Conecte-se conosco

Mundo

Empresa desenvolve máscara que pode ser usada na piscina ou na praia

De material sintético, produto permite que a pessoa consiga respirar mesmo com o material molhado

Publicados

em

Foto: Reprodução

Uma máscara que pode ser usada na piscina ou na praia foi criada por uma empresa na Alemanha, com a chegada do primeiro verão na Europa durante a pandemia do novo coronavírus, momento em que países começam a reabrir aos poucos o turismo.

Segundo os desenvolvedores, o material sintético com o qual a máscara é feita – o mesmo utilizado na fabricação de roupas para surfistas – permite a respiração com segurança mesmo se o objeto estiver molhado, servindo tanto para água salgada quanto para piscinas que usam cloro.

“Você pode mergulhar porque, quando voltar à superfície, a água é imediatamente drenada. Essa máscara permite que a gente se divirta na água”, afirmou o CEO Robert Cirjak, que dirige a empresa Wibit Sports. As máscaras são vendidas em três tamanhos diferentes: pequeno, médio e grande, e o preço é estimado em 3,53 euros – o que dá aproximadamente R$ 19.

D’ O liberal com G1

Rate this post

Mundo

Países da Europa começam a aplicar vacina da Pfizer contra covid-19

Publicados

em

Alemanha, Áustria, França, Itália, Grécia, Portugal, Espanha e República Tcheca estão entre os primeiros países a participarem do programa de vacinação em massa iniciado hoje (27) na Europa. A campanha faz parte dos esforços de combate à pandemia de covid-19, doença que afetou economias e matou mais de 1,7 milhão de pessoas em todo o mundo.

Os primeiros a receberem a primeira dose da vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech são idosos e os profissionais da área da saúde, que já estão fazendo fila para ser imunizados.

Diante da grande escala de esforços para a vacinação, alguns países europeus tiveram de convocar médicos aposentados para ajudar nessa campanha. Há inclusive países que tiveram de mudar suas regras sobre quem tem autorização para aplicar injeções.

A distribuição da injeção Pfizer-BioNTech, que foi lançada pela primeira vez na Grã-Bretanha no início deste mês, apresenta grandes desafios. A vacina usa uma nova tecnologia genética de mRNA, o que significa que deve ser armazenada em temperaturas ultrabaixas de cerca de 80 graus Celsius negativos.

França, Alemanha, Itália e Espanha

Com pesquisas apontando altos níveis de hesitação em relação à vacina em países como França e Polônia, os líderes dos 27 países da União Europeia estão promovendo-a como “a melhor chance de voltar a algo como a vida normal no próximo ano”.

“Temos uma nova arma contra o vírus: a vacina. Precisamos nos manter firmes, mais uma vez”, tuitou o presidente francês Emmanuel Macron, que testou positivo para o coronavírus neste mês e deixou a quarentena na véspera de Natal.

Na capital da Alemanha, Berlim, Gertrud Haase, de 101 anos, foi a primeira pessoa a ser vacinada. Nascida em fevereiro de 1919, Haase mora em uma casa de repouso desde 2011. Ela foi ao local de vacinação acompanhada de outros colegas residentes.

Na Itália – primeiro país da Europa a registrar um número significativo de infecções, onde a pandemia já resultou na morte de mais de 70 mil pessoas –, a enfermeira Claudia Alivernini, de 29 anos, esteve entre as primeiras equipes médicas a receberem as primeiras injeções da vacina.

Também foram vacinados neste domingo os profissionais de saúde do hospital Lazzaro Spallanzani, de Roma. O plano nacional de vacinação está sendo implementado pelo ministério da saúde italiano. “É o começo do fim”, disse o líder da região do Lazio e líder do co-governante Partido Democrata da Itália, Nicola Zingaretti.

A primeira pessoa a receber uma dose da vacina na Espanha foi Araceli Hidalgo, de 96 anos. “Vamos ver se conseguimos fazer esse vírus ir embora”, disse ela aos funcionários de sua casa de repouso em Guadalajara, perto de Madrid, após ser vacinada.

O ministério da saúde da Espanha descreveu a campanha de vacinação contra o novo coronavírus na Europa como “sem precedentes na história da humanidade”.

Áustria, República Tcheca e Grécia

A Áustria também iniciou o programa de vacinação hoje, com grupos populacionais vulneráveis ​​sendo os primeiros a receber a imunização. Trabalhadores da linha de frente de combate à doença também são prioridade.

Na República Tcheca, a primeira pessoa a receber a vacina contra o novo coronavírus, nesse domingo, foi o primeiro-ministro Andrej Babis, no Hospital Militar Central de Praga – pouco antes de outros hospitais na capital começarem a distribuir as 9.750 doses que o país recebeu até agora.

Uma enfermeira e uma idosa aposentada foram as duas primeiras pessoas na Grécia a receber a vacina. A capital do país, Atenas, recebeu um primeiro lote de quase 10 mil doses no sábado (26), a bordo de um caminhão com temperatura controlada.

O ministro da saúde da Grécia, Vasilis Kikilias, disse que as duas vacinas marcaram o início da “contagem regressiva para tirar nossas vidas de volta”. As autoridades disseram que até o final de dezembro, a Grécia deve receber cerca de 83.850 vacinas, e até o final de março 1.265.550 vacinas.

União Europeia

A União Europeia deve receber 12,5 milhões de doses da vacina até o final do ano, o suficiente para vacinar 6,25 milhões de pessoas com base no esquema de duas doses. As empresas estão lutando para atender à demanda global e pretendem fazer 1,3 bilhão de doses no próximo ano.

