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Educação

Dados do Enem 2017 confirmam crescimento do IFPB Guarabira

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Um levantamento realizado pela Jornal Folha de São Paulo a partir das notas do último Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM 2017) apresenta o bom desempenho do IFPB entre as escolas públicas e privadas paraibanas.

A relação traz escolas de todos os portes, ao todo  foram analisadas mais de 14 mil escolas públicas e privadas. A média foi calculada pela Folha com as quatro áreas da prova objetiva (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas). A ordem das escolas é organizada a partir desta nota, mas as notas da redação também constam no levantamento. Neste cálculo por escola, foram consideradas as notas de alunos de ensino médio regular e técnico de nível médio, e excluídos alunos de educação especial e de EJA (Educação de Jovens e Adultos).

Entre as escolas que oferecem ensino médio integrado à educação profissional na Paraíba, o Instituto Federal da Paraíba obteve as melhores médias.

O Campus João Pessoa ficou em primeiro lugar com média geral de 585,13 e a média na redação 672,38, seguido do Campus Campina Grande com média nas provas objetivas de 575,98 e a média na redação 681,44 e Patos com 569,94 e média na redação de 624,06.

Em seguida, vem o Campus Guarabira com média geral de 563,78 e média na redação de 660, Monteiro com 555,03,  seguido do Campus Cajazeiras com 552,72,  Campus Picuí com 548,92, Cabedelo com 531,15, Princesa Isabel obteve 523,53 e Campus Sousa com média de 505,25 pontos.

Com relação à redação, o Campus Guarabira já se encontra na terceira colação, ficando atrás apenas dos campi João Pessoa e Campina. Na região do Brejo, o IFPB Guarabira se consolida como a melhor escola da cidade na média geral do último Enem, com médias superiores as demais em Ciências da Natureza, Matemática e Linguagens, ficando à frente das escolas públicas e particulares já tradicionais e conhecidas da população.

Clique aqui e confira o desempenho completo das escolas no Enem 2017.

 

Assessoria/IFPB

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Educação

Grupo Educacional oferece mais de 100 mil vagas em cursos gratuitos de capacitação

Projeto Capacita faz parte do calendário de responsabilidade social do Grupo e disponibiliza oportunidades para toda a população.

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Sede da Uninassau em JP (Foto: Divulgação/Uninassau-JP)

O Ser Educacional, um dos maiores grupos de educação superior do Brasil, mantenedor das marcas UNINASSAU, UNAMA, UNG, UNINASSAU/UNIVERITAS, UNINABUCO, UNINORTE, UNINASSAU/UNIFACIMED, UNINASSAU/UNESC, UNINASSAU/UNIFASB, UNIFAEL e UNINASSAU/UNIJUAZEIRO está com inscrições abertas para mais de 100 mil vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional. As oportunidades fazem parte do projeto Capacita, que visa oferecer capacitação rápida e gratuita para a população, favorecendo, além do indivíduo, as economias locais. 

A ação acontece duas vezes por ano, nos meses de janeiro e julho, nas Instituições mantidas pelo Ser Educacional em todo o País, e integra o calendário de Responsabilidade Social do Grupo. “Nossas Instituições têm o foco na qualificação das pessoas. Nosso objetivo é prepará-las para que cheguem ao ambiente profissional aptas para desenvolverem suas atividades. O projeto Capacita vem reforçar exatamente essa ideia, afinal, ofertamos, de maneira gratuita, cursos de alta qualidade em um curto prazo para a população”, diz o presidente do Ser Educacional, Jânyo Diniz. 

São milhares de vagas distribuídas em mais de 1.300 cursos, que englobam todas as áreas de ensino. Entre as opções disponíveis estão: Como se comportar em uma entrevista de emprego; Como construir seu currículo; Curso Básico de Excel; Primeiros Socorros; Liderança e desenvolvimento de equipes; Reutilização do óleo de cozinha na produção de sabão; Harmonização artificial; Direito do Consumidor; Criação e produção de podcasts; Gastronomia vegana; Construção de robôs de batalha; entre outros. 

Além de promover qualificação, o projeto ajuda instituições carentes com doações de alimentos não perecíveis, material de limpeza e higiene pessoal arrecadados no ato da inscrição dos cursos. As informações sobre as ofertas por unidade, inscrições, datas e horários podem ser encontradas nos sites das Instituições. 

