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Manchete

Projetos sociais do 4º BPM abrem inscrições a partir desta segunda,17

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Começam nesta segunda-feira (17) as inscrições para os projetos sociais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar), realizados em parceria com a ONG Anajô. Estão sendo oferecidas 200 vagas para crianças e adolescentes que tenham entre 7 e 14 anos de idade, em quatro projetos: Lutando pela Paz, Bola Solidária, Correndo para Vencer e Nota Solidária. As matrículas serão realizadas até o dia 28 de fevereiro, das 8h às 13h, e as aulas começam no dia 2 de março.

Para efetuar a matrícula, os pais ou responsáveis devem levar cópias do documento de Identidade ou Certidão de Nascimento da criança ou do adolescente, do comprovante de residência e uma foto 3 x 4. Os interessados em se inscrever para os projetos Bola Solidária ou Correndo para Vencer devem procurar a Coordenação de Polícia Solidária do 4º BPM, que fica na rua Coronel José Maurício da Costa, nº 40, em Guarabira.

As inscrições para os projetos Lutando pela Paz e Nota Solidária devem ser feitas na sede do Anajô, no Bairro do Nordeste. O Lutando pela Paz oferece aulas de artes marciais e o Nota Solidária, de aulas marciais. Já o Correndo para Vencer e o Bola Solidária oferecem aulas de atletismo e futebol, respectivamente.

Assessoria/4ºBPM

Manchete

Operação Sossego: PM apreende aparelhos de som e aplica multa de R$ 7 mil por crime de poluição sonora

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A Polícia Militar apreendeu cinco equipamentos de som que estavam perturbando o sossego dos moradores nos bairros de Bancários, Bairro dos Estados, Bairro São José, Mandacaru, Mangabeira e Varadouro, na noite dessa última sexta-feira (30), em João Pessoa.

Seis pessoas foram conduzidas a delegacia e dois proprietários foram autuados e multados no valor total de R$ 7 mil pelo crime de poluição sonora. Os aparelhos foram recolhidos à Central de Polícia.

As ações fazem parte da Operação Sossego, que tem por objetivo levar tranquilidade às pessoas, fortalecendo as fiscalizações de ocorrências com som alto. Este tipo de ocorrência pode levar a outros delitos como porte de drogas e arma de fogo, vias de fato, embriaguez no volante, além de propiciar aglomerações neste período de pandemia.

O foco neste final de semana é nas zonas norte e sul de João Pessoa, e atuação conjunta das unidades de área como as especializadas do BPAmb, BPTran, Força Tática, sob a coordenação do Comando Regional Metropolitano.

Ascom

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Cidades

52% dos municípios analisados na PB não oferecem condições para informatizar conselhos tutelares

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Mais de 50% dos 149 municípios paraibanos analisados pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Humano (Sedh) não oferecem a estrutura mínima necessária aos seus conselhos tutelares para a implantação e operacionalização do Sistema de Informação para Infância e Adolescência (Sipia), uma base de dados estatísticos e de informações importante para subsidiar, em todo o País, a adoção de decisões governamentais nas políticas públicas destinadas ao público infantojuvenil. Em outros 74 municípios onde estão localizados 79 conselhos tutelares não há informações. O problema levou o Centro de Apoio Operacional às promotorias de Justiça defesa da Criança e do Adolescente e da Educação do Ministério Público da Paraíba (CAO CAE/MPPB) a elaborar um material de apoio aos promotores de Justiça que atuam na proteção à infância e adolescência para fomentar a expansão do sistema no Estado.

De acordo com a coordenadora do CAO CAE, a promotora de Justiça Juliana Couto, a medida é um desdobramento de ações desencadeadas pelo Grupo de Trabalho Estadual do Sipia – formado por instituições como o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente e a Sedh – e foi adotada porque o avanço do programa de implantação do sistema nos municípios tem esbarrado em entraves na infraestrutura física e tecnológica dos conselhos tutelares (com destaque para a ausência de computadores e de banda larga), apesar do investimento já feito pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, que destinou a 147 municípios paraibanos computadores e impressoras, para viabilizar a instalação do Sipia Web nos conselhos tutelares.

O artigo 23 da Resolução 170/2014 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) diz que cabe ao poder executivo municipal ou do Distrito Federal fornecer ao Conselho Tutelar os meios necessários para sistematização de informações relativas às demandas e deficiências na estrutura de atendimento à população de crianças e adolescentes, tendo como base o Sipia ou sistema equivalente.

Aprimoramento do trabalho

A promotora de Justiça foi enfática ao dizer que os conselheiros tutelares necessitam de ferramenta informatizada para o exercício das competências que lhes são atribuídas no artigo 136 da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente) e para qualificar os procedimentos de escuta, orientação, aconselhamento, encaminhamento e acompanhamento de casos.

Ela também explicou que a base do Sipia-CT é o Conselho Tutelar, que coleta os dados de acordo com as ocorrências atendidas no município. “Essa ferramenta permite aos conselheiros tutelares acompanhar, avaliar e planejar suas ações em prol da qualificação do atendimento prestado. O sistema permite a comunicação direta entre o órgão tutelar e as entidades de atendimento ou órgãos do Sistema de Garantia de Direitos previamente cadastrados, aperfeiçoando a interlocução intersetorial, de sorte a otimizar o fluxo de expedientes. Além disso, é a partir do Sipia que relatórios estatísticos podem ser produzidos e esses relatórios podem assessorar o poder executivo local na elaboração de proposta orçamentária para planos e programas de atendimento dos direitos de crianças e adolescentes”, detalhou.

