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Saúde

Aumento da miopia nas crianças preocupam oftalmologistas

Foto: Ilustração

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A saúde visual da criança e o aumento “alarmante” dos casos de miopia estão entre as principais preocupações dos oftalmologistas no Brasil.

Segundo o médico César Lipener, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), o desenvolvimento visual ocorre nos primeiros anos de vida, e a visão atinge a maturidade entre 5 e 6 anos de idade.

“Quando não existe um exame mais precoce, muitas vezes, a criança pode ter algum problema. A criança não se queixa, os pais não percebem, e essa avaliação, quando não é feita a tempo, pode acarretar sequelas ou dificuldades que a criança vai acabar levando para o resto da sua vida”, disse Lipener, em entrevista à Agência Brasil.

Consulte seu oftalmologista e visite uma das lojas da Ótica Visão. Em Guarabira-PB na Avenida Dom Pedro II, 372, Centro, fone: (83) 3271-5793. E em Pilões-PB na Rua Cônego Teodomiro, S/N, Centro, Fone: (83) 3276-1000.

De acordo com Lipener, as crianças devem fazer uma avaliação oftalmológica de preferência na idade pré-escolar porque, muitas vezes, os pais não percebem suas dificuldades ou têm a falsa impressão de que elas enxergam bem. “Se houver alguma coisa que chame a atenção, uma hereditariedade muito importante, pais com estrabismo ou com alto grau, a consulta deve ser mais precoce ainda, até no primeiro ano de vida”, afirmou o médico.

Ele destacou que, “felizmente”, os pediatras e as escolas estão ajudando os oftalmologistas, e as crianças estão começando a ter avaliações um pouco mais precoces. O principal, entretanto, é a conscientização dos pais sobre a necessidade da consulta oftalmológica precoce.

Miopia

Segundo Lipener, o número de pessoas míopes vem aumentando em todo o mundo. Ele citou estudos que relacionam a atividade visual de perto com o aumento dos casos da doença, vinculado ao uso de telas de computadores, tablets e smartphones e lamentou que hoje as crianças comecem a manipular esses aparelhos cada vez mais cedo. “Essa é outra preocupação desestimular o uso intenso e precoce de tais aparelhos, trocando-os por atividades ao ar livre. É um fator que, no mundo inteiro, mostrou-se eficaz para diminuir a evolução da miopia. A gente até brinca que, hoje, a chupeta é o celular”.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, em 2020, a miopia atingirá cerca de 35% da população mundial. As projeções indicam que, em 2050, o percentual chegue a 52%.

No Brasil, o Instituto Data Popular estima que mais de 20 milhões de pessoas tenham problemas de visão, o que corresponderia a cerca de 10% da população. Em muitos casos, isso ocorre porque as pessoas não têm acesso a óculos de grau.

Atualmente, a miopia acomete uma em cada três pessoas no mundo, tornando-se o erro de refração com mais necessidade de prescrição, segundo a OMS. Na Ásia, 90% dos jovens de 20 anos de idade já são míopes, informou Lipener. “A ideia é retardar a evolução [da miopia] e evitar complicações como problemas degenerativos e de retina. Se conseguirmos atrasar a evolução um pouquinho, já teremos um ganho considerável.”

No Brasil, estima-se que 80% das crianças em idade escolar nunca fizeram exames oftalmológicos. De acordo com Lipener, a miopia é um problema que tende a progredir com o passar dos anos e pode ter como consequência prejuízos no aprendizado ou falta de socialização da criança. “O diagnóstico é simples, e atualmente existem opções de tratamento que podem ajudar a retardar a progressão da miopia.”

Outro problema é a visão subcorrigida, quando a pessoa usa óculos incorretos, ou não os usa quando necessário. O hábito de fazer exames oftalmológicos deve ser estendido da infância até a vida adulta, incorporando-se à rotina de cuidados com a saúde. O site Put Vision First (Ponha a Visão em Primeiro Lugar), lançado mundialmente, traz informações para o público leigo e destaca a necessidade de uma rotina de cuidados e de visitas regulares ao médico oftalmologista.

Fonte: Agência Brasil

Cidades

Covid-19: Guarabira aumenta 23 casos em 24h e totaliza 552; confira o boletim

Veja o boletim epidemiológico deste sábado, 30 de maio

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Vista aérea de Guarabira/Rose Vídeo

A Secretaria Municipal de Saúde de Guarabira divulgou na noite deste sábado (30) a atualização do boletim epidemiológico com os números da Covid-19.

