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Cultura

Jovem de João Pessoa estreia no ‘The Voice Brasil’ e é confirmado no time de Ivete Sangalo

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Depois do sucesso e da vitória de Eduarda Brasil no programa The Voice Kids , mais um jovem da Paraíba, está representando o estado na rede globo, agora no reality para jovens e adultos.
Kevin Ndjana mora em João Pessoa e está participando do The Voice Brasil, em sua sétima temporada.
Ele que é natural de Brasília, mas adotou a capital paraibana como sua terra do coração, cantou uma versão muito animada da música “Uptown Funk”, do cantor internacional Bruno Mars e fez com que todos os técnicos virassem a cadeira para, mas acabou garantindo sua vaga no time de Ivete Sangalo.
Com Portal Diário

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Cultura

Circuito audiovisual ‘Aruandando no Brejo’ acontece em Guarabira, neste final de semana

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O Circuito audiovisual ‘Aruandando no Brejo’ chega a Guarabira nesta sexta e sábado. A mostra de cinema itinerante será aberta na sexta-feira (9) no Teatro Municipal Geraldo Alverga com exibições de curtas metragens premiados no ‘Fest Aruanda’. A programação continua nesse sábado (10) com palestra do cinema silencioso (anos 1920) à primeira do cinema paraibano (2018/19), seguido de debates.

Nesta sexta-feira, durante a abertura, será exibido o curta do Galerias Urbanas; Aruanda – Dr. Linduarte Noronha; Noite no Sitio (Ficção) – Dir. Lucas Machado; A ética das hienas (Ficção) – Dir. Rodolpho de Barros; Flor no quintal (Animação) – Dir. Mercicleide Ramos; Makinaria (Animação) Dr.Igor Tadeu e Faixa de Gaza (Ficção) – Dir. Lucio César.

No sábado a palestra ficará a cargo do professor Dr. Lucio Vilar (Demid-UFPB). Também haverá a exibição de animação em longa-metragem: As Aventuras do Avião Vermelho, do diretor Frederico Pinto, além do longa-metragem “Cássia Eller”, do diretor Paulo Fernandes.

Codecom

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Cultura

AUTO DO NATAL LUZ 2022 volta no modo presencial dia 16 em Guarabira

O espetáculo é gratuito promovido pelo Colégio da Luz Guarabira-PB. Troca-se a senha de entrada por 2kg de alimentos para o Natal Sem Fome.

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Fotos: Arquivo/Brejo.com

Em 1995, no Teatro Geraldo Alverga, o Colégio da Luz montou a Peça ‘O Boi e o Burro no Caminho de Belém‘ (com Adaptação de Rosana Diôgo e Direção de @moacirns) da Dramaturga e Escritora brasileira, Maria Clara Machado.

Há 18 anos (2004) o 1o. Auto do Natal Luz foi encenado no Pátio do Colégio da Luz Guarabira, com uma adaptação do famoso Texto “O Boi e o Burro no Caminho de Belém”, peça natalina de autoria da Escritora e Dramaturga, Maria Clara Machado.

Esta edição contará com 140 componentes no elenco (entre Atores, Coralistas e Bailarinas) e cerca de 40 pessoas na Ficha Técnica.

Com a Pandemia da COVID19, em 2020 não houve espetáculo presencial e o Colégio da Luz realizou uma pequena versão natalina chamada de “Auto Móvel”, uma vez que personagens do Presépio saíram pelas ruas de Guarabira num Trio Elétrico, levando músicas natalinas e arrecadando Alimentos para a Campanha do Natal sem Fome.

Em 2021, ainda sob os efeitos da Pandemia, o evento foi realizado nos dias 18 e 19/dezembro na forma de um espetáculo de Projeção Mapeada, Decoração Natalina e Presépio Vivo com o nome de #JardimdaLuz.
Mesmo com visitação limitada de público, o Colégio da Luz não deixou passar em branco as comemorações do Natal 2021, arrecadando também Alimentos para a Campanha do Natal sem Fome.

Após 2 anos sem a realização com público presencial, o Auto do Natal Luz está de volta com sua 18a. edição, no próximo dia 16 de dezembro, no Pátio do Colégio da Luz na cidade de Guarabira-PB.

O espetáculo, que faz parte do Calendário Turístico da Paraíba, retornará ao palco, com a singeleza, a ludicidade e a emoção de um dos maiores acontecimentos celebrados em todo o Mundo, que é o Nascimento do Menino Deus, pela visão da pureza encontrada na eterna Obra Teatral, “O Boi e o Burro no Caminho de Belém”, da Dramaturga brasileira, Maria Clara Machado.

O Auto do Natal Luz é um espetáculo gratuito promovido pelo Colégio da Luz Guarabira – PB. Troca-se a Senha de entrada (com direito a cadeira no público) por 2kg de Alimento para a Campanha do Natal sem Fome.

A 18a. Edição do Auto do Natal Luz tem a Direção Cênica de Kalline Brito • Iluminação: Fabiano Diniz • Cenografia: Paulo Lino e F. Júnior • Figurinos e Adereços: F. Júnior; Simone Santos e Equipe Colégio da Luz • Coreografias: Neide Ramos e Kalline Brito • Coordenação de Logística: Ana Juliêta; Sandra Rodrigues; Samuel Diôgo • Assist. Direção Musical: Rogério Wilker • Direção Musical e Geral: Rosana Diôgo.

