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Saúde

Fiocruz: vacinas protegem crianças de covid longa, infecção e morte

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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Nota técnica publicada pela fundação reforça efetividade da imunização

A efetividade das vacinas contra covid-19 usadas em crianças e adolescentes é de quase 90%, e os efeitos adversos graves são raramente relatados, reforça uma nova nota técnica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) publicada nesta segunda-feira (22). A imunização também é uma ajuda a prevenir a covid-19 longa, quadro que permanece após quase um terço dos das infecções.

Os cientistas da fundação responsáveis pelo texto coordenam o Projeto VigiVac, que monitora dados de vacinação, como adesão, efetividade e ocorrência de eventos adversos.

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A nota reforça que as vacinas CoronaVac, do Butantã, e a BNT162b2, da Pfizer, têm alta efetividade contra infecção e, principalmente, contra hospitalização por covid-19.

“Já em relação aos efeitos adversos, a CoronaVac apresentou taxa de 5% para eventos leves, enquanto a Pfizer, os eventos adversos graves foram raramente relatados”, diz a Fiocruz.

Covid longa

As vacinas também protegem contra o quadro crônico chamado de covid longa, uma condição em que a pessoa permanece com sintomas após a fase aguda da doença, o que ocorre em até 30% dos casos.

Segundo a nota técnica, a vacinação reduz em 41% o risco de crianças e adolescentes desenvolverem covid longa, proteção que é ainda maior para crianças com até seis meses da última dose da vacina, chegando a 61%.

“Esse conjunto de achados demonstra a proteção das vacinas contra Covid-19, inclusive em casos considerados como “falha vacinal”, isto é, em casos em que a pessoa não é protegida da infecção. Portanto, as vacinas contra Covid-19 são efetivas em proteger contra formas graves da doença e suas complicações residuais”, diz a Fiocruz.

Baixa adesão

A fundação lembra ainda que a covid-19 foi a principal causa de morte por doença prevenível por vacina, em menores de 19 anos, entre agosto de 2021 e julho de 2022.

A cada 100 mil bebês de até 1 ano, ao menos quatro morreram de covid-19. Mesmo assim, reforça a Fiocruz, “a cobertura vacinal desse imunizante no Brasil ainda encontra-se em números abaixo do esperado, chegando a menos de 25% na faixa etária de 3 a 4 anos de idade com duas doses”.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Opera Paraíba realiza 60 cirurgias pediátricas de otorrinolaringologia

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Foto: Arquivo/Secom-PB/ilustração

O Programa Opera Paraíba, iniciativa do Governo do Estado, para reduzir o tempo de espera por cirurgias eletivas e agilizar o atendimento da população, realizou 60 cirurgias pediátricas no Hospital de Clínicas de Campina Grande. A ação ocorreu nesse fim de semana (24 e 25). Os procedimentos incluíram desde a remoção de amígdalas e adenoides, até correções de problemas nasais. 

Entre as 60 crianças beneficiadas com esta edição do programa, está Geyslla de Souza, de 5 anos, da cidade de Aroeiras. Daiane de Souza Gomes, mãe da menina, conta que a filha tinha várias crises de garganta, por mês, e vivia no antibiótico e indo a hospitais. Agora, ela está confiante com o resultado da cirurgia e espera que filha leve uma vida normal como qualquer outra criança. “Eu espero uma qualidade de vida melhor, que ela possa desfrutar de muitas coisas geladas, como sorvete, picolé, que ela gosta muito”, comemora.

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Para o diretor-geral do Hospital de Clínicas, Thyago Morais, o Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), vem fortalecendo o atendimento pediátrico para atender à demanda da população. “Recebemos as crianças com atividades com atenção especial para que não seja um processo traumático. Com as cirurgias, as crianças que antes não podiam brincar, agora podem ter uma infância tranquila”. 

Igor da Silva Costa , pai de Williany Thaynara, da cidade de Guarabira, conta que a filha vivia na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) tomando antibiótico por conta das crises. “Agora, ela vai ter mais liberdade, vai poder tomar um sorvete, vai ficar livre de tantos antibióticos”, conta o pai.

O Opera Paraíba é um programa do Governo do Estado que já atendeu mais de 90 mil pessoas com cirurgias de baixa, média e alta complexidade. Para ser atendido, o usuário deve procurar as Secretarias de Saúde de cada município ou fazer o cadastro acessando a página operaparaiba.pb.gov.br.

