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Mundo

Bélgica vence Inglaterra e é a terceira colocada da Copa do Mundo 2018

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A Bélgica venceu a Inglaterra por 2 x 0 e ficou com o terceiro lugar da Copa do Mundo 2018. Em uma partida movimentada, os belgas mostraram superioridade sobre o adversário durante toda a partida. Fizeram um gol logo no início e não tiveram problemas para segurar o ataque inglês. O terceiro lugar em 2018 foi a melhor colocação já alcançada pelo país em uma Copa. Antes, o melhor resultado havia sido um quarto lugar em 1986.

O Jogo

O primeiro tempo já começou com um gol da Bélgica, aos 3 minutos, com Meunier aproveitando cruzamento à meia altura de Chadli. A Inglaterra tentava responder e empatar, mas criou poucas oportunidades e, quando chegava à pequena área, finalizava no meio do gol de Courtois. O centroavante Harry Kane teve uma chance clara de gol, mas chutou torto da entrada da área. A Bélgica teve as melhores chances do primeiro tempo, mas desperdiçou a oportunidade de ampliar com Lukaku, Hazard e De Bruyne.

O segundo tempo começou com a Inglaterra indo para cima e tentando o empate, mas a defesa belga fechava os espaços com eficiência. Em um dos poucos erros de marcação da Bélgica, o volante Dier tabelou e invadiu a área. Cara a cara com o goleiro Courtois, o inglês deu um toque com categoria por cima do goleiro. Quando a bola já entrava em um gol certo, Alderweireld apareceu e afastou. Foi a melhor chance da Inglaterra no jogo.

Enquanto isso, a Bélgica tinha os contra-ataques. E desperdiçou muitos. Em um deles, Lukaku adiantou demais a bola e perdeu a chance, em outro a defesa bloqueou o chute de Hazard. Em uma das melhores jogadas da partida, a Bélgica puxou contra-ataque rápido com De Bruyne, Mertens e Meunier. Entrando na área inglesa, Mertens inverteu para Meunier, do outro lado da área. O autor do primeiro gol emendou um lindo chute, mas Pickford fez a melhor defesa da partida.

Após tanto ter oportunidades, a Bélgica fez mais um gol. Hazard recebeu de De Bruyne e tocou no canto do goleiro inglês, que nada pode fazer. Foi a página final da história de Bélgica e Inglaterra nesta Copa do Mundo.

Após o apito final, não houve aquela tradicional cena de um lado comemorando e o outro chorando em profunda decepção. Ingleses e belgas se cumprimentaram no campo, como se tivessem jogado um amistoso. As comemorações eram discretas entre os belgas. Os atletas da Inglaterra não demonstraram tristeza pelo quarto lugar e aplaudiram sua torcida no estádio, antes de deixarem o gramado. Ao final, os jogadores e comissão técnica belga receberam medalhas de bronze pelo terceiro lugar conquistado.

Fonte: Agência Brasil

Mundo

Novo vírus da gripe com ‘potencial pandêmico’ é encontrado na China

Parece ser capaz de infectar pessoas, embora os porcos sejam os hospedeiros, dizem os especialistas

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Uma nova cepa do vírus da gripe com potencial de causar uma pandemia foi identificada na China, segundo um novo estudo.

Essa linhagem surgiu recentemente e tem os porcos como hospedeiros, mas pode infectar seres humanos, dizem os autores da pesquisa.

Os cientistas estão preocupados com o fato de que ela poderia sofrer uma mutação ainda maior e se espalhar facilmente de pessoa para pessoa e desencadear assim um surto global.

Eles dizem que a cepa tem “todas as características” de ser altamente adaptável para infectar seres humanos e precisa ser monitorada de perto.

Como se trata de uma nova linhagem do vírus influenza, que causa a gripe, as pessoas podem ter pouca ou nenhuma imunidade a ela.

Ameaça pandêmica

Uma nova cepa do influenza está entre as principais ameaças que os especialistas estão monitorando, mesmo enquanto o mundo ainda tenta acabar com a atual pandemia do novo coronavírus.

A última gripe pandêmica que o mundo enfrentou, o surto de gripe suína de 2009 que começou no México, foi menos mortal do que se temia inicialmente, principalmente porque muitas pessoas mais velhas tinham alguma imunidade a ela, provavelmente por causa de sua semelhança com outros vírus da gripe que circulavam anos antes.

O vírus da gripe suína, chamado A/H1N1pdm09, agora é combatido pela vacina contra a gripe que é aplicada anualmente para garantir que as pessoas estejam protegidas.

A nova cepa de gripe identificada na China é semelhante à da gripe suína de 2009, mas com algumas mudanças.

Até o momento, não representou uma grande ameaça, mas o professor Kin-Chow Chang e colegas que o estudam dizem que devemos ficar de olho nele.

Qual é o perigo?

O vírus, que os pesquisadores chamam de G4 EA H1N1, pode crescer e se multiplicar nas células que revestem as vias aéreas humanas.

A última gripe pandêmica que o mundo enfrentou, o surto de gripe suína de 2009, começou no México

Eles descobriram evidências de infecção recente em pessoas que trabalhavam em matadouros e na indústria suína na China.

