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Saúde

Sistema que rastreia medicamentos é apresentado em SP

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Embalagens deverão ter código de barras que garante monitoramento dos produtos desde a saída das fábricas até chegar às drogarias.

Para garantir mais segurança à população, o Brasil se prepara para operacionalizar o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), que garante o rastreamento desses produtos. Por meio de um código de barras bidimensional aplicado às embalagens, será possível monitorar a trajetória dos medicamentos desde a saída da fábrica até chegar ao consumidor no balcão da farmácia.

A simulação da primeira plataforma foi feita nesta quarta-feira (8) pela Libbs Farmacêutica, em Embu das Artes (SP), com a participação do ministro da Saúde, Arthur Chioro. A meta é que, até dezembro de 2016, todas as indústrias de medicamentos apresentem ferramentas semelhantes para operacionalizar o sistema que é coordenado pela Agência Nacional de Vigilância (Anvisa).

O código funcionará como um RG do medicamento e armazenará informações como lote, validade, número de série e número de registro na Anvisa. Todas as informações reunidas são chamadas de Identificador Único de Medicamento (IUM). Com isso, assegura-se a autenticidade e a procedência legal do medicamento, evitando desvios na cadeia produtiva e permitindo uma ação mais rápida da vigilância sanitária. Em caso de problemas de qualidade ou necessidade de intervenção da vigilância, o sistema acelerará o processo de identificação e recolhimento das prateleiras, evitando a chegada do produto ao consumidor.

 “A melhoria da gestão na cadeia produtiva é evidente, além do benefício que irá trazer para o consumidor em termo de segurança, uma vez que o medicamento é controlado desde a saída da indústria até a sua comercialização. Trata-se de um sistema muito inteligente que traz benefícios importantes para o consumidor, do ponto de vista da segurança sanitária, e também para o setor da assistência farmacêutica como um todo. Ele auxiliará no combate à fraude, contrabando, falsificações, além de coibir o roubo de carga, porque o medicamento será rastreado”, explica o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

A rastreabilidade também traz benefícios à indústria com a gestão mais eficaz dos riscos na cadeia produtiva, evitando erros e perdas por vencimentos e coibindo o roubo de cargas. Até 30 de setembro de 2014, a Anvisa foi notificada de mais de 1.200 cargas de medicamentos roubadas ou extraviadas. Esse número no ano passado chegou a 1.964 e, em 2012, ultrapassou 3.000.

“Essa rastreabilidade será muito importante porque irá melhorar a gestão da cadeia produtiva, e em particular a identificação do vencimento dos medicamentos com possibilidade de identificar com mais facilidade onde estão os produtos vencidos o que resulta em maior rapidez para a retirada desses medicamentos do mercado. O que dá uma grande capacidade de gestão sobre o sistema de vigilância de medicamentos”, avalia o ministro Arthur Chioro.

A criação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos foi instituída pela Lei no 11.903/2009. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável por promover a articulação entre os setores envolvidos e usuários do Sistema e criar os critérios e parâmetros técnicos para sua implantação. A agência comanda o comitê gestor formado por 25 entidades públicas, privadas e do terceiro setor.

Simulação

O laboratório farmacêutico Libbs é a primeira indústria do setor a apresentar sua plataforma para monitoramento de medicamentos com a impressão do Identificador Único de Medicamento. Até dezembro do próximo ano, todos os laboratórios farmacêuticos deverão colocar no mercado pelo menos três lotes rastreáveis. A partir de dezembro de 2016, todo o mercado farmacêutico deverá ter os mecanismos de rastreamento.

No mês passado, a Anvisa lançou uma série de ações para modernizar e ampliar o sistema de monitoramento de produtos no âmbito da vigilância sanitária no país. Uma das iniciativas é o Sistema de Gerenciamento de Amostras Versão Web (SGAWeb), que reunirá pela primeira vez, em um único banco de dados, laudos e resultados de análises de 60 laboratórios que fazem parte da Rede Nacional de laboratórios.

Outras ações é o Programa Nacional de Verificação da Qualidade de Medicamentos (Proveme) – para verificar a qualidade de medicamentos consumidos no Brasil – e o Monitoramento de Materiais de Uso em Saúde – que avaliará a qualidade e a efetividade de produtos colocados à disposição do cidadão. As medidas permitirão o monitoramento dos produtos após o registro. Além de medicamentos, terão prioridade a análise de próteses e órteses.

E-SUS

Durante o evento, também houve a apresentação do projeto da plataforma E-SUS e um sistema para a gestão da classificação de risco nas UBSs e rede de pronto-atendimento de Embu das Artes. A iniciativa, feita em parceria com a prefeitura do município, faz parte da contrapartida social da Libbs pelo financiamento do BNDES para a construção da mais moderna planta de medicamentos biológicos do Brasil.

Serão R$ 1,3 milhão para a informatização de 16 UBS, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) – que será inaugurada até fevereiro já com o E-SUS – e de dois prontos-socorros da cidade (Central e Vazame). O sistema, que já funciona em cinco UBS da cidade, será implantado em todas as unidades até março de 2015.

Desde 2012, o Ministério da Saúde (MS) impulsionou a estratégia e-SUS AB, que, atualmente, faz com que todo sistema da Atenção Básica que era mantido em formato físico e manuscrito nas UBS possa atuar de forma informatizada e ágil, melhorando a captação e análise das informações.

A principal vantagem do e-SUS é o compartilhamento de informações vitais dos usuários seja trabalhada como um único prontuário, ou seja, tanto a Atenção Básica quanto o setor hospitalar, poderão ter acesso às informações de saúde, assim, ofertando um cuidado mais integral e resolutivo.

