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Surge serviço que reúne catálogo de streaming como HBO, Netflix, Amazon Prime Vídeo em um só site

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infortel_300x250O site criado nos Estados Unidos, que tem como nome Reelgood reune catálogo de diversos serviços de streaming como Netflix, Amazon Prime Vídeo, HBO Go, Hulu entre outros.

Neste primeiro momento existe apenas a versão web. Na primeira tela você escolhe quais serviços tem a assinatura e em seguida clica no botão abaixo para avançar. Neste momento o site mostra o conteúdo dos streamings selecionados, podendo realizar uma busca em todo o acervo catalogado.

Neste primeiro momento ele está apenas disponível nos Estados Unidos, mas segundo informações, a empresa deseja expandir o serviço para outros países.

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Brejo.com agora é um site inclusivo com a implementação do software Audima

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As publicações do portal brejo.com agora podem ser ouvidas. Nós do brejo.com instalamos recentemente no início deste mês de fevereiro em todo o portal o Audima, um software que converte texto em áudio. Desenvolvido pela carioca Paula Pedroza, a implementação do Audima é simples, mas precisa ser feito pelos administradores dos websites, que vão escolher o tipo de voz e a posição da ferramenta na página. O leitor precisa apenas apertar o play.

E essa é uma característica da acessibilidade conseguida com o uso do Audima. Ele é um recurso que ultrapassa as necessidades das pessoas com deficiência visual. Analfabetos funcionais, idosos, leitores com dificuldades para compreender textos escritos, usuários que preferem ouvir ao invés de ler e até mesmo quem está em movimento é beneficiado.

Dificuldades no acesso  a informação escrita em números

Segundo pesquisa, cerca de 19% da população brasileira tem alguma deficiência na visão. 25% são analfabetos ou semi-analfabetos no Brasil. 30% apresenta presbiopia(também conhecida como vista cansada). E 32% dos brasileiros apontam a falta de tempo como principal barreira para ler.

Startup brasileira

Desenvolvida pela brasileira Paula Pedroza, a ferramenta começou a ganhar a realidade em 2016 quando a empreendedora, formada em desenho industrial e psicologia, morava em Nova Iorque.

“Sempre aprendi melhor com áudio e gosto de fazer várias coisas enquanto escuto algo”, diz Paula Pedroza, fundadora da Audima. “Comecei a prestar mais atenção nisso quando vivenciei o ‘boom’ do audiobook nos Estados Unidos, uma tendência que ganhou força por causa da proposta de libertação dos devices (dispositivos) e do investimento em tecnologia weareble (vestível)”, conta ela nas palestras de divulgação do software.

Em outubro de 2017 Paula levou sua startup para o Vale do Silício, onde participou do Pioneer Accelerator, programa de aceleração do GSV Labs. Lá, ela aperfeiçoou seu projeto com a ajuda da Amazon, IBM, Google e Facebook. Juntos eles investiram U$S 250 mil (cerca de 942 mil reais) na empresa que lançou seu produto no Brasil e hoje já soma 2,5 mil clientes. Assista no vídeo abaixo sobre a Audima.

#audioinclui

Pesquisando novas formas de modernizar e deixar o portal mais acessível, nós do brejo.com encontramos no software Audima a maneira certa para alcançar mais pessoas e inclui-las nas notícias do dia-a-dia publicada aqui no brejo.com. Onde mesmo os que não tem tempo para ler podem agora simplemente dár um Play e escutar as notícias do brejo.com enquanto faz alguma atividade, seja em casa ou no trabalho. Desta forma,  estamos agora no movimento do #audioinclui contribuindo assim para um mundo mais inclusivo e democratizando o acesso a informação e ao nosso conteúdo online.

Da redação do brejo.com

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Dicas para manter a sua pequena empresa antenada na era digital

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Consultor empresarial revela as principais tendências e como serão realizados os pagamentos futuros.