Os casos confirmados na cidade já somam 552, um crescimento de 23 casos em 24 horas. Dos infectados, 262 pacientes já foram recuperados.

Continuam 7 óbitos confirmados em consequência do novo coronavírus e uma morte está sob investigação, aguardando resultados de exames.

611 casos foram descartados e 1.716 notificados.

Dos locais com mais casos confirmados, estão: Centro (72), Cordeiro (59), Bairro Novo (58) e Nordeste I (45). Estes continuam sendo os que mais apresentam incidência de infectados com o vírus; destes, apenas o bairro Novo não apresentou nenhum caso nas últimas 24h.

Veja o Boletim da Prefeitura

Brejo.com

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Cidades

Coronavírus: Guarabira já tem 529 casos e 7 mortes; confira o boletim

O bairro Novo superou o Cordeiro em número de casos

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Vista parcial de Guarabira/Rose Vídeo

A Secretaria de Saúde de Guarabira divulgou na noite desta sexta-feira (29) a atualização do boletim epidemiológico com os números da Covid-19.

Os infectados na cidade já somam 529, um crescimento de 46 casos em 24 horas. Os números divergem dos que foram divulgados pelo Estado, que aponta a cidade com 545 casos.

Guarabira é o epicentro da doença em toda a região, que envolve mais de 25 cidades. Dos infectados, 252 pacientes já foram recuperados.

São 7 óbitos confirmados em consequência do novo coronavírus e uma morte está sob investigação, aguardando resultados de exames.

581 casos foram descartados e 1.615 notificados.

Dos locais com mais casos confirmados, estão: Centro (70), Bairro Novo (58) Cordeiro (56) e Nordeste I (42). Estes continuam sendo os que mais apresentam incidência de infectados com o vírus.

Veja o Boletim da Prefeitura

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Saúde

Depressão aumenta entre brasileiros durante quarentena, diz pesquisa

Estudo foi realizado pelo UERJ em parceria com pesquisador da Universidade de Yale

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Pixabay

Nesta última terça-feira, 5 de maio, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro divulgou em seu site novos dados, baseado em pesquisa, sobre a pandemia do coronavírus: o aumento da depressão entre brasileiros durante este período.

Segundo a UERJ, logo após a decretação da quarentena por causa da pandemia de COVID-19, o professor Alberto Filgueiras, do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, iniciou uma pesquisa sobre o comportamento dos brasileiros durante o isolamento. Os resultados mostram que os casos de depressão praticamente dobraram entre os entrevistados, enquanto as ocorrências de ansiedade e estresse tiveram um aumento de 80%.

O estudo foi coordenado em parceira com o Laboratório de Neuropsicologia Cognitiva e Esportiva (LaNCE), gerenciado pelo Dr. Matthew Stults-Kolehmainen, do Yale New Haven Hospital, nos EUA. Os dados foram colhidos através de 1.460 pessoas em 23 estados que responderam um questionário on-line com mais de 200 perguntas em dois momentos específicos, de 20 a 25 de março e de 15 a 20 de abril.

Os dados analisados indicam que as mulheres são mais propensas do que os homens a sofrer com estresse e ansiedade durante a quarentena. Outros fatores de risco são: alimentação desregrada, doenças preexistentes, ausência de acompanhamento psicológico, sedentarismo e a necessidade de sair de casa para trabalhar. Já para depressão, as principais causas são idade mais avançada, ausência de crianças em casa, baixo nível de escolaridade e a presença de idosos no ambiente doméstico.

“A prevalência de pessoas com estresse agudo na primeira coleta de dados foi de 6,9% contra 9,7%, na segunda. Para depressão, os números saltaram de 4,2% para 8,0%. Por último, no caso de crise aguda de ansiedade, vimos sair de 8,7% na primeira coleta para 14,9%, na segunda coleta”, ressalta Alberto Filgueiras. Entretanto, a pesquisa sinaliza que quem recorreu à psicoterapia pela internet apresentou índices menores de estresse e ansiedade. Da mesma forma, aqueles que puderam praticar exercício aeróbico tiveram melhor desempenho do que os que não fizeram nenhuma atividade física, ou que praticaram apenas atividade de força.

Outro alerta que Filgueiras faz é sobre a pressão social que está sendo criada em volta de ‘obrigações de quarentena’, o que pode acabar impondo mais estresse às pessoas, em tempos de isolamento. “Esse período da quarentena não é o momento de mudar seus hábitos radicalmente. Isso pode gerar ainda mais angústia. Respeite seu estilo de vida e seus limites”, diz.

Fonte: Revista Casa e Jardim

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