A Europa firmou contratos com uma série de fabricantes de medicamentos além da Pfizer, incluindo Moderna e AstraZeneca, para um total de mais de dois bilhões de doses de vacinas e definiu uma meta para que todos os adultos sejam imunizados durante 2021.

Agência Brasil com informações da Reuters

Rate this post
Continue lendo

Mundo

AstraZeneca testa medicamento que pode trazer a cura instantânea contra a covid-19

Publicados

em

A droga, criada pela farmacêutica AstraZeneca e chamada de AZD7442, é uma combinação de dois anticorpos monoclonais. As pesquisas estão sendo realizadas por cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos que já estão na última fase dos testes do medicamento que pode dar imunidade instantânea ao coronavírus, evitando, assim, que uma pessoa que teve contato recente com alguém infectado desenvolva a doença.

A droga é chamada de AZD7442 e é uma combinação de dois anticorpos monoclonais, feitos em laboratório a partir de anticorpos de pessoas que se recuperaram da covid-19. Esse remédio impediria a doença de se manifestar ao combater a ação viral logo no início, agindo como uma profilaxia pós-exposição.

O remédio está na fase 3 de testes clínicos e já demonstra que essa imunidade conferida pela droga não seria permanente – duraria de seis a 12 meses, de acordo com a AstraZeneca.

Outro protocolo de pesquisa da farmacêutica tem como objetivo testar a droga em pessoas que ainda não tiveram contato com o vírus, para que sua ação preventiva seja investigada.

A médica Catherine Houlihan, virologista da University College London Hospitals que está liderando o estudo sobre o medicamento, disse que “se pudermos provar que este tratamento funciona e evitar que as pessoas sejam expostas ao vírus para desenvolver o Covid-19, seria uma adição importante ao arsenal de armas que está sendo desenvolvido para combater esse vírus terrível”.

Nos dois casos, o medicamento tem como alvo a proteína spike do vírus, responsável por sua entrada na célula humana. “A proteína spike do SARS-CoV-2 contém o RBD (domínio receptor-obrigatório) do vírus, que permite que o vírus se ligue a receptores nas células humanas.

Ao alvejar esta região da proteína spike do vírus, os anticorpos podem bloquear a ligação do vírus às células humanas e, portanto, espera-se que bloqueiem a infecção”, explica a farmacêutica nos protocolos das estudos registrados no site clinicaltrials.gov, plataforma de pesquisas clínicas do governo americano.

De acordo com reportagem do jornal britânico The Guardian, os anticorpos em testes estão sendo administrados em duas doses e poderiam ser usados até oito dias depois da exposição ao vírus. Cientistas do Reino Unido afirmaram ao jornal que acreditam que a droga passa estar disponível no mercado entre março e abril caso demonstre sua eficácia e segurança nos testes clínicos.

CNN Brasil/ Correio Brasiliense

Rate this post
Continue lendo

Mundo

Leitura da Bíblia diminuiu durante a pandemia, segundo a Sociedade Bíblica Americana

A queda da leitura da Bíblia durante a pandemia pode estar relacionada a falta das reuniões presenciais nas igrejas, indica o estudo

Publicados

em

As pessoas podem estar mais atentas às notícias e às atualizações nas mídias sociais durante a pandemia de coronavírus, mas estão se afastando da leitura da Bíblia. Isso é o que diz o levantamento publicado na quarta-feira (22) pela Sociedade Bíblica Americana.

O número de americanos engajados na leitura bíblica caiu significativamente de 28% para 22,7% entre janeiro e junho, de acordo com dados coletados pela organização em junho.

“O que vimos entre janeiro e junho foi que 13 milhões de pessoas na América, que antes estavam realmente se envolvendo com as Escrituras, não estavam mais, e essa foi uma queda séria”, disse John Farquhar Plake, diretor do Ministério de Inteligência da Sociedade Bíblica Americana.

A frequência da leitura das Escrituras também caiu no último ano. A queda de leitores que liam todos os dias foi de 14% para 9%, e daqueles que liam algumas vezes na semana foi de 14% para 12%, o menor número já registrado, de acordo com a pesquisa realizada com o Barna Group.

O afastamento da Bíblia acompanha uma tendência que a Sociedade Bíblica Americana tem identificado na última década. Em 2011, cerca de 64 milhões de pessoas disseram que nunca usaram a Bíblia, em comparação com 87 a 90 milhões hoje.

“Uma porcentagem muito maior da população americana nos últimos 10 anos diz que nunca usou a Bíblia”, disse Plake.

“O número de pessoas que usam a Bíblia regularmente — pelo menos uma vez por semana — manteve-se bastante estável até a Covid-19, e depois a Covid-19 bagunçou todo mundo”, disse Plake.

Mulheres e pequenos grupos

As mulheres, que sempre foram mais engajadas que os homens na leitura da Bíblia, agora ficam um pouco atrás. Plake acredita que isso acontece devido às demandas extras que as mães têm enfrentado durante a pandemia, trabalhando em casa enquanto ajudam as crianças com as aulas virtuais.

Muitas igrejas também estão transmitindo cultos pela internet, e isso significa que as pessoas “não podem se reunir com seus amigos e estudar a Bíblia” como faziam antes, disse ele.

Plake incentiva os líderes cristãos a se concentrarem nas mulheres de suas congregações e enfatizou a importância de se reunir com os membros em pequenos grupos para conversar, orar e estudar a Bíblia juntos.

A pesquisa “State of the Bible” é uma pesquisa anual da Sociedade Bíblica Americana que examina como os adultos nos Estados Unidos se relacionam com a Bíblia.

Fonte: Guiame, com informações do Religion News Service

Rate this post
Continue lendo
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio

Mais Lidas