A era digital e as constantes transformações trouxeram muitos desafios para o empresário que mira em inovação e experiência do consumidor. Como tornar as formas de pagamento cada vez mais práticas, eficientes e atrelar tudo isso a um atendimento e entrega ágeis?Uma pesquisa realizada em 2018 pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), constatou que 80% das empresas participantes já inserem a tecnologia como a computação e inteligência artificial nos processos.

Não podemos esquecer de que a segurança dos dados do cliente é de suma importância e deve ser priorizada pelas instituições financeiras e empresas que utilizam da prática para tornar ágil os seus serviços.

consultor empresarial, Adriano Nodari, apresenta algumas tendências futuras e uma previsão de como serão realizados os pagamentos futuros. Confira a seguir.

Pagamentos e transações online

As instituições financeiras investem a cada dia mais em plataformas e aplicativos que facilitam a vida do cliente na hora de resolver uma questão financeira, seja pagamento ou renegociações. Segundo a Febraban, em 2017 houve o aumento de 70% das transações financeiras via aplicativo de celular.

Em 2018, o Brasil foi o quarto país com mais downloads de aplicativos de acordo com a App Annie. O consultor empresarial explica que o pagamento em dinheiro tende a diminuir cada vez mais.

“O pagamento via cartão de crédito ou débito, assim como as transações online, já é uma realidade que faz parte da rotina do consumidor. O que as empresas necessitam é pensar em ferramentas de segurança e funcionalidades para melhorar a experiência na hora das compras”, acrescenta.

Como melhorar a experiência do consumidor na era digital? Aplique essas dicas:

  • Transparência: opte por plataformas em que o cliente permaneça no site da empresa na hora das compras. Além disso, é importante que o nome da empresa seja registrado na fatura do cartão de crédito e proporcione essa identificação para o cliente;
  • Flexibilidade na hora do pagamento: além das opções de pagamento disponíveis, preze por ferramentas ágeis na hora das compras, como one-click buy. Nesse caso, o cliente já terá os dados registrados na loja e pode finalizar a compra com rapidez;
  • Sistemas de rastreamento: sites transparentes sempre ganham pontos com o cliente. Mantenha o consumidor informado sobre a localização do produto e sistemas que propiciem essa transmissão online;
  • Disponibilidade para sanar dúvidas: o atendimento na hora das compras é considerado valioso para o cliente da era digital. Além das principais dúvidas que você pode registrar no próprio site, é importante disponibilizar e-mails, chats e prezar pelo bom relacionamento com o cliente;
  • Especifique o endereço da loja: seguindo as recomendações do Procon, os comércios online devem informar no site o endereço físico da loja e telefone para contato obrigatoriamente. Se portar como anônimo é prejudicial para credibilidade do seu negócio;
  • Ofereça atendimento personalizado: entre os consumidores de um comércio, compreendemos que existem preferências e comportamentos diferentes. Para filtrar e atuar com segmentação conte com o Big Data. A ferramenta proporciona uma visão detalhada sobre o comportamento do cliente na era digital no momento das compras;
  • Fique de olho no estoque: evite trabalhar com peças únicas e que necessitem de constante reposição. Nesse caso, o trabalho e a atenção devem ser dobrados. Acompanhe e organize o estoque para agilidade nas vendas e entrega. Já existem boas ferramentas de controle de estoque que podem ser integradas junto ao site e auxiliar a equipe.

Prepare o seu comércio para o atendimento em diferentes canais

O consultor de negócios salienta que o cliente da era digital segue a tendência “omnichannel”. Ou seja, estão presentes nas plataformas de consumo online, bem como redes sociais, site e pontos de venda físicos.

“O ideal é que a empresa, pequena ou média, esteja preparada para atender dentro dessas estruturas diferentes. O consumidor da era digital gosta de ter opções que possam ser integradas de acordo com o ambiente em que estiver”, pontua.

Novas experiências em pagamento

Os formatos de pagamento não param em transações online, transferências ou cartões. Num futuro muito próximo o varejo vai contar com os wearables, ou como também é definida, “tecnologia possível de vestir”.

Os wearables são acessórios que embutem alta tecnologia. São capazes de registrar distâncias percorridas, checar temperatura corporal e a frequência cardíaca. Essas ferramentas são integradas a outras plataformas, como redes sociais e smartphones, por exemplo.

