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Saúde

Mais de 300 municípios enfrentam risco de poliomielite, alerta Saúde

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Há 28 anos, país não registra casos, mas doença pode retornar.

Há 312 municípios no país, especialmente na Bahia, com risco de surto de poliomielite, alertou neste fim de semana o Ministério da Saúde. Há 28 anos o Brasil não registra casos da doença. No entanto, o risco de a doença retornar é grande por causa da resistência de pais e mães em vacinarem os filhos. A ameaça, segundo o ministério, existe em todos os locais com coberturas abaixo de 95%, mas está mais crítica nessas 312 localidades.

O Ministério da Saúde orienta os gestores locais a organizar as redes de prevenção, inclusive com a possibilidade de readequação de horários mais compatíveis com a rotina da população brasileira. A pasta também recomenda o reforço das parcerias com creches e escolas, ambientes que potencializam a mobilização sobre a vacina por envolverem as famílias.

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Doença

Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomelite geralmente atinge crianças com menos de 4 anos, mas também pode contaminar adultos.

A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas e há semelhanças com as infecções respiratórias com febre e dor de garganta, além das gastrointestinais, náusea, vômito e prisão de ventre.

Cerca de 1% dos infectados pelo vírus pode desenvolver a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.

Transmissão e Prevenção

A poliomielite não tem tratamento específico. A transmissão pode ocorrer de uma pessoa para outra por meio de saliva e fezes, assim como água e alimentos contaminados.

No entanto, a doença deve ser prevenida por meio da vacinação. A vacina é aplicada nos postos da rede pública de saúde. Há ainda as campanhas nacionais.

A vacina contra a poliomielite oral trivalente deve ser administrada aos 2, 4 e 6 meses de vida. O primeiro reforço é feito aos 15 meses e o outro entre 4 e 6 anos de idade. Também é necessário vacinar-se em todas as campanhas. A próxima Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite ocorrerá de 6 a 31 de agosto.

O Brasil está livre da poliomielite desde 1990. Em 1994, o país recebeu, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem.

Agência Brasil

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Saúde

Paraíba recebe as primeiras vacinas contra a dengue e realiza distribuição das doses nesta quinta-feira

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Núcleo de Imunizações, recebeu, nesta segunda-feira (12), o primeiro lote da vacina contra a dengue (Qdenga) com 37.040 doses do Ministério da Saúde (MS). As doses serão distribuídas pela SES, nesta quinta-feira (15), para a 1ª Região de Saúde da Paraíba.

A população alvo para a vacinação são crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, cuja faixa etária tem alto número de hospitalização por dengue. O esquema será de duas doses com intervalo de três meses entre elas. O quantitativo a ser recebido será direcionado para a primeira dose do esquema preconizado.

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O Núcleo de Imunizações da SES vai realizar, na quinta-feira (15), às 9h, um alinhamento técnico para operacionalização da vacinação com os coordenadores de imunização e operadores de sistema de informação dos 14 municípios que compõem a 1ª Região de Saúde da Paraíba: João Pessoa, Santa Rita, Cabedelo, Bayeux, Conde, Caaporã, Sapé, Alhandra, Pitimbu, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mari, Riachão do Poço e Sobrado.

De acordo com a chefe do Núcleo de Imunizações da SES, Márcia Mayara, a vacinação contra a dengue vai beneficiar 92.380 crianças e adolescentes de 10 a 14 anos na Paraíba. “A vacina protege contra a dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 do vírus Aedes aegypti e na 1ª Região de Saúde já vamos iniciar a vacinação com todo o público da faixa etária de 10 a 14 anos. Os critérios para a escolha das localidades foram porte populacional, número de casos de dengue nos últimos 10 anos e o número de casos de dengue tipo 2 nesses lugares”, pontuou.

Importante ressaltar que, caso a criança ou adolescente tenha sido diagnosticado com dengue, é necessário aguardar seis meses para iniciar o esquema vacinal. Três meses depois da primeira aplicação do imunizante, será hora de receber a segunda dose.

