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Educação

MEC autoriza mais vagas de direito e medicina em instituições privadas

Medida tem objetivo de atender exclusivamente alunos do ProUni.

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Imagem de Martine por Pixabay

O Ministério da Educação autorizou nesta semana a ampliação de vagas em cursos de medicina e direito em instituições de ensino superior privadas para o ano de 2024. A medida tem como objetivo atender exclusivamente bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni).  

A portaria com a medida, emitida pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), foi publicada na terça-feira (26). Segundo nota do MEC, a norma “tem como objetivo evitar possíveis prejuízos aos processos seletivos de algumas instituições de educação superior” que aderiram ao ProUni.  

Esta é segunda vez que a Seres autoriza a ampliação de vagas nos cursos de medicina e direito com o objetivo de acomodar bolsistas do ProUni. A primeira foi em junho. A medida, na prática, faz com que as universidades particulares não precisem descontar as vagas destinadas aos bolsistas do programa do cômputo geral de vagas ofertadas no mercado pela instituição. 

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Desde 2022, por decreto presidencial, a ampliação das vagas nesses dois cursos específicos, de modo a abrigar os bolsistas do ProUni, passou a depender de uma autorização expressa da Seres.  

Tal exigência gerou incerteza no mercado educacional, que passou a conviver com a possiblidade de ter que reduzir o número de vagas ofertadas ao público geral para poder abrigar os bolsistas do programa. Segundo entidades representativas do setor, isso estaria servindo como desincentivo para as instituições aderirem ao ProUni.  

A medida era defendida por entidades como a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), que comemorou a publicação da portaria. 

“O processo do ProUni, já em curso, preocupava as instituições, que não sabiam se elas poderiam ou não receber os alunos na regra que sempre foi feita. Vitória de todo o setor e especialmente de todos os alunos que dependem dessas bolsas”, disse Bruno Coimbra, diretor jurídico da Abmes, em nota publicada pela entidade.  

Segundo o MEC, a portaria foi editada levando em consideração também o maior volume de bolsas do ProUni exigido das entidades beneficentes de assistência social com atuação na educação superior desde a Lei Complementar 187/2021 (Lei da Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social – Cebas).  

ProUni 

O ProUni é um programa de bolsas do governo federal para viabilizar o ingresso de estudantes de baixa renda em faculdades privadas. A bolsa pode ser integral ou parcial (50%).  

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. Desde 1º de maio, o salário mínimo no Brasil é de R$ 1.320.  

Para se inscrever no programa, o candidato precisa ter participado de ao menos uma das últimas duas edições do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e ter obtido pontuação igual ou superior a 450 pontos na média das notas.  

Além disso, é necessário que não tenha zerado a nota da redação e que não tenha participado do Enem na condição de treineiro – quando o aluno faz a prova antes de concluir o ensino médio, apenas para se autoavaliar.

Agência Brasil

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Educação

Evento em João Pessoa discute educação inclusiva sob a ótica jurídica e operacional

Evento em João Pessoa discute educação inclusiva sob a ótica jurídica e operacional.

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Foto: Reprodução

Gestores e equipes pedagógicas de escolas privadas participam de debate sobre legislação, rotinas escolares e prevenção de conflitos

João Pessoa será palco de um debate estratégico sobre Educação Especial Inclusiva, reunindo gestores e equipes pedagógicas de escolas privadas para discutir, de forma prática e jurídica, os desafios da inclusão no ambiente escolar. O workshop “Educação Especial Inclusiva: Perspectiva Legal na Escola Privada” acontece no dia 24 de fevereiro de 2026, das 19h às 22h, no Hotel Manaíra, e é exclusivo para convidados.

O encontro será conduzido pelo advogado especialista Vladimir Miná, referência na área de Direito Educacional e sócio do escritólrio Miná & Alves, e propõe traduzir o marco legal da educação inclusiva em rotinas aplicáveis à realidade das instituições privadas e abordar temas como matrícula, contratos, Atendimento Educacional Especializado (AEE), apoio escolar, documentação obrigatória e estratégias de prevenção de conflitos.