As vacinas contra a gripe atuais não parecem proteger contra isso, embora possam ser adaptadas para isso, se necessário.

Kin-Chow Chang, que trabalha na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, disse à BBC: “No momento estamos distraídos com o coronavírus e com razão. Mas não devemos perder de vista novos vírus potencialmente perigosos”.

Embora esse novo vírus não seja um problema imediato, ele diz: “Não devemos ignorá-lo”.

Os cientistas escrevem na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências britânica, que medidas para controlar o vírus em porcos e monitorar de perto as populações trabalhadoras devem ser rapidamente implementadas.

O professor James Wood, chefe do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade de Cambridge, disse que o trabalho “vem como um lembrete salutar” de que estamos constantemente sob o risco do surgimento de patógenos e que animais de criação, com os quais os seres humanos têm maior contato do que com a vida selvagem, podem ser uma fonte de vírus pandêmicos.

Da BBC News

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Brasil

Nuvem de gafanhotos chega à Argentina e se aproxima do Brasil

Produtores e técnicos do governo monitoram a presença dos insetos, que, juntos, podem consumir em um dia a quantidade de pasto equivalente a 2 mil vacas ou 350 mil pessoas.

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Foto: Divulgação/Governo da Província de Córdoba

Produtores rurais e funcionários do governo da Argentina estão monitorando a entrada de uma nuvem de gafanhotos no país. Os insetos vieram do Paraguai e, por lá, destruíram lavouras de milho (veja mais abaixo). Agora, a praga avança no território argentino que faz fronteira com o Brasil e com o Uruguai.

Segundo projeção do país vizinho, os insetos podem chegar ao oeste do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, oferecendo riscos às lavouras desses estados.

Monitoramento do governo argentino mostra que nuvem de gafanhotos se aproxima do Brasil — Foto: Reprodução/Senasa

De acordo com o governo argentino, a nuvem chegou ao país no fim da semana passada.

As principais regiões atingidas na Argentina são as províncias de Santa Fé, Formosa e Chaco, onde existe produção de cana-de-açúcar e mandioca e a condição climática é favorável.

Em aproximadamente um quilômetro quadrado podem ter até 40 milhões de insetos, que consomem em um dia pastagens equivalentes ao que 2 mil vacas ou 350 mil pessoas comem, disse o engenheiro agrônomo argentino Héctor Medina à agência Reuters.

O governo argentino afirma que os insetos podem passar por vilas e cidades, mas não causam danos diretos aos seres humanos, apenas causam riscos a plantações e pastagens.

Veja mais no link do G1 abaixo.

Do G1

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Mundo

Em protesto, pastor transforma igreja em bar, após autoridades dificultarem realização de cultos

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As dificuldades criadas por autoridades para a reabertura dos templos após a quarentena que tentou refrear a pandemia de Covid-19 levou uma igreja evangélica a transformar o templo em um bar simbólico como forma de protesto.

O caso foi registrado na cidade de San Lorenzo, na província de Santa Fé, Argentina, onde muitos serviços já estão em atividade na retomada após o período de confinamento, mas as regras para as celebrações religiosas são mais rígidas do que para outros setores, como o da alimentação e comércio.

Diante desse cenário de incoerência – também registrado na cidade de Palmas (TO) – os líderes da Igreja Redentor de San Lorenzo optaram por protestar contra as autoridades, uma vez que as regras vinham estipulando um limite de dez pessoas simultaneamente nos templos, mas os bares e restaurantes podem receber até 30% da capacidade máxima de lotação.

Conforme informações do portal Observador, o templo foi reaberto com mesas e cadeiras como se fosse um bar, e os obreiros se vestiram com aventais de garçom e, usando bandejas, distribuíam exemplares da Bíblia Sagrada a quem quer que entrasse no local.

O pastor Daniel Cattaneo, líder da Igreja Redentor de San Lorenzo, explicou o protesto numa entrevista concedida à emissora Canal 3 de Rosario: “Queríamos perguntar ao nosso governador se, caso abríssemos desta maneira, ter-nos-ia permitido reabrir? Os bares podem abrir, as empresas também, mas nós não. Porque nos discriminam?”, questionou.

“Estamos aqui vestidos desta forma, carregando uma bandeja, porque parece que esta é a única maneira que temos de servir a palavra de Deus. Portanto, aparte a vitela que vai para a mesa quatro, daqui sai a palavra de Deus, da casa do Senhor para todas as nações”, referiu ainda o pastor.

País majoritariamente católico, a Argentina tem uma população evangélica considerada muito pequena. O pastor, no entanto, se queixou das dificuldades impostas pelas autoridades para o exercício do “nosso direito constitucional para praticar a nossa fé”.

Cattaneo é um dos líderes religiosos da região que mais oposição tem feito à lentidão na retomada dos cultos após a interrupção por conta da pandemia do novo coronavírus, sempre destacando o ritmo mais rápido de outros setores e atividades.

A Igreja Redentor de San Lorenzo não se limitou ao protesto, e organizou um culto no formato drive-in, num terreno desocupado próximo do templo. O pastor Cattaneo publicou um vídeo no Twitter que mostra imagens aéreas da reunião, com dezenas de carros dos fiéis que compareceram.

Do Gospel +

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