Estão disponíveis em forma de relógios, pulseiras, óculos e outros. A grande novidade para o consumidor digital no Brasil foi testada durante os jogos Olímpicos de 2016. Visa e Bradesco lançaram uma pulseira que possibilitava os pagamentos via aproximação sem a necessidade de dinheiro físico ou cartões.

Além dessa comodidade para o consumidor, os varejistas conseguem “rastrear” ou detectar os clientes via dispositivo. E você, o que acha dessa ideia, como empresário e também consumidor?

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Metade dos usuários do Facebook não gosta de uso de dados para anúncio

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Metade dos usuários do Facebook entrevistados em uma pesquisa afirmou que não se sente confortável com a forma como seus dados são usados para a construção de perfis pela rede social. A sistematização de preferências é chave do modelo de publicidade da empresa, que vende aos anunciantes a difusão de conteúdos promocionais com alta capacidade de segmentação.

O levantamento foi feito pelo Pew Research Center, um dos mais conhecidos institutos de pesquisa sobre tecnologias da informação e comunicação do mundo, sediado nos Estados Unidos. O estudo analisou o conhecimento e o sentimento de usuários da plataforma quanto ao tratamento de seus dados para diversas finalidades, como a segmentação de anúncios.

Além do desconforto com o tratamento de seus dados, 74% das pessoas ouvidas relataram não saber que o site mantinha a lista dos seus interesses disponível a eles. Esse conjunto de gostos e opções sistematizados pode ser acessada pelo recurso chamado “Suas preferências de anúncios”. Essa página elenca os interesses registrados pelo Facebook e que são usados para o direcionamento de conteúdos pagos a cada usuário.

Quando direcionados a essa página, 59% dos entrevistados informaram que as preferências guardavam relação com suas atividades, e 27% não viram qualquer semelhança entre os tópicos e seus estilos de vida e gostos. No caso de dois tipos de preferências, “aprendizados políticos” e “afinidades étnico-raciais”, mais pessoas concordaram com a caracterização da rede social nesses casos do que discordaram. Ainda assim, mesmo com o conjunto de informações coletadas, 27% das pessoas relacionadas a algum partido na lista de preferências disseram que a leitura estava equivocada.

Na categoria de afinidades étnico-raciais (que mede não a cor ou identidade étnico-racial da pessoa, mas sua “afinidade” com grupos), 61% dos usuários enquadrados nessa categoria relataram que a classificação realizada pela rede social corresponde às suas preferências. Já o restante apontou uma leitura incorreta da plataforma sobre suas inclinações em relação a este tema.

Por outro lado, quando perguntados se haviam ajustados suas configurações de privacidade, 61% informaram que sim, contra 38% negando. Isso pode indicar que apesar do desconhecimento da classificação, parte importante dos usuários consultados já incorporou a prática de utilizar esses comandos. Já a iniciativa de baixar os dados armazenados pelo Facebook, recurso disponibilizado pela plataforma, ainda é pouco comum. Apenas 10% dos ouvidos relataram ter feito isso no último ano.

Segmentação
O estudo também levantou quantas categorias de preferências os usuários têm. Este é um indicador do grau de segmentação dos interesses promovido pelos sistemas informatizados do site. Do total dos ouvidos no estudo, 60% responderam ter inclinações divididas em 10 ou mais categorias, sendo 27% em 10 a 20 categorias e 33% em 20 ou mais categorias. Entre os que possuem menos de 10, 27% relataram estar nessa condição e 11% registraram não terem em suas páginas qualquer categoria.

Método
Foram ouvidos 963 usuários do Facebook com 18 anos ou mais, residentes nos Estados Unidos. Destes, 56% informaram usar o aplicativo várias vezes ao dia e 25%, pelo menos uma vez ao dia. Por volta de 80% dos participantes estão na plataforma há pelo menos cinco anos.

A reportagem da Agência Brasil procurou o Facebook e aguarda retorno.

Fonte: Agência Brasil

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