Com Assessoria

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Cultura

Riquezas da Nossa Terra: Bordado filé, nas cores de Alagoas

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Reprodução/TV Brasil

Entre linhas, agulhas e histórias, o Caminhos da Reportagem percorre as tramas coloridas da Região das Lagoas Mundaú e Manguaba, em Alagoas, reconhecida como Indicação Geográfica do bordado filé.

Ensinado pelos europeus no período colonial, o bordado filé foi incorporado pelas mulheres locais e se tornou um símbolo do estado. Se no velho continente o artesanato é monocromático, sendo mais comum em branco ou bege, no Brasil, ganhou todas as cores.

Caminhos da Reportagem - Bordado sobre a rede, assim é o filé
Bordado sobre a rede, assim é o filé – Divulgação/TV Brasil

Na família da artesã Lourdes Gama, a filha Sandra e a neta Kaillane aprenderam com ela a bordar e a fazer da atividade uma fonte de renda. “Eu já sou aposentada, então a minha complementação é o filé. Tem mulheres que criam a família inteira somente com a renda do filé,” diz dona Lourdes.

Caminhos da Reportagem - Dona Lourdes, a filha e a neta - bordado em família
 Dona Lourdes, a filha e a neta – bordado em família – Divulgação/TV Brasil

Filé, traduzido do francês filet, significa rede. E, no caso do artesanato, é um bordado feito sobre uma rede semelhante à da pesca. Não é por acaso que este tipo de trabalho está presente em comunidades pesqueiras, explica o antropólogo Bruno Cavalcanti, professor da Universidade Federal de Alagoas, responsável pelas pesquisas que fundamentaram o reconhecimento do bordado filé como Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas e depois o registro da região como Indicação Geográfica (IG) pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Caminhos da Reportagem - Filé, traduzido do francês, quer dizer rede
Filé, traduzido do francês, quer dizer rede - Divulgação/TV Brasil
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O bordado e a pesca são atividades essenciais para a sobrevivência da população do Complexo Estuarino das Lagoas Mundaú-Manguaba, formado por seis municípios: Maceió, Marechal Deodoro, Pilar, Coqueiro Seco, Santa Luzia do Norte e Satuba.   Segundo Cavalcanti, o peso do bordado no orçamento das famílias vem aumentando em função do incremento do turismo e da queda do rendimento da pesca provocada principalmente pela poluição das lagoas. “A lagoa está secando. Aqui onde nós estamos passava a lancha que ia para Marechal Deodoro, hoje em dia a gente tá em cima da areia”, confirma o pescador José Rosalvo dos Santos. Ele e a mulher, Rosiene da Silva Ramos, saem juntos para pescar e catar mariscos na lagoa Mundaú, no bairro Pontal da Barra, em Maceió. Quando voltam da água, ele tece com o nylon uma nova tarrafa.  Ela borda e engoma toalhas, colchas, entre outras peças.

Caminhos da Reportagem - Rosiene da Silva Ramos faz as encomendas de bordado quando volta da pesca
Rosiene da Silva Ramos faz as encomendas de bordado quando volta da pesca – Divulgação/TV Brasil

Assim como Rosiene, muitas bordadeiras encomendam as redes que servem de suporte para o bordado no município de Coqueiro Seco, de seis mil habitantes. Jedivan do Nascimento Silva, de 72 anos, é umas das poucas que ainda fazem a rede da forma tradicional, mais trabalhosa. A artesã enrola a linha de algodão no dedão do pé para começar a tecer e quando a malha atinge 30 centímetros passa o trabalho para outro tipo de suporte, que pode ser o encosto da cadeira.

Para defender a tradição e buscar a valorização do produto, as artesãs criaram o Instituto do Bordado Filé de Alagoas, o Inbordal, e com a assessoria do Sebrae, batalharam pelo reconhecimento da Indicação Geográfica. Entre as conquistas que vieram em seguida, elas comemoram parcerias, aprendizado em oficinas e lançamento de novas coleções. Maylda Cristina Soares da Silva, presidente do Inbordal, conta que a partir da IG as artesãs conseguiram melhores preços na venda do filé.

Caminhos da Reportagem - Bordado filé garante renda às famílias que vivem ao redor das lagoas Mundaú e Manguaba
Bordado filé garante renda às famílias que vivem ao redor das lagoas Mundaú e Manguaba – Divulgação/TV Brasil

Uma das estratégias do Inbordal é ensinar o saber ancestral para as novas gerações. As oficinas de bordado reúnem adolescentes de escolas públicas. “Pra mim é muito importante passar esse trabalho para que ele não morra porque foi através dele que a minha mãe ajudou bastante a minha família e deixou esse legado pra gente,” afirma a professora Lucineide Sena.

Ficha técnica

Reportagem e produção: Ana Passos
Imagens: João Victal
Operação de áudio: Ed Guimarães
Edição de texto: Luciana Góes
Edição de imagem: Eric Gusmão
Arte: Julia Gon

Da TV Brasil

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