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Saúde

Lei proíbe corte de energia para pacientes que utilizem aparelhos em tratamento

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Foto: Ilustração

A edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (11) publicou lei que proíbe a suspensão de energia à família do portador de doenças cujo tratamento requeira o uso continuado de aparelhos ou equipamentos elétricos para seu funcionamento.

De acordo com a iniciativa, o corte do funcionamento não pode ser feito mesmo em caso de atraso do pagamento da fatura mensal. A medida não extingue o débito do devedor e a concessionária pode recorrer aos meios legais para fazer a cobranças.

Para ter direito ao benefício, o usuário deverá apresentar laudo médico oficial à concessionária, discriminando a necessidade de uso contínuo e domiciliar do aparelho médico vital à preservação da vida.

Do Portal Correio

Cidades

Alimentação saudável e exercícios físicos podem reverter casos de infertilidade

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Estudo com 5 mil mulheres que estão tentando engravidar mostra que metade delas não pratica nenhuma atividade física, dentre os homens, o percentual é de 39%.

As dificuldades para engravidar acometem aproximadamente 8 milhões de pessoas, esses são dados da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida. Há muitos casos de casais que realizaram inúmeros exames para saber se há algum problema que impede uma gravidez e todos apresentaram resultado normal. O que fazer?

Após um ano de tentativas sem sucesso por uma gestação e todos os exames normais, o problema se enquadra no que é conhecido como Infertilidade Inexplicável ou Infertilidade Sem Causa Aparente (ISCA).

Geralmente, o problema pode ser resultado de alguma deficiência nutricional ou de um estilo de vida nada saudável. O sobrepeso e obesidade também podem desestabilizar vários sistemas no organismo, inclusive, afetar a fertilidade.

A avaliação nutricional deverá ser realizada por um especialista, em caso de sobrepeso, obesidade ou apenas de reavaliação de dieta, não se deve procurar por ‘soluções do momento’, cada caso demandará cuidados particulares.

Estudo recente revela sobre o estilo de vida de quem está tentando engravidar

O portal Trocando Fraldas, voltado principalmente para mulheres que estão na tentativa de uma gravidez ‘tentantes’, realizou uma pesquisa neste mês, para tentar compreender o comportamento alimentar e estilo de vida daquelas que desejam uma gestação.

Participaram do estudo 5 mil mulheres que tiveram ou têm algum problema para engravidar. Os principais resultados foram:

  • 50% das mulheres que estão tentando engravidar não realizam nenhuma atividade física;
  • 39% dos parceiros não praticam nenhuma atividade física;
  • Aquelas que informaram ter engravidado em menos de 3 meses de tentativas, se alimentam 29% mais saudável do que as demais;
  • 1 em cada 3 mulheres que estão tentando uma gestação considera o peso acima ou muito acima do ideal;
  • As mulheres na região Sul se alimentam melhor, e na região Centro-Oeste, pior.

O que mulheres e homens podem fazer em caso de sobrepeso e obesidade? Algumas dicas:

  • Substitua alimentos industrializados por alimentos frescos e naturais;
  • Evite o consumo de alimentos que são fonte de cafeína;
  • Passe a introduzir na dieta frutas, verduras e legumes;
  • Comece a praticar alguma atividade física, pelo menos 3 vezes por semana, com a orientação médica;
  • Evite o excesso de gorduras e consumo de frituras.

Assessoria/Trocando Fraldas

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Saúde

VALORIZAR A VIDA – Psicóloga alerta para sinais e fala sobre caminhos para superar problema

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Tristeza, isolamento, mudança de comportamento na rotina, afastamento dos amigos. Saber identificar um desses sintomas no outro é essencial para poder ajudar quem passa por algum problema de ordem psíquica, incluindo a prevenção ao suicídio, informou a psicóloga clínica do Hapvida, Danielle Azevedo. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), no Brasil ocorre um suicídio a cada 45 minutos.

O assunto é grave e vem mobilizando a sociedade, autoridades em saúde e profissionais da área para evitar que esses casos aconteçam. Com esse intuito, surgiu o Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio. Para a psicóloga trabalhar com a valorização da vida, dialogar no sentido de se colocar no lugar do outro e fazer com que ele se sinta melhor são alguns caminhos para evitar o problema.

“Falar de assuntos polêmicos, que envolvem tragédias, como o suicídio requer um diálogo de forma mais sutil. A pessoa que pretende ajudar tem que mostrar que está ali para ofertar ajuda, no intuito de fazer com que a pessoa se sinta amada, buscando entender o seu sofrimento”, afirmou, reforçando que, a qualquer sinal de problema é preciso ir em busca de ajuda de um profissional de psicologia ou psiquiatria.

