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Saúde

Paraíba registra 2 mortes, 165 novos casos e 18% de ocupação de leitos Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste sábado (25), 165 casos de Covid-19. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), desde a última atualização, 10 (6,06%) são casos moderados ou graves e 155 (93,93%) são leves. 

Agora, a Paraíba totaliza 441.021 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.184.047 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foram confirmados 02 novos óbitos, desde a última atualização, nas últimas 24h. Os óbitos confirmados neste boletim ocorreram no dia 24 de setembro, sendo um em hospital público e outro em hospital privado. Com isso, o estado totaliza 9.292 mortes. O boletim registra ainda um total de 333.441 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos
Seis municípios concentram 95 novos casos, o que corresponde a 57,57% dos casos registrados neste sábado. São eles: Campina Grande, com 34 novos casos, totalizando 45.160; João Pessoa, com 26 novos casos, totalizando 106.052; Bayeux, com 11 novos casos, totalizando 8.383; Sousa, com 10 novos casos, totalizando 7.406; Lagoa Seca, com 07 novos casos, totalizando 2.987 e Queimadas, com 07 novos casos, totalizando 4.262 casos.
* Dados oficiais preliminares (fonte: e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 25/09/2021, sujeitos à alteração por parte dos municípios.

Óbitos
Até este sábado, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre os residentes dos municípios de João Pessoa (1) e Gado Bravo (1). As vítimas são 01 homem e 01 mulher, com idades entre 29 e 33 anos. Obesidade foi a comorbidade mais frequente. 

Ocupação de leitos Covid-19
A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 18%. Fazendo um recorte, apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 12%. Em Campina Grande, estão ocupados 22% dos leitos de UTI adulto e no sertão 33% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 07 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 176 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Cobertura Vacinal
Foi registrado no sistema de informação SI-PNI, a aplicação de 4.055.688 doses. Até o momento, 2.699.938 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 1.358.883 completaram os esquemas vacinais onde 1.296.178 tomaram as duas doses e 62.722 utilizaram imunizante de dose única. Sobre as doses adicionais, foram aplicadas 346 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 7.255 doses de reforço na população com idade a partir de 70 anos. A Paraíba já distribuiu um total de 4.639.900 doses de vacina aos municípios.

Com Secom-PB

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Saúde

Anvisa analisa cinco pedidos para diagnóstico da varíola dos macacos

Todos os pedidos de registro já tiveram a análise iniciada.

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Imagem: ilustração/Pixabay

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, nesta quinta-feira (11), o balanço dos pedidos de registro de produtos para o diagnóstico de varíola dos macacos. No total, foram cinco pedidos e todos já tiveram sua análise iniciada.

Segundo a agência, os dois primeiros produtos foram Viasure Monkeypox Virus Real Time PCR Detection Kit, fabricado na Espanha pela empresa CerTest Biotec, e Monkeypox Virus Nucleic Acid Detection Kit, fabricado na China pela empresa Shanghai BioGerm Medical Technology. Ambos são ensaios moleculares, passaram pela avaliação do corpo técnico da Anvisa e aguardam complementação de informações por parte das empresas solicitantes para continuidade da análise.

O terceiro produto, que teve o pedido de registro submetido no dia 8 de agosto, também é um ensaio molecular e corresponde ao Standard M10 MPX/OPX, que tem como fabricante legal a empresa nacional Eco Diagnóstica, mas que tem parte da sua produção ocorrendo em outro país. A análise técnica da documentação está em curso.

Os pedidos mais recentes deram entrada na quarta-feira (10). Um deles, o Monkeypox Virus Antigen Rapid Test, o primeiro pedido relacionado a teste rápido para detecção de antígeno, fabricado pela empresa chinesa Shanghai BioGerm Medical Technology, e o produto Kit Molecular Monkeypox (MPXV) Bio-Manguinhos, fabricado no Brasil pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos.

