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Saúde

Onze mil tiram a própria vida por ano e Camila propõe Política de Diagnóstico e Tratamento da Depressão

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Pixabay

Por ano, 11 mil pessoas tiram a própria vida no país, de acordo com o primeiro boletim epidemiológico sobre suicídio, elaborado pelo Ministério da Saúde. Deste total, 79% são entre homens e 21% mulheres. Na Paraíba, a cada 34 horas um caso de suicídio é registrado conforme dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade da Secretaria Estadual de Saúde (SIM/SES).

“Os dados são alarmantes e precisam ser debatidos, por isso, aqui na Paraíba estamos debatendo na Assembleia Legislativa o projeto de Lei Ordinária 87/2019 que cria nas redes públicas de saúde da Paraíba a Política de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome da Depressão. A iniciativa, de nossa autoria, tem o objetivo de detectar a doença ou evidências de que ela possa vir a ocorrer, visando prevenir seu aparecimento”, explicou a deputada estadual Camila Toscano.

A parlamentar vem tratando essa temática desde o seu primeiro mandado e afirma que não se pode jogar para “baixo do tapete” esse grave problema que tira a vida de muitas pessoas. É de autoria de Camila a Lei 11.152/18, que cria o Dia Estadual de Prevenção e Combate à Depressão, alertando a população para necessidade do debate sobre a doença.

“Nesse mês marcado para reforçarmos a importância de se construir entendimentos no combate ao suicídio, precisamos nos unir em torno dessa causa e a depressão é um dos principais fatores que levam a morte. É necessário que haja um processo educacional para abordagem desse tema na sociedade para que deixe de ser um tabu”, afirmou a deputada.

Para Camila, o assunto merece mais atenção. “Precisamos entender o que é a depressão, como ela afeta a vida de uma pessoa e identificar sinais da doença para podermos ajudar quem sofre desse grave problema que atinge cada vez mais os paraibanos. Isso só é possível por meio de campanhas de conscientização que mostrem a nossa sociedade que falar da depressão mais do que importante é necessário”, destacou.

Sobre o combate ao suicídio, a deputada participou no mês de agosto, em Florianópolis no estado de Santa Catarina, do 3º Seminário Regional de Promoção e Defesa da Cidadania promovido pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) em parceria com a Assembleia Legislativa (ALESC) e o apoio do Governo Federal. “Foi uma troca de experiências importante para a nossa atuação parlamentar na garantia de promovermos discussões sobre temas importantes como o suicídio”, disse.

Assessoria

Saúde

Vacinas de Oxford/AstraZeneca já estão com Ministério da Saúde

O avião com o imunizante vindo do Instituto Serum chegou ontem

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Foto: Divulgação/Receita Federal

A remessa de 2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 que chegou ontem (23) da Índia já está com o Ministério da Saúde após ter passado por conferência de temperatura e integridade da carga e receber etiquetas com informações em português no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o último caminhão com lotes do imunizante saiu às 00h20 desta quarta-feira (24) do prédio de Bio-Manguinhos.

O avião com o imunizante vindo do Instituto Serum, na Índia, aterrissou na manhã de ontem (23) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, e depois os lotes foram encaminhados para a Fiocruz no Rio de Janeiro.

O material já veio pronto para ser aplicado e foi apenas rotulado na Fiocruz. A importação de doses prontas é uma estratégia paralela à produção de imunizantes a partir da chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), para acelerar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

Não há data prevista para o recebimento de mais 8 milhões de doses pelo acordo com os parceiros AstraZeneca e Instituto Serum. Em janeiro deste ano, a Fiocruz já havia recebido 2 milhões de doses da vacina.

Agência Brasil

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Saúde

Confirmadas novas variantes do coronavírus no Rio Grande do Norte

Instituto de Medicina Tropical identificou duas novas variantes

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O Instituto de Medicina Tropical da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) confirmou a circulação de novas variantes do coronavírus no estado. De acordo com a entidade, os resultados do estudo foram comunicados às autoridades de saúde, para que tomassem conhecimento e efetuassem as medidas cabíveis.

A pesquisa que confirmou a circulação foi realizada por meio de sequenciamento genético e está analisando 91 amostras do coronavírus, provenientes do Rio Grande do Norte e da Paraíba. As amostras de Natal, capital potiguar, são de janeiro e fevereiro de 2021 e foi possível identificar a linhagem P1 que foi inicialmente encontrada em Manaus (AM), além da linhagem P2, descrita no Rio de Janeiro e que está se disseminando pelo Brasil.

O estudo acontece em colaboração com o Laboratório de Bioinformática do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), que, por meio de uma rede de pesquisadores, estuda a evolução do vírus no Brasil.

Além disso, como as novas mutações do vírus identificadas estão associadas a uma possível maior dispersão, o instituto reforça a importância das medidas de prevenção, como distanciamento social, higiene das mãos e uso de máscaras, que são ações individuais que auxiliam a diminuir a transmissão de covid-19. 

De acordo com o último boletim da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte, a taxa de ocupação de leitos de terapia intensiva (UTI) do sistema público está em 85,98% no estado. Desde o início da pandemia, foram registrados 3.448 óbitos e 159.072 casos da doença.

O governo estadual anunciou que vai editar um novo decreto com a ampliação de medidas restritivas para conter o avanço da pandemia e evitar o colapso na rede de saúde. Em reunião com prefeitos na última sexta-feira (19), ficou acordado que, pelo período de 14 dias, estará proibido o funcionamento de bares, restaurantes e similares após as 22h para atendimento ao público e até as 23h apenas para fins de encerramento de suas atividades operacionais; a realização de quaisquer festas ou eventos; e a comercialização de bebidas alcoólicas, bem como seu consumo, em ambientes públicos, após as 22h.

As prefeituras também deverão editar decretos adequando as recomendações do governo do estado às peculiaridades de cada município.

Agência Brasil

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Saúde

Governo agiliza processo de aquisição de vacinas da Índia e Rússia

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O Ministério da Saúde dispensou o uso de licitação para compra das vacinas Covaxin, da Índia, e Sputnik V, da Rússia. O objetivo é dar mais agilidade ao processo de aquisição desses imunizantes.

A compra ainda depende da aprovação para uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No total, serão disponibilizadas para a população 10 milhões de doses da Sputnik V e 20 milhões da Covaxin.

As entregas devem começar em março e deverão seguir o seguinte cronograma:

Sputtnik V

Março: 400 mil

Abril: 2 milhões

Maio: 7,6 milhões

Total: 10 milhões de doses

Covaxin

Março: 8 milhões

Abril: 8 milhões

Maio: 4 milhões

Total: 20 milhões de doses.

O investimento previsto é de R$ 639,6 milhões na vacina russa e R$ 1,614 bilhão na vacina da Índia.

Agência Brasil

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