Valorizando a vida – Com o intuito de trabalhar a valorização da vida e, consequentemente, combater o suicídio a rede de saúde Hapvida, em João Pessoa, atua no intuito de fazer com que o indivíduo se sinta melhor, apesar das adversidades da vida, e busque uma saída ao identificar alguns sinais que podem gerar o óbito autoprovocado.

Uma dessas ações vai acontecer na próxima sexta-feira (14), às 15h30, no Hospital Geral, em João Pessoa, na avenida Júlia Freire, Torre. Nessa hora, todos os colaboradores do Hapvida irão parar suas atividades por um minuto para realizarem a troca de fitas amarelas.

O ato simbólico em que cada pessoa vai pegar sua fitinha e amarrar no braço de outra pessoa agradecendo por ela existir, visa demonstrar a importância que cada vida possui no ambiente de trabalho, levando a mensagem de que “celebro sim a sua vida”, porque “você é muito importante pra mim”. A ação será realizada em todas as regiões onde a operadora atua.

Números – Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS) ocorre um suicídio a cada 45 minutos no Brasil. Uma tentativa a cada três segundos e um suicídio a cada 40 segundos. Totalizando um milhão de suicídios no mundo. Ainda de acordo com a OMS, o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens de 15 e 29 anos; e a sétima causa de morte de crianças na faixa etária de 10 a 14 anos de idade.

Assessoria

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Saúde

Cochilo de apenas 30 minutos depois do almoço melhora a saúde e cura diversas doenças; confira!

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O melhor horário é entre as 14h e as 16h.

Você sabia que pode melhorar sua qualidade de vida tirando um cochilo no início da tarde?

Muita gente tem medo de aproveitar uma boa soneca depois do almoço porque não quer sofrer com insônia na hora de dormir, à noite.

No entanto, basta observar algumas culturas para ver que a sesta é uma dádiva.

E a ciência está confirmando isso.

Uma pesquisa realizada no Allegheny College, Pensilvânia (Estados Unidos), publicada no Estudo Internacional de Medicina Comportamental, descobriu que os estudantes que tiravam um cochilo, de pelo menos uma hora tinham menos risco de sofrer com pressão arterial.

Além disso, o estudo chegou à conclusão de que o cochilo diurno é bom para a saúde cardiovascular e cerebral.

Outro estudo realizado na Universidade do Sarre (Alemanha) descobriu que cochilar também ajudava a melhorar a memória.

Isso não é maravilhoso?

Os participantes tiveram que decorar uma lista de 90 palavras únicas e 120 palavras compostas sem sentido, como “táxi do leite”.

Mais da metade dos voluntários puderam tirar um cochilo de 45 a 60 minutos, enquanto a outra metade foi assistir a um DVD.

Quando se tratava de lembrar as palavras, o grupo que cochilou conseguiu se lembrar cinco vezes mais das palavras do que o outro.

O estudo concluiu que um pequeno cochilo depois de um período concentrado de aprendizado desempenha um papel importante na consolidação da memória.

Cochilar pode até ser uma arma útil contra a dor.

Pesquisa publicada pela Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA examinou os efeitos da privação do sono e sensibilidade à dor em 11 voluntários saudáveis do sexo masculino.

Eles foram autorizados a dormir apenas entre duas e quatro horas.

Em seguida, submetidos a testes sensoriais que medem a resposta ao frio intenso, calor e pressão em três áreas do corpo: o músculo supraespinhal da parte superior das costas, parte inferior das costas e coxa.

Após a privação do sono, os homens relataram maior sensibilidade à dor, principalmente na parte inferior das costas, do que após uma noite inteira de sono.

No entanto, quando a noite de privação de sono foi acompanhada de dois cochilos diurnos de 30 minutos, eles se tornaram muito menos sensíveis à dor.

Cochilar, tudo indica, é um analgésico natural.

Então, se você pretende aproveitar os benefícios que o cochilo diurno nos oferece, Stephanie Romiszewski, fisiologista do sono e diretora da Sleepyhead Clinic, em Exeter (Inglaterra), diz que o melhor horário é entre as 14h e as 16h.

Essa é a melhor maneira de evitar insônia depois.

Uma soneca pode recarregar a energia, mas deve ser curta.

Um estudo da Nasa com pilotos militares e astronautas, cujos trabalhos interrompem seus ciclos naturais de sono, concluiu que a duração ideal de um cochilo era de cerca de 30 minutos.

No entanto, o doutor Matthew Hind, do Royal Brompton Hospital, diz que não é bom tentar dormir pela manhã.

Segundo o doutor Hind, o cochilo diurno é péssimo para uma boa noite de sono, principalmente para quem já sofre com insônia.

Entretanto, isso não nos impede de tirar raros cochilo diurnos nos fins de semana e feriados.

O problema mesmo é cair na tentação de prolongar bastante a soneca depois do almoço e ter problemas para dormir à noite.

Um distúrbio no sono pode atrapalhar o desempenho no resto do dia.

 

Fonte: Cura pela Natureza

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