Secom

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Saúde

Governo da Paraíba avança na pactuação de parceria na gestão dos Hospitais Universitários

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Foto: Secom-PB

secretário de Saúde da Paraíba, Jhony Bezerra, participou, nessa quarta-feira (21), da reunião com a presidência do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems-PB), superintendências dos Hospitais Universitários da Paraíba (HU) e vice-presidência da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), para avançar nas tratativas da parceria do Governo do Estado nos contratos já vigentes com os municípios de João Pessoa, Campina Grande e Cajazeiras. O objetivo da pactuação é ampliar a oferta de serviços das unidades de saúde, melhorando a assistência da média e alta complexidade.

De acordo com o gestor, o Governo da Paraíba liberou R$ 30 milhões para investir nos Hospitais Universitários. Ele explica que o recurso está sendo pactuado com a Ebserh para ser utilizado na contratação de procedimentos e serviços nessas unidades, que não fazem parte dos contratos atuais com os municípios de João Pessoa, Campina Grande e Cajazeiras. Durante a agenda dessa quarta, foi discutido quais procedimentos podem ser pactuados pelo Estado.

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“O Governo do Estado agora passará a ser um parceiro desses contratos de gestão que já existem. Dos R$ 30 milhões investidos, serão aportados R$ 6 milhões para o HU de Cajazeiras, R$ 12 milhões para o HU de Campina Grande e mais R$ 12 milhões para o HU de João Pessoa”, pontuou.

O vice-presidente da Ebserh, Daniel Beltrammi, frisou que esse é um passo importante para o Sistema Único de Saúde da Paraíba. “Respeitando as contratualizações existentes, vamos ter um suplemento estadual, por meio de uma interveniência, para que os Hospitais Universitários possam cuidar mais e melhor dos paraibanos e paraibanas”, destacou.

A agenda ocorreu na sede da SES, em João Pessoa. Para o próximo encontro, ficou encaminhada a definição dos procedimentos que poderão ser contratualizados pelo Governo da Paraíba. A previsão é que os contratos sejam assinados já em março.

Fonte: Secom-PB

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Saúde

Paraíba recebe as primeiras vacinas contra a dengue e realiza distribuição das doses nesta quinta-feira

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Núcleo de Imunizações, recebeu, nesta segunda-feira (12), o primeiro lote da vacina contra a dengue (Qdenga) com 37.040 doses do Ministério da Saúde (MS). As doses serão distribuídas pela SES, nesta quinta-feira (15), para a 1ª Região de Saúde da Paraíba.

A população alvo para a vacinação são crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, cuja faixa etária tem alto número de hospitalização por dengue. O esquema será de duas doses com intervalo de três meses entre elas. O quantitativo a ser recebido será direcionado para a primeira dose do esquema preconizado.

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O Núcleo de Imunizações da SES vai realizar, na quinta-feira (15), às 9h, um alinhamento técnico para operacionalização da vacinação com os coordenadores de imunização e operadores de sistema de informação dos 14 municípios que compõem a 1ª Região de Saúde da Paraíba: João Pessoa, Santa Rita, Cabedelo, Bayeux, Conde, Caaporã, Sapé, Alhandra, Pitimbu, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mari, Riachão do Poço e Sobrado.

De acordo com a chefe do Núcleo de Imunizações da SES, Márcia Mayara, a vacinação contra a dengue vai beneficiar 92.380 crianças e adolescentes de 10 a 14 anos na Paraíba. “A vacina protege contra a dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 do vírus Aedes aegypti e na 1ª Região de Saúde já vamos iniciar a vacinação com todo o público da faixa etária de 10 a 14 anos. Os critérios para a escolha das localidades foram porte populacional, número de casos de dengue nos últimos 10 anos e o número de casos de dengue tipo 2 nesses lugares”, pontuou.

Importante ressaltar que, caso a criança ou adolescente tenha sido diagnosticado com dengue, é necessário aguardar seis meses para iniciar o esquema vacinal. Três meses depois da primeira aplicação do imunizante, será hora de receber a segunda dose.

O imunizante não deve ser aplicado em indivíduos com imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo aqueles em terapias imunossupressoras, com infecção por Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) sintomática ou com evidência de função imunológica comprometida, e em pessoas com hipersensibilidade às substâncias listadas na bula.

A vacina contra a dengue foi incorporada no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e com essa iniciativa o Brasil se torna o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público de saúde.

A SES informa ainda que as ações coletivas e os cuidados individuais devem continuar, pois são as melhores forma de prevenção, como a limpeza das vasilhas de água dos animais e vasos de plantas evitando o acúmulo de água, o armazenamento de pneus e garrafas em locais cobertos, bem como a limpeza das caixas d’água. Aproximadamente 75% dos focos do mosquito estão dentro de casa. A recomendação do Ministério da Saúde é para que as pessoas procurem um serviço de saúde logo nos primeiros sintomas, como febre alta, dor de cabeça, atrás dos olhos e nas articulações.

Secom

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