Do Brasil.gov.br

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Cidades

Fogueiras e fogos de artifício podem prejudicar a visão

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Os cuidados devem ser redobrados ao assistir os fogos de artifício.

A temporada de festas juninas traz, além de música caipira, comidas e bebidas típicas, muita fogueira e fogos de artifício. Não há quem não goste de apreciar os espetáculos pirotécnicos ou de se esquentar na beira da fogueira. No entanto, brincar com fogo exige cuidados para evitar acidentes graves, não só com queimaduras no corpo, como também na região dos olhos. As informações são do Portal Correio.

“A irritação por causa da fumaça pode desenvolver uma conjuntivite ou, em casos mais graves, uma ceratite”, explica o oftalmologista Hilton Medeiros (FOTO), da Clínica de Olhos Dr. João Eugênio. Segundo o médico, não é recomendado ficar muito próximo das fogueiras nem olhar fixamente para o fogo por longo tempo.

Os cuidados devem ser redobrados ao assistir os fogos de artifício, pois os fragmentos liberados durante as explosões podem perfurar o globo ocular, causando transtornos oculares ou comprometimento da visão. “Quando o dano ocorre nas pálpebras, pode haver deformidades sérias, com retração, perda de tecido e ressecamento, comprometendo a superfície ocular”, explica o especialista.

Casos mais graves

Mesmo queimaduras leves podem atingir a córnea e causar a diminuição da sua transparência, comprometendo seriamente a visão. Casos mais graves, com opacidade total da córnea, podem resultar em cegueira e, em algumas situações, é necessário fazer o transplante da córnea para restabelecer a visão.

Se a pólvora entrar em contato com os olhos, a orientação é lavar abundantemente com água corrente ou soro fisiológico sem esfregar. Não utilize colírio ou pomada por conta própria, muito menos coloque gelo no local afetado. Óculos de sol ou de grau e lentes de contato não protegem os olhos dos fogos de artifício, ao contrário, costumam agravar a situação.

Todos os casos que envolvem queimadura ocular precisam ser analisados e tratados por um especialista, pois a área é muito sensível e requer cuidados imediatos.

Fonte: Pbvale

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Saúde

Acaba exigência de reavaliação pericial a aposentados por HIV/Aids

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Pedro França/Agência Senado

Portadores de HIV/Aids aposentados por invalidez estão dispensados de reavaliação pericial. A regra está prevista na Lei 13.847, publicada nesta sexta-feira (21) no Diário Oficial da União.

A norma foi promulgada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, depois que o Congresso rejeitou, no dia 11 de junho de 2019, o veto total (VET 11/2019) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 188/2017, aprovado em abril.

O texto foi proposto pela Articulação Nacional de Saúde e Direitos Humanos, uma entidade que luta por direitos das pessoas que vivem com HIV/Aids. Apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), o projeto foi aprovado na forma de um substitutivo do senador Romário (Podemos-RJ).

O argumento da proposta é de que que a pessoa aposentada por invalidez já passou por diversos períodos de auxílio-doença, o que atesta a degradação de sua saúde e a irreversibilidade dessa condição.

Agência Senado

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Saúde

Hemocentro altera horário de atendimento aos doadores de sangue no feriadão

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O Hemocentro da Paraíba vai alterar o horário de atendimento aos doadores de sangue nos feriados de Corpus Christi e de São João.  Nesta quinta-feira (20), feriado de Corpus Christi, não haverá atendimento ao doador de sangue. Na sexta-feira (21), a instituição retomará as atividades normais, das 7h até as 17h30, e no sábado (22), das 7h às 17h. Já no São João, o Hemocentro estará fechado na segunda-feira (24), devido ao feriado local, e voltará às atividades normais na terça-feira (25).

Para doar sangue é preciso atender critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Podem fazer a doação pessoas que estejam em boas condições de saúde, com idade entre 16 a 69 anos, sendo que o limite de idade para a primeira doação é de 60 anos e doadores com idade de 16 a 17 anos precisam estar acompanhados do responsável legal (pai ou mãe).

Também é necessário pesar acima de 50 kg; ter repousado no mínimo 6 horas na noite antes da doação; e estar bem alimentado, evitando alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação; outros critérios serão avaliados pela equipe da triagem clínica.

No dia da doação também é preciso apresentar um documento original com foto, emitido por órgão oficial, sendo aceito a carteira de identidade (RG), carteira profissional e carteira de motorista.

A coordenadora de Ações Estratégicas do Hemocentro da Paraíba, Elaine Farias de Santana, lembra a importância da doação regular de sangue. “Precisamos que as pessoas contribuam fazendo sua doação periodicamente. Homens podem doar até 4 vezes no ano, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre as doações e as mulheres podem doar até 3 vezes ao ano, com intervalo de pelo menos 90 dias”, ressaltou.

Ela explica ainda que o Hemocentro garante os estoques de sangue de mais de 30 unidades de saúde de João Pessoa e região Metropolitana. O sangue é essencial para os atendimentos de urgência, realização de cirurgias de grande porte e tratamento de pessoas com doenças crônicas, como a Doença Falciforme e a Talassemia, além de doenças oncológicas variadas que, frequentemente, necessitam de transfusão. Apenas uma doação pode beneficiar até quatro pessoas.

Confira o cronograma de funcionamento do Hemocentro

•    DIA: 20/06 (quinta-feira): FECHADO
•    DIA: 21/06 (sexta-feira): Das 7h às 17h30
•    DIA: 22/06 (sábado): Das 7h às 17h
•    DIA: 24/06 (segunda-feira): FECHADO

Fonte: Secom-PB

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