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De acordo com dados do Censo Escolar, o número de estudantes público-alvo da Educação Especial matriculados em classes comuns cresce de forma contínua no Brasil, o que reflete avanços no acesso à educação inclusiva. Paralelamente, esse cenário amplia a responsabilidade das escolas em garantir o direito à inclusão e também conformidade legal e segurança institucional, diante do aumento da judicialização envolvendo instituições de ensino.

Durante três horas de imersão, o evento “Educação Especial Inclusiva: Perspectiva Legal na Escola Privada” trará estudos de caso práticos, com foco na organização do apoio pedagógico, elaboração e aplicação de documentos como PAEE e PEI, definição de responsabilidades e alinhamento entre a proposta pedagógica da escola e as exigências legais vigentes.

Um dos destaques da programação será o debate aberto mediado com o tema: “Até onde vai a acomodação razoável sem descaracterizar o projeto pedagógico?”. A discussão busca esclarecer os limites legais da inclusão, os deveres institucionais e os critérios técnicos que fundamentam decisões pedagógicas, tema cada vez mais presente na rotina de gestores escolares.

O evento é Inter-Escolar é uma realização da Faculdade Internacional Cidade Viva, em parceria com Miná & Alves Advocacia e a Embaixada de Negócios da Paraíba. Mais informações: @mina_advocacia

Serviço
Data: 24/02/2026
Horário: 19h às 22h
Local: Hotel Manaíra — João Pessoa/PB

Assessoria

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Educação

Visando captar recursos do Fundeb, Júnior Ferreira propõe transferência da Biblioteca Municipal

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Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Guarabira, o vereador Júnior Ferreira (União Brasil) apresentou requerimentos voltados ao fortalecimento das áreas de educação, cultura e esporte no município.

Entre as solicitações apresentadas no último dia 23/10, o parlamentar pediu que a Prefeita Léa Toscano realize um estudo para a transferência oficial da Biblioteca Municipal, localizada próxima à Catedral da Luz, da Secretaria de Cultura para a Secretaria de Educação. Segundo Júnior, a mudança permitiria que o espaço passasse a receber investimentos do FUNDEB e de outros programas, garantindo melhor aproveitamento e estrutura para a comunidade.

O vereador também solicitou ao Secretário de Infraestrutura a instalação de uma mini quadra de areia em frente ao ginásio da Escola Edvardo Toscano, utilizando o espaço já existente no local, como forma de incentivar a prática esportiva entre os jovens.

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Por fim, JF encaminhou pedido ao deputado federal Ruy Carneiro para a destinação de recursos voltados à construção de muro e implantação de iluminação no campo de futebol da comunidade Contendas, localizado próximo à Unidade Básica de Saúde (UBS).

As propostas reforçam o compromisso do vereador com ações que promovam melhorias estruturais, incentivo à educação e ao esporte, beneficiando diferentes setores da população guarabirense.

Secom/CMG

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Educação

Grupo de dança da Assistência Social é tema de TCC na UFPB

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O grupo Dança em Cena, vinculado ao Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) da Secretaria de Assistência Social de Guarabira, foi tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da professora Amanda Martins, recentemente aprovado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Intitulado “Entre limites e possibilidades: o ensino da dança no âmbito da assistência social em Guarabira a partir da experiência do grupo Dança em Cena”, o estudo analisa como a dança tem se consolidado como uma importante ferramenta de transformação social e fortalecimento de vínculos entre os adolescentes atendidos pelos serviços socioassistenciais do município.

A pesquisa destaca o papel fundamental da assistência social como um espaço de acolhimento, convivência e desenvolvimento humano, evidenciando o impacto positivo das atividades artísticas na formação pessoal e coletiva dos participantes. O grupo Dança em Cena é um exemplo vivo de como a arte pode ultrapassar barreiras e criar oportunidades, promovendo a autoestima, o protagonismo juvenil e a inclusão social.

A secretária de Assistência Social, Verônica Macedo, parabenizou a professora pela pesquisa e reforçou a importância do trabalho desenvolvido nos serviços: “O Dança em Cena representa o que acreditamos na política de assistência social, o poder da arte como instrumento de transformação, fortalecendo vínculos e oferecendo novas possibilidades de vida para nossos adolescentes”, destacou.

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Secom/PMG

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