Diagnóstico

Um diagnóstico feito entre novembro e dezembro de 2020 pela Sedh, a partir de um questionário sobre as condições estruturais (existência de sede própria, computadores, banda larga, telefone fixo e celular etc) enviado aos 236 conselheiros tutelares existentes nos 223 municípios da Paraíba revelou que apenas 77 conselhos tutelares dos 157 que enviaram resposta atendem aos critérios de estrutura mínima (ter ao menos três computadores instalados e em funcionamento e acesso à banda larga) para receber a capacitação e implantação do Sipia. 

Em termos percentuais, foi observado que 48% dos 149 municípios em análise atendem aos critérios e estão aptos a receber a capacitação do Sipia Conselho Tutelar. Em razão disso, o plano de implementação do sistema está sendo consolidado nos órgãos já aptos e a previsão é de que o ciclo de formação dos conselheiros seja concluído este mês.

A Coordenação Técnica Estadual do Sipia-CT na Paraíba, órgão vinculado à Sedh, também informou ao MPPB que seis municípios (Cajazeiras, Itapororoca, Picuí, Salgado de S. Félix, Santa Luzia e São Francisco) já implantaram o Sipia, na fase piloto do programa.

Por outro lado, 79 conselhos tutelares localizados em 74 municípios paraibanos não responderam ao questionário enviado pela Sedh, o que compromete saber qual a real situação desses órgãos.

Material de apoio

O CAO CAE está disponibilizando a todos os promotores de Justiça que atuam na defesa da criança e do adolescente na Paraíba modelos de recomendações dirigidas aos secretários municipais de Assistência Social e aos conselheiros tutelares, para auxiliar no fomento à implementação e operacionalização do Sipia no território paraibano.

A primeira recomendação dispõe sobre o dever do gestor municipal de, em seu âmbito de competência, efetivar ações para a implantação, implementação e monitoramento do Sipia Conselho Tutelar e orienta o secretário municipal de Ação Social a adotar as providências necessárias para garantir as condições adequadas para o efetivo funcionamento do sistema, disponibilizando toda a infraestrutura e equipamentos exigidos (computadores e acesso à internet banda larga).

A segunda recomendação dispõe sobre o dever institucional dos conselheiros tutelares de registrar e tratar os dados e demandas através do Sipia e diz que, tão logo sejam garantidas pelo município as condições adequadas para o efetivo funcionamento do sistema, que participe da oficina técnica promovida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano sobre o sistema.

Confira os municípios aptos à implantação do Sipia:

1.Alagoa Nova
2. Lagoa Seca
3. Alcantil
4. Lucena
5. Aroeiras
6. Mato Grosso
7. Assunção
8. Natuba
9. Baraúna
10. Nova Palmeira
11. Barra de Santa Rosa
12. Ouro velho
13. Belém
14. Parari
15. Bernardino Batista
16. Pedra Branca
15. Boqueirão
18. Pedras de Fogo
19. Brejo do Cruz
20. Picuí*
21. Caaporã
22. Pilões
23. Cabaceiras
24. Pilõezinhos
25. Cajazeiras*
26. Pirpirituba
27. Caldas Brandão
28. Remígio
29. Campina Grande
30. Riachão do Bacamarte
31. Capim
32. Riachão do Poço
33. Carrapateira
34. Salgado de São Félix*
35. Caturité
36. Santa Cruz
37. Condado
38. Santa Inês
39. Conde
40. Santa Luzia*
41. Congo
42. Santa Terezinha
43. Cubati
44. Santana de Mangueira
45. Cuitegi
46. Santo André
47. Curral de Cima
48. São Bentinho
49. Duas Estradas
50. São Francisco*
51. Esperança
52. São João do Tigre
53. Guarabira
54. São José do Brejo do Cruz
55. Gurjão
56. São Mamede
57. Ibiara
58. São Sebastião de Lagoa de Roça
59. Itabaiana
60. Sapé
61. Itaporanga
62. Sertãozinho
63. Itapororoca*
64. Sobrado
65. Itatuba
66. Soledade
67. Jacaraú
68. Sumé
69. Jericó
70. Tenório
71. João Pessoa

*municípios onde já foi implantado o sistema
Fonte: Sedh/PB

Assessoria/MPPB

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Guarabira

Representantes da OCB-SESCOOP participam de encontro promovido por Sumasa e Sinco pela criação de novas cooperativas

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Na manhã desta quarta-feira (14/7), os secretários Manoel Antônio (Indústria e Comércio) e Alcides Camilo (Sumasa), o vereador Tiago do Mutirão e Clemilson França (Sec. de Políticas Públicas Para a Mulher) se reuniram com representantes da Acamare (Associação de Catadores de Material Reciclável), artesãos e ex-funcionários da Alpargatas, no auditório da ACEG (Associação Comercial e Empresarial de Guarabira).

A reunião foi conduzida por Ana Margarida Formiga, gerente de desenvolvimento de cooperativas, e Érica Leitão, analista de cooperativismo. Ambas prestam serviço para o Sistema OCB SESCOOP, com sede em João Pessoa. O objetivo deste primeiro encontro consistiu em discutir o processo inicial de como se conduz o Programa de Orientação Cooperativista.

Segundo Ana Formiga, após a conclusão desta etapa haverá a contratação de instrutores, de acordo com a necessidade de cada um dos três grupos presentes, e em seguida dá andamento no processo de iniciar a constituição das respectivas cooperativas.

Ao concluir a reunião, Manoel expôs a importância em promover este primeiro passo em prol do surgimento destas novas cooperativas, e que seu desenvolvimento, tal como a capacitação de todos os integrantes poderão contar com o apoio da Prefeitura.

Codecom/PMG

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