Em nota, a Anvisa destacou que a prioridade é “a avaliação de todos os pedidos de registro de produtos para diagnóstico in vitro que possam ser utilizados como recurso para o enfrentamento da monkeypox [varíola dos macacos, em inglês]”.

Agência Brasil

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Alerta

Saúde eleva para nível máximo risco da varíola dos macacos

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Pixabay

O Ministério da Saúde elevou para o nível máximo de emergência, o alerta para o risco da varíola dos macacos, também conhecida como monkeypox.

A classificação é para todo o território nacional e significa que a doença é considerada grave.

De acordo com o ministério da saúde, a decisão veio após o aumento da capacidade de transmissão da doença, do agravamento dos casos confirmados, da vulnerabilidade da população e da indisponibilidade de medidas preventivas como vacinas e possíveis tratamentos.

Os níveis de emergência variam de 1 ao 3 e estão detalhados no Plano de Contingência Nacional para MONKEYPOX publicado pelo Ministério da Saúde. O documento traz orientações para prevenção e tratamento tanto para a população quanto para as secretarias de saúde dos estados. Também padroniza os procedimentos a serem adotados diante da doença, como um protocolo de classificação para definir casos suspeitos, prováveis confirmados e descartados.

A transmissão da doença entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados, tais como toalhas e roupas de cama.

De acordo com o Plano de contingência do governo, o tratamento dos casos é por meio de suporte clínico como medicamentos para dor e cuidados de higiene na área afetada. A maioria dos casos apresenta sintomas leves e moderados. Em casos graves, com comprometimento pulmonar, a pessoa pode precisar de oxigênio.

No Brasil, até 5 de agosto já haviam sido confirmados mais de dois mil casos, 1.962 suspeitos e um óbito. São Paulo lidera o número de casos no país, com mais de 1,5 mil registros confirmados.

Rádio Agência Nacional

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Saúde

Mais de 1 milhão de paraibanos estão com dose de reforço contra a Covid-19 em atraso

Conforme dados da SES, são 1.190.640 pessoas, com idade maior ou igual a 12 anos, que não tomaram o primeiro reforço (3ª dose).

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Foto: Secom/JP

Conforme dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) nesta segunda-feira (1º), 1.190.640 pessoas, com idade maior ou igual a 12 anos, não tomaram o primeiro reforço (3ª dose) contra a Covid-19 na Paraíba.

O órgão reforça a importância da imunização e aponta que no mês de julho foram regulados 217 pacientes para as unidades de referência, além do registro de 92 óbitos e 12.657 casos confirmados.  

Conforme o sistema de notificação, houve um acréscimo no número de óbitos, mas o estado já apresenta uma queda. Dos mais de 12.600 casos confirmados no mês de julho, 12.390 (97,89%) foram leves ou moderados e 267 (2,11%) foram graves. As internações também estão em queda, com 24 pacientes regulados na semana entre 24 e 30 de julho. 

Reforço na vacinação

De acordo com a secretária de Saúde da Paraíba, Renata Nóbrega, a SES programou, de julho a setembro deste ano, três ocasiões para fortalecimento das coberturas vacinais no estado. O primeiro momento aconteceu no sábado (30 de julho), quando 40.139 pessoas tomaram a vacina contra a Covid-19. Ela disse que o número de doses de reforço em atraso ainda é alto e pede que a população atualize o esquema vacinal

“Precisamos que toda a população se conscientize para tomar as doses de reforço necessárias para evitar a hospitalização e os óbitos pelo agravo, especialmente crianças e adolescentes por conta da volta às aulas. Nós teremos mais dois dias de mobilização para a vacinação, sendo o próximo em 20 de agosto. Mas reforçamos que os municípios estão abastecidos com os imunizantes e que a população busque o posto de saúde para atualizar o cartão de vacina com todas as doses disponíveis para a faixa etária”, pontua. 

Portal Correio

 

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