que estamos fazendo algo bom para quem mais precisa”, frisou.

O estudante de Medicina e voluntário da Rede Cuidar, Henrique Hamad, disse estar empolgado em participar dessa experiência. “É minha primeira vez participando da Caravana, estou muito ansioso. Vi meus amigos participando, no ano passado, e achei a dinâmica de ir ao interior para ajudar as pessoas muito interessante. Minha função será ajudar os médicos, na recepção e no fluxo dos atendimentos. É realmente uma ajuda muito grande para essas comunidades”, comentou.

O coordenador dos voluntários, Matheus Vieira, explicou o processo de seleção e treinamento dos voluntários, “A seleção dos voluntários ocorre previamente à Caravana. Temos vários braços de voluntários, incluindo estudantes de Medicina e Enfermagem, além de residentes de diversas áreas como Pediatria, Ortopedia, Fisioterapia, Nutrição e Farmácia. Eles desempenham a principal função de tocar o serviço, realizando atendimentos, registrando consultas e elaborando laudos, tudo guiado por preceptores. Este ano, tivemos diversos treinamentos, incluindo ultrassom, ecocardiograma e manejo de doenças específicas como acondroplasia e mucopolissacaridose”, relatou.


Estimativa de Atendimentos – Durante os 13 dias da Caravana, serão oferecidos serviços de assistência especializada para 650 crianças cardiopatas, a colocação de 260 DIUs, avaliação da saúde bucal para cerca de 1.300 crianças, atendimento odontológico para aproximadamente 40 crianças com necessidades especiais, além de assistência de enfermagem para cerca de 1.650 crianças e eletrocardiogramas para todas que apresentem perfil clínico necessário. Haverá também avaliação e assistência multiprofissional para 1.650 crianças com perfil clínico específico. Os atendimentos ocorrerão das 7h30 às 17h30, em parceria com o Complexo Pediátrico Arlinda Marques e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB).


Cursos – Além dos atendimentos, serão realizados cursos para os profissionais das localidades visitadas pela Caravana, abordando temas como “Reanimação Neonatal para Profissionais não Médicos nas Maternidades da Região”, “Identificação e Captação Precoce da Endometriose na Atenção Básica”, “Atendimento Odontológico em Crianças com Necessidades Especiais” e “Realização do DIU na Atenção Básica”.

A Caravana da Rede Cuidar 2024 reafirma o compromisso do Governo do Estado com a interiorização e regionalização dos serviços de saúde, proporcionando acesso a atendimentos especializados para populações em áreas remotas e de difícil acesso.

Secom

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