Por Isabelle Vasconcelos/Assessoria

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Cidades

IFPB prorroga inscrições para cursos superiores até sexta-feira

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O IFPB prorrogou até o dia 01 de julho, o Processo Seletivo de Cursos Superiores -PSCS. São 1.550 vagas em cursos superiores presenciais e a distância distribuídos entre os campi de Cabedelo, Cajazeiras, Campina Grande, Guarabira, João Pessoa, Monteiro, Patos, Picuí, Princesa Isabel e Sousa. Podem se inscrever estudantes que tenham se submetido ao Exame Nacional do Ensino Médio, nas edições de 2021, 2020, 2019, ou 2018. 

Acesse o edital.

Para se inscrever online, o candidato precisa acessar o Portal do Estudante e preencher o questionário socioeconômico e o formulário eletrônico. Estão sendo ofertados 37 cursos. O candidato poderá indicar duas opções de cursos. Do total de vagas ofertadas, 50% são destinadas as cotas para egressos de escola pública.

A seleção será realizada por meio de análise do desempenho das notas das áreas de conhecimentos: Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; e de Redação, conforme descritas no boletim de desempenho do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Será computada apenas a edição do ENEM em que o candidato tiver obtido a maior nota.

O resultado final está previsto para ser divulgado dia 18/07.

Com informações do IFPB

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Brasil

Fiocruz reafirma importância de atividades presenciais nas escolas

Órgão diz que não houve aumento significativo de casos após retorno.

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou na sexta-feira (24) nota técnica reafirmando a importância da manutenção de aulas presenciais, resguardado o afastamento de casos positivos e de sintomáticos respiratórios. 

O Grupo de Trabalho enfatiza que é necessário ter disponibilidade de testes para covid-19 na comunidade escolar e recomenda que seja dada prioridade à vacinação (doses de reforço) aos trabalhadores da educação.

Ainda de acordo com o documento, “situações identificadas como agravos associados à covid-19 devem ser referenciadas para as equipes de atenção primária à saúde, vinculadas a unidades básicas de saúde. Os pesquisadores ressaltam que as escolas são equipamentos seguros e essenciais, por serem promotoras e protetoras da saúde.”

De acordo com os pesquisadores, “decorrido todo este tempo de convivência com períodos de maior ou menor transmissão do Sars-CoV-2, pode-se afirmar que as atividades presenciais nas escolas não têm sido associadas a eventos de maior transmissão do vírus”.

Segundo o GT, “a detecção de casos nas escolas não significa necessariamente que a transmissão ocorreu nas escolas. Em sua maioria os casos são adquiridos nos territórios e levados para o ambiente escolar. Nesse sentido, a experiência atual, comprovada por estudos científicos de relevância, revela disseminação limitada da covid-19 nas escolas”.

O documento informa que em 21 de junho o Brasil apresentava 77,8% com ciclo completo de vacinação da população total e 85,5% para a população elegível acima de 5 anos. No entanto, somente 46% com ciclo completo (todas as doses de reforço) da população total e 55% da população vacinável com reforço acima de 12 anos.

Na faixa etária entre 5 e 11 anos, há 13.056.571 (63,69%) de crianças com a primeira dose e somente 7.967.345 (38,86%) com a segunda dose, números aquém do necessário para uma imunização coletiva completa. 

Segundo os pesquisadores, essas informações revelam um maior risco para internação, gravidade e morte relacionadas aos não vacinados completamente.

A nota diz que, pelas características da doença, padrão de disseminação nas diferentes faixas etárias e efeitos da vacinação, é possível afirmar que a transmissão de trabalhadores para trabalhadores é mais frequente do que a transmissão de alunos para trabalhadores, trabalhadores para alunos ou alunos para alunos.

Portanto, aconselham os pesquisadores, medidas de proteção devem ser adotadas em todos os ambientes escolares, com priorização das estratégias direcionadas à redução da transmissão entre trabalhadores (por exemplo: espaços de convívio e ênfase no rastreio de casos e contatos).

O documento lembra que o controle da pandemia resultou, em 2022, na retomada plena das atividades presenciais nas escolas, constatando as consequências e prejuízos pedagógicos e psicossociais da pandemia Covid-19. Assim, é imperativo buscar reconstruir as rotinas escolares e seus projetos pedagógicos. A nota afirma que, no atual momento epidemiológico, não são recomendadas novas interrupções das atividades escolares.

Agência Brasil

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