O imunizante não deve ser aplicado em indivíduos com imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo aqueles em terapias imunossupressoras, com infecção por Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) sintomática ou com evidência de função imunológica comprometida, e em pessoas com hipersensibilidade às substâncias listadas na bula.

A vacina contra a dengue foi incorporada no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e com essa iniciativa o Brasil se torna o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público de saúde.

A SES informa ainda que as ações coletivas e os cuidados individuais devem continuar, pois são as melhores forma de prevenção, como a limpeza das vasilhas de água dos animais e vasos de plantas evitando o acúmulo de água, o armazenamento de pneus e garrafas em locais cobertos, bem como a limpeza das caixas d’água. Aproximadamente 75% dos focos do mosquito estão dentro de casa. A recomendação do Ministério da Saúde é para que as pessoas procurem um serviço de saúde logo nos primeiros sintomas, como febre alta, dor de cabeça, atrás dos olhos e nas articulações.

Secom

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Saúde

Nutrição com Afeto: Hospital de Trauma de Campina Grande lança o projeto para pacientes

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Com o objetivo de promover e fortalecer a humanização no ambiente hospitalar, o Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, unidade do Governo da Paraíba em Campina Grande, implantou o projeto Nutrição com Afeto. A ação, coordenada pelo setor de Nutrição, tem o intuito de estreitar os laços de familiares e os pacientes que estão internados por um período de longa de duração. A ideia é ofertar opção de alimentação diferenciada, considerando a patologia do paciente, proporcionando bem-estar e acolhimento.

De acordo com a coordenadora da Nutrição Clínica do hospital, Morgana Alves, o projeto nasceu com o intuito de trazer mais leveza ao ambiente hospitalar, em especial para os pacientes que estão em tratamento de longa permanência. Para ela, o Nutrição com Afeto traz mais acolhimento.

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“A gente está muito feliz por esse momento. Nós sabemos que o ambiente hospitalar tem boas más e boas notícias. Pensando nisso, não só na oferta do lanchinho ou trazer algo especial para comer, preparamos tudo para deixar o lugar acolhedor e cheio de empatia e de amor ao próximo”, destacou Morgana.

Para o diretor-geral do Hospital de Trauma, Sebastião Viana, ações como essa são fundamentais para consolidar o modelo de atendimento humanizado na unidade hospitalar. “Se trata de uma iniciativa que promove a humanização e já no primeiro dia foi um sucesso fazendo a alegria de todos os envolvidos”, observou.

A paciente Maria das Graças, 58 anos, foi contemplada com a ação. Ela afirmou que ficou emocionada com a surpresa. “Estou muito realizada hoje em poder encontrar minha família para um lanche. Foi muito boa essa visita com um lanche para a gente”, completou.

Secom

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Saúde

Hemocentro da Paraíba altera horário de atendimento ao doador no período de Carnaval

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Foto: Kleide Teixeira

O Hemocentro da Paraíba divulgou, nesta quinta-feira (9), o horário de atendimento no período de Carnaval. Dependendo do dia, o expediente vai mudar nos Hemocentros  Coordenador de João Pessoa e Regional de Campina Grande. Neste sábado (10) e na segunda-feira (12) de Carnaval, o atendimento será das 7h às 12h. Já na terça-feira (13), devido ao feriado de Carnaval, será fechado, reabrindo na quarta-feira (14), a partir das 7h e funcionando até as 18h.

Em período de festas e feriados prolongados, a importância da doação de sangue é ainda maior. O serviço do Hemocentro de João Pessoa atende a cerca de 40 hospitais e necessita dos tipos sanguíneos negativos, em especial em períodos como o Carnaval, quando há maior probabilidade de demandas de urgência e emergência. 

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Para doar sangue é preciso apresentar documento de identidade com foto, ter boas condições de saúde, peso superior a 50 kg, idade entre 16 e 69 anos, estar alimentado e não ter ingerido alimentos gordurosos nas últimas três horas, nem bebida alcoólica nas últimas 12h. Menores de 18 anos devem comparecer com o responsável legal. Vale lembrar que o intervalo entre uma doação e outra é de 60 dias para homens e 90 dias para mulheres.

Secom

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